30.8.13

Real.: Shane Black / Int.: Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow, Ben Kingsley


Filme - O terceiro filme da saga do "Cavaleiro de Ferro" é o de todos o mais negro, prometendo retratar as fragilidades de uma personagem tão egocêntrica como a de Tony Stark (novamente sob o formato algo carismático de Downey Jr.), Iron Man 3 falha por completo no preciso momento em que decide seguir mais além das suas próprias limitações. O resultado é um filme bem oleado da Marvel Studios, mas enfraquecido pelo cansaço e pelas variadas ligações narrativas com outro filmes do mesmo universo.

 

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EXTRAS

Analisar a Cena: O Ataque ao Air Force One

"Thor: The Dark World" - Exclusivo Por Detrás das Câmaras

 

Distribuidora - Zon Lusomundos Audiovisuais, SA



 

Ver Também

Iron Man 3 (2013)

 

FILME -

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 23:10
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Mais um passeio de RV (e "marijuana")!

 

We're the Millers é igual a tantas outras comédias norte-americanas que figuram nas nossas salas de projecção, nos apresentam ideias criativas e em todo os casos hilariantes, mas esquecem-se que tal facto não faz um filme, muito menos preservar o "efeito de piada" durante toda a sua duração.  Assim somos apresentados a um conjunto de personagens algo marginais, todos cúmplice em tentar atravessar duas toneladas de "marijuana" na fronteira do México para os EUA, para o conseguir tal feito terão que fingir ser uma típica família norte-americana que desfruta as suas férias no seu RV. Um disfarce que certamente será difícil de manter, visto a natureza dos seus protagonistas: um dealer fracassado, uma stripper (Jennifer Anniston é presença mais que habitual nestas produções), uma delinquente e um jovem ingénuo e virgem interpretado deliciosamente por Will Poulter.



A nova criação cómica de Rawson Marshall Thurber (Dodgeball) partilha como muitas obras do género as mesmas fraquezas, a ideia é atractiva, mas falta-lhe desenvolvimento e acima tudo uma certa irreverência. A potencialidade de algumas personagens secundárias como de algumas situações é dissipada com os lugares-comuns que a comédia norte-americana parece ter contraído, o politicamente correcto que transforma todas as exíguas rebeldias em pura hipocrisia. Contudo é verdade que existe piores exemplos do género em cartaz e mesmo vindo de Hollywood, We're the Millers apesar de ser semi-fracassado na apresentação do seu target, é ocasionalmente divertido com alguns gags que são contemplados com imenso prazer.

 

 

Por fim e apesar de novamente tocar no assunto de que algumas personagens secundárias não são devidamente exploradas, é de louvar a composição algo estereotipada mas divertida de Will Poulter, o miúdo de Son of Rambow, e Nick Offerman rouba qualquer cena em que surge. Entretenimento passageiro mas não eficaz na sua totalidade, contudo e por graças divinas não contém relações com os RVs de Robin Williams.


Real.: Rawson Marshall Thurber / Int.: Jennifer Aniston, Jason Sudeikis, Will Poulter, Emma Roberts, Ed Helms, Nick Offerman



5/10
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publicado por Hugo Gomes às 12:29
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29.8.13

 

Do realizador de Precious e Paperboy, Lee Daniels  nos apresenta The Butler - O Mordomo, o grande êxito nas bilheteiras do EUA de momento. Baseado na verídica história de Eugene Allen, um mordomo que serviu a Casa Branca por mais de 30 anos, The Butler segue-nos Cecil Gaines (Forest Whitaker, The Last King of Scotland). Nascido num Sul fervoroso e socialmente retrógrada dos anos 20, Gaines cresceu numa produtora de algodão mas derivado de consequências trágicas que vitimaram o seu pai, decide fugir embarcando numa jornada que  o levará a servir num Hotel, até sido descoberto e assim solicitado na Casa Branca. Enquanto, Gaines servia os presidentes que tomavam posse da habitação mais famosa dos EUA, o país que o viu a crescer modificava a olhos vistos, um conflito social "mergulhava" a nação em períodos negros, os afro-americanos eram descriminados e violentados dos seus direitos civis. Mas as mudanças como a esperança encontravam-se presentes, mesmo que por vezes abaladas pelo ódio e a violência, Gaines apesar de não estar envolvido directamente nestas, tinha de certa maneira influência nos novos e promissores tempos que avizinhavam. The Butler - O Mordomo é um filme dramático que revisita em paralelo alguns dos momentos mais importantes da História dos EUA, como o Vietname, o discurso de Martin Luther King e a detenção de Nelson Mandela na África do Sul.

 

 

Com um elenco de luxo; Oprah Winfrey (Beloved), Cuba Gooding Jr. (Pearl Harbor), Terrence Howard (Iron Man),  James Marsden (X-Men), Alan Rickman (Harry Potter), Jane Fonda (Monster-in-Law), John Cusack (1408), Lenny Kravitz (Precious), David Oyelowo (Jack Reacher), Vanessa Redgrave (Anonymous), Mariah Carey (Precious), Robin Williams (Mrs. Doubfire) e Liev Schreiber (X-Men Origins: Wolverine). The Butler tem estreia nacional para 5 de Setembro e conta com uma banda sonora composta pelo musico português Rodrigo Leão, que assinou os êxitos Alice de Marcos Martins e La Cagé Doreé - A Gaiola Dourada de Ruben Alves.  

 


publicado por Hugo Gomes às 23:58
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Mais um para a lista!

 

Com base numa bem sucedida série literária juvenil da autoria de Cassandra Clare, eis que surge o mais forte candidato a tomar o lugar deixando pelo febril Twilight, The Mortal Instruments: City of Bones. Filmado no Canadá, mas cuja acção decorre nas ruas de Brooklyn, o espectador segue as aventuras de Clary Fray (Lily Collins), uma suposta adolescente igual a tantas outras que descobre por via do misterioso Jace (Jamie Campbell Bower), que se encontra directamente envolvida numa elite de caçadores de sombras, segundo as lendas, são meio-humanos e meio-anjos que enfrentam todo o tipo de criaturas e outros inimigos sombrios em protecção da Humanidade.

 

 

No seio deste conflito, The Mortal Instruments: City of Bones deslumbra pela qualidade cénica que apresenta cenários góticos impressionantes e um bem trabalhada vasta gama de efeitos visuais que auferem a aura desejada, contudo esta nova adaptação de um êxito juvenil é pueril e inconsequente. Prestações fraquejadas dos seus actores (Lily Collins não tem estofo para protagonista), uma triangulo amoroso de arestas pouco polidas que soa como impasse rebuscado para a acção da história e uma introdução como desenvolvimento algo ofuscado ou adulterados que incute qualquer tipo de apelação para com os não-fãs dos livros.

 

 

É verdade que City of Bones tenta de certa forma consolidar os "gostos" e "desejos" dos fãs (sendo uma obra com claras direcções ao público feminino) com os critérios mínimos para agradar aqueles que nunca leram os livros de Clare ou se encontram minimamente desinteressados em paixões fogosas adolescentes com fantasia à mistura. Para esses últimos, a nova fita de Harald Zwart, que não é nenhum inexperiente no território adolescente (Cody Banks, The Karate Kid), apresenta-nos variadas sequências de acção e um ligeiro toque de terror. Todavia é tudo encarado como um pneu sobresselente em relação aos verdadeiros rumos da história.

 

 

The Mortal Instruments; City of Bones é mero cinema adolescente de baixo nível de exigência, apressado e desleixado que tem como objectivo seguir a deriva de uma tendência cinematográfica cada vez mais rentável.  Vale pela qualidade cenários e pouco mais que isso.

 

" Everything you've heard... about monsters, about nightmares, legends whispered around campfires. All the stories are true."

 

Real.: Harald Zwart / Int.: Lily Collins, Jamie Campbell Bower, Kevin Zegers, Jemima West, Robert Sheehan, Robert Maillet, Kevin Durand, Jared Harris, Lena Headey, Jonathan Rhys Meyers



 

Outros

C7nema / The Mortal Instruments: City Of Bones «Os Instrumentos Mortais: A Cidade dos Ossos» por Hugo Gomes

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:26
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O vilão da sequela de The Avengers, Ultron, já tem actor definido para "emprestar" a voz, James Spader. Celebre nas suas prestações em Sex, Lies and Video de Steven Soderbergh e em Crash de David Cronenberg, Spader é a mais recente aquisição no universo Marvel, o qual dará a "alma" ao antagonista robô na esperada sequela de 2015.

 

The Avengers 2 será novamente dirigido por Joss Whedon.

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:45
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Depois de surpreender com Margin Call, o qual para além de reunir um elenco de luxo integrou entre os nomeados para o Óscar de Melhor Argumento Original de 2012,  J.C. Chandor volta a realizar uma história da sua autoria em All Is Lost. Apresentado no último Festival de Cannes, onde arrecadou alguns elogios, incluindo a prestação algo intensa de Robert Redford, que desempenha um homem à deriva no seu barco em pleno Oceano Índico, enfrentando os eventuais obstáculos que o esperam. Um exercício "one-man-show", visto Redford ser a única prestação creditada no filme que tem estreia no 18 de Outubro nos EUA. 

 


publicado por Hugo Gomes às 20:38
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publicado por Hugo Gomes às 06:25
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28.8.13


Michael Bay: O Ed Wood de hoje? O Kubrick de amanhã?

 

Aquilo que hoje não é valorizado pode ser daqui a uns anos valorizado, até se transformar em qualquer tipo de arte. Nesses termos acredito que Michael Bay poderá ser num futuro próximo um autor de renome, talvez um pioneiro do seu próprio cinema de acção. É um facto de que Hollywood está escassa de ideias e é também um facto de que cada vez mais o cinema de acção hollywoodesca é gradualmente mais energética, "videoclippeira" e alucinada e Michael Bay enquadra-se perfeitamente nesses termos. Actualmente considero que o autor é uma espécie de "criança com uma câmara de filmar", a sua mente precoce faz dele um realizador imaturo, por vezes distorcido como por vezes inconclusivo em transmitir algo mais dramático e profundo que meras imagens em movimento. Podemos ter em conta que dirigiu obras como Armageddon, Bad Boys e a trilogia Transformers, qual têm em comum de terem sido grandes êxitos de bilheteira, não apenas nos EUA mas como no resto do Mundo, integrando uma categoria de cinema-pipoca, fast-food cinematográfico de mainstream acentuado e de fácil comercialização. No curioso caso de Transformers, Bay atingiu o seu pico de "grandeza", conseguindo transformar uma linha de brinquedos de sucesso num retrato pouco lúcido do seu cinema estilístico. O realizador norte-americano que parece voluntariamente parodiar a própria opulência produtiva de Hollywood, invoca a sua personalidade fílmica através de sequencias de acção a velocidade e hiperactividade incríveis, bonecos unidimensionais ao invés de personagens e elementos como esterilização estética e puro sexismo.

 

 

Em Transformers tais elementos encontram-se mais que presentes, convertendo a saga dos robôs alienígenas em um intenso estudo de "mau cinema". Poderia existir aqui uma desculpa de que tão trabalhados são os efeitos visuais, contudo quem realmente encontra-se apurado na Sétima Arte tem a noção que os atributos técnicos, por si, não compõe um filme, tirando as imagens CGI, a trilogia que rendeu mais de 2 biliões de dólares em todo o Mundo a Michael Bay é propícia em momentos equívocos do cinema norte-americano, desde a fraca concepção de personagens, todos eles movimentados pelos estereótipos que emanam e por fim um atropelamento narrativo, onde o climax é precoce e o desenvolvimento da trama se perde entre futilidades, tiques do realizador e improvisos a foro comercial. Para além disso é difícil de perdoar em Bay o crescente machismo que invoca nas suas incursões, a escolha de "actrizes" não pelo seu talento interpretativo mas sim pelo atributo estético como meros atractivos de teor sexual. Com Pain and Gain, aquele que supostamente seria o seu período mais calmo, sóbrio e de autor, é em todo o caso mais do mesmo nos termos cinematográficos de Michael Bay.


 

Baseado em factos verídicos, a historia de três bodybuilders que decidem envergar no mundo do crime através de "golpes", se revela nas mãos do realizador num festim de artifícios que impedem a narrativa de fluir (nota-se o exagero de narrações voz-off e distractivos desvios como se o autor não conhecesse nada de cinema para além dos blockbusters). Numa estética visual algo irritante que não só torna Miami em mais um cenário "pastiche", mas que revela a futilidade da trama que parece ser algo ofuscado aqui, "martelado às três pancadas" por um desenvolvimento tão digno como um videoclipp prolongado, o qual climax parece ser mera fantasia. Tudo leva a crer que Michael Bay teve intenções propositadas quando inseriu o seu tão estilístico slow-motion e outros tiques sob um conjunto de risíveis diálogos que nada de proveitoso retiram na premissa. Este é um daqueles casos em que os factos verídicos são mais impressionantes que a própria demanda cinematográfica, uma fita prejudicada pelos defeitos que já havia referidos e por um realizador que se tenta passar por aquilo que não é. Um esteticista fascista com o mínimo de respeito pela palavra de entretenimento, o confundindo como meros truques de câmara e manipulação da mesma. O que salva mesmo o filme da ruína total é o seu elenco, desde um carismático e energético Dwayne "The Rock" Johnson, um Shalhoub que se revela num one-man-show e um Ed Harris que mesmo sob efeitos automáticos tende em melhorar certamente a fita. Quanto a Mark Wahlberg, a interpretação que se podia esperar de um actor medíocre, insonso e egocêntrico.

 

 

Em suma: Pain and Gain é um filme "vendido" que pretende ser algo mais do que aquilo que é. Mas a verdadeira questão aqui é tendo em conta que existe filmes e autores que só com o passar do tempo serão valorizados, será Michael Bay o incompreendido do século XXI? Será que a sua arte fílmica é demasiado vanguardista mesmo para os tempos que decorrem? Só o tempo dirá, mas por enquanto a o realizador de Transformers incute uma involuntária paródia a Hollywood, que é a sua carreira.

 

"I'm Daniel Lugo, and i believe in fitness"

 

Real.: Michael Bay / Int.: Mark Wahlberg, Dwayne Johnson, Anthony Mackie, Tony Shalhoub, Ed Harris, Rob Corddry, Ken Jeong



 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:40
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Com a comemoração dos 50 anos (dia 28 de Agosto) do eterno discurso I Have a Dream que Martin Luther King predicou na manifestação pelos Direitos Civis da Washington DC, o canal História irá presentear aos espectadores o documentário: A Caminho da Liberdade. Um emocionante retrato narrado por Deon Cole, sobre luta de mais de 150 anos pela igualdade racial e contra a discriminação que os afro-americanos eram sujeitos nos EUA.  A ser exibido no dia 31, Sábado, pelas 22h50. A não perder!

 


publicado por Hugo Gomes às 22:33
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publicado por Hugo Gomes às 12:01
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27.8.13

A naturalidade do cinema!

 

Há cerca de um mês atrás estreava entre nós a ficção portuguesa O Bairro da autoria de Francisco Moita-Flores, uma série destinada à televisão de 20 episódios que foi convertido a uma "re-colagem" cinematográfica. A "fita" nos presenteava uma Maria João Bastos como líder de uma gang com diversas tarefas ilícitas na agenda, mas acima de tudo se comportavam como "anjo da guarda" de um bairro social lisboeta, produto imaginado com tamanha surrealidade do quotidiano português. Combinando de um lado o "wanna be" fantasioso para com o cinema norte-americano mainstream com a estrutura e inerência de uma telenovela habitual dos nossos canais generalistas, O Bairro foi um Infeliz exercício como também de desprezo para com a realidade portuguesa.

 

 

Distanciamento a léguas de tal factor parece ser uma "meta" cada vez mais penetrada no grande ecrã pelas grandes produtoras nacionais, contudo Basil da Cunha, com um currículo de mais de 15 curtas, mostra a tudo e todos que mesmo sem as verbas nem os patrocínios  destes "gigantes nacionais" consegue invocar a verdadeira essência do "outro lado", a faceta longe do "faz-de-conta" das telenovelas e do país fantasioso que emane, com a sua primeira longa-metragem, Até Ver a Luz. Rodado aos arredores da Amadora, num "infame" bairro da Reboleira, o luso-suiço Basil da Cunha concentra um cinema artesanal mas fiel aos seus códigos genéticos, "descortinando" num cenário perfeito para "pastiche", um leque algo invulgar de personagens singulares que roçam o estereotipo mas se esforçam em sair dessas "capas de senso comum".

 

 

O facto do realizador viver nessa mesma comunidade aufere-lhe força em implodir credibilidade a este sistema biótipo, recriando um palpável território cinematográfico incutido neste quadro de exclusão social, debruçando em situações que cada vez mais as pseudo-produções nacionais evitam ou amenizam. Esta é uma história de influências às mitologias nipónicas fundidas com os seus personagens, "samurais marginais que bailam ao luz da Lua", claras referências ao cinema de Kurosawa e de Jarmusch, evidenciando assim o conhecimento de Basil da Cunha que reflecte a sua linguagem cinematográfica neste cenário de desolação social.

 

 

Um "entranhar" por um comunidade rica munida pela violência, bem concretizada (apesar dos planos fechados limitarem a sua eventual abrangência) e articulada pelo realizador de uma forma motivadora e deveras vanguardista (as opções destes em concentrar o elenco em "não-actores" e 80% do filme seja falado em "crioulo", tornam Até Ver a Luz num exercício naturalista). Uma entusiasmante primeira longa-metragem a não perder e a merecer devida valorização em tempos futuros. O La Haine português!

 

Real.: Basil da Cunha / Int.: Pedro Ferreira, João Veiga, Nelson da Cruz Duarte Rodrigues 



 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:57
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25.8.13
25.8.13

 

Real.: João Canijo / Int.: Anabela Moreira, Sónia Nunes, Cassilda Pontes

 

Filme - Um excelente trabalho de estudo de João Canijo que resultou como uma analise à condição de actor. Enquanto explora a sua futura personagem, Anabela Moreira se expõe naturalmente e interliga-se ao espectador para nos remeter a uma experiência cinematográfica algures entre o documentário e a ficção. A procura da mulher de Caxinas leva ao encontro do seu intimo.

 

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Fotografia

Cartaz

 

Distribuidora - Midas Filmes



 

Ver Também

É o Amor (2013)

 

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DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 23:56
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Melissa McCarthey (Identity Thief) e Sandra Bullock (The Blind Side) serão duas agentes da autoridade com o objectivo de desmantelar uma intensa rede de trafico de droga na comédia buddie cop The Heat, o próximo filme de Paul Feig (Bridesmaid). Tendo como titulo traduzido de Armadas e Perigosas, a fita tem data de estreia no território português no dia 5 de Setembro e contará com Demian Bichir (a série The Bridge), Marlon Mayans (Scary Movie) e Michael Rapaport (Hitch) no elenco.

 


publicado por Hugo Gomes às 19:42
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Um sexto e ainda energético filme!

 

Quem diria que um filme como Fast & Furious, que esteve quase para ser lançado directamente para DVD, pudesse chegar ao sexto filme, e sob um ritmo algo alucinante. A começar, a fasquia que gerou envolto da comunidade de street racing e do carisma de Vin Diesel, evoluiu, teve os seus altos e baixos e converteu-se não num filme de acção mas como também evento de tamanha categoria no seu género. Em 2001, se estaria longe de prever que uma obra sobre carros modificados e sequências de acção guiadas sobretudo por stunts pudesse rivalizar com os grandes blockbusters anuais e mais, chegando mesmo a triunfar. Com esta brincadeira, Fast 6 rendeu mais de 780 milhões de dólares em todo o Mundo, quase tanto ou mais que os filmes de super-heróis mais aguardados do ano.

 

 

Justin Lin é o repetente realizador que tem vindo a demonstrar cartas desde o terceiro e talvez menos rentável capitulo do franchising, Tokyo Drift (2006), talvez pela ausência das suas personagens principais ou do background habitual, o filme em questão não conquistou os fãs de imediato, mas fez com que os produtores reconhecessem a qualidade do realizador no storytelling e na direcção das sequências de acção. Derivado a tal, Lin foi a primeira escolha do semi-reboot em 2008, o inesperado sucesso de Fast Five em 2011 e agora com este sexto tomo, volta a dar cartas e exibindo como um realizador mais maduro e consistente no ritmo algo invejável que esta fita possui. Porém é verdade que Fast 6 não é nenhum entretenimento exemplar, astuto e bem trabalhado do inicio ao fim, longe disso, a demanda da equipa vencedora (Vin Diesel e Dwayne Johnson) é uma pura sucessão de sequências de grande produção, personagens pouco desenvolvidas, uma intriga sem um pingo de inteligência apesar da pretensão e interpretação do mais básico possível.

 

 

A verdade é que estamos perante dum entretenimento imperfeito, oco, por vezes ridículo, demasiado longo, mas delirante e bem oleado. E talvez dentro das grandes apostas de Hollywood, Fast 6 seja do mais divertido e primordial que surgiu neste Verão de 2013. Mas a maior das verdades , goste-se ou não, é de louvar que uma quinta sequela de um filme de acção nada primoroso, exibe um ritmo e valores de produção invejáveis. Justin Lin torna-se assim num dos mais bem sucedidos realizadores de acção do cinema norte-americano recente.

 

"Dominic Toretto. You don't know me, but you will"

 

Real.: Justin Lin / Int.: Vin Diesel, Paul Walker, Dwayne Johnson, Michelle Rodriguez, Luke Evans, Elsa Pataky, Gina Carano, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Gal Gadot, Sung Kang, Ludacris, Jason Statham



 

Ver Também

Fast & The Furious (2008)

Fast Five (2011)

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 19:11
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24.8.13

 

A história por detrás da criação do site Wikileaks, conhecido pela divulgação de informação foragida sobre diversos assuntos de Estado, será revelada n próximo thriller dramático de Bill Condon (The Twilight Saga: Breaking Dawn Part 2, Kinsey), The Fifth Estate. Benedict Cumberbatch (Star Trek: Into Darkness) e Daniel Bruhl (The Edukadores) serão os protagonistas desta fita onde os segredos são um bem valioso mas violáveis. Antony Mackie (Pain and Gain), Stanley Tucci (The Hunger Games), Clarice Van Houten (Black Book), Laura Linney (Primal Fear), David Thewlis (Red 2) e Dans Stevens (Hilde) completam o elenco. The Fifth Estate estreia 18 de Outubro nos EUA.

 


publicado por Hugo Gomes às 21:16
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Ver aqui

 


publicado por Hugo Gomes às 02:19
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Depois de confirmado Jason Statham no sétimo filme de Fast & Furious, a estrela do cinema tailandês Tony Jaa, que participou em êxitos como Ong Bak e Tom youm goong, poderá também fazer parte do elenco. O actor revelou ao The Hollywood Report via e-mail que é um ávido fã da saga e que seria um privilégio trabalhar com Vin Diesel e Dwayne "The Rock" JohnsonFast & Furious 7 (titulo provisório) será dirigido por James Wan e terá data de estreia prevista para 11 de Julho de 2014.

 

Fonte: Cinema Blend

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:18
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23.8.13

 

O actor Ben Affleck (Argo, Daredevil) foi o escolhido para assumir o papel do "homem-morcego" na sequela de Man of Steel (Homem de Aço) com estreia para o Verão de 2015. A fita é esperada com grande expectativa visto se tratar da primeira vez que dois colossos da DC Comics (Batman e Superman) partilharão o mesmo ecrã. Assim sendo Affleck junta-se ao Henry Cavill na produção.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:42
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22.8.13

Real.: John Moore / Int.: Bruce Willis, Jai Courtney, Sebastian Koch


Filme - Depois de um quarto filme entusiasmante, a saga que definiu o cinema de acção para os anos 90 encontra-se num momento de puro impasse com Good Day to Die Hard. Cansativo, ridículo e vazio, a obra protagoniza por um Bruce Willis exausto que necessita auxilio de um sidekick (um rebuscado aparecimento de um herdeiro) é a mais recente vitima do sintoma de "sequelite".

 

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EXTRAS

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Distribuidora - PRIS Audiovisuais, SA



 

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Good Day to Die Hard (2013)

 

FILME -

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 23:02
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Paul W.S. Anderson (Resident Evil, Alien Vs Predator) é o realizador de Pompeii, um filme de teor épico que nos remete à perdida cidade romana de Pompeia, destruída pela erupção do monte Vesúvio há cerca de um século depois do nascimento de Cristo. Com um elenco composto por Kit Harington (Game of the Thrones), Emily Browning (Sucker Punch), Carrie-Anne Moss (Matrix), Paz Vega (The Spirit), Jared Harris (Sherlock Holmes: Game of the Shadows), Kiefer Sutherland (da série 24) e Jessica Lucas (Evil Dead), Pompeii tem data de estreia para 21 de Fevereiro de 2014 nos EUA. O teaser trailer já está online! 

 


publicado por Hugo Gomes às 22:40
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9/10 - Imprescindível
8/10 - Bom
7/10 - Interessante
6/10 - Razoável
5/10 - Medíocre
4/10 - Muito Fraco
3/10 - Mau
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