30.6.13

Real.: Kathryn Bigelow / Int.: Jessica Chastain, Jason Clarke, Joel Edgerton


Filme – Baseado numa história de credibilidade ainda discutida, Zero Dark Thirty a nova obra da cineasta Kathryn Bigelow depois do galardoado The Hurt Locker nos remete à intensa caça a um dos homens mais procurados (se não o mais) do Mundo: Osama Bin Laden – o líder da organização terrorista Al Qaeda. Eis um thriller que percorre lugares-comuns do género, mas que continua a soar como intenso e envolvente, principalmente o desempenho de Jessica Chastain, a mulher que deu tudo o que tinha nesta arriscada e “quase” impossível missão.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

Distribuidora – Zon Lusomundo, SA

 

 

Ver também

Zero Dark Thirty (2012)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 13:41
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30.6.13

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publicado por Hugo Gomes às 01:19
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29.6.13

 

O canal BIO irá transmitir a partir do dia 1 de Julho, em todas as segundas-feiras por volta das 20h00, um especial programação “Distúrbios Alimentares” que consiste na exibição de duas séries sobre duas perturbações do foro alimental devidamente conhecidas mas pouco informadas. A obesidade mórbida em “Questão de Peso” e a bulimia “Comer ou não comer”, são dois distúrbios a terem conta reunidos numa evento televisivo a não perder.

 


publicado por Hugo Gomes às 23:56
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“Nolanizar” o Super-Homem!

 

O herói de BD criado por Joe Shuster e Jerry Siegel em 1939 é a nova vítima da chamada “nolanização”, termo fabricado alusivo ao realizado Christopher Nolan e à visão com que tratou Batman na bem-sucedida trilogia The Dark Knight. A definição centra-se numa injecção realismo, negrura e maduração, ingredientes que funcionaram e muito no “cavaleiro das Trevas” e que serve como experiência arriscada para Superman em Man of Steel. Nolan é somente produtor e argumentista ao lado do já habitual David S. Goyer, no posto de realizador encontramos Zack Snyder, o mesmo da interessantíssima analise da condição de vigilante em Watchmen (2009) e do sempre “cool300 (2007), ambos baseados em duas elogiadas graphic novels. Nos últimos dias fomos bombardeados até à exaustão por uma campanha de marketing gigantesca por parte da Warner Bros em promover o filme (tentando de certa forma contornar o semifiasco de Superman Returns de Bryan Singer em 2006, a mais recente abordagem cinematográfica do “herói de capa”) e de um frenesim desfreado dos fãs e geeks em difundir a obra, supostamente e no caso de Man of Steel tornarsse no êxito esperado, DC Comics poderá finalmente rivalizar com a Marvel Studios na conquista cinematográfica. 

 

 

Para começar esqueçam o ambiente familiar dos filmes de Christopher Reeve e da fidelidade com a BD, Man of Steel é um reboot adaptável para a nova geração; barulhento, sofisticado, frenético, gratuito e narrativamente ofuscado, tudo aquilo que os nossos tempos cinematograficamente liderados por blockbusters merecem. E é pena visto que a variante de Snyder nos reserva algumas ideias e visuais interessantes, mas quando os efeitos visuais e as sequências de acção retiradas de um qualquer videojogo assumem o protagonismo, logo o espectador defronta-se com as fragilidades desta ambiciosa obra.

 

 

Tudo começa com uma ida a uma Krypton (planeta natal do nosso herói) galacticamente exótica com Russell Crowe a profetar frases poéticas o tempo todo, se não for isso corre de um lado para o outro a batalhar uma legião de militares revolucionários. O início é longo, acarretado com cenas e pormenores inúteis sem razão de ser, porém Michael Shannon como o ambíguo General Zod (a visão distorcida dos norte-americanos a qualquer líder revolucionário) consegue salvar este acto do puro supérfluo (sendo mais herege diria todo o filme). De seguida a fita contrai uma certa síndrome de Batman Begins do próprio Nolan, aliás é só pegar na estrutura de Man of Steel e na coordenação de planos (uma narrativa interrompida por um conjunto de flahsbacks) e na apresentação dos seus personagens para confirmar que existe aqui uma espécie de auto-plágio do homem-morcego. O espectador depara-se com um “messias em ensinamento”, uma criatura divinal que compromete-se com a moral cívica e no papel de Deus de um mundo que não é o seu, todavia são questões apenas respondidas apenas à última da hora e sem grande relance, depois da caótica poeira dos imensos efeitos visuais assentar. 

 

 

Uma das expressões do chamado “nolanização” advém da riqueza das personagens secundarias e das respectivas situações protagonizadas, contudo este Superman é de facto demasiado leve nesse campo, a começar por uma das personagens mais importantes deste universo, Lois Lane, interpretada por uma Amy Adams em piloto automático e sem química com o seu par, Clark Kent (o Superman, para quem desconhece a BD), um Henry Cavill demasiado preso ao modelo herói inconsequente, por vezes inexpressivo e fracamente emotivo. Falando em emoções frias, a belíssima actriz Antje Traue (Pandorum) serve na perfeição na pele de Faora-Ul, a subcomandante das forças invasores do General Zod (Shannon), uma união simbiótica de rigidez sentimental com sex-appeal. Quanto aos pais adoptivos do nosso super-herói, Diane Lane é puro estereotipo ofuscado somente apoiado por um Kevin Costner acima da média. Por fim um conjunto de secundários falhados que vai desde um Laurence Fishburne, não tão divertido que Jackie Cooper no mesmo papel na anterior tetralogia do Superman, e um Harry Lennix estereotipado.

 

 

Mesmo estando acima de algumas das modernas incursões da Marvel, Man of Steel é um exagerado filme de super-heróis que não mede os seus desequilíbrios em prol da sua própria ambição. Acompanhado por uma imparável, mas mesmo assim semi-perfeita banda sonora composta por Hans Zimmer, que já se afirma como fiel companheiro de Christopher Nolan, este é um filme irreprovável para as audiências de Verão ou dos fãs deste novo subgénero cada mais influente na indústria cinematográfica, porém acredito que os mais puristas repudiarão a obra em questão, mas evidencia tudo aquilo que de banal e previsível existe nas grandes produções de Hollywood.

 

“You will give the people an ideal to strive towards. They will race behind you, they will stumble, they will fall. But in time, they will join you in the sun. In time, you will help them accomplish wonders.”

 

Real.: Zack Snyder / Int.: Henry Cavill, Russell Crowe, Michael Shannon, Amy Adams, Diane Lane, Ayelet Zurer, Harry Lennix, Kevin Costner, Christopher Meloni, Antje Traue, Laurence Fishburne, Richard Schiff

 


 

Ver também

Batman (2005)

The Dark Knight (2008)

The Dark Knight Rises (2012)

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:53
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27.6.13

 

Uma comédia francesa de época entrada num concurso de secretarias dactilógrafas com Romain Duris (De battre mon coeur s'est arrêté), Déborah François (L’ Enfant) e Bérénice Bejo (The Artist) nos principais papéis. Populaire - A Dactilógrafa de Régis Roinsard estreia hoje, dia 27 de Junho, em todo o país, apesar de ter concorrência difícil com um certo herói de capa, este é um filme divertido e leve para adeptos de comédia romântica. Nomeado para cinco Césares (o equivalente francês aos Óscares).

 


publicado por Hugo Gomes às 00:52
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26.6.13


publicado por Hugo Gomes às 12:54
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Quinta-Feira, dia 27 de Julho, temos sessão marcada no Cineclube de Joane, Vila Nova de Famalicão, com a exibição do mais recente filme do filipino Brillante Mendoza estreado nas nossas salas de cinema, Captive – Cativos. Baseado em factos verídicos, esta obra protagonizada pela actriz francesa Isabelle Huppert (Amour) nos centra num sequestro de mais de 20 turistas pelas forças de um grupo separatista muçulmano de Palawan. Obviamente esta é uma fita a não perder, a sessão terá lugar no Pequeno Auditório da Casa das Artes pelas 21h45.  

 


publicado por Hugo Gomes às 05:51
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24.6.13

A maratona dos mortos!

 

Enquanto em 2006, o ano em que World War Z de Max Brooks havia sido publicado e instantaneamente fazia sucesso nas livrarias, os grandes estúdios “salivavam” e disputavam entre si pelos direitos de adaptação, triunfante desta “guerra editorial” encontrou-se Brad Pitt e o seu Plan B que começou a produção da fita no ano seguinte. Desde então foram cinco anos atribulados, prósperos em polémicos e complicações que davam material para machetes de jornais e noticiários entre as quais episódios caricatos como a rusga feita pela brigada anti-terrorista húngara aos armazéns onde detinham o armamento utilizado para o filme ou as desavenças entre Brad Pitt e o realizador Marc Forster, o qual os medias referiram agressões e ofensas verbais.

 

 

Ou seja, de produção e rodagem difícil, esperava-se o melhor como o pior desta obra que retrata os “zombies”, tão popular nos dia de hoje como nunca, como meras epidemias virológicas que se propagam a um ritmo alarmante e excessivamente rápido, focando-se no factor de globalização. Tornou-se no filme de terror mais caro de sempre, 190 milhões de dólares de orçamento, o que com o receio de vir a figurar na lista de fiascos, os produtores não tiveram mãos a medir e censuraram qualquer intuito e incentivo de violência gráfica, ou seja WWZ é uma obra de zombies e mortos-vivos (como queiram chamar) sem um pingo de sangue nem desmembramentos ao vivo, com claro “piscar de olhos” às audiências mais jovens.

 

 

Cada vez mais concentrado na grande indústria cinematográfica, Marc Forster nos remete a uma simples história de peste “zombie”, sendo que a diferença encontra-se numa pretensão mais global, visto que seguimos o nosso herói, Gerry Lane (Brad Pitt), um ex-operador das Nações Unidas, percorrendo meio mundo em busca da tão desejada cura.

 

 

Um conjunto de devastações, destruição em modo “red bull” que não deixam o espectador respirar, WWZ se resume somente a movimento, a sequências de grande orçamento que esvazia as potencialidades do argumento mais interessado na acção que no conteúdo emocional. É triste visto a potencialidade da obra. Nem Pitt salva o filme das proximidades catastróficas, o seu empenho é algo ofuscado e desorientado, mas verdade é que também torna-se no melhor e mais veredita que Marc Forster tem para oferecer, tendo a sensação de ser a única personagem no meio deste "apocalipse".

 

 

É globalização, o tema central deste filme-catástrofe que se encontra mais próximo do 2012 de Roland Emmerich (partilha um protagonista que sai miraculosamente de cada “desastre”) do que o legado exposto por George A. Romero e até mesmo da série sensação de The Walking Dead, e a culpa não recai nos “mortos-corredores”. World War Z ficou-se pelo universo esterilizado do cinema-pipoca!

 

Real.: Marc Forster / Int.: Brad Pitt, Mireille Enos, Daniella Kertesz, James Badge Dale, Abigail Hargrove, David Morse



 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 18:58
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publicado por Hugo Gomes às 17:31
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Um beijo para a eternidade!

 

Momento crucial para Hollywood: um beijo intenso nas areias havaianas entre o galã Burt Lancaster e Deborah Kerr corou os sensores de censura e remeteu ao público uma ousadia sofisticada nunca vista no cinema norte-americano. Sim, um simples beijo que hoje em dia ficaria no politicamente correcto foi à sessenta anos uma viragem da Idade de Ouro de Hollywood para o inicio da sua maturidade. O filme detentor de tal irreverencia é From Here to Eternity de Fred Zinnemann, o que prometia ser um “dramalhão” que englobava os códigos e condutas moralistas do panfletismo e maniqueísmo militar durante a Guerra do Pacifico, se converteu pelas mãos de um “infame” realizador e de um autor traumatizado (James Jones, o escritor original de From Here to Eternity, afirmou ter elaborado a obra em prol das memórias e experiências) num estilhaçado espelho de uma sociedade em mudança e isolada do resto do Mundo.

 

 

 

O espirito norte-americano com todas as suas virtudes e defeitos que o caracterizam encontra-se efectivamente representado no seio desta comunidade militar, composta por homens e dilacerada pelas mulheres. Contudo mesmo sendo um sinonimo de ousadia cinematográfica no seu tempo de lançamento, From Here to Eternity foi mesmo assim abatido pela censura e pela leveza em favor dos valores morais que tanto se prezava, o filme de Zinnemann aborda temas como corrupção, adultério e prostituição, mas estas duas ultimas são retratadas de um forma algo fabulista, aliás evidencia em demasia um dos “calcanhares de Aquiles” da Hollywood classicista (ainda hoje esse “mundo cinematográfico” não contornou na totalidade tal factor) o seu desprezo pelas personagens femininas. Deborah Kerr e Donna Reed são respectivamente esposa adúltera e prostituta de casa de alterne, contudo só o título parece confirmar tal essência personificada sendo que após minutos de actuação, as máscaras de ambas desabam, transformando-as em simples estereótipos femininos, incuráveis e tolas românticas como Hollywood tanto adora.

 

 

É nesse aspecto que From Here to Eternity não consegue fazer jus ao estatuto de obra-prima, e é pena sabendo que de um jeito ou de outro a obra galardoada com oito Óscares, incluindo o de Melhor Filme, é um marco único na História do Cinema. Narrativamente sedutor e complexo em transmitir a relação entre os militares “encurralados” naquela base pré-Pearl Harbor, munido de interpretações fortes de Burt Lancaster, Montgomery Clift e até de Frank Sinatra, que foi a sua carreira a ser resgatada graças ao seu empenho em From Here to Eternity, o Óscar de Melhor Actor Secundário foi o seu louvor de “bom comportamento”, o filme de Fred Zinnemann pode não ter envelhecido como pretendíamos mas acima de tudo continua a ser um clássico como nenhum outro fora. A ver ou a rever!

 

Nobody ever lies about being lonely.


Real.: Fred Zinnemann / Int.: Montgomery Clift, Burt Lancaster, Deborah Kerr, Donna Reed, Frank Sinatra, Ernest Borgnine, Philip Ober




Outros

C7nema / Até à Eternidade: o beijo que marcou uma época

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 17:21
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A partir do dia 1 de Julho, em todas as segundas-feiras por volta das 23:40, o canal História irá apresentar novos episódios de Mistérios Enterrados, uma série de documentários que seguem Scott Wolter, um pioneiro em petrografia forense, em busca de relíquias e cemitérios perdidos por todos os EUA. Uma série a não perder!

 


publicado por Hugo Gomes às 17:17
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23.6.13
23.6.13

Real.: Steven Spielberg / Int.: Daniel Day-Lewis, Sally Field, Tommy Lee Jones


Filme – O ritmo é lento, sem dúvidas que é, e patriota, pudera sabendo o que Lincoln ofereceu a uma nação, porém, acima de tudo esta biopic de um impressionantemente maduro Steven Spielberg se destaca simplesmente pelo seu génio. Uma interpretação fantasmagórica de Day-Lewis como Abraham Lincoln se confunde com o resto do filme (merecedor incontestável do Óscar de Melhor Actor), mas Lincoln é uma obra que une o teatro melodramático com o cinema mais classicistas originando assim um produto igualmente académico como rígido e primoroso. Tenho o conhecimento que não existe por aí muitos adeptos do filme fora dos EUA, mas reconheço as qualidades relevantes de uma obra tão importante para o cinema norte-americano nestes últimos cinco anos como para o próprio Steven Spielberg, que abandonou por completo o seu tom fabulista. A ver!

 

AUDIO

Inglês

Turco

Checo

Húngaro

Polaco

 

LEGENDAS

Português

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Inglês

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Croata

Checo

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Húngaro

Islandês

Esloveno

Sérvio

Grego

Romeno

Turco

 

EXTRAS

A jornada para Lincoln

Recriando o Passado

Vivendo com Lincoln

 

Distribuidora – PRIS Audiovisuais, SA



 

Ver Também

Lincoln (2012)

 

FILME –

DVD - 

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publicado por Hugo Gomes às 18:36
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22.6.13

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publicado por Hugo Gomes às 19:49
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20.6.13
20.6.13

 

Antes de mais queria desculpar pelas fracas actualizações do meu espaço, mas devido a atribulações profissionais e pessoais o Cinematograficamente Falando tem andado uma semana em pleno “slow motion”. Enfim, tudo isto só para dizer que a partir de Sábado, o estaminé voltará à sua rotina normal.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:53
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Será sempre relembrado como Tony Soprano naquele que foi recentemente aclamada como a série norte-americana mais bem escrita segundo os WGA (Writer’s Guild Awards). O actor James Gandolfini morreu nesta passada Quarta-Feira, 19 de Junho, vítima de um ataque cardíaco em Itália, tinha 51 anos. Para além da famosa série de televisão, Gandolfini destaca no cinema em filme distintos como The Man Who Wasn't There dos irmãos Coen, Where the Wild Things Are de Spike Jonze e Zero Dark Thirty de Kathryn Bigelow. Que descanse em paz uma das principais caras da revolução da ficção televisiva.

 

James Gandolfini (1951 – 2013)

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:19
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Ver critica aqui!


publicado por Hugo Gomes às 00:02
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19.6.13

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publicado por Hugo Gomes às 19:38
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18.6.13

 

Depois do original e bem trabalhado Wreck-It Ralph, a Disney irá apostar em Frozen de Chris Buck e Jennifer Lee. O primeiro teaser trailer já se encontra online e a contar pelas primeiras imagens poderemos estar perante numa das animações mais divertidas e criativas do ano. A história segue uma jovem optimista, Anna (com voz de Kristen Bell) e a sua equipa que prosseguiram num mundo gelado ao encontro da Rainha das Neves, com intuito de salvar o seu reino do eterno Inverno. Frozen conta ainda com as vozes de Josh Gad (The Rocker), Tom Kane (9), Idina Menzel (Beowulf) e Jonathan Groff (The Conspirator).

 


publicado por Hugo Gomes às 20:45
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Com a promessa de um cargo de partner, Sam Chao (Daniel Henney) segue para Xangai para concluir uma filial para a sua empresa de advocacia. Mesmo tendo raízes chinesas, Chao é um norte-americano que nunca saiu do país, desconhecendo por completo a cultura dos seus antecessores, a sua estadia em Xangai não é inicialmente pacífica, sendo que a sua arrogância por pouco prejudica o promissor negócio. Tendo como prazo três meses o nosso protagonista terá que adaptar a uma cultura aparte e controlar a sua arrogância e teimosia, o seu emprego depende disso. Shanghai Calling (Destino: Shangai) é uma comédia romântica assinada por Daniel Hsia que estreia na realização e escrita de uma longa-metragem, estará presente nas nossas salas de cinema na próxima Quinta-Feira, 20 de Junho, tem como elenco os actores Daniel Henney (X-Men Origins: Wolverine), Eliza Coupe (da série Scrubs), Bill Paxton (Lake Placid, A Simple Plan) e Zhu Zhu (Cloud Atlas).

 

 


publicado por Hugo Gomes às 20:18
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Por vezes dou por mim a afirmar que existe mais dedicação, criatividade e amor cinematográfico nas curtas-metragens que são produzidas graças ao esforço e estima pelos seus envolvidos do que nas longas-metragens de muitos cineastas portugueses pomposos. Por vezes artesanais, outras vezes dignas dos talentos escondidos sem lugar no grande ecrã, as curtas-metragens portuguesas fomentam um vasto e desconhecido mundo a descobrir, por vezes batalhado arduamente para atingir um simples e pequeno objectivo - ser visto. O Cinematograficamente Falando … mesmo sob uma agenda preenchida e constantemente bombardeada pelos deveres formatados, tem tentado a algum custo concentrar o seu espaço em prol da promoção e descoberta de algumas das curtas-metragens portuguesas, tentando combater o menosprezo ou a subvalorização de que são alvos, ao mesmo tempo que divulga uma alternativa aos efeitos especiais, aos grandes orçamentos e aos blockbusters que parecem sempre requer atenção dos medias e que cada vez mais confunde com a definição popularista de cinema. Mas muitos parecem esquecer que é dentro desta comunidade sobrevivente às custas dos festivais e eventos cinematográficos (e mesmo assim a chegada a alguns destes dois é sinonimo de um prospero caminho) que podemos vislumbrar os cineastas do amanhã, porém hoje são conhecidas como meras “crianças com uma câmara”, os detentores de um cinema artesanal, experimental e acima de tudo humano. Uma árdua e longa jornada que contradiz com um país que por diversas ocasiões é gerida através de cunhas.

 


publicado por Hugo Gomes às 12:00
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