31.3.13

 

Já estão disponíveis as primeiras imagens de Blue Jasmine, o regresso de Woody Allen aos EUA, onde conseguiu reunir um elenco de luxo liderado pela actriz Cate Blanchett (Elziabeth). Blue Jasmine terá estreia nos EUA no dia 26 de Julho, quanto a Portugal, em princípio será 5 de Setembro. Alec Baldwin, Peter Sarsgaard, Michael Stuhlbarg, Sally Hawkins e Tammy Blanchard (Moneyball) completam o elenco.

 

 


publicado por Hugo Gomes às 23:34
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Real.: Peter Ramsey / Int.: Chris Pine, Alec Baldwin, Hugh Jackman


Filme – Rise of the Guardians é apresentado como um fracasso dos estúdios de animação da Dreamworks, o que motivou inúmeros despendimentos para facilitar e manter os encargos, contudo fase a tal cenário, a fita visionada por Peter Ramsey é esplendidamente animada em termos gráficos que se remete numa aventura para todas as idades, que mesmo sentindo um falta de algum humor e de noção narrativa, é emocionante e valoroso. As vozes são impecáveis e as personagens bem lineadas.  E o melhor, é que vai bem com todas as épocas festivas.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Português Dolby Digital 5.1

Grego Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Árabe

Grego

 

EXTRAS

Sonhadores e Defensores

Mais Magia (DVD-ROM)

Comentário dos Cineastas

Trailers

O Mundo da DreamWorks Animation

 

Distribuidora – Zon Lusomundo Audiovisuais, SA



 

Ver também

Rise of the Guardians (2012)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 23:17
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publicado por Hugo Gomes às 02:15
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… e Bons Filmes!

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:12
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30.3.13

Real.: Stephen Chbosky / Int.: Logan Lerman, Ezra Miller, Emma Watson


Filme – Por vezes aparecem filmes assim, simples porém comoventes. The Perks of Being a Wallflower é um regresso aos tempos de adolescência porém descrita fora dos clichés do cinema norte-americano mainstream. Três excelentes desempenhos (com destaque para o talentoso Ezra Miller) ditam uma obra brilhante, emocionante, bela e rica. Condenado a tornar-se numa fita a ser relembrada nas gerações futuras, e não estou a exagerar.

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Comentário áudio com o argumentista/realizador Stephen Chbosky (não legendado em Português)

Comentário com Stephen Chbosky, Logan Lerman, Ezra Miller, Johnny Simmon, Emma Watson, Mae Whitman e Erin Wilhelmi (não legendado em Português)

O Melhor Verão de sempre

Cenas Eliminadas

Filmagens Diárias

 

Distribuidora – ZON Lusomundo Audiovisuais, SA



 

Ver também

The Perks of Being a Wallflower (2012)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 23:57
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O canal BIO irá começar o mês de Abril em grande com a estreia de duas novas séries para preencher a sua grelha televisiva e definitivamente “colar” o espectador ao ecrã. A primeira série a estrear será o reality show, Be the Boss (Quero ser o Chefe), a nova criação dos mesmos produtores do êxito de “Undercover Boss”, o programa vencedor de um Emmy. Nesta série televisiva, em cada episódio somos apresentados a dois empregados de uma popular cadeia norte-americana que se irão confrontar com o objectivo de abrir o seu próprio franchising. Composto por seis episódios, “Quero ser o Chefe” estará presente em todas as terças-feiras, a partir do dia 2 de Abril pelas 21h30.

 

 

Enquanto isso, nas quartas-feiras a partir do dia 4 de Abril, pelas também 21h30, entraremos na crescente subcultura das trocas com Barter Kings (Os Reis das Trocas), onde seguimos as aventuras de Steve McHugh e Antonio Palazzola, dois empreendedores que em cada episodio tentarão negociar e manipular as diferentes personagens a fim de conseguir chegar aos seus objectivos. As trocas serão impressionantes, sendo certamente que estes dois “Reis das Trocas” ficarão a ganhar. A primeira temporada será composta por 14 episódios, contudo no dia 24 de Abril poderemos assistir ao início da segunda. Duas séries a não perder no canal BIO. True Story.

 


publicado por Hugo Gomes às 23:47
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Longe da estrada de fogo!

 

Talvez o verdadeiro entusiasmo deste Bullet to the Head não seja a tentativa de Sylvester Stallone regressar aos seus gloriosos tempos como “action man” a solo, mas sim o retorno do realizador Walter Hill ao cinema, que não o fazia desde o “piroso” Undisputed em 2002. Hill é um artesão á moda antiga, com claras influências ao cinema de Sam Peckinpah, sendo que o próprio havia sempre citado essas inspirações, e obviamente um apreciador do western mais contemporâneo, tal factor se nota na sua filmografia e esta adaptação da novela gráfica francesa de Alexis Nolent, Du Plomb Dans La Tete, não é excepção, com as esforçadas tentativas de transformar Stallone no arquétipo de “pistoleiro solitário” moderno.

 

 

Infelizmente, seguindo á onda de um inicio algo atrapalhado e uma narração pouco inspirada por parte da estrela principal, Bullet to the Head esforça-se por ser negro, mas não tem a naturalidade nem sequer cobiça para se tornar algo mais do que um exercício enfraquecido de disparos e muita “pancadaria”, nem mesmo um vilão monossílabo á “moda antiga” interpretado por Jason Mamoa, ajuda. A história de vingança em que um assassino contratado em eminente reforma (Sylvester Stallone) e um detective com perícia em artes marciais (Sung Kang) unem forças em prol de um inimigo comum é demasiado abalroada, corriqueira e descartável. Stallone passeia um sidekick sem pingo de carisma nem interesse, numa intriga vulgar com acção que mesmo sendo energético (aqui realmente se nota as “mãos” de Walter Hill) não surpreende. Não se assinala aqui criatividade nem dedicação do autor.

 

 

Porém, Bullet to the Head tem os seus momentos, os momentos mais nostálgicos de um tipo de cinema de acção que não se realiza há algum tempo, mas é um obra sem engelho preso a essas mesmas referencias, com um herói demasiado aprisionado por elas. Não foi desta que se verificou o grande regresso de Walter Hill, o mesmo homem esteve em tempos por trás de projectos como The Warriors e Streets of Fire, dois filmes condenados ao culto, destino que não reserva de maneira nenhuma este Bullet to the Head.

 

“Bang. Down. Owned.”

 

Real.: Walter Hill / Int.: Sylvester Stallone, Jason Momoa, Christian Slater, Sarah Shahi



 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:23
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29.3.13

A Terra Prometida por Gus Van Sant!

 

Promised Land é um filme sobre dois mediadores de uma megaempresa de exploração de gás natural que seguem para um pequena cidade rural com a promessa de rendimentos e ganhos aos habitantes a fim de receberem a permissão para perfurações, porém tal tarefa é dificultada com a chegada de um activista independente.

 

 

Tendo em conta a premissa dada, Terra Prometida (titulo traduzido) é algo facilmente cedido ao panfletismo ecológico e ambiental como uma campanha “verde” de Al Gore se tratasse. Contudo quem já se encontra acostumado á obra de Gus Van Sant, sabe muito que o autor norte-americano não se entregaria como vencido aos maniqueísmos nem a pedagogia barata num filme supostamente politico. E se não foi por falta de temas ou espaço que Gus Van Sant recusa tal papel educativo ou deveras manipulador, relembro que o realizador de Milk ou Elephant sempre escolheu uma posição neutra no assunto destacado e se revela mais eficaz em abordar aquilo que sempre havia conseguido relatar durante a sua extensa filmografia, a inclusão social.

 

 

Não é por nada que esta jornada liderada por Matt Damon (para além de actor ainda é o argumentista de Promised Land em conjunto com o actor John Krasinski) se concentra na incorporação de um homem de negócios e de caracter manipulador numa comunidade rural que propriamente na batalha entre o “bem” e o “errado” a níveis ambientais, porém é verdade que o argumento nenhuma destas duas vertentes e mesmos seguindo a um rumo previsível o faz sem que seja preciso recorrer ao classicismo do melodrama hollywoodesco. Promised Land é a prova que o cinema independente norte-americano segue os passos das produções hollywoodescas de requinte, porém sem nunca perder a sua faceta ousada e liberal, no fim é isso que a obra se Gus Van sant se trata, cinema liberal para todos, talvez um reflexo da sua própria carreira.

 

 

Eis um filme sobre os importantes valores morais sem nunca ceder a juízos finais, fortalecido por excelente desempenhos, com principal destaque para Matt Damon e John Krasinski (um actor que já merecia um pouco mais de atenção).

 

“This town, this life... it's dying”

 

Real.: Gus Van Sant / Int.: Matt Damon, Frances McDormand, Rosemarie DeWitt, John Krasinski, Hal Holbrook

 

 

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:55
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29.3.13

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publicado por Hugo Gomes às 21:39
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publicado por Hugo Gomes às 19:04
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29.3.13

Real.: Wayne Thornley / Int.: Jeremy Suarez, Leonard Nimoy, Samuel L. Jackson


Filme – Foi o primeiro filme animado a estrear nas nossas salas este ano e o primeiro êxito de Portugal do ano 2013, agora já pode ser adquirido em DVD. Trata-se de uma produção da Africa do Sul que nos remete á história de Kai (com voz de Jeremy Suarez), um pequeno falcão africano em busca de Zambézia, um paraíso exclusivo para aves no centro do continente. O argumento não é primoroso, mas é o essencial para divertir e invocar boas noções familiares e a animação gráfica é o suficiente para trazer ritmo e beleza para toda a família.

 

AUDIO

Português Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Making Of

Entrevistas ao Elenco

Karaoke

Trailers

TV Spots

 

Distribuidora – Outsider Filmes

 

 

Ver também

Zambezia (2012)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 18:44
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E assim terminou mais uma Festa do Cinema Italiano em Lisboa, com Andrea Segre e o seu novo filme, Io Sono Li, a consagrarem-se no Festival com o Prémio Oficial Rottapharm Madaus (Melhor Filme) e o Prémio do Público, Valerio Mastandrea recebeu porém uma Menção Honrosa do Juri pelo seu desempenho em Gli Equilibristi de Ivano Matteo. Depois de terminada em Lisboa, a Festa do Cinema Italiano seguirá com a sua programação em Coimbra (nos dias 2 a 5 de Abril), no Porto (nos dias 4 a 7), no Funchal (de 11 a 14) e dia 19 a 21 de Abril em Loulé. Luanda será o último destino do Festival, que visitará pela primeira vez a capital angolana nos dias 6 a 9 de Junho.

 

Para aqueles que não assistiram ou desejam voltar a ver o distinguido Io Sono Li de Andrea Segre, o Teatro do Bairro irá organizar uma sessão especial pelas 21h00 (Sexta-Feira, dia 29 de Março).

 


publicado por Hugo Gomes às 18:26
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publicado por Hugo Gomes às 17:45
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Apesar de ultimamente tendo sido marcado pelo seu papel como o tio de Harry Potter na homónima saga cinematográfica, Richard Griffiths era detentor de uma longa carreira no teatro, na televisão como também no cinema entre os quais destacando-se em The History Boys (Nicholas Hytner, 2006) e Sleepy Hollow (Tim Burton, 1999). Tinha 65 anos, faleceu no Hospital Universitário de Coventry após complicações numa cirurgia cardíaca.

 

Richard Griffiths (1947 – 2013)

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:54
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Depois de Lola ter estreado em Setembro de 2010, marcando assim a primeira estreia do realizador Brilliante Mendoza no nosso país, eis que surge um novo filme com data agendada para dia 11 de Abril em Portugal. Captive é uma co-produção francesa, filipina, alemã e inglesa que foi apresentada no Festival de Berlim e que segue um drama baseado em factos verídicos sobre um grupo de turistas feitos reféns por grupo de terroristas palauanas, a fita é protagonizada Isabelle Huppert (Amour, La Pianiste).



publicado por Hugo Gomes às 16:50
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28.3.13

O que fazer com estes sete psicopatas?

 

Martin McDonaugh deu nas vistas com a sua primeira longa-metragem, In Bruges (2008), fortalecido pela nomeação ao Óscar de Melhor Argumento Original, um filme de gangsters escrito com astúcia e vitalizado com prestações fortes do trio principal de actores, sem falar da homónima cidade belga que dava um certo ar sedutor á obra. Passados quatro anos eis que surge o seu novo trabalho, novamente escrito pelo mesmo e novamente protagonizado pelo actor Colin Farrell, trata-se de Seven Psychopaths (titulo alusivo ao clássico de Akira Kurosawa, Seven Samurai), que até foi esperado com algum entusiasmo.

 

 

A história nos remete a um argumentista em plena crise artística, Marty Faranan (um Colin Farrell em piloto automático), sendo que o seu novo trabalho, intitulado de “Sete Psicopatas”, seja para este uma “dor de cabeça”. Marty tenta buscar inspiração para o seu guião, seguindo os conselhos do seu amigo, Billy (Sam Rockwell em excelente forma), um actor falhado metido em esquemas manhosos como modo de vida, sendo que a mais recente é um sequestro de cães com objectivo de alcançar gratificações dos seus donos. Porém o ultimo golpe de Billy se revela num “poço de sarilhos”, quando este decide raptar o cão de um mafioso com queda para a psicopatia. Marty e Billy em conjunto com Hans (Christopher Walken) decidem então refugiar no deserto, á espera de um plano para resolver a situação em que se meteram como também terminar o guião.

 

 

Para começar, existe realmente aqui, ideias criativas e algumas personagens bem distintas como também sequências geniais, contudo Seven Psychopaths revela demasiado as influências fílmicas de McDonaugh, defrontamos com o autor a citar Tarantino ou irmãos Coen e perder sob essas mesmos referências e “tiques”. O realizador parece estancar na própria criatividade e esquece por momentos de como narrar um filme, e tudo aquilo que In Bruges exibia é desmemoriado perante um argumento desequilibrado, desenquadrado e com enésimas fugas ao fio condutor narrativo. As personagens são disfuncionais (algumas delas como a de Abbie Cornish, são facilmente descartáveis e sem utilidade), não apresentam interactividade própria e se debruçam em demasia na caricatura.

 

 

Existem situações que não se entende as razões de ser, uma das quais o porquê de após um cenário de morte os protagonistas se concentram no fútil esquecendo por momentos a intriga que os une e que os faz movimentar. Mas nem tudo significa fracasso, uma das sequências mais belas é mesmo a conexão fictícia com o marcante e real momento de 1963 do monge vietnamita auto-imolado em protesto á política religiosa do seu país, talvez seja das poucas cenas onde realmente assistimos o verdadeiro talento de McDonaugh, desperdiçado num filme tão pretensiosamente “trapalhão”.

 

“I don't have a drinking problem. I just like drinking.”

 

Real.: Martin McDonaugh / Int.: Colin Farrell, Sam Rockwell, Abbie Cornish, Christopher Walken, Woody Harrelson, Tom Waits, Michael Pitt, Michael Stuhlbarg, Harry Dean Stanton, Gabourey Sidibe, Olga Kurylenko, Linda Bright Clay



 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:17
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28.3.13

Real.: Michael Haneke / Int.: Jean-Louis Trintignant, Emmanuelle Riva, Isabelle Huppert


Filme – Certamente um dos melhores filmes estreados nas nossas salas em 2012, Amour é a prova de amor de Haneke, um hino ao afecto porém invadido pela dor e pelo peso da morte. Magníficos desempenhos, uma realização deslumbrante por parte do cineasta austríaco cuja câmara é invasora porém independente. Obrigatório!

 

AUDIO

Francês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Apresentação do Filme por Phillipe Rouyer

Making Of

Entrevista com Jean-Louis Trintignant

Entrevista com Rita Blanco

Trailer

DVD-ROM (Dossier de Imprensa, Fotografias, Clipping e Entrevistas de Rádio e TV) 89’

 

Distribuidora – Leopardo Filmes



 

Ver também

Amour (2012)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 20:45
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publicado por Hugo Gomes às 20:33
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27.3.13


publicado por Hugo Gomes às 19:02
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publicado por Hugo Gomes às 14:12
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7/10 - Interessante
6/10 - Razoável
5/10 - Medíocre
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