28.2.13

 

Já foi divulgado o primeiro poster e trailer da sequela do êxito de animação da Sony Pictures, Cloudy with a Chance of Meatballs 2. No elenco vocal podemos encontrar Bill Hader, Anna Faris, James Caan, Terry Crews, Benjamin Bratt, Neil Patrick Davis, Will Forte e Andy Samberg.  

 


publicado por Hugo Gomes às 05:54
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publicado por Hugo Gomes às 03:18
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28.2.13

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publicado por Hugo Gomes às 01:04
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27.2.13

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publicado por Hugo Gomes às 23:16
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Balas e Bolinhos 3 – O Último Capitulo, foi visto por mais de 255 mil espectadores no ano passado, tornando-se assim num dos maiores êxitos de sempre do cinema português e um verdadeiro fenómeno de culto. Todavia apesar do subtítulo indicar um final nas aventuras e desventuras das célebres personagens criadas por Luís Ismael, a trupe vai regressar não aos grandes ecrãs mas sim aos palcos. “Balas e Bolinhos- mesmo á frente do teu focinho” vai estar em cena nos Coliseus de Lisboa e do Porto, a peça de teatro irá reproduzir algumas das sequências mais famosas da trilogia como também apresentar novas peripécias de Tone, Rato, Kulatra e Bino. Um espectáculo a não perder!

  

15 e 16 de Março - Coliseu do Porto 

30 de Março - Coliseu de Lisboa 

  

Bilhetes já á venda! Para mais informação clique aqui

 


publicado por Hugo Gomes às 22:58
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Joaquim Leitão transporta o policial para Lisboa!

 

No ano passado, por volta desta altura, estreava nas nossas salas, Polisse, a fita de Maïwenn que invocava o cinema-jornalismo numa intriga que seguia de perto um grupo da Brigada de Protecção de Menores Francesa. Esse filme, que por sinal foi um verdadeiro obstáculo para o galardoado The Artist de Michel Hazanavicius nos Césars (prémios da academia francesa de cinema), não continha ao certo nenhum protagonista, como tal desenvolvia as relações entre as personagens, nomeadamente a dos membros representados desta Brigada com constante destaque. Polisse era uma fita sobre interações e personagens comunitárias, obtendo mais relevo do que propriamente os acontecimentos que a trama exibia, que por sua vez são baseadas em casos reais da Brigada de Protecção de Menores Francesa. A viciante obra de Maïwenn coordena o argumento para segundo plano tornando o seu leque de personagens cada vez mais familiares e aconchegadoras para o espectador. Quarta Divisão por outro lado não goza do mesmo nível de desenvolvimento nas relações entre a equipa de investigação, mas naquilo que nos apresenta, o pouco que consegue, faz com que sintamos em casa naquela esquadra algo atribulada.

 

 

Em escasso tempo, a fita de Joaquim Leitão (Tentação) consegue igualar a inúmeros episódios de uma série policial, a fim de concretizar um certo afecto do espectador aos personagens em questão. E é assim, de forma actual e fiel á nossa realidade que Quarta Divisão se sintetiza como um cocktail de diversos temas que facilmente poderiam preencher as manchetes dos telejornais. O novo filme produzido e escrito por Tino Navarro utiliza as diferentes questões sociais para se orientar em vias de twists, alguns dos quais surgem como algo desnecessário para o rumo da história. Mas essas reviravoltas, por sua vez, servem de alicerces narrativos para que Quarta Divisão consiga fluir como um thriller sedutor e não um simples melodrama de aspiração televisiva como resulta em diversos casos de tratamento do policial português.

 

 

Inicia-se como uma exaustiva investigação da Brigada de Investigação Criminal num caso de desaparecimento de uma criança para se revelar de forma tardia mas sem ceder ao panfletismo, os verdadeiros propósitos do realizador e produtor. Durante este percurso, Quarta Divisão não entranha-se no “submundo” português da forma intensa que se pretendia, mas que mesmo assim, apresenta-nos um retrato glorificante das nossas forças policiais, poucos meios mas sim enorme vontade, para além de atravessar temas fortes e sempre actuais, como a pedofilia (existe até mesmo uma referencia ao escândalo da Casa Pia), crise socio-financeira na área das forças armadas e por fim a violência doméstica a tomar conta da narrativa como um “calcanhar de Aquiles” da protagonista, a subcomissária Helena Tavares.

 

 

Desempenhada pela actriz Carla Chambel, Helen Tavares é uma espécie de “Dirty Harry” no feminino, uma heroína agressiva em diversos pontos e das poucas existentes no cinema português. Ela é o fio condutor da intriga como também a faísca para o início do dilema exposto pela fita. Quando confrontada com os “fantasmas” do seu passado, Helena, uma personagem profundamente moralista e justiceira, entra num turbilhão de questões entre o cívico e o pessoal, o dever e o íntimo, a sua decisão perante tal luta contra as suas próprias amarras intrínsecas levará Quarta Divisão a uma reviravolta que cai com cuidado na opinião pública. A grande fraqueza da personagem de Chambel torna-se assim no ponto mais forte e bem-sucedido do filme de Joaquim Leitão, onde a interpretação do espectador em relação aos comportamentos das personagens dá espaço para discussão.

 

 

Em Quarta Divisão, existe porém um cuidado da produção em tentar limiar as ditas personagens de forma a não ceder o estereótipo e maniqueísmo social, esforça-se em transpor esses modelos e inserir esses “peões” num jogo de tons, bem servidos por um elenco profissional. Paulo Pires consegue preservar a desconfiança da dualidade, Cristina Câmara, actriz bem familiarizada com o cinema de Joaquim Leitão, numa personagem em perfeita dor subtil sem rasgos de melodrama e Sabri Lucas a garantir carisma necessário e apelativo para as suas sequências.

 

 

Em qualquer dos cenários, Quarta Divisão é um policial que acima de tudo respeita a realidade e a actualidade, e mesmo não sendo uma obra perfeita, aliás sente-se uma pretensão e pressão em tentar elaborar tudo aquilo consegue e também umas quantas personagens descartáveis ou sem grande relevo, é cinema comercial produzido no nosso país dos bons. A narrativa é acessível para todos (guarda certas surpresas), sem espaço para a limitação televisiva, e os ideais dos envolvidos encontram-se presentes e de objectivos definidos e imaculados. Talvez já seja altura de competir com os outros curiosos policiais que se faz um pouco por toda a Europa.

 

Não tenho provas, mas tenho vitimas

 

Real.: Joaquim Leitão / Int.: Carla Chambel, Paulo Pires, Cristina Câmara, Martim Barbeiro, Sabri Lucas, Adriano Luz



 

Ver Também 

Polisse (2011)

 

 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 20:55
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publicado por Hugo Gomes às 17:46
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publicado por Hugo Gomes às 17:45
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26.2.13

Real.: Tim Burton / Int.: Winona Ryder, Catherine O'Hara, Martin Landau

 

Filme – O eterno conto de Mary Shelley contando para jovens e graúdos poderem partilhar. Tim Burton havia concretizado tal projecto em 1984, numa curta bem recebida mas repudiada pelo estúdio que a produziu, Disney, que acusou a metragem ser demasiado traumatizante para o seu público-alvo e assim dispensou os seus serviços durante anos. Com o regresso á “Casa do Mickey Mouse”, Burton consegue com meios, crença e maturidade elaborar o seu projecto de uma vida, porém dando um toque mais criativo, convertendo-a numa animação stop-motion. Todas as marcas do autor encontram-se preservadas nesta homenagem emocionante e exuberante dos filmes de terror gerados pela Universal Classic. Obra incontornável da carreira de Tim Burton.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

 

EXTRAS

Frankenweenie Pelo Mundo

Plain White T's "Pet Sematary" Vídeo Musical

 

Distribuidora – Zon Lusomundo Audiovisuais, SA



 

Ver também

Frankenweenie (1984 / 2012)

 

FILME –

DVD - 

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publicado por Hugo Gomes às 22:45
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Inspirado na verdadeira história da primeira girafa em França, Zarafa, a nova animação a estrear nas nossas salas remete á aventura de um menino de dez anos, Maki (com a voz de Max Renaudin Pratt), que tenta reaver uma girafa oferecida por um Pachá do Egipto ao Rei de França ao seu habitat natural. Dirigido por Rémi Bezançon (Un Heureux Événement) e Jean-Christophe Lie, Zarafa é uma animação tradicional e com um gráfico esplêndido que promete fazer as delicias dos mais novos e não só. Conta ainda com as vozes de Déborah François (L’enfant), Simon Abkarian (Zero Dark Thirty) e François-Xavier Demaison (Le Petit Nicolau). Com estreia esta semana, 28 de Fevereiro.

 


publicado por Hugo Gomes às 11:43
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25.2.13

 

Aqui deixo os vencedores da terceira edição de Shortcutz Lisboa, uma noite de consagração de algum dos melhores trabalhos na área da curta-metragem nacional. O grande vencedor da noite foi João Leitão e o seu O Grande Monteleone que arrecadou oito distinções incluindo o de Melhor Curta, Melhor Argumento, Melhor Realizador e Melhor Actor (José Pinto). Todavia gostaria de felicitar Tejo de Henrique Câmara Pina e com o argumento de Francisco Baptista que arrecadaram a categoria de Melhor Som, distinção do trabalho de Jorge Pacheco e Améba, e Artur de Flávio Pires e produzido por Fernando Ribeiro e Mafalda Castelo-Branco que levou para casa o prémio de Melhor Produção. Às duas obras e aos envolvidos, como também os restantes, muitos parabéns pela parte de Cinematograficamente Falando …



 


publicado por Hugo Gomes às 23:58
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Foi divulgado a primeira imagem de Grace of Monaco, a próxima obra de Oliver Dahan (La Vie En Rose) que retrata o romance entre a estrela de Hollywood, Grace Kelly, com o príncipe do Mónaco, Rainer III. Nicole Kidman (Moulin Rouge) vestirá a pele da actriz e Tim Roth (Reservoir Dogs) será o seu amado príncipe, o resto do elenco será composto por Milo Ventimiglia (Rocky Balboa), Frank Langella (Frost / Nixon), Paz Vega (The Spirit), Parker Posey (The House of Yes) e Derek Jacobi (Anonymous). Grace of Monaco ainda não tem data de estreia definida, mas encontra-se agendada para 2014.

 


publicado por Hugo Gomes às 23:38
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publicado por Hugo Gomes às 23:37
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O Sitio das Coisas Selvagens!

 

À margem das grandes produções e das unânimes consagrações da chamada award season, ou também apelidado vulgarmente de “o caminho para os Óscares”, surge entre nós, Beasts of the Southern Wild de Benh Zeitlin, o novo “grito” do cinema norte-americano independente que chegou mesmo afigurar-se entre os nomeados ao Óscar de Melhor Filme. Adaptado de uma peça de Lucy Alibar, Bestas do Sul Selvagem, título português, nos leva uma comunidade esquecida e marginalizada, separadas do resto do Mundo através de um enorme dique, a fronteira dos “renegados” da Natureza e dos próprios selvagens. Nesse universo distinto com fortes ligações á natureza, que se dá pelo nome de Banheira, somos introduzidos á pequena Hushpuppy (Quvenzhané Wallis), uma criança que vive sozinha com o seu pai (Dwight Henry) nesta comunidade rude porém calorosa, numa relação pouco ortodoxa. Educada e ensina a sobreviver e a evitar qualquer ligação emocional com os demais. Mas quando o redor desta se transforma, tudo devido a umas intensas cheias, Hushpuppy terá que aplicar tudo aquilo que aprendeu e retirar o maior proveito desses ensinamentos, encarando a vida de maneira fria e animalesca.

 

 

Tal como a colectividade que apresenta ao espectador, Beast of the Southern Wild é uma fantasia realista que parece ter sido congelada pelo próprio primitivismo cinematográfico. Um dos tópicos evidentes desta aura de “antiguidade” advém da rodagem, Benh Zeitlin o filmou em 16mm, um formato cada vez menos usual até nas produções independentes, como tal dando um cobertura visual algo rudimentar. Mas não é na imagem que a fita revela o fascino pelo primórdio, e sim, pela narrativa pouco concentrada e guiada pelos passos da protagonista, sem nunca fugir do horizonte desta. O espectador pouco sabe além da personagem de Quvenzhané Wallis. Mesmo possuindo como protagonista, uma criança, Beast of the Southern Wild encontra-se bastante longe da imaturidade, ao invés disso se espalha por entre a inocência selvagem que prevalece como também adquire á fita um mundo quase alternativo e reconhecivelmente brutal. A “pequeninaQuvenzhané Wallis (fez História como a nomeada ao Óscar de Melhor Actriz mais nova de sempre, 9 anos), por um lado mesmo sob esta rudeza composta, consegue tornar-se graciosa levando o filme ao requisitado estado de pureza e de emoção improvável.

 

 

Beast of the Southern Wild esteve presente no último Festival de Cannes, onde venceu o Prémio de Júri e Un Certain Regard, e no Sundance onde foi distinguido também com o Prémio de Júri e Melhor Filme na categoria de drama. Mas longe dos prémios e da nomeação ao Óscar que auferem certa publicidade á fita de Benh Zeitlin, uma divulgação que a longa-metragem que talvez, era incapaz de obtê-la sozinha, esta é de facto uma obra de beleza rara que mesmo assim merece ser vista e avaliada sem a consideração e influência do prestígio da época dos prémios. Uma viagem que desperta o mais primitivo das emoções humanas, mas que ao mesmo tempo e invocando “bestas pré-históricas”, encanta e destaca as raras qualidades que possui o ser humano, sendo uma delas o afecto. Um dos grandes filmes da temporada.

 

“The whole universe depends on everything fitting together just right. If one piece busts, even the smallest piece... the entire universe will get busted.”

 

Real.: Benh Zeitlin / Int.: Quvenzhané Wallis, Dwight Henry, Levy Easterly

 


 

9/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:19
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publicado por Hugo Gomes às 13:30
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Tendo em conta os prémios anteriores, Argo foi o grande vencedor de uma noite de gala e glamour. O filme de Ben Affleck que relata um dos episódios mais insólitos do conflito entre os EUA e Irão foi distinguido com o Óscar de Melhor Filme. Entre os prémios de interpretação, Daniel Day-Lewis em Lincoln vence o Melhor Actor, Jennifer Lawrence em Silver Linnings Playbook esmaga Jessica Chastain em Melhor Actriz, Anne Hathaway e Christoph Waltz levaram para casa as categorias de secundário. Lincoln de Steven Spielberg foi o maior perdedor da noite, das 12 nomeações apenas arrecadou 2 Óscares e Life of Pi de Ang Lee o triunfante em diversas categorias técnicas e o cobiçado galardão de Melhor Realizador, venceu ao todo 4 Óscares. 

 

 

MELHOR FILME – Argo

MELHOR FILME ESTRANGEIRO – Amour

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO – Brave

MELHOR REALIZADOR – Ang Lee (Life of Pi)

MELHOR ACTOR – Daniel Day-Lewis (Lincoln)

MELHOR ACTRIZ – Jennifer Lawrence (Silver Linnings Playbook)

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO – Christoph Waltz (Django Unchained)

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA – Anne Hathaway (Les Misérables)

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO – Argo

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL – Django Unchained

 

 

Ver todo os vencedores aqui

 


publicado por Hugo Gomes às 11:19
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Ainda em exibição nas nossas salas encontra-se o novo filme de Sacha Gervasi, Hitchcock, um relato sobre as complicadas rodagens de Psycho, que por sua vez foi reposto este ano com toda a sua glória, todavia não há muito tempo, Vertigo, para muitos a obra-prima do realizador teve direito a um regresso entusiasmante aos nossos cinemas. A contar com isto poderemos claramente afirmar que Alfred Hitchcock encontra-se novamente na ribalta, o seu legado ainda continua imortalizado no grande ecrã. E para que a memória de um dos mais importantes realizadores se mantenha viva e assim prosseguir com o interesse público, a Cinemateca vai dedicar o mês de Março á sua obra numa retrospectiva intitulada “O Vertiginoso Sr. Hitchcock”, que exibirá todos os seus vinte e cinco filmes. Uma proposta a não perder!

 

Para mais informação, clique aqui

 


publicado por Hugo Gomes às 01:42
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24.2.13


Os Óscares estão a caminho, daqui a pouco o Mundo irá finalmente conhecer os melhores nas diferentes distinções dos prémios de Academia. Será uma noite de glamour e de brilho estrelar, que mesmo sob tantas críticas e polémicas, continua a ser os prémios maiores do cinema, pelo menos os mais notórios e respeitados. Por enquanto, conheçam as apostas do Cinematograficamente Falando … nas principais cinco categorias.

 

 

MELHOR FILME – Argo (Ben Affleck)



 

MELHOR REALIZADOR – Michael Haneke (Amour)



 

MELHOR ACTOR PRINCIPAL – Daniel Day-Lewis (Lincoln)



 

MELHOR ACTRIZ PRINCIPAL – Jessica Chastain (Zero Dark Thirty)



 

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO – Philip Seymour Hoffman (The Master)



 

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA – Anne Hathaway (Les Miserables)

 

 

 

E vocês, quais são as vossas apostas?

 


publicado por Hugo Gomes às 20:40
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Real.: Sérgio Graciano / Int.: Nuno Lopes, Albano Jerónimo, Ivo Canelas


Filme – Um filme mosaico com um elenco nacional de luxo que se condensa num retrato sobre a complexidade e preservação das relações. Assim Assim começou como uma curta-metragem em 2010, o qual triunfou na primeira edição da Shortcutz Lisboa, passados dois anos o talentoso realizador Sérgio Graciano o converte numa longa-metragem que habilmente narrado e profissionalmente interpretado. A ver!

 

AUDIO

Português Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Inglês

 

EXTRAS

4 Curtas-Metragens

Making of

Trailer de Cinema

Videoclip

 

Distribuidora – Zon Lusomundo



 

FILME –

DVD - 

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publicado por Hugo Gomes às 16:18
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Falando com Tino Navarro




Produtor de mais de 30 filmes incluindo êxitos nacionais como Adão e Eva, Tentação, Zona J e Call Girl, Tino Navarro decide então apostar num thriller diferente daquilo que já foi feito no nosso país, o qual tenta afastar-se do modelo habitual das produções norte-americanas. O produtor salienta que em produções deste género é normal encontrar representado a Polícia Judiciária, porém Navarro vai mais longe, transformando a Brigada de Investigação Criminal da PSP em peões que se confrontam com diversas questões sociais que abate no nosso país. Mesmo que a trama desenrole inteiramente através do desaparecimento de uma criança e concentrando nos esforços das forças policiais em encontra-la, Quarta Divisão aborda inúmeros temas que se poderiam destacar nas manchetes dos nossos jornais, enumerando a pedofilia, a crise social e económica que se vive nos dias de hoje (Quarta Divisão chega mesmo a “tocar” nos reduzidos orçamentos da polícia) e até mesmo violência doméstica, o qual Tino Navarro sempre expressou desejo em produzir um filme que abordasse tal triste realidade que afecta demasiadas famílias, porém sem recorrer aos modelos tradicionais do melodrama nem novelescos. O produtor demonstrou enorme preocupação em não estereotipar as diversas questões expostas como também as personagens, que segundo consta “não são brancas nem pretas”. Tino Navarro encontra-se confiante no desenvolvimento destas, referindo que certas vítimas transformarão em carrascos durante a narrativa e inocentes se converteram em pecadores conforme se mergulha por entre a intriga de Quarta Divisão, “nem tudo o que parece é”. O produtor ainda promete que se trata de uma fita cujos temas irão estar a mercê do juízo final do espectador, acendendo discussões mesmo depois do término do seu visionamento. Quanto ao possível sucesso de Quarta Divisão, Tino Navarro encontra-se confiante, “toda a gente gosta do sucesso”, mesmo não garantindo tal factor, talvez devido á “resistência do público pelo cinema português”, todavia salienta que a sua nova produção é “uma experiência nova de grande rigor e qualidade”.   

 


Quarta Divisão tem data de estreia para dia 28 de Fevereiro.


publicado por Hugo Gomes às 15:57
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