31.8.12


publicado por Hugo Gomes às 21:41
link do post | comentar | partilhar

Real.: Gary Ross / Int.: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Woody Harrelson

 

Filme – Enquanto nos encontramos prestes a assistir o desfecho da saga Twilight, The Hunger Games assume-se como o novo fenómeno literário adaptado ao grande ecrã com uma legião de fãs adolescentes “atados á sua perna”, felizmente este é um dos melhores exemplares dessa categoria. Baseado no êxito literário de Suzanne Collins, The Hunger Games pode ser acusado de ter buscado a sua ideia original á manga intitulada Battle Royale (que conheceu duas versões cinematográficas), mas consegue contornar esse campo com genica ao trazer um pseudo-romance de aventuras que não goza de gratificação gratuita nem tenta demonstrar ideais políticos face á sua temática. Tenda em conta o profissionalismo envolto deste primeiro tomo, que evita sensacionalismo adolescente com êxito e a inconsequência de por exemplo os ditos Twilights, The Hunger Games é capaz de originar uma saga bem vitalícia. A não perder a conversão a estrela da actriz Jennifer Lawrence.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

The Hunger Games: Os Jogos da Fome

A Criadora do Jogo: Suzanne Collins e o Fenómeno “Os Jogos da Fome”

O Mundo Está a Ver: Filmar “Os Jogos da Fome”

Cartas do Jardim das Rosas

Controlar os Jogos

À Conversa com Gary Ross e Elvis Mitchell

Filme de Propaganda

Galeria de Marketing

 

Distribuidora – PRIS

 

 

Ver Também

The Hunger Games (2012)

 

FILME –

DVD -

tags:

publicado por Hugo Gomes às 21:36
link do post | comentar | partilhar

tags:

publicado por Hugo Gomes às 21:20
link do post | comentar | partilhar

30.8.12

Este País é para Velhos!

 

Em 2010, Sylvester Stallone celebrou as suas raízes da acção pura e dura e por vezes inepto com The Expendables – Os Mercenários, o qual actor / realizador se reúne com outros ícones do cinema de acção, entre os quais algumas estrelas que brilharam em pleno anos 80, para nos trazer um “event movie” que conseguiu ultrapassar a barreira dos 200 milhões de dólares em todo o Mundo e ressuscitar um género quase extinto na sua primeira forma.

 

 

Depois do êxito dessa equipa de mercenários e passados 2 anos surge entre nós a tão esperada sequela, onde não só Stallone regressa aos tiroteios colossais e combates corpo-a-corpo, como também às piadas e referências másculas, porém sob doses maiores. Com The Expendables 2, desta vez sob a alçada de Simon West (“encantou” Stallone com o seu remake de The Mechanic com Jason Statham), faz com que o espectador regresse à década de 80 e com isso toda uma colecção de “actions men” a venerar (entre os quais alguns praticamente desaparecidos no panorama actual), que surgem na fita em forma de auto-paródia de suas figuras. Exemplos claros dessa satirização é Chuck Norris e todos os adereços que o seguem e os “rotativos” de Jean-Claude Van Damme, aqui fazendo de “mau da fita à moda antiga”, ou seja "mau como as cobras" sem razões devidamente explicadas para isso, denominado de Villain (percebem a obvia alusão!).

 

 

É que por entre as piadas trocadas em forma de citações por Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger (desta vez com maior tempo de antena) e das “carnificinas” de longa duração das figuras antagónicas em questão, The Expendables 2 funciona como entretenimento algo vulgar, porém as intenções de Stallone são claras, trazer ao publico mais jovem um formato de exercício de acção há muito perdido (a inclusão de Liam Hemsworth de Hunger Games no elenco tem como características atrair um publico púbere) e relembrar aos mais velhos que os heróis de outrora ainda existem nem que seja para expirar um ultimo fôlego. Stallone faz de The Expendables 2 um santuário, o último refúgio para uma espécie em vias de extinção.

 

 

Não tendo talvez o efeito surpresa nem mesmo o grau de satírico do seu antecedente e por vezes desfilando sobre os mais ordinários “lugares-comuns” de uma realização que por vezes cede ao barato bacoco, The Expendables 2 – Os Mercenários 2 resulta como um leque referencial presente num elenco de luxo e simbiótico, respirando desalmadamente o espírito série B e convertendo numa análise sobre a era dos “one army men”. Porque não é todos os dias que vemos Stallone a partilhar o ecrã com Schwarzenegger, Willis, Van Damme e o omnipresente Norris.

 

“Track 'em, find 'em, kill 'em.”

 

Real.: Simon West / Int.: Sylvester Stallone, Jason Statham, Bruce Willis, Arnold Schwarzenegger, Jean-Claude Van Damme, Jet Li, Chuck Norris, Liam Hemsworth, Charisma Carpenter, Dolph Lundgren, Scott Adkins, Nan Yu, Randy Couture, Terry Crewes

 

 

Ver Também

The Expendables (2010)

6/10
tags: ,

publicado por Hugo Gomes às 23:39
link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

29.8.12

 

Estreia amanhã entre nós o remake de um dos filmes mais célebres de Paul Verhoeven em território norte-americano, Total Recall, que estreou em 1990 e contou com Arnold Schwarzenegger num jogo de memória, ambientando numa Marte revolucionária e cyber punk e perseguido por Sharon Stone. Na nova versão o planeta vermelho dá lugar á nossa Terra e a musculada estrela de acção, Schwarzenegger é substituído pelo sempre ascendente Colin Farrell (In Bruges). Len Wiseman (Underworld) dirige este Desafio Total para as novas gerações com o auxílio de um guião escrito por Kurt Wimmer (Equilibrium) e Mark Bomback (Unstoppable), no elenco podemos ainda contar com Kate Beckinsale (Underworld, Van Helsing), Jessica Biel (Next, Texas Chainsaw Massacre), Bryan Cranston (da série Breaking Bad), John Cho (Harold and Kumar Go To White Castel), Bill Nighy (Underworld, Wrath of Titans), Will Yun Lee (007 – Die Another Day) e  Bokeem Woodbine (Ray, The Rock). A não perder este remake de um culto da ficção científica.


publicado por Hugo Gomes às 22:27
link do post | comentar | partilhar

27.8.12

A recarregar baterias …

 

Matrix dos irmãos Wachowski tornou-se num dos filmes mais bem-sucedidos de sempre, foi um sucesso de bilheteira e maior foi no lançamento de VHS ou DVD, destinou-se a ser uma das obras cinematográficas mais populares, imitadas e faladas de sempre como também ficou condenado a ser um culto garantido, ou seja a dupla de realizadores conseguiu concretizar em 1999 um verdadeiro clássico de cinema com direito de estar presente na Historia da 7º Arte, nem que seja pelos seus sofisticados efeitos visuais que ainda hoje perduram como uns dos melhores exemplares da arte da manipulação tecnológica. Todos estes factos levaram Andy e Larry Wachowski com óbvios interesses dos estúdios Warner Bros a oferecer a Matrix a sua merecida e esperada sequela, ideia que logo gerou trilogia (ambos os filmes foram filmados em simultâneo).

 

 

Assim sendo bastou unir Matrix a Reloaded (recarregar) e uma tentativa quase forçada em relançar os seus personagens e as suas tramas e claro, continuar no mesmo trilho da sofisticação dos efeitos visuais e das quase poéticas coreografias de acção. Difícil de gerir no início, The Matrix Reloaded consegue assim organizar a informação e as suas ideias, incute alguma inteligência na sua lógica e prepara-se furtivamente durante a sua narrativa para o iminente apocalipse que o terceiro filme promete. O segundo tomo porém assume-se mais para a comercialização mainstream (nasceu um franchising) e realça as suas fontes de inspiração principalmente na manga japonesa e da ficção científica, acelera nas sequências de acção (a destacar a perseguição da auto-estrada, tendo sido construída á escala somente para o filme, e o confronto de Neo contra dezenas de agentes Smiths clonados).

 

 

Vendendo-se como um espectáculo visual irrepreensível, The Matrix Reloaded ainda serve como chance para aprofundar algumas das personagens destaque do primeiro, nomeadamente fortalecendo o romance entre Neo (Keanu Reeves) e Trinity (Carrie-Anne Moss), abrilhantando a química entre ambos e devolver algum drama a outras figuras trágicas no seio deste Universo que desafia porém as diferentes regras de gravidade e física. Os irmãos Wachowski redefinem o conceito de herói e vilão para o seculo XXI, atribuindo características messiânicas no primeiro e no ultimo uma vilania fria equiparada a uma máquina que resulta face a um mundo cyber punk, todavia perdendo gradualmente essas qualidades série B. Mesmo sob a síndrome de ponte de que Reloaded é alvo, o final cliffhanger e os estratagemas de promessa para o derradeiro terceiro capítulo e a pouca vontade de “despachar” a trama, o segundo filme de Matrix funciona como uma razoável continuação com a inteligência e a adrenalina necessária para sobreviver e antecipar com interesse os iminentes eventos que decorrerão. PS – não perca o regresso de Monica Bellucci em Hollywood.

 

Real.: Andy Wachowski, Larry Wachowski / Int.: Keanu Reeves, Laurence Fishburne, Carrie-Anne Moss, Hugo Weaving, Jada Pinkett Smith, Monica Bellucci, Harry Lennix

 

 

Ver também

Matrix (1999)

6/10
tags: ,

publicado por Hugo Gomes às 15:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

26.8.12

O labirinto perdido de Jim Henson!

 

Anos 80, duas décadas antes das conversões para os grandes ecrãs da trilogia de Tolkien, The Lord of the Rings, e da saga Harry Potter, da autoria de J.K. Rowlings, assistíamos a uma expansão do género de fantasia nos cinemas e um dos responsáveis por essa “explosão” foi Jim Henson, o celebre “pai dos Marretas”. Porém, não tendo disponível a mesma tecnologia que dispomos nos dias de hoje, a criação desses mundos e das criaturas fantásticas que apenas existem na imaginação de cada um, eram limitadas na sua recriação por métodos tradicionais e alguns deles primordiais, Henson como manipulador e criador de marionetas ultrapassou essa dificuldade à sua maneira. 

 

jennifer-connelly-and-david-bowie-in-labyrinth-198

 

Depois de ter transportado as suas criações (The Muppets: Os Marretas) para o grande ecrã em 1979 e de seguidas em outras aventuras cinematográficas, Jim Henson estreou-se no género com The Dark Crystal (1982), onde é visualizado um mundo magico completamente controlado por marionetas e com claras influências ao universo de Tolkien. Apesar de ter sido mal recebido nos cinemas norte-americanos, a fita, que por cá recebeu o título de O Cristal Encantado, tornou-se gradualmente num êxito em cinemas europeus e japoneses e num culto que ainda perdura. Passados quatro anos, o autor, que mesmo assim persiste, aposta em mais uma longa-metragem fora das suas criações de The Muppets e Sesame Street, voltando-se de novo para a fantasia com Labyrinth,  sob a produção de George Lucas. Contudo, desta vez a acção não é exclusiva para as suas marionetas. 

 

 

Labyrinth remete-nos a uma adolescente de nome Sarah (uma jovem Jennifer Connely), obcecada pelos seus contos de fadas que numa noite é retida em casa para tomar conta do seu meio-irmão bebé, Toby.  Revoltada com o facto, a jovem deseja que os “goblins” levem o seu meio-irmão para bem longe. Por magia, as ditas criaturas surgem, levando com é esperado, o bebé. Arrependida pelo seu acto egoísta, Sarah terá que atravessar um gigantesco e mágico labirinto num prazo de treze horas até chegar ao palácio do Rei Goblin (David Bowie), e enfrentá-lo, antes que o seu meio-irmão se converta também num “goblin” à mercê deste impiedoso monarca. 

 

labyrinth_movie_image_jennifer_connelly.jpg

 

Labyrinth: Labirinto é de um esplendor técnico, mesmo que hoje seja considerado obsoleto na sua mesma. Os cenários são ricos, induzidos por influências a Lewis Carrol, Grimms e até L. Frank Baum, cujas mesmas marcas contagiaram o próprio enredo (argumento escrito por Terry Jones, um dos Monty Pythons). Jim Henson é um especialista nas suas marionetas, conseguindo assim transpor movimentos quase perfeitos destas suas criações no ecrã, como também em gerar personagens que não envergonham em nada o seu legado. Mesmo sob uma imaginação fértil e uma recriação fora do comum, "inocentemente" mágica portanto, Labyrinth possui diversas falhas, e essas, são cada vez mais agravantes com o passar dos anos. É evidente que a fita de Henson envelheceu mal. Mas já lá vamos!

 

 

A interpretação de Jennifer Connely é demasiado "apagada", por vezes forçada à sua pueril personagem. Todavia, a sua prestação tende em melhorar com o desenrolar da fita, assim como a composição da sua personagem, que acaba por adquirir alguma maturidade. Mas apesar disso, perde obviamente quando é confrontada com o "excêntrico" David Bowie. O actor / cantor faz de tudo para permanecer o vilão na ala “bowiana”. Um personagem distinto, de facto. Até porque a fita Labyrinth parece ter sido concretizado envolto da sua figura flexível e aristocrata, e a relação que transpira sexualidade e o constante "flirt" para com a protagonista, uma combustão que expanda a narrativa deste enredo nada "labiríntico". A banda sonora roda em torno do seu próprio ego como também da sua natureza musical, uma composição (da autoria de Trevor Jones) que nada tem de simbiótico com o espírito sugerido pelo filme, nem mesmo como acompanhante da história. Entre os títulos musicais, o main theme - Underground - sobrevive do leque como o mais atmosférico da trilha sonora, albergando essa aura "bowiana" logo no seu arranque.  

 

 

Labyrinth pode muito bem funcionar como uma referência ao conto de fadas, mas tudo indica que Jim Henson esteve mais preocupado em vender o seu produto e compensar a má recepção atribuída a The Dark Crystal do que propriamente recriar um exercício de fantasia memorável e sólida. Com atributos técnicos invejáveis e raros nos dias de hoje (sobretudo com o facilitismo e a dependência do CGI e do chroma key), o filme funciona como uma ideia úbere, por vezes prejudicialmente imatura. Esse sufoco, evita uma ênfase trágica que o Labyrinth parece nos levar a passos do seu desfecho. É uma obra do seu tempo, que nos dias que decorrem é quase difícil perder-nos nele.

 

"I ask for so little. Just fear me, love me, do as I say and I will be your slave."

 

Real.: Jim Henson / Int.: David Bowie, Jennifer Connelly, Toby Froud

 

 

5/10
tags: , ,

publicado por Hugo Gomes às 15:50
link do post | comentar | partilhar

Real.: Joss Whedon / Int.: Robert Downey Jr., Chris Evans, Samuel L. Jackson

 

Filme – Esta reunião de alguns dos principais super-heróis da Marvel se revelou num estrondoso êxito. The Avengers é uma aventura pseudo-épica de explosões, recheado de efeitos visuais e confrontos de cortar a respiração. Joss Whedon, criador das populares séries televisivas de Buffy, The Vampire Slayer e Firefly, por outro lado tem o feito de conseguir dividir igualmente o protagonismo dos quatro heróis na narrativa da fita e de apresentar um argumento justificável e imparável para esta aventura milionária. Acção a rolos num dos filmes da Marvel mais bem-sucedido de sempre.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

 

EXTRAS

Viagem Visual

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver Também

The Avengers (2012)

 

FILME –

DVD -

 

tags:

publicado por Hugo Gomes às 11:32
link do post | comentar | partilhar

25.8.12

O novo Bourne!

 

Há que continuar um franchising vivo. Foi tal e qual que os produtores da saga Bourne idealizaram após a conclusão da trilogia que supostamente redefiniu o género da acção para as novas audiências. Depois do êxito The Bourne Ultimatum, a estrela Matt Damon deixou claro que para continuar a protagonizar a saga teria que ter a seu dispor um argumento que valha a pena, da mesma opinião partilhou o realizador Paul Greengrass que dirigiu com sucesso os dois últimos capítulos da saga. Devido a um aparente desfecho, o quarto filme não conseguiu apresentar uma inteligente reviravolta no franchising, devido a isso, Damon e Greengrass saíram do projecto. Com um futuro incerto, o quarto filme de Jason Bourne manteve-se durante algum tempo no limbo cinematográfica, á espera atentamente por um motivo de nova vida.

 

 

E é então que entra Tony Gilroy, o argumentista da trilogia, que sugeriu não uma sequela propriamente dita, mas um spin-off que em termos temporais decorria em paralelo com The Bourne Ultimatum em 2007. Assim sendo, Gilroy toma posses do projecto, torna-se o realizador e recria um guião que demonstra a relevância da personagem de Jason Bourne (Matt Damon) na continuidade das histórias dos outros personagens de Robert Ludlum, como também expandido esse mesmo mundo. É que em The Bourne Legacy (O Legado de Bourne) vem se a provar que por vezes existem sagas que sobrevivem sem o seu protagonista, ou seja sai Matt Damon e o seu implacável Jason Bourne e entra Jeremy Renner como Aaron Cross, outro agente que vive situações idênticas ao herói anterior. O actor celebrizado em The Hurt Locker de Kathryn Bigelow e cada vez a ganhar fama como estrela com os êxitos de The Town, Mission Impossible: Ghost Protocol e The Avengers (êxito a favor!) compõe um “Bourne” mais letal, físico, duro e frio, um herói de acção semi-perfeito nestes últimos anos, todavia a conspiração envolto deste agente perde o efeito novidade e força numa direcção “wanna be” por parte de Gilroy.

 

 

Neste novo tomo, continuamos a mercê todas as marcas que definiram a trilogia anterior, perseguições altamente elaboradas, combates corpo-a-corpo de perder o folego, tiroteios de perder a conta e toda uma trama inteligente, burocrática e cínica, porém mesmo sob o signo “Bourne” e até os bons momentos que a fita consegue oferecer, The Bourne Legacy é um “menino” em comparação com os três anteriores, vive do seu êxito e perde espaço para ser criativo ou para se destacar dos demais. Tratando de quase uma manobra desesperada de ressuscitar uma saga que conheceu o seu fim, a fita de Tony Gilroy contudo apresenta-nos um elenco de luxo que vai desde Rachel Weisz até Edward Norton, mas não tem narrativa suficiente para conseguir explorar os seus personagens como também desempenhos, aliás, Weisz encontra-se tão “tontinha” nisto tudo. Um prolongado déjà vu que funciona como mais do mesmo, todavia em pequenas doses.

 

“Jason Bourne was just the tip of the iceberg.”

 

Real.: Tony Gilroy / Int.: Jeremy Renner, Rachel Weisz, Edward Norton, Stacy Keach, Oscar Isaac, Corey Stoll, David Strathairn, Joan Allen, Albert Finney

 

 

Ver também

The Bourne Identity (2002)

The Bourne Supremacy (2004)

The Bourne Ultimatum (2007)

5/10
tags: ,

publicado por Hugo Gomes às 23:30
link do post | comentar | partilhar

24.8.12

tags:

publicado por Hugo Gomes às 21:07
link do post | comentar | partilhar


publicado por Hugo Gomes às 20:56
link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

tags:

publicado por Hugo Gomes às 20:42
link do post | comentar | partilhar

 

A fita francesa de 2010 de Alain Corneau, Crime d'amour com Kristin Scott Thomas e Ludivine Sagnier vai ter remake americano. A obra cinematográfica terá o título de Passion e é realizado por nada mais nada menos que Brian De Palma, apresentando assim o seu regresso aos thrillers eróticos. O filme contará com as estrelas Rachel McAdams (Sherlock Holmes, Morning Glory) e Noomi Rapace (a trilogia Millennium, Prometheus) que se apaixonarão no centro deste sexy e perigosa intriga.


publicado por Hugo Gomes às 15:12
link do post | comentar | partilhar

tags:

publicado por Hugo Gomes às 15:08
link do post | comentar | partilhar

 

A apresentadora e comediante Ellen DeGeneres vai voltar a emprestar a sua voz à adorável Dory na futura sequela de Finding Nemo (À Procura de Nemo). A prevista animação da Pixar encontra-se agendada para o ano 2016.

tags:

publicado por Hugo Gomes às 15:03
link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Real.: Tim Burton / Int.: Johnny Depp, Eva Green, Michele Pfeiffer

 

Filme – com a sua oitava colaboração com o autor Tim Burton, Johnny Depp é um vampiro de Barnabas Collins que é libertado do seu túmulo após 200 anos. Agora nos excêntricos anos 70, Barnabas tenta sobreviver numa época que não o pertence e a todo custo ajudar os seus descendentes, que tal como ele são um … bizarros. Burton adaptada assim uma popular e extensa série de televisão que foi para o ar entre 1966 a 1971, com um já reconhecível estilo gótico único e a caracterização de personagens singulares, The Dark Shadows pode não ser a obra mais completa nem das melhores da sua carreira, mas mesmo assim continua a espalhar a marca de um autor que ainda não perdeu o seu toque.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Húngaro Dolby Digital 5.1

Polaco Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Húngaro

Sérvio

Polaco

Búlgaro

Romeno

Turco

 

EXTRAS

Os Collins: Todas as Famílias Têm os Seus Demónios

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

FILME –

DVD -

 

tags:

publicado por Hugo Gomes às 14:58
link do post | comentar | partilhar

22.8.12


publicado por Hugo Gomes às 17:03
link do post | comentar | partilhar

21.8.12

O fim da trilogia do cruzado encapuçado!

 

Oitos anos passaram-se desde a morte de Harvey Dent (Aaron Eckhart) e do desaparecimento de Batman. Gotham City vive momentos de paz enquanto se faz respeitar uma nova ordem que facilita a prisão de criminosos. Durante este período, Bruce Wayne acolhe uma vida de eremita na sua própria mansão, uma demonstração de desgosto pela trágica morte de Rachel (Maggie Gylenhaal). Todavia esta “paz” é abalada com a chegada de um terrorista de nome Bane (Tom Hardy), um homem misterioso, que de certa maneira encontra-se ligado ao passado de Wayne, com a promessa de reduzir Gotham a cinzas.

 

 

Um dos mais antecipados filmes de 2012, The Dark Knight Rises fecha a trilogia criada por Christopher Nolan envolto da personagem gerada pela mente de Bob Kane e de Bill Finger. O realizador que surpreendeu tudo e todos em 2008 com The Dark Knights  (aquele que é para muitos uma das "queridas" adaptações de um super-herói de BD) promete condenar o seu Batman a um desfecho impróprio para a comercialização dos eventuais seguimentos, terminando assim um legado cobiçado por muitos estúdios. Ao contrário do seu antecessor de grande êxito, que emanou um estilo neo-noir próprio do cinema de Michael Mann, The Dark Knight Rises é contagiado por um sintoma apocalíptico e bigger than life possível, com isso Christopher Nolan se afirma como um cineasta que há muito não se via para os lados de Hollywood, convertendo um dos prováveis blockbusters de Verão numa produção de grande escala equiparado aos colossais épicos fôlego interminável da Era Dourada do cinema norte-americano.

 

 

Nolan filma longas sequências em IMAX, garante figurinos suficiente para as mais elaboradas cenas e evita a todo o custo o CGI, fruto disso temos pirotecnia gratuita e acção a rolos para os verdadeiros apreciadores da arte da acção "old school". Como ensaio de acção, The Dark Knight Rises revela-se com génio, arquitectando os maiores desafios de que Batman alguma vez enfrentara e apresentando a nós um vilão carismático e terrivelmente cruel que promete fazer de Joker de Heath Ledger num “menino de coro”. Porém, é traído pela própria forma, enfraquecendo constantemente com a passagem da narrativa.

 

 

Todavia, longe do seu hype e das escolhas ousadas e de “homem” por parte de Nolan, The Dark Knight Rises é um projecto em mão, feito com nervosismo de não desiludir uma massa motivada pelo filme-evento de 2008. Nota-se um calculismo cuidado quanto à sua produção, porém, a infelicidade surge quando nos deparamos com um filme desequilibrado, mesmo sob o catálogo de “must see” da temporada, não escondendo os seus contornos de proto-fascismo, esses já sugeridos durante o decorrer da narrativa. A começar pelo argumento da autoria do cineasta, em conjunto com seu irmão mais novo, Jonathan Nolan, tão pretensioso que se esquece de completar os "buracos de lógica" que vão sido invocados ou de conseguir fluir a narrativa, constantemente encarada com absoluta seriedade, e sem travão para tal. Existem ainda inúmeras personagens descartáveis que vão condicionando o enredo e uma apagada Marion Cottilard a operar como algo supostamente inútil que adquire uma relevância desastrosa, prejudicando o próprio argumento e a "denegrir" a credibilidade deste projecto.

 

 

A ousadia e o atrevimento desse mesmo argumento é, porém, uma das razões de que The Dark Knight Rises consegue ser tão distinto. Christopher Nolan invoca os fantasmas do terrorismo, o verdadeiro medo do século XXI, e transcreve ideologias escondidas nos propósitos das personagens encarregadas de transmitir um conservacionismo moral pouco transposto. Assim, ao assistirmos atentados na Bolsa, às tomada de posse do povo ao poder, sequências de confronto entre manifestantes e forças policiais, cenas, essas, que vem demais culminar a paranóia terrorista e figurar Batman como um defensor da sociedade regularizada. Ideais ou doutrinas, conforme o que quiserem chamar, analisados num futuro próximo por outra geração de espectadores e interpretados na sua possibilidade como um fascismo envolto ao herói que todos "devem" respeitar. Enquanto que Bane sobre um discurso de Revolução Francesa, o dito antagonista, a merecer ser convertido numa potencial e incompreendida figura heróica. Ou seja, os grandes defeitos de The Dark Knight Rises são as suas ideologias escondidas e não ocultadas, assim como um argumento, no seu todo, disfuncional. Porque tirando isso temos um espectáculo à moda antiga, pipoqueira e bem ensaiada como homenagem a um dos melhores super-heróis de banda desenhada de sempre. 

 

 

Tom Hardy atribui ao seu Bane doses generosas de vilania, Christian Bale controla o seu alter-ego e recria uma das melhores reencarnações do seu personagem, Gary Oldman continua o senhor que é, Michael Cane merece elogios quando tenta incutir emoção no seu Alfred Pennyworth e por fim o maior risco do filme, Anne Hathaway compõe graciosamente uma Catwoman tão simbiótica com este Gotham visionado por Christopher Nolan. Falando em algo épico, não poderíamos deixar de referir Hans Zimmer, um habitual colaborador de Christopher Nolan (principalmente nesta trilogia do O Cavaleiro das Trevas), cuja sua composta banda sonora transcreve a fita para um lado mais ambicioso, tornando-o num mimo técnico invejável.  

 

 

Em suma, não possuindo a mesma genialidade e influência de The Dark Knight, eis na sua possibilidade o menos conseguido filme da filmografia de Nolan, até à data. Mas contra todos os ventos e marés, este event movie consegue ser mesmo assim um dos indicadores de que o cinema-pipoca evoluiu bastante desde aquele trunfo do realizador. Não fecha a trilogia com chave de ouro, e é pena ...

 

“We will destroy Gotham and then, when it is done and Gotham is ashes, then you have my permission to die”

 

Real.: Christopher Nolan / Int.: Christian Bale, Joseph Gordon-Levitt, Michael Caine, Anne Hathaway, Gary Oldman, Tom Hardy, Marion Cotillard, Morgan Freeman, Matthew Modine, Liam Neeson

 

 

Ver Também

Batman Begins (2005)

The Dark Knight (2008)

Batman: Gotham Knight (2008)

6/10

publicado por Hugo Gomes às 23:29
link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

 

O actor Samuel L. Jackson (The Avengers, Pulp Fiction) irá reunir com Spike Lee no remake norte-americano de Oldboy. Assim sendo o actor se juntará a Josh Brolin (No Country For Old Men), Elizabeth Olsen (Martha Marcy May Marlene) e Sharlto Copley (District 9) na refilmagem da obra de culto de 2003 de Chan-wook Park.

tags:

publicado por Hugo Gomes às 16:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

20.8.12

 

O irmão mais novo do realizador Ridley Scott, porém mais conhecido como o cineasta dos êxitos de bilheteira Top Gun e Déjà-Vu, Tony Scott, saltou de uma ponta na Califórnia no Domingo, dia 19 de Agosto. A polícia encontrou um bilhete de suicídio em sua casa, tinha 68 anos. Podendo não ser um realizador perfeito, as suas obras sempre tornaram-se eventos cinematográficos do ano, um apologista do género de acção que conseguiu “fabricar” alguns dos mais bem-sucedidas fitas do estilo como também alguns dos maiores êxitos de bilheteira de Denzel Washington (o seu actor fetiche, que protagonizou cerca de cinco dos seus filmes). Scott também será conhecido como o homem que conseguiu oferecer a Tom Cruise o seu merecido estrelato em Top Gun. Que descanse em paz!

Tony Scott (1944 – 2012)

tags:

publicado por Hugo Gomes às 16:59
link do post | comentar | partilhar

sobre mim
pesquisar
 
arquivos
2017:

 J F M A M J J A S O N D


2016:

 J F M A M J J A S O N D


2015:

 J F M A M J J A S O N D


2014:

 J F M A M J J A S O N D


2013:

 J F M A M J J A S O N D


2012:

 J F M A M J J A S O N D


2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


2009:

 J F M A M J J A S O N D


2008:

 J F M A M J J A S O N D


2007:

 J F M A M J J A S O N D


recentemente

Conheçam a programação do...

Trailer: Suburbicon, Geor...

Valerian and the City of ...

Animação portuguesa no fe...

Trailer: Iceman, um crime...

10 anos de Cinematografic...

Sarah Paulson em sequela ...

Quote #6: André Bazin

Michelle Pfeiffer e Laure...

Morreu John Heard, actor ...

últ. comentários
Mesmo sem dar o feedback merecido (cada vez mais n...
A tua "criatura" ganhou vida e já alcançou uma efe...
Nóbrega, mas Nolan não é Deus, tem o direito de er...
Até entendo o ódio de uns críticos contra Shyamala...
Cinquenta tons de anônimo
Takes
10/10 - Magnífico
9/10 - Imprescindível
8/10 - Bom
7/10 - Interessante
6/10 - Razoável
5/10 - Medíocre
4/10 - Muito Fraco
3/10 - Mau
2/10 - Péssimo
1/10 - De Fugir
0/10 - Nulidade
stats counter
HTML Hit Counter
counter
links
mais comentados
25 comentários
20 comentários
13 comentários
12511335_1084470088250815_732384524_o
subscrever feeds
blogs SAPO