30.5.12

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publicado por Hugo Gomes às 22:45
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publicado por Hugo Gomes às 14:43
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27.5.12

 

Dezanove anos após a sua morte, aparentemente por overdose, o imortalizado actor River Phoenix regressará como protagonista em Dark Blood, a fita dramática incompleta de George Sluizer (The Vanishing) de 1993, interrompida com o súbito desaparecimento da estrela. O filme conta a história de um eremita que vive refugiado no deserto num local de testes nucleares e que espera ansiosamente pelo fim do Mundo. Por acidente conhece um casal jet-set de Hollywood (Judy Davis e Jonathan Price), o qual tentará relacionar-se. Dark Blood foi reeditado e espera-se que seja apresentado no Dutch Film Festival ainda este ano, o realizador George Sluizer tenta recolher donativos para o poder terminar, porém a família Phoenix não se encontra interessada em cooperar.

 


publicado por Hugo Gomes às 17:53
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Anthony Hopkins (The Silence of the Lambs, Thor) será o vilão da sequela da fita de grande êxito de Robert Schwentke, RED (2010), protagonizado por Bruce Willis, Helen Mirren, Morgan Freeman e um “wacko” John Malkovich. A continuação que será dirigida por Dean Parisot (Fun With Dick and Jane) ainda contará com as novas aquisições de Catherine Zeta-Jones (The Legendo f Zorro, Ocean’s Twelve) e Byun-Hun Lee (G.I. Joe, I Saw The Devil). Estreia marcada para 2 de Agosto de 2013.

 

 


publicado por Hugo Gomes às 17:41
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Uma mulher singular!

 

Baseado no conto de George Moore, Albert Nobbs nos apresenta uma homónima e singular personagem (Glenn Close), uma mulher que para conseguir sobreviver numa sociedade machista e discriminadora disfarça-se de homem para conseguir trabalhar num dos mais chiques hotéis de Dublin do seculo XIX. Tal embuste já se prolonga há trinta anos, mas Nobbs não se cede facilmente, escondendo de tudo e de todos a sua verdadeira identidade até conseguir alcançar o seu maior sonho, a somente vida vulgar sem mentiras.

 

 

Este Tootsie invertido ficou marcado pelo regresso em grande de Glenn Close ao grande ecrã, após ter sido reduzida a pequeno papeis e ter emigrado com sucesso para a televisão, o seu retorno garantiu-lhe uma nomeação ao Óscar e inúmeros elogios nesta nova fita de Rodrigo García (Mother and Child). Albert Nobbs é porém uma fita algo académica mas bem orquestrada pelos seus actores e por excelentes valores de produção como por exemplo a caracterização do personagem de Close (o excelente trabalho de transformação de mulher para homem) ou da recriação da época e não deixando para trás a melodicamente triste banda sonora. No campo das interpretações, maior trunfo da fita, encontramos apara além da prestigiada e aplaudida Glenn Close, uma fantástica Janet McTeer a jogar o mesmo jogo que a protagonista e conseguir talvez com resultados mais energético e carismático que a anterior.

 

 

Por outro lado temos ainda Mia Wasikowska, a pequena estrela da versão de Tim Burton de Alice in Wonderland, a garantir algum brilho próprio, porém nota-se algum esforço como muito ainda para aprender, sendo que existem na pelicula uma ou duas cenas que necessitavam de maior explosão por parte desta. Para terminar os desempenhos não poderemos deixar para trás Brendan Gleeson, Pauline Collins e Aaron Johnson que se encontra muito mais maduro que no seu papel-revelação no divertidíssimo e ousado Kick-Ass de Matthew Vaughn.

 

 

Falta-lhe sobretudo mais olhar sobre a sociedade governada por homens do seculo XIX e o início da emancipação feminina, ou seja para todos os efeitos Albert Nobbs é um pouco ausente de feminismo, porém ninguém nega que a nova obra de Rodrigo García é um excelente ensaio de actores.

 

“You are the strangest man I have ever met.”

 

Real.: Rodrigo García / Int.: Glenn Close, Antonia Campbell-Hughes, Mia Wasikowska, Brendan Gleeson, Jonathan Rhys Meyers, Janet McTeer, Pauline Collins, Aaron Johnson, Brenda Fricke

 

 

O Melhor – Excelentes desempenhos dos actores principalmente por parte de Glenn Close e Janet McTeer, e respectivas caracterizações

O Pior – falta-lhe mais garra em arrebatar um debate mais específico sobre a mulher no seculo XIX.

 

Recomendações – Tootsie (1982), Boys Don’t Cry (1999), Potiche (2010)

 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 17:27
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Real.: Asghar Farhadi / Int.: Peyman Moaadi, Leila Hatami, Sareh Bayat

 

Filme – O justíssimo vencedor do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro da última gala é um dos mais portentos filmes estreados nos últimos anos. Um retrato envolvente de um mundo teocrático, onde a verdade obtém diferentes faces e os testemunhos ecoam fantasmagórica na narrativa à espera de julgamento até ao derradeiro segundo acto. Grandes desempenhos numa fita poderosa, bem escrita e bem realizada por Asghar Farhadi.

 

AUDIO

Persa

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

O Nascimento de um Realizador

Entrevista com Asghar Farhadi

Entrevista com Leila Hatami

 

Distribuidora – Alambique

 

 

Ver também

Jodaeiye Nader az Simin (2011)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 12:52
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Quando o Campo dos Sonhos tornou-se retro!

 

As inúmeras ficções cinematográficas de desporto que abundam nas salas de projecção e televisões recorrem facilmente aos modelos do cinema clássico, modelar e apelativos a um vasto público. Um dos exemplos mais claros é o baseball, jogo esse, popular nos EUA que já fora motivo para um abrangente número de metragens de sucesso entre as audiências. Porém este Moneyball é aquilo que deve ser considerado um anti-género, de romântico nem de modelar classicista pouco tem, sabendo esquivar tais elementos, mas nunca esquecer a verdadeira essência do desporto, aliás Billy Beane, personagem interpretada por Brad Pitt cita “How can you not get romantic about baseball?”.

 

 

Baseado no best-seller de Michael Lewis, por sua vez inspirado numa história verídica, Moneyball – Jogada de Risco é uma lição de valor versus preço, onde seguimos Billy Beane, o director geral dos Oakland Athletics, que após sofrer com a saída dos seus dois maiores craques tenta encontrar quem os possa substituir. Porém enfrentando o facto de se encontrar dirigindo uma equipa de baixo rendimento financeiro, contra tudo e contra todos, Beane deposita as suas esperanças em Peter Brand (Jonah Hill), um nerd contabilista apaixonado pelo desporto, que aconselhará o director a fazer as suas contratações.

 

 

O jovem actor de Superbad e de Cyrus, Jonah Hill, encontra-se no seu papel mais sério de sempre conseguindo "calar muita boa gente" o qual sempre o acusaram-no de não saber representar (porém não se compreende a nomeação à estatueta de Melhor Actor Secundário), mas é em Brad Pitt que a nova fita dirigida por Bennett Miller (Capote) e escrita pela dupla Aaron Sorkin (The Social Network) e Steve Zaillian (The Schindler’s List) encontra a sua força. Com uma justíssima nomeação ao Óscar, o actor de Inglourious Basterds e The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford (citando duas das suas melhores prestações como actor e não como vedeta) encontra-se numa fase tão natural que chega a ser perfeito neste papel descontraído, cativante e carismaticamente sedutor, e já que falamos de elenco não poderíamos deixar escapar um fantástico Phillip Seymour Hoffman como o experiente treinador da equipa, um dos lados que motivará o prolongado debate de experiência contra estatística onde o filme se submete com toda a simplicidade, emoção e inteligência.

 

 

Moneyball pode carecer todo aquele romantismo cinematográfico que o publico mais mainstream adora, astutamente conseguindo esquivar dos ingredientes mais bacocos, mas sempre deixando uma “pitadinha” desse estilo tão abundante neste tipo de produções, como a sensação de esperança que nos segue em toda a narrativa. Foi um dos grandes perdedores da cerimónia de entrega dos Óscares de 2012, mas obviamente é uma das mais relevantes obras do ano. Um filme aparentemente frio, inteligente e naturalmente interpretado. Excelente! Um verdadeiro home run!

 

“You get on base, we win. You don't, we lose. And I hate  losing, Chavy. I hate it. I hate losing more than I even wanna win.”

 

Real.: Bennett Miller / Int.: Brad Pitt, Jonah Hill, Philip Seymour Hoffman, Robin Wright

 

 

O Melhor – A naturalidade de Brad Pitt e o debate que o filme consolida inteligentemente

O Pior – Não que tenha uma prestação má, pelo contrário, mas a nomeação de Jonah Hill é um pouco exagerada face a Phillip Seymour Hoffman que nada recebeu.

 

Recomendações – Field of Dreams (1989), The Natural (1984), The Rookie (2002)

8/10
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26.5.12


publicado por Hugo Gomes às 18:10
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25.5.12
25.5.12

Real.: Clint Eastwood / Int.: Leonardo DiCaprio, Armie Hammer, Naomi Watts

 

Filme – Clint Eastwood desmistifica o homem por detrás de uma das maiores organizações federais de investigação de sempre, a FBI, nesta sua ultima obra. Esse homem que se dá pelo nome de J. Edgar Hoover desempenhado com garra por um Leonardo DiCaprio irreconhecível, é retratado como peão numa mera biografia cinematográfica esquemática por vezes confusa a nível narrativo, Eastwood ousa em decifrar a vida sentimental e mais pessoal da imponente figura, os valores que estabelece na produção são cativantes, mas nada escapa a que este J. Edgar seja um dos filmes mais fracos da carreira de tão veterano realizador desde Space Cowboys.

 

AUDIO

Inglês

Alemão

Castelhano

 

LEGENDAS

Português

Dinamarquês

Sueco

Islandês

Alemão

Castelhano

Inglês

Norueguês

 

EXTRAS

J. Edgar: Um homem complicado

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver também

J. Edgar (2011)

 

FILME –

DVD -

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23.5.12

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22.5.12

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21.5.12

O Reencontro da turma 99!

 

Em 1999 surge nos grandes ecrãs o regresso em pleno da comédia adolescente, onde somos introduzidos às aventuras e desventuras de teor sexual de um grupo de jovens que pactuam em acabar de vez com os seus tempos de virgem antes de terminar o liceu. Tal filme tornou-se êxito que nadou contra a corrente de críticas negativas face ao seu conteúdo, acusado de ser depravado, ousado, inconsequente e palavroso, dirigida por Paul Weitz, muito antes de este concretizar o aclamado e para mim sobrevalorizado About a Boy, American Pie (sendo esse o titulo da fita) gerou um culto conhecido, tendo facilitado á produção de mais duas sequelas de maior ou igual sucesso e criando um legado que esteve nos últimos anos marcado pela limitação da distribuição home-video.

 

 

Os fãs deste franchising tipicamente adolescente desesperavam pela qualidade quase amadora e insensível das sequelas direct-to-video, sentindo as saudades das antigas personagens que captaram gargalhadas e recriaram algumas das sequências mais memoráveis do género. Esse conjunto de personagens que encontram-se agora dados como trintões, regressam (Tara Reid, infelizmente está incluída no “pacote”) mais uma vez após nove anos de ausência neste chamado Reencontro, pelas mãos de Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (Harold and Kumar). A dupla de realizadores / argumentistas debatem-se com a crise sexual pós-matrimonio, desculpa não tão esfarrapada para conseguir assim homenagear as suas fontes de inspiração.

 

 

Para qualquer fã de American Pie, American Reunion é um “must”, um tomo de consolação após quatro sequelas não oficiais que celebravam o que desgastante e previsível se tornou este tipo de produções. A dupla desenraíza uma intriga que interliga todos os ingredientes originais do filme de 1999 e capta em diferentes frames e gags o espirito há muito perdido. Conseguem assim tal feito: agradar os apreciadores e ignorar por completo às más-línguas, sendo que as novas críticas apontam para a importância desta sequela, acusando-a de ser inútil e oportunista. Mesmo que American Reunion seja um poucos dos dois, ninguém nega de ser a comédia de uma geração. Daqui fala um fã dos loucos desvaneios de tais adolescentes, agora adultos com certeza, tão bom que é relembrar Jim, Oz, os Milf Guys e obviamente … Stifler.

 

“Ladies, you'd better be working hard - you weren't hired for your looks. Actually you were. Not you.”

 

Real.: Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg / Int.: Jason Biggs, Alyson Hannigan, Chris Klein, Thomas Ian Nicholas, Tara Reid, Seann William Scott, Mena Suvari, Eddie Kaye Thomas, John Cho, Jennifer Coolidge, Eugene Levy

 

 

O Melhor – Reencontrar as velhas personagens de um franchising

O Pior – O “talento” de Tara Reid

 

Recomendações – Harold and Kumar Go To White Castle (2004), American Wedding (2003), Hall Pass (2011)

 

Ver Também

American Pie (1999)

6/10
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21.5.12

Real.: Gavin O’Connor / Int.: Tom Hardy, Joel Edgerton, Nick Nolte

 

Filme – Tal como The Fighter de David O’Russell e o célebre e incontornável Rocky de John G. Avildsen, Warrior consegue equilibrar o drama familiar com os combates de ringue. Gavin O’Connor volta a retratar o conflito entre irmãos, desta vez substituindo o policial por este impressionante conjunto de electrizantes lutas enroladas com uma intriga que atinge o climax nas ocasiões mais certeiras. O elenco é todo ele profissional, captando as emoções mais clássicas do subgénero, a realização de O’Connor é arrebatadora e ganha dimensão com o desenrolar da narrativa. O único grande defeito de Warrior é mesmo ser previsível como tudo, mas todo o percurso para esse enorme déjà vu é por sim impressionante.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Entrevistas

Em Filmagens

Trailer

 

Distribuidora – PRIS Audiovisuais, SA

 

 

Ver Também

Warrior (2011)

 

FILME –

DVD -

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20.5.12


publicado por Hugo Gomes às 22:32
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O Primeiro Vingador que afinal é o último!

 

É um dos heróis mais famosos da Marvel e talvez o mais icónico da companhia - o Capitão América. Criado em 1941 por Joe Simon e Jack Kirby, este personagem se tornou num símbolo propagandista de inspiração e coragem para os soldados norte-americano que seguiam para a Guerra, numa época em que a Segunda Grande Guerra ameaçava os costumes da terra do Tio Sam. Porém no fim desses tempos difíceis, onde o ambiente de conflito dissipou e as mentalidades se modificaram, este super-herói da Marvel caiu em desuso e foi acusado prolongadamente de ser a imagem intencionalmente patriótica e narcisista dos norte-americanos, sendo que a sua popularidade caiu bruscamente no fim da Guerra e Capitão América desapareceu nos anos 50, até ser reavivado em 1953, integrando na BD colectiva – The Avengers.

 

 

A equipa de super-heróis da Marvel (The Avengers – Os Vingadores) se tornou nos dias de hoje no projecto maior da indústria de banda desenhada como produtora cinematográfica e a ressurreição de Capitão América era uma manobra arriscada e incerta, o 11 de Setembro fez com que o Mundo observasse os EUA com um diferente olhar e o patriotismo quase abusivo da nação era julgada e condenada pelos quatro cantos do planeta. Foi o primeiro herói da Marvel a ser adaptado para o cinema numa versão serial de 1944 protagonizado por Dick Purcell e em 1990 surge uma longa-metragem de baixo orçamento filmado na Jugoslávia, obra quase desconhecida e repudiada. Marvel Studios sabia perfeitamente aquilo que possuía entre mãos, é que o herói que se veste como a bandeira dos EUA não contém material de fácil adaptação. É que nas mãos erradas esta versão cinematográfica poderia cair no erro do excessivo patriotismo, e todos nós sabemos que o mundo em que vivemos actualmente tal coisa não seria aceitável.

 

 

Captain America – The First Avenger, que caiu nas mãos de Joe Johnston, o homem por detrás do êxito de Jumanji (1995) com Robin Williams no papel principal e do incompreendido “fiasco” The Wolfman (a versão de 2010), segue as origens deste herói em pleno conflito da Segunda Guerra Mundial, sabiamente ligando o personagem de Simon e Kirby às verdadeiras intenções da sua criação. A primeira parte deste assumido filme de aventuras é uma interessante incursão da BD aos elementos da época onde enquadra-se o nosso herói, algo já feito com o recente X-Men: First Class, em que Matthew Vaughn eficazmente interliga as origens dos mutantes mais famosos com o ambiente dos anos 60.

 

 

Mas é quando chegamos à segunda parte do filme que tudo descarrila, The First Avenger se torna tão banal como muitos blockbusters que abundam, as sequências de acção perdem espectacularidade e o espaço entre as diferentes cenas são tão curtas dando a ideia de despacho fervoroso. O drama é substituído por elementos bacocos de bolso, os personagens secundários são resumidos a mero bonecos e até mesmo o vilão, o celebre Red Skull por Hugo Weaving (que já provou que não é má escolha para desempenhar personagens antagónicas) encontra-se sem chama. Tudo se resume a um apressado objecto, um arranque para um trabalho maior, esse The Avengers.

 

 

O que vale é que Chris Evans, que chegou a desempenhar outra figura imponente do universo da Marvel, o The Human Torch dos dois Fantastic Four de Tim Story, consegue criar um Capitão América moralista e carismaticamente heróico, um modelo de herói já há muito perdido. Todavia, quanto ao filme de Johnston, este é definitivamente a melhor transfusão deste herói de banda desenhada para o cinema, porém não se deixem enganar, tal afirmação não quer dizer muito, já que este The First Avenger compete com exemplos de muita baixa categoria. Um dos mais fracos filmes da Marvel desde que a Marvel se tornou estúdio.

 

Why someone weak? Because a weak man knows the value of strength, the value of power…”

 

Real.: Joe Johnston / Int.: Chris Evans, Hugo Weaving, Natalie Dormer, Stanley Tucci, Tommy Lee Jones, Toby Jones, Samuel L. Jackson

 

 

O Melhor – Ambientar Capitão América na sua época original

O Pior – narrativa apressada, apenas servindo de arranque para The Avengers

 

Recomendações – X-Men: First Class (2011), Thor (2011), Sky Captain and the World of Tomorrow (2004)

 

Ver Também

Iron Man (2008)

Iron Man 2 (2010)

Thor (2011)

The Incredible Hulk (2008)

The Avengers (2012)

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:21
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Real.: Brad Bird / Int.: Tom Cruise, Jeremy Renner, Tom Wilkinson

 

Filme – o quarto filme da série é dirigida por Brad Bird, um homem que apenas havia especializado em animações, recebendo reconhecimento pelos seus trabalhos da Pixar com The Incredibles e Ratatouille, sendo esta a sua estreia no cinema de acção real. O resultado foi um dos melhores capítulos do franchising como também um dos mais electrizantes filmes de acção do ano. Excelentes sequências de acção embrulhadas numa intriga que não decepciona. Tom Cruise volta a demonstrar que é a perfeita estrela de acção de Hollywood do momento; carismático e energético como poucos. Destaque também para o humor ligeiro de Simon Pegg e a inserção do sucessor de Cruise: Jeremy Renner.

 

AUDIO

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LEGENDAS

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EXTRAS
Missões Impossíveis - Making Of da Tempestade de Areia e Making of sobre os Adereços do Filme

Cenas Cortadas

 


Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Ver Também

Mission Impossible: Ghost Protocol (2011)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 15:51
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18.5.12

Reavivar a adolescência!

 

Um grupo de jovens liceais que fazem um pacto para perderem as suas virgindades antes do baile de finalista é nos dias de hoje uma ideia banalíssima e mais que copiada, todavia em 1999, este tipo de temas eram pouco frequentes para os lados de Hollywood, conduzindo a comédia para uma recuperada nostalgia de alguns filmes dos anos 80 como por exemplo Porky’s (Bob Clark, 1982). Falo obviamente de American Pie, o qual o argumentista, Adam Herz tentavam em meados dos anos 90 vender a sua história depravada mas identificável para muitos espectadores que já se encontraram nas ditas situações desconfortáveis com as hormonas aos saltos (claro que no guião tudo assumia uma posição de exagero).

 

 

Tendo como primeiro título (Untitled Comedy That Can Be Made For Under $10 Million That Most Readers Will Probably Hate But I Think You Will Love), piada dirigida directamente aos leitores dos guiões que inicialmente renegavam a história concebida, muito devido á ousadia perante aos parâmetros de rating, aliás não existe tantos filmes de teor comédia destinado ao público adolescente onde a palavra (e não sou), masturbação era fetiche em cada quase 10 em 10 minutos de pelicula. A felicidade da dupla, porém, surgiu em forma de globo, quando a Universal Pictures decide então converter a desloucada história de adolescentes desesperados numa longa-metragem arriscada, o resultado foi American Pie (clara alusão a uma sequencias mais famosas do filme), que se tornou automaticamente num êxito de bilheteira, contra tudo e contra todos, relançando a comédia “teenager” de volta ao activo e criando um legado que nos dias de hoje são poucos que o desconhecem.

 

 

Uma década depois, American Pie continua a ser um achado na comédia de hormonas e acne, os gags prosseguem tão frescos como na sua época de estreia, os personagens adquirem manobra mesmo sob as suas capas unidimensionais (em claro destaque para Sean William Scott como o infame e vicioso Stifler) e o tema em si é nostalgicamente delicioso. A obra dirigida por Paul Weitz (que no futuro dirigirá About a Boy e American Dreamz) pode não ser perfeita, todavia o estatuto de reviver a dita comédia adolescente grosseira e descarada, ninguém em a tira, aliás é um dos mais divertidos exemplos norte-americanos que há memória. E para quem acusa de ser um filme que gira envolto dos genitais, aconselho a entender a moral desta jornada nas entrelinhas. Clássico mainstream!

 

M-I-L-F Mom I'd Like to Fuck!”

 

Real.: Paul Weitz / Int.: Jason Biggs, Shannon Elizabeth, Alyson Hannigan, Chris Klein, Tara Reid, Seann William Scott, Mena Suvari, Eddie Kaye Thomas, Eugene Levy

 

 

 

O Melhor – as personagens e as situações são ícones e marcos na comédia comercial de Hollywood

O Pior – o uso e abuso da vaga reiniciada por esta fita

 

Recomendações – Harold and Kumar Go To White Castle (2004), Road Trip (2000), Superbad (2007)

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 00:48
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