29.2.12

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publicado por Hugo Gomes às 21:08
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publicado por Hugo Gomes às 12:01
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publicado por Hugo Gomes às 11:55
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27.2.12

 

Foi uma vitória muda! The Artist, o filme homenagem ao cinema mudo por Michel Hazanavicius foi o grande vencedor de mais uma noite cheio de glamour no Kodak Theater, vencendo em cinco das dez categorias em que se encontrava nomeado, incluindo as grandes atribuições (Melhor Filme, Melhor Actor Principal e Melhor Realizador). Hugo de Martin Scorsese apesar de não ter vencido nas principais categorias, fez-se figura em também cinco categorias, porém todas em atributos técnicos. Jean Dujardin arrecadou a estatueta de Melhor Actor num papel que só conta apenas com expressões faciais, Meryl Street consegue o seu terceiro Óscar com Iron Lady de Phyllida Lloyd e nas categorias secundarias os premiados foram Octavia Spencer em The Help e Christopher Plummer em Beginners (actualmente tornou-se no actor mais velho a receber um Óscar). Assim passou mais uma gala que celebra o melhor do cinema numa cerimónia alegre e nostalgia apresentada por Billy Crystal.

Ver todo os vencedores aqui

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publicado por Hugo Gomes às 21:16
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25.2.12

 

Duas crianças que vivem em diferentes países são visitadas constantemente por um ser sem face que tenta possui-las. Este é a premissa do próximo filme de Clive Owen (Killer Elite), um thriller sobrenatural de Juan Carlos Fresnadillo (Intact, 28 Weeks Later) que promete arrepios e muito suspense, óptimos ingredientes para qualquer adepto do género. Ainda sem data de estreia em Portugal, conta com Clarice Van Houten (Black Book), Daniel Bruhl (The Countess, Inglourious Basterds) e Ella Purnell (Never Let Me Go) no elenco.

 

 


publicado por Hugo Gomes às 00:43
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Real.: George Clooney / Int.: Ryan Gosling, George Clooney, Phillip Seymour Hoffman

 

Filme – George Clooney volta a dar asas ao seu trabalho como realizador nesta obra que explicita a manipulação das campanhas políticas. Um filme dramático potente com magníficos desempenhos por parte de Ryan Gosling e Clooney com um argumento bem escrito e inteligentíssimo assumido por uma narrativa cativante e sedutora. Muita trama num dos melhores filmes de 2011.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Na Campanha: O Elenco de “Nos Idos de Março”

Acreditar: George Clooney

Desenvolver a Campanha: As Origens de “Nos Idos de Março”

O que faz um Consultor Político?

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 00:30
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24.2.12

A sombra de uma galáxia distante!

 

Há muito, muito tempo … numa galáxia muito, muito distante … e com estas palavras que começa aquela que é para muitos a melhor epopeia cinematográfica alguma vez feita, muito mais do que o simples space opera e acima de qualquer ficção científica. Trata-se de um mundo aparte vindo da imaginação de George Lucas, que em 1977 apresentou-nos um arriscado e limitado filme sobre a batalha entre o bem e o mal mas com o palco de fundo estrelas e naves intergalácticas, esse filme foi Star Wars. A fita tornou-se num êxito duradouro, na altura improvável, porém Lucas tinha imaginação para mais e de seguida surgiram as sequelas mais musculadas (The Empire Strike Back em 1980 e Return of Jedi em 1983) sempre a um passo á frente no ramo dos efeitos visuais.

 

 

Após o franchising criado, originando inúmeros artefactos e eventos para além dos filmes; brinquedos, bandas desenhadas, convenções, museus, jogos de vídeo, o autor sentiu na responsabilidade de certa forma regressar aquele universo que conquistou milhões e que mudou o curso do cinema, assim sendo, realizou e produziu uma trilogia que contava os acontecimento antecedentes á saga original. O primeiro capítulo desta aventura estreou entre nós em 1999, onde muita coisa mudou, que vai da diferente maneira de gerar filmes até aos efeitos visuais, cada vez mais dependentes de computadores (CGI). E é então que surge até nós, The Phantom Menace, o “era uma vez” da galáxia muito distante.

 

 

Dessásseis depois do último filme da primeira trilogia, A Ameaça Fantasma (titulo português) que arrecada furtivamente com o subtítulo de episódio 1, tal como George Lucas o caracterizou na época de estreia, é uma pelicula direccionada para miúdos. Todo ele aspira aos blockbusters juvenis do nosso tempo e menos os primórdios do seu subgénero. Os efeitos visuais tomam conta de uma narrativa praticamente inexistente cheio de ligações forçadas e pouco sentidas com o “velhinho” franchising e personagens que resumem a perca de tempo; entre elas o infame e fracassado Jar Jar Binks, criatura digital sem grande apreço e influência na história, onde invade todo o filme com o seu rotineiro humor slapstick, e até mesmo Liam Neeson na pele de um mestre Jedi consegue-se revelar numa figura inútil e sem grande carisma para o mesmo.

 

 

Claro que que nem tudo encontra-se mal neste prequela, os raros momentos de nostalgia que invoca o faz com grande afeição ao universo de George Lucas e a entrega deste para a qualidade dos efeitos visuais é uma virtude reconhecível. Actualmente o espectador tem a oportunidade de revê-lo no cinema em formato 3D, parece que George Lucas ficou contagiado com Avatar, o que realça os seus atributos tecnológicos, porém, é o pior de todos os Star Wars, uma espera que se revelou numa decepção de grande escala.

 

Real.: George Lucas / Int.: Liam Neeson, Ewan McGregor, Natalie Portman, Jake Lloyd, Ian McDiarmid, Samuel L. Jackson, Pernilla August, Sofia Coppola, Keira Knightley

 

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 20:56
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Depois de completa a trilogia de Jason Bourne, baseado em contos policiais escritos por Robert Ludlum, o universo da Treadstone voltará a ressurgir no grande ecrã, tudo porque a personagem célebre de Matt Damon não foi a única vítima de tal organização secreta. Após ter dado nas vistas em The Hurt Locker e no ultimo Mission: Impossible, Jeremy Renner volta a ser figura de acção neste The Bourne Legacy, o quarto filme da saga que se assume como um spin-off. Poderemos contar com muita acção em grande estilo e sempre com olho no realismo, como também suspense digno de qualquer obra de espionagem, Tony Gilroy que auxiliou no argumento da trilogia original assume-se como realizador da obra. O elenco é de luxo, contando com os regressos de Joan Allen (Death Race), David Strathairn (Good Night, Good Luck), Albert Finney (Big Fish) á saga, e como novas aquisições, Edward Norton (American History X) como vilão, Rachel Weisz (Dream House), Oscar Isaac (Drive), Scott Glenn (Sucker Punch)  e Corey Stoll (Salt, Midnight in Paris). Estreia dia 23 de Agosto no nosso país.


publicado por Hugo Gomes às 20:02
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publicado por Hugo Gomes às 13:33
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23.2.12
23.2.12

 

Real.: Steven Soderbergh / Int.: Matt Damon, Laurence Fishburne, Jude Law

 

Filme – De todo os filmes sobre epidemias e afins, Contagion de Soderbergh é talvez dos mais realistas e assustadores do momento. Uma peça dramática que capta o epicentro de um contagio patológico de grandes dimensões, relembrando o pânico gerado pelos casos reais da Gripe das Aves. Grandes actores, momentos de ouro no cinema de ficção científica.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Alemão Dolby Digital 5.1

Castelhano

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Dinamarquês

Finlandês

Alemão

Islandês

Norueguês

Castelhano

Sueco

 

EXTRAS

Contágio: como um vírus muda o mundo

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver Também

Contagion (2011)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 22:34
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22.2.12

 

E se … Abraham Lincoln, o 16º presidente dos EUA, descobrisse que vampiros planeavam tomar conta do seu adorado país, que solução arranjaria para tal problema diplomático? Mata-los. Abraham Lincoln – Vampire Hunter de Timur Bekmambetov (Wanted) é a alternativa visão do mais célebre dos presidentes norte-americanos, onde este veste a pele de um caçador de criaturas sanguinárias, o Crepúsculo que se cuide. Produzido por Tim Burton, a fita de terror e fantasia contêm Benjamin Walker (Flags of Our Fathers), na pele do líder, Mary Elizabeth Winstead (Scott Pilgrim Vs The World), Dominic Cooper (Mamma Mia!), Alan Tudyk (Serenity, Transformers – Dark of the Moon), Rufus Sewell (A Knight’s Tale) e Anthony Mackie (The Hurt Locker) no elenco.  Estreia 2 de Agosto no nosso país.


 


publicado por Hugo Gomes às 21:46
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22.2.12

Real.: John Singleton / Int.: Taylor Lautner, Lily Collins, Sigourney Weaver

Filme – Nathan Harper (Taylor Lautner) é um jovem capaz com uma família tranquila que o sempre apoiou, porém a sua vida perfeita mudará drasticamente quando este descobre uma foto sua enquanto bebé num site de crianças desaparecidas. Filme de acção rotineiro, por vezes de narrativa embaraçosa que tenta transformar o jovem astro, Taylor Lautner, num embrião de Arnold Schwarzenegger. O actor mais conhecido pelo seu trabalho na saga Twilight tem um desempenho insonso e ineficaz mesmo na entrega das sequências de acção. Espera-se a sequela, muito devido ao desfecho, mas como primeira amostra, Abduction demonstra que não vale o esforço.  

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português

 

EXTRAS
Selecção de Capítulos
Entrevistas
Em Filmagens
Trailer

 

Distribuidora – PRIS Audiovisuais, SA

 

 

Ver Também

Abduction (2011)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 12:17
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Algures num hotel mais próximo!

 

Em Suicide Virgins revelou-se, em Lost in Translation caiu no estado de graça, em Marie Antoinette ridicularizou o contexto histórico e agora em Somewhere – Algures colecciona as memórias de infância para transporta-nos para um filme pseudo-autobiográfico, cujo clímax é praticamente inexistente. Sofia Coppola, filha do célebre realizador Francis Ford Coppola (The Godfather, Apocalypse Now), já apontada como uma sucessora do talento do seu pai, viveu a sua juventude dividida entre hotéis, vida essa, similar a tantos outros herdeiros de personalidades célebres.

 

 

A autora filma o hotel de Chateau Marmont como realmente estivesse a concretizar um filme caseiro, se não por menos, sendo que esta revela ter passado grande parte da infância nesse “mundo”. Em Somewhere obtemos a sensação de que nada acontece, nada se aflige nem concretiza, mas apresenta-se como um modo de redenção do actor Stephen Dorff ao cinema de autor, aqui iluminado pela habitual melancolia de Sofia Coppola, e de Elle Fanning que se revela num talento igual ou maior que da sua irmã Dakota.

 

 

Para além de visualizar a solitária e planeada vida dos grandes actores de Hollywood em diferentes ângulos, Somewhere pode muito bem cair na inutilidade de conteúdo e a narrativa pretensiosa e lenta, por vezes sem aparente funcionalidade para com a historia, a torna esta experiência independente em algo que apenas destaca a realizadora por detrás das camaras mas nunca como a autora o qual fora catalogada. Sofia Coppola filma as suas memórias, mas não a sua alma!

 

Real.: Sofia Coppola / Int.: Stephen Dorff, Elle Fanning, Chris Pontius, Michelle Monaghan

 

Ver Também

Lost In Translation (2003)

Marie Antoinette (2006)

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 00:35
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Boas notícias para o cinema português que novamente se sagra neste mundo fora. João Salaviza, que após ter vencido o prémio máximo de curta-metragens na edição de 2009 do Festival de Cannes com a sua fita Arena, arrecada agora a distinção de melhor curta no último Festival de Berlim com Rafa. Enquanto isso, Miguel Gomes que nos trouxe os êxitos de crítica A Cara que Mereces e Aquele Querido Mês de Agosto, recebe o prémio de inovação, Alfred Bauer, com o seu Tabu, uma obra dirigida a preto e branco que foi apontado durante a competição como um dos grandes favoritos para o Urso de Ouro (o prémio foi para Cesare Deve Morire de Paolo e Vittorio Taviani). Os lusitanos estão de parabéns!


publicado por Hugo Gomes às 00:16
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21.2.12
21.2.12

Lutadores de Sangue!


A história é simples, dois irmãos separados acidentalmente pelo destino se encontram num ringue de MMA (mixed martial arts), em competição para o título. Cada um possui um motivo diferente para combater, mas ambos concorrem pelas mesmas razões. O espectador terá assim um papel importante durante a narrativa, de eleger o favorito nesta corrida ao título e desfrutar cada momento do torneio até chegar ao previsível desfecho, mas assim encerrado com toda a glória para ambos os personagens. De um lado temos Tom Hardy, a exibir uma destreza física que certamente não desapontará na escolha como o futuro némesis (Bane) de Batman em The Dark Knight Rises. O actor torna-se assim no personagem mais carismático do confronto, mas do outro lado, Joel Edgerton apresenta-nos um causa mais nobre e dramática. De certa forma e tendo os ingredientes certos, Warrior é cinema interactivo para com o público.

 

 

Ninguém nega que os desportos de luta continuam a ser frutos de grande matéria dramática para filmes de eleição, Warrior, descendente directo do The Fighter de David O’Russell, estreado entre nós ano passado, é um exemplo disso. Uma fibra cinematográfica que compõe uma carga dramática avassaladora, porém e por infelicidade da mesma, cede à previsibilidade do simples produto hollywoodesco. Todavia o que de monótono podemos encontrar na nova fita de Gavin O’Hood é compensada por um profissionalismo de rigor que vão desde os actores (Nick Nolte a demonstrar que a nomeação ao Óscar não é em vão) até às coreografias das  estrelares lutas que nos deixam sem respiração e que atingem um  esperado e comovente climax.

 

 

Warrior é em todo os casos, uma fita imperdível sobre desportos de luta, mas acima de tudo um drama intenso, apenas prejudicado pelo seu mais que revisto desfecho. Depois do excelente Pride and Glory (2008), Gavin O’Connor volta a retratar a disputa entre irmãos, desta vez com mais energia e segurança.

 

"Look at me! Look at me! Why are we here, Brendan? Why are we here? Are we here to win this fight? You tell me, 'cause if we're not, I'll throw in the towel right now. We'll get Tess and we will go home. You don't knock him out, you lose the fight. Understand me? You don't knock him out, you don't have a home."


Real.: Gavin O’Connor / Int.: Tom Hardy, Joel Edgerton, Nick Nolte

 

 

Ver Também

The Fighter (2010)

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:43
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Assassinos de segunda!

 

Richard Gere esteve ligado a policiais de grande êxito como The Jackal (Michael Caton-Jones, 1997), ao lado de Bruce Willis e Primal Fear (Gregory Hoblit, 1996) com Edward Norton, contudo nos dias de hoje parece estar reduzido a um dito catálogo de produções inferiores, ou por outras palavras como se pode descrever este The Double, fitas domingueiras. O Espião Fantasma, titulo traduzido, é a história de um agente da CIA que persegue um assassino da antiga União Soviética que dá sinais de vida após anos de desaparecimento. No centro da intriga temos assim um Richard Gere a desempenhar uma dualidade enferrujada, enquanto o seu parceiro, Topher Grace, se complemente sem química alguma com a história envolto.

 

 

Dirigido por Michael Brandt, sua estreia como realizador sendo que desempenhou trabalhos como argumentista em fitas como Wanted e 3:10 to Yuma, revela demasiado sendo os seus twists, o que poderia funcionar nesta historia revista e mais que vista um trunfo, porém conduzindo para que a previsibilidade se transforma em aborrecimento onde as surpresas dissipam onde deveriam surgir.

 

 

O resultado da antecipação é um final mal explicado e rebuscado para com a narrativa. Gere torna-se assim na única personagem de interesse face a um catalogo descartável de mesmas. Sem muito para dizer, The Double conta ainda com as prestações de Martin Sheen e Odette Yustman. Domingo á tarde é o seu destino!

 

Real.: Michael Brandt / Int.: Richard Gere, Topher Grace, Martin Sheen, Odette Yustman

 

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:25
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Real.: Gary McKendry / Int.: Jason Statham, Clive Owen, Robert DeNiro

 

Filme – Baseado em factos verídicos, Killer Elite é um filme carregado de acção e de carisma dos seus protagonistas que elabora um sedutor jogo de gato e rato entre mercenários. Por vezes invocando um certo espirito de anos 80, o filme de McKendry é um sagaz exercício de acção porém encontra-se longe do resultado desejado, sendo que por vezes a narrativa é demasiado oca e pouco empolgante e o veterano actor, Robert DeNiro, parece reduzido a um simples cameo.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Menus Interactivos

Selecção de Cenas

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver Também

Killer Elite (2011)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 21:14
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21.2.12

 

Claustrofobia e sobrevivência!

 

Imaginem-se na seguinte situação: de repente despertam dentro de um caixão de madeira, soterrado, chantageado por um terrorista, o oxigénio é cada vez mais escasso e os únicos pertences são um isqueiro, uma lanterna e um telemóvel com menos de metade da bateria. Uma situação desesperante não é? Pois bem, é este o cenário de Buried.

 

10365987_lgBMA.jpeg

 

A fita de Rodrigo Cortés é um típico “one actor movie” em que nos apresenta um Ryan Reynolds esforçado, porém, e por infelicidade nossa, não muito profundo como deveria. Mesmo assim, é a claustrofóbica realização que toma conta de um filme provocador e com classe na entrega do suspense, daqueles que deixaria Alfred Hitchcock orgulhoso. Em Buried, mais do que um thriller, sente-se um certo toque de criticismo face às burocracias norte-americanas nas suas situações com reféns no Médio Oriente, um suposta dimensão social que Cortés disfarça com uma pretensão fiel à sua limitação espacial. Como tal, esquiva dos piores artifícios do autor, um dos exemplos é o uso abusivo de flashbacks, completamente dispensado aqui, para dar lugar a um exercício impressionante de terror com doses generosas de humanidade, onde é a imaginação e o efeito sugestão fora de plano a comportar-se como protagonistas.

 

 

O final, mesmo que previsível, até certo ponto, torna-se num desespero sem fim até ao último minuto, com Reynolds a demonstrar as suas capacidades de actor (sua melhor prestação), contornando o seu ego e explodindo de emoções no último "on the record", mesmo que, como já havia referido, este torna-se no pior elemento da fita, porque simplesmente não se entrega equilibradamente em toda a narrativa. Mesmo não sendo um grande filme, Rodrigo Cortés traz aqui um excelente motivo de celebração do thriller e do exercício cinematográfico. Nisso, estamos gratos!

 

"I'm buried in a box. I'm buried in a box!"

 

Real.: Rodrigo Cortés / Int.: Ryan Reynolds, José Luis García Pérez, Robert Paterson

 

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 20:54
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13.2.12

Real.: Bill Condon / Int.: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner

 

Filme – O quarto capítulo e penúltimo da saga Twilight que tem sido nos últimos quatros anos uma histeria adolescente indiscutível. Ao longo do tempo, os quatros contos escritos por Stephenie Meyer passaram pela mão de quatro realizadores entre os quais destaca Catherine Hardwicke que trouxe até hoje o melhor da saga, o primeiro filme apenas intitulado de Twilight. O quarto filme segue uma melancolia dramática que dificilmente agradará a quem não sentiu cativado com o processo cinematográfico. Trata-se de uma fita tipicamente adolescente com claras alusões épicas, embora falhadas, com um rigor técnico invejável, mas carente daquilo que mais faz falta às grandes produções – actores e não bonecos.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Inglês

Português

 

EXTRAS

Comentário do realizador Bill Condon

Amor, morte, nascimento - Making of a Saga Twilight Amanhecer Parte 1 - Documentário em 6 partes

O Destino de Jacob

O vídeo do casamento de Bella e Edward

Acesso directo a cenas preferidas dos fãs de Team Edward e Team Jacob

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver Também

The Twilight Saga – Breaking Dawn Part 1 (2011)

DVD / Twilight (Edição de Coleccionador – 2 Discos)

DVD / The Twilight Saga – New Moon (Edição de Coleccionador – 2 Discos)

DVD / The Twilight Saga - Eclipse

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 23:09
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10/10 - Magnífico
9/10 - Imprescindível
8/10 - Bom
7/10 - Interessante
6/10 - Razoável
5/10 - Medíocre
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