25.9.11

Assim chegamos ao número 5!

 

Assim chegamos ao quinto capítulo de uma das mais rentáveis sagas de terror de sempre, The Final Destination, um culto de êxito iniciado em 2000 pela mão de James Wong que já acumulou cerca de 500 milhões em todo o mundo (dados sem contar com o rendimento deste quinto filme). A série Final Destination tem como ideia base um acidente mortal de proporções colossais (neste quinto filme é a queda de uma ponte) e um grupo de jovens que escapam ilesos dos ocorridos, tudo graças a um elemento que previu os acontecimentos mortais. De seguida os sobreviventes começam a sucumbir um a um através de bizarros acidentes, indicando com isto que a morte não está para brincadeiras e que não gosta de ser enganada.

 

 

Depois de apresentado os cenários e os backgrounds de cada personagem unidimensional do filme, The Final Destination 5 segue o inevitável copy / paste que já acompanha a saga e oferece ao fã, tudo aquilo que anseia – mortes originais. Porém a série já deu sinais de cansaço desde o terceiro capitulo, apresentando um terror gore artificial, por vezes irónico (sequencias de morte que não convencem ninguém), com pitadas de humor negro que escasseia qualquer alusão do suspense (ao contrario do filme original de 2000, cujo mistério e a inteligência se fazia sentir mesmo no campo mórbido).

 

 

Há muito pouco para dizer sobre este The Final Destination, tirando o facto que em termos de viabilidade seja um pouco mais fiel á formula do original que as outras três sequelas. Como também o filme de Steve Quale (curiosamente este é o seu primeiro trabalho nas longas-metragens cinematográficas, tendo anteriormente co-realizado o documentário Aliens of the Deep ao lado de James Cameron) guarda algumas surpresas nostálgicas aos fãs da série (um deles é o regresso de Tony Todd). Mais um exemplo de lucro fácil á conta do 3D e da força do franchising.

 

Real.: Steve Quale / Int.: Nicholas D’Agosto, Emma Bell, Arlen Escarpeta, Tony Todd

 

 

Ver Também

Final Destination (2000)

Final Destination 2 (2003)

Final Destination 3 (2006)

The Final Destination 3D (2009)

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 17:19
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24.9.11

 

Clint Eastwood é como aqueles velhos jogadores de futebol que não sabem jogar mal, mas a verdade é que a suas duas recentes obras foram semi-desilusões (Invictus e Hereafter), mas tudo indica que o seu novo filme, J. Edgar, poderá fazer com que volte á ribalta. Trata-se de uma biopic do polémico J. Edgar Hoover, o fundador da FBI. Segundo o trailer poderemos contar com uma excelente e talvez nomeada ao Óscar, desempenho de Leonardo DiCaprio, que se encontra completamente oposto da sua imagem de galã do cinema. No elenco ainda poderemos encontrar Naomi Watts (The Ring, Fair Game), Josh Lucas (Poseidon), Armie Hammer (The Social Network) e Judi Dench (Shakespeare in Love, Casino Royale), J. Edgar que foi escrito pelo galardoado argumentista Dustin Lance Black (Milk) tem data de estreia para 26 de Janeiro de 2012 em Portugal.


 


publicado por Hugo Gomes às 01:32
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Michelles Rodriguez (Fast and Furious, Battle: Los Angeles) irá regressar como Rain Ocampo no quinto filme da série baseada em videojogos, Resident Evil: Retribution. Rodriguez junta assim a Milla Jovovich (a heroína da saga), Sienna Guillory (Eragon, Resident Evil – Apocalypse), Colin Salmon (Alien Vs Predator) e Shawn Roberts (Resident Evil – Afterlife). Resident Evil: Retribution será novamente dirigido por Paul W.S. Anderson e filmado em 3D, a sua data de estreia está prevista para 14 de Setembro de 2012 nos EUA. O quinto filme será em princípio uma prequela dos acontecimentos de Resident Evil.

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publicado por Hugo Gomes às 01:30
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The Expendables 1.5!

 

O género de acção para os lados de Hollywood é cada vez mais dependente do factor Jason Statham, o qual importante assinalar que o britânico actor só neste ano já protagonizou três filmes algures entre o policial e a acção física, The Mechanic, o frouxo remake de Simon West, a fita de Elliot Lester, Blitz e agora este Killer Elite do estreante Gary McKendry, o qual reúne-se a Clive Owen e Robert DeNiro. Auto-promovendo-se através da propaganda de ser uma história baseada em factos reais (porém é mais uma adaptação de um conto de Ranulph Fiennes), Killer Elite – O Confronto, centra-se novamente num Jason Statham dado em “moço de recados”, que para salvar o seu mentor (interpretado por Robert DeNiro), tem que assassinar três ex-militares da SAS responsáveis pela morte dos três filhos de um sultão de petróleo. Enquanto isso é perseguido por um Clive Owen de bigode, que promete defender o seu estandarte.

 

 

Mesmo sendo ambientado nos anos 80, Killer Elite tem um gráfico bastante actual, tal como todo o seu background, mesmo assim não poderemos deixar de notar uma falta de cuidado na recriação da época, o qual verdade seja dita, se não fosse os veículos que os nossos “assassinos” conduziam diriam que estávamos em mais outro policial do nosso tempo. Jason Statham segura bem o seu lugar como protagonista, realmente o actor tem carisma e factor coolness para dar e vender, Clive Owen chega mesmo a ser um must e Dominic Purcell encontra-se versátil na “foto”, mas a infelicidade recai no desperdício, mesmo assim não justifica o fraco papel que Robert DeNiro possui em todo o filme. O actor outrora brilhante em Heat de Michael Mann e Ronin de John Frankenheimer (para nomear duas obras do mesmo género que Killer Elite), parece vender-se por tão pouco, mas ao mesmo tempo em grandes produções como esta.

 

 

Todavia, tirando DeNiro, o grande “calcanhar de Aquiles” de Killer Elite é mesmo a sua narrativa, dando a sensação que tentou-se meter muito em tão pouco espaço, o resultado é um romance á base de flahsbacks sem solidez e uma pressão às sequências de acção. A verdade é que McKendry ainda não possui punho para este tipo de produções, sendo maior que o seu próprio profissionalismo. Mas sempre vale a pena ver o confronto entre Statham e Owen, finalmente juntos no mesmo ecrã.

 

Real.: Gary McKendry / Int.: Jason Statham, Robert DeNiro, Clive Owen, Dominic Purcell

 

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 01:23
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23.9.11
23.9.11

Real.: Justin Lin / Int.: Vin Diesel, Paul Walker, Dwayne Johnson

 

Filme – Dom Toretto (Vin Diesel) consegue escapar da prisão graças aos seus amigos. E para escapar das autoridades se escondem no Rio de Janeiro, mas mesmo assim são perseguidos por um implacável agente federal, Hobbs (Dwayne Johnson), e por um barão da droga, Hernan Reyes (Joaquim de Almeida). O quinto capitulo da rentável saga de Fast and Furious é o de todos o que atinge maiores picos de espectacularidade nas suas sequencias de acção. A fita pode muito ter separado da sua matriz de raiz, mas como objecto de puro entretenimento é um dos melhores, mesmo sendo desmiolado, mas o que se pode pedir mais do que puro sonho hollywoodesco.

 

AUDIO

Inglês

Italiano

Castelhano

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Castelhano

Italiano

Esloveno

Croata

Romeno

 

EXTRAS

Cenas Cortadas
Cenas Divertidas
Um Novo Conjunto de Carros
Comentário do Filme com o Realizador Justin Lin

 

Distribuidora - Universal Pictures Portugal, Lda.

 

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 14:42
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Daybreakers (2009)

 

 

Humanos – Raça em Extinção!

 

Depois de se aventurem em território romereano com Undead (2003), os irmãos australianos Spierig (Michael e Peter) se mudam para Hollywood e se vendem á febre dos vampiros com Daybreakers. Por momentos somos obrigados a gostar desta variante futurista das criaturas sanguinárias, em que a visão dos Spierig nos revela um futuro alternativo em que os vampiros são a maioria e os humanos a raça em extinção. O par de realizadores / argumentistas exploram a escassez dos recursos naturais com esta metáfora fantasiosa, mas logo a narrativa se cede para um exercício de estilo gore em que as inverosimilhanças, que são muitas, se fazem sentir. Não é desta que a febre vampírica se justifica, e cada vez mais ficamos com ideia de que se trata de uma moda adolescente passageira em prol dos contos de Stephenie Meyer. Porém ao contrário da “romantic soup” da série Twilight, Daybreakers faz jus ao sangue derramado que tanto envolveram o mito dos vampiros, e vale sobretudo pelo elenco (Ethan Hawke, Willem Dafoe, Sam Neill), mesmo sob forma automática.

 

Real.: Michael e Peter Spierig / Int.: Ethan Hawke, Sam Neill, Willem Dafoe

5/10

 

Arthur et la Vengeance de Maltazard (2009)

 

 

Minimeus Contra-Atacam!

 

Em 2006, Luc Besson adapta ao grande ecrã dois livro de fantasia Infanto-juvenil da sua autoria, Arthur et les Minimoys (2001) e a sequela de 2003, Arthur et la Cité Interdite, combinando imagem real com animação motion capture, o qual resultou numa das mais caras produções de sempre da Historia do cinema francês. Sendo a série literária composta por quatro livros, Besson segue na em direcção á recta final das suas próprias adaptações cinematográficas, desta vez convertendo o seu terceiro livro – Arthur et la vengeance de Maltazard. Em primeiro lugar, o segundo filme da saga possui todos os sintomas de “ponte” para o último capítulo (Arthur et la Guerre des Deux Mondes), em que a fita termina em modo “cliffhanger” e no preciso momento que atinge todo o seu clímax. Todavia em comparação com a fita de 2006, a história é reduzida e amontoada de “palha descartável” como por exemplo todo aquele background envolto da personalidade de Snoop Dog (que empresta a voz a uma das personagens na versão inglesa). Arthur et la Vengeance de Maltazard é fiel ao seu antecessor, sendo que a imaginação de Besson soe um pouco limitada e dependente de muitos outros contos de fadas, sem isso que consiga construir algo sólido e palpável. A animação mesmo sendo superior á prequela, continua a ser demasiado artificial e defeituosa. Mesmo assim vale pelo elenco e pelo vilão Maltazard que conta com a voz do musico Lou Reed.

 

Real.: Luc Besson / Int.: Freddie Highmore, Robert Stanton, Mia Farrow, Selena Gomez, Lou Reed, Snoop Dog

5/10

 

Soul Kitchen (2009)

 

 

Comida com alma!

 

Do consagrado realizador alemão de origem turca, Fatih Akin, que interrompeu a sua trilogia dramática Love, Death and the Devil (actualmente composto pelos filmes Head-On e The Edge of Heaven), Soul Kitchen é a sua passagem por um território de tom mais ligeiro. A história segue um alemão de raízes gregas, Zinos Kazantsakis (Adam Bousdoukos), que se rodeou por uma série de eventos infortúnios; o restaurante o qual é dono (de nome Soul Kitchen) está a perder clientela a um ritmo alarmante, sendo a sua venda inevitável, o seu irmão irresponsável acaba de sair da prisão e está prestes a tomar conta dos negócios da família, a namorada seguiu carreira em Xangai e Zinos acaba de sofrer com uma hérnia nas costas. Akin explora o restaurante do título do filme como o espaço para o desenvolvimento dos seus personagens, principalmente da relação sempre mutável entre os dois irmãos, tudo filmado com um certo toque cómico um quanto burlesco, mas sempre atento ao ponto vista dramático e da visão panorâmica do autor em conformidade às proveniências dos seus personagens. Com o jeito pop não se funde á inconsequência, porque Soul Kitchen consegue ser maduro como igualmente sedutor e divertido. O argumento é da autoria do próprio actor Adam Bousdoukos, que inspirou-se na sua vida.

 

Real.: Fatih Akin / Int.: Adam Bousdoukos, Moritz Bleibtreu, Birol Ünel

7/10

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publicado por Hugo Gomes às 02:13
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22.9.11


publicado por Hugo Gomes às 15:18
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publicado por Hugo Gomes às 15:17
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19.9.11

 

Temos Jason Statham (Crank, The Expendables), temos Clive Owen de bigode (Shoot Em’Up, King Arthur) e o veterano Robert DeNiro (Taxi Driver, Raging Bull), os três são assassinos que envolvem-se numa Guerra sem precedentes. Killer Ellite de Gary McKendry (sua estreia nas longas-metragens) tem tudo para ser um dos melhores filmes de acção do ano, um elenco electrizante, sequências de igual adjectivo como se pode ver no trailer e a musiquinha da banda de rock Scorpion - “Hurricane”, que nos dá um ar de old school e a propaganda de se vender como “baseado numa história real”. Killer Ellite – O Confronto tem data de estreia para 22 de Setembro no nosso país.


publicado por Hugo Gomes às 00:25
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18.9.11

O Bom, O Mau e o ET!

 

Um pouco como aconteceu com Snakes on A Plane de David R. Ellis, por vezes basta o título para nos apercebermos daquilo que estamos perante, Cowboys & Aliens de Jon Favreau (Iron Man) é apenas isso, uma fita que apenas sobrevive com a ideia (não muito original porque foi baseado numa homónima graphic novel). O título por si já combina dois géneros distintos, e que em certa altura na história da indústria cinematográfica se tornaram rivais directos (sendo que o confronto levou a uma quase extinção do género do faroeste), o western (Cowboys) e a ficção científica (Aliens). Tratando-se de uma salada de géneros que tenta de certa forma equilibrar a série B para o território blockbuster, a fita nos revela uma premissa simples, idêntica a tantas invasões alienígenas do cinema (o ano 2011 está minado desse tema), todavia a diferença entre esta obra e o por exemplo Battle: Los Angeles de Jonathan Liebesman que estreou entre nós a finais de Abril, é que mundo onde decorre a produção de Favreau é o mesmo em que Johns Waynes e que Clints Eastwoods eram reis.

 

 

Aqui encontramos cowboys com as suas colts e “apaches” com os seus arcos e flechas, em cooperação, combatendo criaturas “from outter space”, sendo uma imagem bastante invulgar nos nossos dias numa grande produção como esta em que reúne dois astros do cinema de acção que simbolizam diferentes gerações: Daniel Craig (o James Bond) e Harrison Ford (o eterno Indiana Jones). A química entre ambos é nula, dando a sensação que cada um puxa o seu estrelato em prol do protagonismo da fita, mas individualmente conseguem afrouxar os seus dotes de anti-heróis.

 

 

Jon Favreau teve aqui a oportunidade de sair literalmente do mundo da Marvel com o seu duo de Iron Man, mas não fugiu do conceito blockbuster, e mesmo sob solo mais livre em termos criativos, o realizador apenas conseguiu construir uma fita de estereótipos e endereços. A narrativa não pára nem por um segundo para dramatizar os seus personagens e corre a “sete pés” em busca da acção que vai desde o clássico tiroteio até ao conjunto de efeitos visuais que criam a pirotecnia básica de um grande produção hollywoodesca.

 

 

Cowboys & Aliens resume a um híbrido sem chama onde a acção decorre em modo automático e os personagens unidimensionais desperdiçam talentos como Sam Rockwell, Michael Pena e Olivia Wilde. A fita só ganha algum interesse com o desleal “conflito” entre Daniel Craig e Paul Dano (cada vez mais visto como um talento subestimado).

 

"Whether you end up in Heaven or Hell isn't God's plan, it's your own. You just have to remember what it is."

 

Real.: Jon Favreau / Int.: Daniel Craig, Harrison Ford, Paul Dano, Olivia Wilde, Michael Pena, Sam Rockwell

 

 

Ver Também

Iron Man (2008)

Iron Man 2 (2010)

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:38
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Real.: James L. Brooks / Int.: Reese Witherspoon, Paul Rudd, Jack Nicholson

 

Filme – O lendário argumentista James L. Brooks (Simpsons, Broadcast News) regressa como realizador nesta comédia romântica intitulada de How Do You Know?. A história se centra em dois seres completamente diferentes; a confiante Lisa (Reese Witherspoon) e George (Paul Rudd), um homem de negócios com sérios problemas de auto-estima, que se conhecem e que desenvolvem um invulgar romance onde só as decisões mais difíceis conseguiram com que a relação resulte. Uma fita com diálogos profissionalmente bem escritos, inteligentes e cheios de energia, gags originais e interpretações fortes, mas que infelizmente tudo escorrega para a simples formula da comédia romântica. Um dos se não o mais fraco filme de James L. Brooks.

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
Checo Dolby Digital 5.1
Húngaro Dolby Digital 5.1
Polaco Dolby Digital 5.1
Turco Dolby Digital 5.1
Polaco (Voice-Over) D. Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português
Inglês
Árabe
Búlgaro
Croata
Checo
Estónio
Grego
Hebreu
Hindi
Húngaro
Islandês
Lituano
Polaco
Romeno
Sérvio
Eslovaco
Esloveno
Turco

 

OPÇÕES ESPECIAIS
Comentários com os realizadores
Cenas Adicionais com comentários de James L.Brooks e Owen WIlson
Cenas Eliminadas

 

Distribuidora – PRIS Audiovisuais, LDA

 

 

Ver também

How Do You Know? (2011)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 18:01
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Denzel Washington poderá protagonizar The Secret in Their Eyes, o inevitável remake da obra vencedora do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2010 da autoria de Juan José Campanella (El Secreto de sus Ojos). A obra norte-americana em princípio terá data de estreia para o próximo ano e Washington poderá vir a desempenhar o anterior papel de Ricardo Darín.

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publicado por Hugo Gomes às 15:48
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Real.: Roger Mitchel / Int.: Rachel McAdams, Harrison Ford, Diane Keaton

 

 

Filme – Do mesmo argumentista de The Devil Wears Prada, eis que surge Morning Glory, uma comédia cuja acção ocorre maioritariamente dentro de um estúdio de um programa matinal televisivo. A nossa protagonista é a hiperactiva e sempre cheia de energia Becky (Rachel McAdams), a nova produtora do programa Daybreak tem uma difícil missão, devolver as audiências a um show moribundo, para isso ela terá que engendrar novos atractivos e sobrevive á convivência com o pivô Mike Pomeroy (Harrison Ford), que não muito aconselhável a pessoas sensíveis. Apesar de não ter a mesma acidez critica que por exemplo Network (Sidney Lumet, 1976) ou de Broadcast News (James L. Brooks, 1987), Morning Glory acaba por ser uma fita muito divertida e com interpretações de mimo.

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
Checo Dolby Digital 5.1
Húngaro Dolby Digital 5.1
Polaco Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português
Inglês
Turco
Checo
Croata
Grego
Hebraico
Árabe
Polaco
Sérvio
Búlgaro
Húngaro
Romeno
Esloveno
Islandês
Eslovaco
Estónio
Letão
Lituano
Indiano

 

EXTRAS
Comentários pelo Realizador Roger Michell e Argumentista Aline Brosh McKenna
Cenas Cortadas

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver também

Morning Glory (2011)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 03:32
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O lastimável regresso de Routh aos quadradinhos!

 

O actor Brandon Routh será sempre visto como um mártir do fracasso de Superman Returns, a sequela / homenagem de 2006 realizado por Bryan Singer que conseguiu render nas bilheteiras de todo o Mundo, pouco mais de 300 milhões de dólares, sobre um orçamento de 270 milhões, o que em termos matemáticos poucos frutos colheu. Em relação a Routh, há que sinta que este passou ao lado de uma sólida carreira, e que vagueia em busca do estrelato em vão, um desses casos é o seu regresso á banda desenhada e ao protagonismo com este Dylan Dog, uma adaptação de um comic italiano popular da autoria de Tiziano Sclavi, que se centra num detective privado com especialidade para casos sobrenaturais.

 

 

Com uma premissa um pouco comparada á série True Blood ou aos filmes Constantine de Francis Lawrence e Underworld de Len Wiseman, Dylan Dog: Dead By Night é um caso anedótico de má conversação de matéria literária ao grande ecrã. Enquanto os comics apresentavam através dos adereços sobrenaturais, criticismo de inúmeros problemas sociais da época mas que muito sofre o nosso tempo, o filme dirigido por Kevin Duran é uma frouxa obra sem nada para dizer, ficando com a sensação que foi produzido em influência dos tempos em que vivemos, onde vampiros e lobisomens resultam em grandes êxitos na indústria cinematográfica.

 

 

A narrativa ainda detém alguma referência aos filmes noir, em que o protagonista narra a película com toda a ironia e honestidade sarcástica, mas de noir, intrinsecamente, nada tem. Além disso o argumento é patético, a sucessão de cenas irá involuntariamente fazer rir os espectadores e as personagens são a pior espécie em termos de desenvolvimento, sem com isto falar das interpretações (quase nem vale o esforço do sidekick Sam Huntington). Dylan Dog: Dead By Night é tedioso e bastante amador, sem ponta de criatividade, arriscando-se a tornar numa das piores obras do ano. Quanto a Brandon Routh, prevê-se maldição, em que tudo o que toca se converte em fracassos.

 

“No Pulse, No Problem”

 

Real.: Kevin Duran / Int.: Brandon Routh, Sam Huntington, Peter Stormare, Taye Diggs, Anita Briem

 

 

 

3/10
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publicado por Hugo Gomes às 03:01
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17.9.11

 

Para quem julgava que Taylor Lautner iria estar reduzido á figura de Jacob Black na saga Twilight, eis que surge a grande aposta de converter o jovem actor numa promessa do cinema de acção. John Singleton (Boys n the Hood, 2 Fast 2 Furious) o dirige neste thriller de acção intitulado de Abduction, em que o actor desempenha um jovem rapaz que tenta decifrar a verdade após encontrar uma foto sua em bebé numa página de pessoas desaparecidas. Com Lily Collins (Priest, The Blind Side), Maria Bello (History of Violence), Ken Arnold (The Doll House) e Alfred Molina (Spider Man 2), Abduction tem estreia marcada para 3 de Novembro no nosso país.

 

 


publicado por Hugo Gomes às 15:06
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publicado por Hugo Gomes às 14:46
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11.9.11

O regresso do feiticeiro!

 

Uma década de aventuras mágicas protagonizadas pelo jovem feiticeiro, Harry Potter, fizeram estremecer bilheteiras em todo o Mundo quase como rotina anual. Mas longe do factor financeiro, a saga que foi iniciada em 2001 com Chris Columbus na cadeira de direcção, foi sim, além de tudo, uma reunião familiar numa sala de cinema, um pretexto para as pessoas visitarem as grandes projecções. Potter, tendo em conta a influência que tem nos dias de hoje na nossa cultura, dispensa apresentações, é que as adaptações da série de livros da autoria de J.K. Rowlings não só resultaram numa das sagas mais lucrativas de sempre como também um franchising que será relembrado daqui a muitos e muitos anos.

 

 

Voltando a relembrar que passaram dez anos, o encontro que todos esperaram e que fora sempre adiado vai finalmente dar-se nesta segunda parte de Deathly Hallows, o oitavo filme, a segunda parte do sétimo livro, por isso senhores e senhoras, agarrem-se às cadeiras porque o confronto mais esperado de uma década vai começar. De um lado Harry Potter (Daniel Radcliffe), o rapaz que sobreviveu, do outro Lord Voldemort (Ralph Fiennes), o tenebroso e obcecado feiticeiro sem nariz.

 

 

A decisão da Warner Brothers de dividir o sétimo livro em dois filmes, foi de um oportunismo comercial que resultou num golpe de génio, é que o método de extrair ao jovem feiticeiro os últimos cartuchos enquanto obra cinematográfica fez com que solidificasse o mundo fantástico deste. Enquanto a primeira parte estreada em 2010 apresentou um ritmo bastante lento / parado mas que serviu para controlar do clímax que se avizinhava, a segunda parte, novamente realizada por David Yates (que foi o director da saga desde o 5º filme), transporta o climax do grande confronto para o grande ecrã e retrata pormenor a pormenor a grande batalha de feiticeiros com as emoções sempre á mão. O oitavo e último filme, é talvez a retrospectiva da força que a saga consistiu em uma década, convertendo-se em algo equiparado a um Star Wars do género fantástico.

 

 

Os jovens actores cujos espectadores assistiram ao seu crescimento e á sua experiencia cada vez mais notória, dão o melhor de si neste encerramento. O futuro porém será incerto para Daniel Radcliffe, Rupert Grint ou mesmo Emma Watson (definitivamente a mais talentosa do trio), mas de certo que serão imortalizados com a saga que os acolheu e praticamente os criou. Já que falamos nos jovens, não podemos deixar de falar de Matthew Lewis, que desempenha Neville Longbottom, que havia sempre sido classificado como um personagem cobarde na saga, evolui neste capitulo como um elemento inspirados (J.K. Rowlings está de parabéns por ter desenvolvido um personagem destes para esta dimensão) Maggie Smith, Michael Gambon, David Thewlis, Jason Isaacs, Helena Bonham Carter, John Hurt integram o elenco profissional e veterano que sempre conduziu os jovens actores para a ribalta, mas os desempenhos destaque são obviamente Alan Rickman (o seu Severus Snape guarda-nos algumas surpresas) e o irreconhecível Ralph Fiennes, que consegue neste ultimo acto transformar Lord Voldemort num vilão de peso no mundo do cinema.

 

 

As sequências de acção são fantásticas e os efeitos especiais são estrondosos, todavia David Yates é um realizador sem grande talento nem personalidade, mesmo que se encontra numa fase mais madura, acarretando para uma realização de serviço e sem inspiração, mas sempre com fulgor épico. Outro senão desta crescente dissecação das páginas da autoria de J.K. Rowlings, é que a sua profundeza prejudica muito os capítulos anteriores que por sinal quase transpiram a sensação de “adaptação á pressa”, com isso faz com que o longo duelo caia em certas confusões por parte dos espectadores que nunca leram os livros, mas que sempre seguiram a história transposta nos filmes. Não que com isso faça deste Deathly Hallows Parte 2 na mais bem sucedida adaptação da série de livros, mas consegue ser o mais rico e intrinsecamente mais fiel às paginas escritas por J.K. Rowlings e a verdade é que é narrativamente emocionante e cheio de surpresas. Vai deixar saudades, esta saga cinematográfica que nos acompanhou durante dez anos. Épico!

 

 

Real.: David Yates / Int.: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Ruper Grint, Maggie Smith, Michael Gambon, David Thewlis, Jason Isaacs, Helena Bonham Carter, John Hurt, Matthew Lewis, Alan Rickman, Ralph Fiennes

 

Ver Também

Harry Potter and the Prisioner of the Azkaban (2004)

Harry Potter and the Goblet of Fire (2005)

Harry Potter and the Order of the Phoenix (2007)

Harry Potter and the Half Blood Prince (2009)

Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1 (2010)

 

9/10
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publicado por Hugo Gomes às 00:53
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publicado por Hugo Gomes às 00:34
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11.9.11

Real.: Mikael Hafstrom / Int.: Anthony Hopkins, Colin O’Donoghue, Alice Braga

 

Filme - Baseado em eventos reais, The Rite é um thriller sobrenatural de vertente religiosa que retrata o conceito de uma escola de formação para exorcistas e de um seminarista em busca da sua fé. Apresenta um ambiente sombrio e uma excelente interpretação de Hopkins, mas é um filme academista e muito limitado, sendo que a moral religiosa toma conta de 80% da fita.

 

AUDIO

Inglês

Húngaro

Checo

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Árabe

Romeno

Húngaro

Checo

Hebraico

 

EXTRAS

Cenas Adicionais

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver também

The Rite (2011)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 00:31
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10.9.11

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publicado por Hugo Gomes às 15:55
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