23.8.11

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publicado por Hugo Gomes às 21:29
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Real.: Jonathan Liebesman / Int.: Aaron Eckhart, Bridget Moynahan, Michelle Rodriguez

 

Filme – A Terra está a ser invadida por extraterrestres, os humanos entrem automaticamente numa guerra sem precedentes. O filme de Jonathan Liebesman foca na batalha de Los Angeles entre as criaturas alienígenas e os marines norte-americanos. Um blockbuster impressionante a nível visual, mas que falha colateralmente pela falta de carnalidade da história. Actores não existem, nem muito menos personagens, só bonecos prontos a ser abatidos, o argumento não é nada mais do que um conjunto de guerras de uma consola de videojogos, tudo junto dá uma experiencia fria e descartável.

 

AUDIO

Inglês

Checo

Húngaro

Polaco

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Checo

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Búlgaro

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Islandês

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Esloveno

Eslovaco

Turco

 

EXTRAS

Nos Bastidores
Aliens em L.A.
Preparação da “Invasão Mundial”
Criando L.A. em L.A.

 

Distribuidora – Sony Pictures

 

 

Ver Também

Battle: Los Angeles (2011)

 

FILME –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:20
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Muito têm Nicolas Cage e Nicole Kidman em comum, ambos foram estrelas influentes de outrora, ambos venceram um Óscar e hoje vivem em períodos muitos negros das suas carreiras, porém se reúnem para o novo filme de Joel Schumacher (que nos ofereceu produtos bem estimáveis como The Phone Booth ou Tigerland, e excretáveis como Batman & Robin). Cage e Kidman desempenham um casal que é sequestrado em sua própria casa por um grupo de criminosos. A fita chama-se Trespass e tem como data de estreia para Outubro nos EUA, para além da dupla estrelar ainda conta com Cam Gigandet (Twilight), Liana Liberato (Trust) e Nico Tortorella (Scream 4) no elenco.


publicado por Hugo Gomes às 21:08
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Real.: Kevin Greutert / Int.: Tobin Bell, Costas Mandylor, Betsy Russell

 

Filme – A sexta sequela da milionária saga de terror, originalmente criada em 2004 por James Wan, é talvez das continuações mais refrescantes e entusiásticas de Saw, com uma clara inclinação para critica do sistema de saúde norte-americano, reinado pelas burocracias dos seguros de saúde. Mesmo assim, o cansaço da saga e a falta de criatividade em construir uma narrativa contínua, fazem dele um pouco como os outros – mais do mesmo!

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português

 

EXTRAS
Filme
Selecção de Capítulos
Teaser
Trailer
Promo: Enfermeira
Tobin Bell
Entrevistas
Em Filmagens
TV Spot

 

Distribuidora – PRIS – Audiovisuais, LDA

 

 

Ver Também

Saw VI (2009)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 20:59
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20.8.11


publicado por Hugo Gomes às 16:36
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Real.: Christian E. Christiansen / Int.: Leighton Meester, Minka Kelly, Cam Gigandet

 

Filme – Será que conheces bem a tua colega de quarto? Pelos vistos Sara (Minka Kelly) não a conhecia devidamente. Ela chega á universidade e instala-se na perfeição naquele ambiente, tendo mesmo iniciado uma relação amorosa com Stephan (Cam Gigandet), quanta á sua colega de quarto, ela tem tudo para ser perfeita, é bela, inteligente, amorosa e compreensível, porém não podemos deixar de mencionar que é também psicótica e obsessiva em relação a Sara. Um thriller adolescente que bebe da mesma água que Heavenly Creatures de Peter Jackson, porém mais direccionada á chamada geração MTV e com rasgos laivos de terror. Comestível mas esquecível.

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
Checo Dolby Digital 5.1
Húngaro Dolby Digital 5.1
Polaco Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português
Inglês
Árabe
Búlgaro
Croata
Checo
Estónio
Grego
Hebreu
Hindi
Húngaro
Islandês
Polaco
Romeno
Sérvio
Eslovaco
Esloveno
Turco
Ucraniano

 

EXTRAS
Cenas Eliminadas e Alternativas
Comentário do Realizador

 

Distribuidora – Pris – Audiovisuais, LDA

 

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 14:44
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O cinema encontra-se de luto pela morte de um mestre inigualável da sétima arte, Raúl Ruiz, o celebre cineasta chileno que nos deixa com um legado de mais de cem filmes, incluindo o admirável e elogiado Mistérios de Lisboa, a adaptação homónima da novela de Camilo Castelo Branco. Faleceu no dia 19 de Agosto, vítima de uma doença prolongada.

 

Raúl Ruiz (1941 – 2011)

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publicado por Hugo Gomes às 14:37
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publicado por Hugo Gomes às 14:23
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publicado por Hugo Gomes às 14:17
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17.8.11

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publicado por Hugo Gomes às 17:34
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5.8.11

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publicado por Hugo Gomes às 18:57
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publicado por Hugo Gomes às 18:55
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1.8.11
1.8.11

 

O mês de Agosto será um mês particularmente atarefado para mim, por isso quero alertar ao leitor que o Cinematograficamente Falando … vai estar a passo de caracol, sempre que for possível posto qualquer coisa no estamine.

Muito Obrigado!

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publicado por Hugo Gomes às 02:39
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1.8.11

A supremacia de Hanna!

 

Quando Saorise Ronan com apenas 14 anos foi nomeada ao Óscar de Melhor Actriz Secundaria por Atonement de Joe Wright em 2007, muitos julgavam ser um equívoco e considerando que a jovem actriz iria perder-se no sindroma da flor da idade ou simplesmente pela escolha de maus papeis no futuro. Mas afinal a nossa Ronan tem demonstrado simplesmente o oposto, a sua carreira encontra-se cada vez mais sólida, mais sugestiva e mais destacada (esperemos que Hailee Steinfeld siga o mesmo caminho), verificando-se como uma das mais promissoras actrizes do momento e é com o seu regresso ao trabalho com Joe Wright que conhece o seu novo desafio.

 

 

Chama-se Hanna, uma adolescente criada pelo seu pai de uma forma insólita e afastada da civilização, com  intuito de evolui-la como uma derradeira “máquina de matar”. Os motivos pelo qual se encontram isolados do resto do Mundo são desconhecidas para a jovem rapariga, mas quando chega o dia em que são descobertos e perseguidos pela CIA, rapidamente Hanna assume uma posição dominante e assassina, evitando assim de ser o alvo fácil.

 

 

Trata-se de um invulgar thriller de acção que bebe da mesma água que a trilogia Jason Bourne, quer pelas semelhanças do argumento, quer pela realização que Joe Wright executa nos momentos de acção, muitas vezes dominados por slow motions e câmaras tremidas. Escrito e imaginado por Seth Lochhead, é evidente que Hanna não funcionaria se Saoirse Ronan não construísse uma personagem carismática, de teor frágil e inocente, mas revelando uma destreza física e intelectual comparada aos diversos agentes mais secretos do cinema. Parece que depois de Hit-Girl de Kick Ass, as adolescentes guerreiras estão a entrar numa certa moda. Mas resumir Hanna a Saoirse Ronan é cínico, porque a fita acaba por vingar de uma forma arrepiante, principalmente quando deparamos com uma vilã de igual adjectivo interpretado por Cate Blanchett, que recria o nemesis da nossa protagonista e confere a brisa quase épica de fazer inveja a muitos outros filmes de acção constituídos por grandes orçamentos que inundam as nossas salas.

 

 

À mercê de Joe Wright temos um amontoado de referências do género, mas o realizador e argumentista estavam mais interessados em oferecer Hanna um clima de fábula (daí as alusões aos contos dos irmãos Grimm) que relaciona concubinato com a ingenuidade da “flor-da-idade” da nossa heroína e da sua distorcida visão em relação ao mundo em plena descoberta em cada frame. Mas sem isto retirar-lhe a agressividade que torna este produto ousado. A não perder!!

 

"I just missed your heart."

 

Real.: Joe Wright / Int.: Saoirse Ronan, Eric Bana, Cate Blanchett, Olivia Williams

 

 

Ver também

The Bourne Identity (2002)

The Bourne Supremacy (2004)

The Bourne Ultimatum (2007)

Atonement (2007)

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 02:15
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Poltergeist para a nova geração!

 

Parece que cada geração tem o seu Poltergeist (Tobe Hooper, 1982), sendo que Insidious seja o promissor aspirante do tão badalado filme produzido por Steven Spielberg nos dias de hoje. Vindo do realizador James Wan (novamente em cumplicidade com o argumento de Leigh Whannell, cujo feito mais marcante ainda fora Saw em 2004 e o twist final memorável e imprevisível que de certa forma impressionou), e produzido por Oren Peli (Paranormal Activity), eis uma obra de terror promissora que vem "beber da mesma água" dos clássicos contos de assombração. Em Insidious assistimos aos bizarros dias de uma família que tem que lidar com um filho em estado coma, enquanto são perturbados por presenças fantasmagóricas e em certa parte, demoníacas.

15695694_9hCyb.jpeg

 

Tudo isto parte de uma premissa previsível e a verdade é que o novo filme de James Wan faz o possível para não fugir dessa zona de segurança no género estabelecido. Porém, a sua hábil execução nos sustos (que não caiem no facilitismo das muitas produções de estúdio) faz dele um caso distinto e mais sério. Somos surpreendidos por uma colecção de assombrações de “old fashion” e em estado puro, sem a manipulação dos elementos sonoros (refiro a banda sonora) e visuais.

15695707_jNBa9.jpeg

 

Infelizmente, Insidious não consegue ser equilibrado sendo que o "comboio" descarrila no preciso momento em que a fita sai dos ditos contornos de segurança do género, arriscando a elevar a fasquia quando aborda assuntos que parecem pouco retratados no cinema de terror e cada vez mais plausíveis nas teorias de conspiração sobrenatural. A narrativa torna-se assim outra, o ambiente muda drasticamente, compondo contornos surreais, por vezes quase dignos de um David Lynch em estado negro ou de um Guillermo Del Toro mais agressivo, todavia, a tensão aumenta criando nas proximidades da etapa final uma verdadeira corrida contra o tempo, com emoções que sobram. Temos ainda direito a um twist final, bem vulgar diga-se por passagem.

15695698_u7b66.jpeg

 

Não é a alternativa do Poltergeist (1982) que esperávamos e não possui o seu carisma nem o toque quase ternurento incutido por um SpielbergInsidious é um projecto ambicioso, regido por uma fórmula de sucesso o qual apresenta alguns dos melhores sustos dos últimos anos, mas no seu todo é uma fita desequilibrada, por vezes dada ao ridículo involuntário que acidentalmente emane. Para finalizar devo salientar que o elenco encontra-se devera credível, mas sem frutos de irreverência em fugir aos estereótipos, como por exemplo uma melancólica Rose Byrne (apesar de tudo é uma das melhores prestações do filme) e de um suportável Patrick Wilson.

 

"It's not the house that is haunted. It's your son."

 

Int.: James Wan / Int.: Patrick Wilson, Rose Byrne, Lin Shaye, Ty Simpkins, Barbara Hershey

 

15695688_TKGgL.jpeg

 

 

Ver Também

Saw (2004)

Paranormal Activity (2007)

Paranormal Activity 2 (2010)

Poltergeist (1982)

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 01:59
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Real.: Simon West / Int.: Jason Statham, Ben Foster, Donald Sutherland

 

Filme – Remake da obra homónima de 1972 de Michael Winner protagonizado pelo mítico Charles Bronson. Realizado por Simon West, The Mechanic é um filme de acção que preenche as expectativas dos fãs do actor e do género, mas perde escandalosamente comparado com a matéria-prima. Destaque para o desempenho de Ben Foster.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Em Filmagens

Trailer

Entrevistas

Apresentação do Filme

 

Distribuidora – PRIS Audiovisuais

 

 

Ver Também

The Mechanic (2011)

 

FILME –

DVD –

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:56
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A confirmação de um autor de ficção científica!

 

A verdade é que não existe muitos autores de ficção científica, podemos contar com génios do suspense, terror, acção e até mesmo da comédia, mas são raros aqueles que abdicam as suas carreiras em prol deste género muitas vezes interligado às grandes indústrias. Quando falamos de ficção científica, vêm nos á mente ingredientes pomposos como asteróides, invasões alienígenas, guerreiros intergalácticos munidos com sabres de luz ou até mesmo monstros assassinos, esquecendo do mais importante e substancial em “science fiction”, o exercitar da mente e a construção de realidades credíveis (não confundir com possíveis) que nos despertam á reflexão de ideias. A verdade que é difícil encontrar tais autores, sendo os quais a pseudo-caracterização das mesmas, como por exemplo chamar de James Cameron, muitas vezes simbiótico com a grande indústria cinematográfica hollywoodesca, de autor de ficção científica é quase como chamar de Michael Bay um realizador dramático. Não que os temas de um futuro nas mãos das maquinas, a exploração das profundezas do oceano ou viver novas vidas em novos corpos não sejam elementos da ficção cientifica, não é isso que quero dizer, Cameron continua no activo como o mais mainstream dos homens da ficção cientifica, mas esquece das reais raízes do género, o polvilhar de percepções e a exercitação da mente por parte do espectador.

 

 

Porém Duncan Jones, filho de David Bowie, conseguiu em 2009 redefinir a ficção científica, escapando dos normais requisitos comerciais e trata-lo algo mais que um filme serie B, mas sim uma fita de autor. Falo de Moon com o versátil actor Sam Rockwell, o qual muitos incentivaram a Academia a nomeá-lo para o Óscar de Melhor Actor, porém sem sucesso. Com o título português de O Outro Lado da Lua, foi uma fita de baixo orçamento que consolidou temáticas interessantes e essenciais para o desenvolvimento da obra como pertencente ao género de ficção científica. Duncan Jones foi assim considerado uma revelação, porém havia a insegurança de lhe acontecer como algo idêntico a Richard Kelly e Terry Gilliam, que hoje estão para o cinema aquilo que D. Sebastião representou para Portugal, puras promessas. Porém com este novo filme, cujo orçamento foi mais “gordo”, se confirma mesmo Duncan Jones como o iminente autor de ficção científica.

 

 

Falando em Terry Gilliam, uma das obras que lhe auferiu o estatuto de promessa foi o filme de ficção científica Twelve Monkeys (1995), com Bruce Willis e Brad Pitt, uma história futurista que cruza viagens no tempo e terrorismo, com a premissa de que se pode alterar o presente em modificar passado. Neste Source Code não temos esses vaivéns no espaço temporal mas temos alguma ciência quântica á mistura que nos fundem com a realidade tecnológica possível com a própria fantasia dos seus meios. È então que seguimos o Capitão Colter Stevens (Jake Gylenhaal) numa missão no mínimo estranha, ele só dispõe de oito minutos para impedir um iminente acto terrorista num comboio de passageiros, ao fim do tempo terminar, o nosso condecorado militar poderá voltar a dispor do mesmo tempo cuja viagem ao passado encontra-se em modo reset, recomeçado o processo todo de novo. Uma premissa no mínimo estranha, bizarra, mas inteligente o bastante para criar em Source Code uma experiencia dinâmica para o espectador farto de assistir filmes com o cérebro em modo off.

 

 

Porém não pensem que a palavra inteligente não pode significar acção e muita adrenalina, nesse aspecto Source Code tem um pouco de Inception de Christopher Nolan, o qual ambos são similares no aspecto de pegarem assim num conceito já utilizados, no caso do filme sucesso de 2010, as viagens pelos sonhos já foi vista com visual mais luxurioso em The Cell de Tarsen Singh em 2000, mas reformula-los de uma forma mais musculosa e espectacularmente hábil para o publico mais mainstream. A narrativa envolve o espectador numa intriga que nunca cede a reflexão com o entretenimento visual. E é nesse aspecto que este Source Code poderá para muitos ser mais memorável que Moon, cuja obra se baseia mais na ideia e no ambiente por vezes limitado devido ao baixo orçamento.

 

 

São duas horas de puro frenesim de ficção cientifica, todavia Source Code, ou Codigo Base como foi traduzido correctamente no nosso país, não é uma obra de ideias e estilos, o elenco é uma das mais bem valias, Jake Gylenhaal aguenta a pedalada como protagonista, Michelle Monaghan consegue-nos apaixonar pelo pouco tempo que dispõe, Jeffery Wright em destaque, mas é a talentosa Vera Farmiga que consegue criar um pólo de atenção em todo o filme, ao interpretar uma personagem com sensibilidade e ao mesmo tempo autoridade. Source Code é assim, uma confirmação de um autor que já passou pela fase de revelação, é certamente uma das grandes obras comerciais do ano, com “cabecinha” para não se reduzir ao rudimentar mainstream. Complexo e envolvente, tal como gostamos.

 

Real.: Duncan Jones / Int.: Jake Gylenhaal, Vera Farmiga, Jeffrey Wright, Michelle Monaghan

 

 

Ver Também

Moon (2010)

9/10
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publicado por Hugo Gomes às 01:36
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