26.5.11

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publicado por Hugo Gomes às 23:34
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publicado por Hugo Gomes às 23:33
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25.5.11

 

Se o marketing envolto de X-Men – The First Class tem vindo a desiludir, o mesmo não se pode dizer das primeiras reacções á fita. Juntei duas importantes fontes de cinema para dar-vos um indício das boas críticas que o filme de Matthew Vaughn tem recebido por enquanto:

 

“A classy addition to the X-series that expertly establishes a hoard of characters navigates a Cold War plot and squeezes a tear for a friendship failed. Dream-team casting and quality FX make this the summer blockbuster to beat” Total Film

“Going into the film, I had so many expectations (most of which were set-up by the trailers). I had assumed that the advertising was being packed with all the moments in an effort to sell a action-less origin story, but I was surprised at how much action was actually the film. I don’t think anyone will see this movie and come out disappointed. It strikes a great balance of being accessible to non-comic book fans and packing some pretty cool easter eggs that comic geeks will love (I will keep this vague as I don’t want to spoil any of the fun).”
/Film


publicado por Hugo Gomes às 22:11
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publicado por Hugo Gomes às 22:04
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Real.: David O’Russell / Int.: Mark Wahlberg, Christian Bale, Amy Adams

 

Filme – The Fighter é a história de dois irmãos que partilham a mesma paixão, o boxe. Dicky Ecklund (Christian Bale) é uma antiga lenda que desperdiçou o seu talento, porém encontra-se interessado em tornar o seu irmão mais novo, Micky Ward (Mark Wahlberg), na estrela que ele nunca chegou a ser. Um curioso filme que se revela num ensaio de actores entre eles um fenomenal Christian Bale (vencedor do Óscar de Melhor Actor Secundário), porém a sua narrativa está longe de ser perfeita, existindo mesmo um desequilíbrio de ideias, ora tenta exibir uma realização mockumentaria (falso-documentário), o que era a partida interessante, ora evolui para se tornar num objecto académico. Vale pelos actores e não só.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Comentários Áudio do Realizador
O Código do Guerreiro: A Rodagem de "The Fighter"
Mantendo a Fé
Cenas Cortadas
Prémios
Trailer de Cinema
Spots

 

Distribuidora – Valentino Carvalho

 

 

Ver Também

The Fighter (2010)

 

FILME –

DVD –

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:01
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publicado por Hugo Gomes às 17:24
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24.5.11

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publicado por Hugo Gomes às 23:48
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publicado por Hugo Gomes às 23:46
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As certezas de Brooks!

 

James L. Brooks possui já um lugar cativo na cultura cinematográfica e televisiva, no pequeno ecrã é o mentor de Simpsons, a irreverente série animada da família disfuncional mais famosa do Mundo, no cinema deu-nos a conhecer obras incontornáveis da comédia dramática como Terms of Endearment (1983), vencedor do Óscar de Melhor Filme, e do aclamado As Good as is Get. A partir do ano 2000, as suas contribuições foram quase exclusivas a sua célebre série animada, o que também ajudou na concepção da longa-metragem cinematográfica, que estreou com êxito em 2007. Em termos de acção real, apenas poderemos contar com Spanglish (2004) o qual arrecadou a Adam Sandler num dos seus melhores papéis e este How Do You Know, o regresso do autor às comédias românticas desta vez centrada nas inconsequências das nossas decisões.

 

 

Tens A Certeza?, titulo traduzido á letra (ufa!) é um romance de vertente humorísticas mas com travos dramáticos que nos remete a uma jogadora de softball acabada (Reese Witherspoon) que encontra-se indecidida por dois amores (não me venham com a musiquinha do Marco Paulo), um deles é um jogador de basquetebol milionário (Owen Wilson) mas sem cérebro e outro é um gestor falido com uma auto-estima muito baixa (Paul Rudd).

 

 

De James L. Brooks, este é uma das suas piores obras, o seu registo é desequilibrado, pelo qual se vende facilmente á veia mais romântica, porém é experiente naquilo que retrata. Brooks sempre foi um bom director de actores, pelo qual se verifica numa convincente Witherspoon e num suportável Owen Wilson. Os diálogos são o must, inteligentes, elaborados e sedutores e a fita consegue enquadrar na perfeição os seus gags. Não será obviamente um filme que mereça uma atenção especial, nem mesmo o candidato a comédia do ano, e de James L. Brooks, sinceramente esperávamos mais, mas é um alternativo do cinema mainstream norte-americano que invoca uma atmosfera especial. Infelizmente Jack Nicholson (que é um dos actores preferido do realizador) é desaproveitado ao máximo.

 

Real.: James L. Brooks / Int.: Paul Rudd, Reese Witherspoon, Owen Wilson, Jack Nicholson

 

 

Ver Também

The Simpsons Movie (2007)

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:42
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23.5.11

 

O novo Pirata das Caraíbas já é um sucesso, claro que previsivelmente seria, mas a Disney encontra-se muito satisfeita com os resultados que a nova aventura de Jack Sparrow fez no seu primeiro fim-de-semana, tendo já arrecadado 350 milhões de dólares em todo o Mundo, tornando assim na quarta mais rentável estreia mundial.

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publicado por Hugo Gomes às 23:42
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publicado por Hugo Gomes às 23:38
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Já que estamos numa onda de remakes de filmes de terror, Carrie, o livro de Stephen King que deu origem a um filme em 1976 com Sissi Spacek no principal papel irá ter uma nova versão. A história da adolescente com poderes telekineses que se vinga após ser gozada no baile de finalistas irá ser rescrita por Robert Aguirre-Sacasa, conhecido por ter escrito a peça de Spider-Man para Broadway, que foi contratado pela MGM e Screen Gems.

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publicado por Hugo Gomes às 23:35
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Real.: Tom Hooper / Int.: Colin Firth, Geoffrey Rush, Helena Bonham Carter

 

Filme – The King’s Speech segue a vida do Rei George VI (Colin Firth) que desde cedo sofreu de debilidade da fala. Como rei, tal defeito poderia ser prejudicial para a estimação do seu povo que iria enfrentar os temores da Guerra. Porém é com a ajuda de excêntrico terapeuta, Lionel Logue (Geoffrey Rush), que George VI consegue ultrapassar, quer os seus obstáculos oratórios quer a sua auto-estima, o qual resultará como uma inspiração para todo o povo britânico. Filme vencedor do Óscar de Melhor Filme, The King’s Speech é um drama de época com uma vertente bem emocionante na sua narrativa que faz com o que o espectador sinta o génio da intriga do Rei George VI, obviamente nada disto teria efeito se não fosse a brilhante prestação de Colin Firth, que foi realmente um verdadeiro merecedor do Óscar.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Comentários Áudio do Realizador
P & R com o Realizador e Elenco
A História Inspiradora de uma Amizade Improvável
Trailer

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver Também

The King’s Speech (2010)

 

FILME –

DVD –

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publicado por Hugo Gomes às 23:25
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Adjustment Bureau

Another Year

Assalto ao Santa Maria

Casino Jack

Fast Five

How Do You Know

Kaboom

Les Amours Imaginaires

Matrix Reloaded

Scream 4

 

Obviamente continuarei com mais análises de DVDs, artigos, crónicas e a continuação do Top 25 essenciais dos anos 2000-2009

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:18
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Numa edição que foi marcada pela expulsão de Lars Von Trier do festival após polémicas afirmações em relação á sua certa admiração por Adolf Hitler. Cannes é mesmo assim, o sinónimo do melhor que celebra do cinema, falando internacionalmente. O vencedor da Palma de Ouro desta 64ª Edição foi o esperadíssimo The Tree of Life de Terrence Malick, que conta com Brad Pitt e Sean Penn nos principais papéis. Outros distinguidos foram o realizador Nicolas Winding Refn em Drive, Kirsten Dunst como Melhor Actriz no polémico filme de Lars Von Trier, Melancholia e Jean Dujardin vence o de Actor em The Artist, a curiosa fita de Michael Hazanavicious.

 

Palma de Ouro: The Tree of Life (Terrence Malick)

Grand Prix (Ex-aequo): Le Gamin au Vélo (irmãos Dardenne) e Once Upon a time in Anatolia (Nuri Bilge Ceylan)

Melhor Actriz: Kirsten Dunst (Melancholia de Lars von Trier)

Melhor Actor: Jean Dujardin (The Artist de Michel Hazanavicius)

Melhor Realizador: Nicolas Winding Refn (Drive)

Melhor Argumento: Footnote (Joseph Cedar)

Câmara de Ouro: Las Acacias (Pablo Giorgelli)

Prémio do Júri: Polisse (Maiwenn)

Prémio da Quinzena dos realizadores: Les Géants (Bouli Lanners)

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:10
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22.5.11

Just Go With It (2011)

 

 

Adam Sandler volta a reunir-se com o realizador Dennis Dugan para mais um ensaio cómico falhado, isto já parece rotina anual. Depois de Don’t Mess with Zohan e Grown Ups, Dugan volta aos ataques às bilheteiras internacionais com o remake de Cactus Flower, a comédia de enganos e desenganos protagonizado por Walther Mathau, Ingrid Bergman e Goldie Hawn em 1969. Sandler conta com Jennifer Aniston como sua cúmplice para conseguir conquistar Brooklyn Decker, uma modelo vinda directamente da Victoria’s Secret, num jogo de egos e de mau gosto o qual se resume a um bando de piadas para os acostumados dos programas pseudo-humorísticos como os Batanetes. Mas o mais ofensivo é mesmo quando surge Nicole Kidman, forçada a dançar o hula sem qualquer esforço artístico. No fim desta trapalhada toda ainda a pequena e talentosa Mailee Madson escapa ilesa, mas não tanto. Um dos piores de Adam Sandler que há memória.

3/10

 

Sex and the City 2 (2010)

 

 

O célebre quarteto da série Sex and the City regressa em mais um filme, a sequela do grande êxito de 2008, que defrontou Indiana Jones and The Kingdom of The Crystal Skull no seu próprio jogo. Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis e Cynthia Nixon são de novo as estrelas deste cinema propício para a fantasia feminina, novamente sob as ordens do realizador Michael Patrick King. Porém os verdadeiros feministas e defensores das igualdades das mulheres irão sentir ofendidos com o que a fita descreve, retratado a mulher como cega escrava da moda e de pensamentos fúteis. O pior é quando todo o enredo ocorre no Médio Oriente, onde a mulher é induzida a uma vida abaixo de cão, e onde a fita poderia vingar trazendo uma acida critica ao conceito, falha por motivos comerciais e cosmopolitas. Um filme para quem possui um QI muito baixo, sem dúvida!

3/10

 

Hot Tub Time Machine (2010)

 

Nunca existiu uma definição tão literal da palavra “reviver o passado” que aquela que Adam, Nick e Lou acabam de viver. Decididos a esquecer as suas vidas presentes, embarcam numa inesquecível noite no resort de esqui que tanto marcaram as suas juventudes, porém são confrontados com um acidente no espaço temporal em envolvimento com um jacuzzi. A premissa poderia muito resultar numa combinação entre Back to the Future de Robert Zemeckis e o êxito The Hangover de Todd Phillips, o resultado foi uma fita que tem momentos bem aliciantes mas no geral recorre á piada fácil e aos gags estereotipados. O elenco é eficaz, John Cusack lidera sem surpresas, mas é Rob Corddry, o verdadeiro divertimento. Porém esperava-se mais irreverência da fita realizada por Steve Pink, que ficou conhecido como o escritor de High Fidelity (2000). Hot Tub Time Machine ainda recomenda aos viajantes do tempo que para descobrir em que ano se encontram, basta guiar pela cor de Michael Jackson.

5/10

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publicado por Hugo Gomes às 23:40
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Tom Hanks e Julia Roberts voltam a reunir-se após quatro anos desde Charlie Wilson’s War (Mike Nichols, 2007). Ele é Larry Crowne, um homem de meia-idade que é despedido e que decide voltar a estudar, ela é a sua professora da faculdade que previsivelmente irá apaixonar. Para além de ser um regresso da dupla, Larry Crowne é também o retorno de Tom Hanks ao cargo de realizador, a última longa-metragem foi That Thing You Do! (1996), quanto ao argumento, este é responsabilizado por Nia Vardalos, a actriz e argumentista de My Big Fat Wedding e My Life in Ruins. Esta comédia romântica estrelar tem estreia para dia 1 de Julho nos EUA e para Portugal está previsto para dia 7 do mesmo mês.


publicado por Hugo Gomes às 00:38
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Real.: Joseph Kosinski / Int.: Jeff Bridges, Olivia Wilde, Garrett Hedlund

 

Filme – 28 anos depois do objecto de culto ou a tentativa de sofisticação por parte da Disney em Tron, eis que surge a esperada sequela, o qual nos apresenta os mais sofisticados efeitos especiais da actualidade. Jeff Bridges volta a vestir o seu personagem, Kevin Flynn, desta vez a dobrar, garantido carisma e dualidade, sem surpresas nem decepções. O filme em assim é de certa forma vazio vivendo somente do legado, dos efeitos visuais e até mesmo da musica dos Daft Punk. Não é nenhum Matrix, e é pena!

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Inglês

Português

 

EXTRAS

Um Primeiro Olhar: “ Tron: Uprising”, A Série de Animação
Acerca de Tron

As Opiniões do Elenco
Tudo Sobre Blu-Ray 3D Com Timon e Pumba

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver Também

Tron Legacy (2010)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 00:31
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21.5.11
21.5.11

Special “One”!

 

Afinal o mundo em que vivemos, não é nada mais que uma simples ilusão, um programa de computador criado por máquinas para manter os humanos num estado de sono profundo, como vampiros se tratassem, absorvem as suas energias vitais. Ambiente apocalíptico que muito bem poderia ser retirado de um qualquer filme futurista cyber punk ou da saga Terminator com Arnold Schwarzenegger, se transforma automaticamente num filme de acção de respeito que interliga de forma gloriosa os efeitos visuais com as artes marciais e todos os códigos principais do cinema de acção (principalmente o de Hong Kong), por vezes passando pelo comics e a manga japonesa.

 

 

Todavia se falarmos em Matrix como um sinonimo exclusivo das suas inovações técnicas, então é porque mantivemos desligados em toda a sua narrativa. A fita de 1999, dirigida pela dupla de irmãos, Wachowski, foi um marco na Historia dos efeitos visuais, sim, nisso não vamos negar, o espectador tem o privilégio de assistir slow motions inovadores, efeitos bullet times e uma noção despreocupada perante as leis da física que torna as suas sequências de acção num culto. Mas Matrix é mais que isso, os irmãos combinaram imensos elementos para unificar e dar-nos um argumento fresco, por vezes filosófico, mas acima de tudo inteligente e atento ao seu estilismo.

 

 

Como uma espécie de Alice no País das Maravilhas com injecções de Bruce Lee e da ficção científica mais impossível, a fita se centra na insólita história de Thomas Anderson (Keanu Reeves), um homem que vive uma vida dupla, uma como programador de uma empresa de softwares outra como Neo, um hacker. Porém um dessas vidas irá prevalecer, a outra irá dissipar na mentira que o mantinha.

 

 

Neo se torna assim numa figura messiânica num mundo que não nos capta empatia, foi o papel mais célebre do actor que já havia destacado em Point Break e Speed, obviamente nas bilheteiras e não com elogios dos seus desempenhos. A sua frieza e inexpressividade funciona na perfeição com o seu herói de acção, tornando-o numa imagem mítica na entrada do ano 2000 no cinema, e por breves momentos á alusão a um Jesus em treino, tal como Trinity (Carrie-Anne Moss) e Morpheus (Laurence Fishburne) que mereceram o seu lugar na Historia. Fora do “trio magnífico”, Hugo Weaving, Joe Pantoliano e Gloria Foster se realçam no elenco.

 

 

Matrix é assim, um frenesim tecnocientífico que realça um argumento com certos tiques filosóficos, que por vezes funciona como uma espécie de crítica á própria mecanização do ser humano na sociedade. Longe de uma habitual salada russa, a fita da dupla Wachowski é um despertar de um novo cinema, um tipo de cinema que nunca se tinha visto pós-2000. Mais que sofisticação no ramo dos efeitos especiais, eis o mais excêntrico blockbuster por excelência. Culto imediato!

 

PS – Para além das referências de Alice in Wonderland, Matrix tem algo de The Dark City de Alex Proya, o discreto filme de culto de 1998, o qual ambos os filmes possuem elementos idênticos, desde alguns efeitos visuais até á temática de um mundo farsante. O filme protagonizado por Keanu Reeves foi muitas vezes acusado de plágio em relação á obra de 1998.

 

Real.: Andy Wachowski, Larry Wachowski / Int.: Keanu Reeves, Laurence Fishburne, Carrie-Anne Moss, Hugo Weaving, Gloria Foster, Joe Pantoliano

 

 

Ver também

Dark City (1998)

9/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:43
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publicado por Hugo Gomes às 19:34
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