Se o marketing envolto de X-Men – The First Class tem vindo a desiludir, o mesmo não se pode dizer das primeiras reacções á fita. Juntei duas importantes fontes de cinema para dar-vos um indício das boas críticas que o filme de Matthew Vaughn tem recebido por enquanto:
“A classy addition to the X-series that expertly establishes a hoard of characters navigates a Cold War plot and squeezes a tear for a friendship failed. Dream-team casting and quality FX make this the summer blockbuster to beat” Total Film
“Going into the film, I had so many expectations (most of which were set-up by the trailers). I had assumed that the advertising was being packed with all the moments in an effort to sell a action-less origin story, but I was surprised at how much action was actually the film. I don’t think anyone will see this movie and come out disappointed. It strikes a great balance of being accessible to non-comic book fans and packing some pretty cool easter eggs that comic geeks will love (I will keep this vague as I don’t want to spoil any of the fun).” /Film
Real.: David O’Russell / Int.: Mark Wahlberg, Christian Bale, Amy Adams
Filme – The Fighter é a história de dois irmãos que partilham a mesma paixão, o boxe. Dicky Ecklund (Christian Bale) é uma antiga lenda que desperdiçou o seu talento, porém encontra-se interessado em tornar o seu irmão mais novo, Micky Ward (Mark Wahlberg), na estrela que ele nunca chegou a ser. Um curioso filme que se revela num ensaio de actores entre eles um fenomenal Christian Bale (vencedor do Óscar de Melhor Actor Secundário), porém a sua narrativa está longe de ser perfeita, existindo mesmo um desequilíbrio de ideias, ora tenta exibir uma realização mockumentaria (falso-documentário), o que era a partida interessante, ora evolui para se tornar num objecto académico. Vale pelos actores e não só.
AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
LEGENDAS
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Comentários Áudio do Realizador
O Código do Guerreiro: A Rodagem de "The Fighter"
Mantendo a Fé
Cenas Cortadas
Prémios
Trailer de Cinema
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Distribuidora – Valentino Carvalho
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As certezas de Brooks!
James L. Brooks possui já um lugar cativo na cultura cinematográfica e televisiva, no pequeno ecrã é o mentor de Simpsons, a irreverente série animada da família disfuncional mais famosa do Mundo, no cinema deu-nos a conhecer obras incontornáveis da comédia dramática como Terms of Endearment (1983), vencedor do Óscar de Melhor Filme, e do aclamado As Good as is Get. A partir do ano 2000, as suas contribuições foram quase exclusivas a sua célebre série animada, o que também ajudou na concepção da longa-metragem cinematográfica, que estreou com êxito em 2007. Em termos de acção real, apenas poderemos contar com Spanglish (2004) o qual arrecadou a Adam Sandler num dos seus melhores papéis e este How Do You Know, o regresso do autor às comédias românticas desta vez centrada nas inconsequências das nossas decisões.
Tens A Certeza?, titulo traduzido á letra (ufa!) é um romance de vertente humorísticas mas com travos dramáticos que nos remete a uma jogadora de softball acabada (Reese Witherspoon) que encontra-se indecidida por dois amores (não me venham com a musiquinha do Marco Paulo), um deles é um jogador de basquetebol milionário (Owen Wilson) mas sem cérebro e outro é um gestor falido com uma auto-estima muito baixa (Paul Rudd).
De James L. Brooks, este é uma das suas piores obras, o seu registo é desequilibrado, pelo qual se vende facilmente á veia mais romântica, porém é experiente naquilo que retrata. Brooks sempre foi um bom director de actores, pelo qual se verifica numa convincente Witherspoon e num suportável Owen Wilson. Os diálogos são o must, inteligentes, elaborados e sedutores e a fita consegue enquadrar na perfeição os seus gags. Não será obviamente um filme que mereça uma atenção especial, nem mesmo o candidato a comédia do ano, e de James L. Brooks, sinceramente esperávamos mais, mas é um alternativo do cinema mainstream norte-americano que invoca uma atmosfera especial. Infelizmente Jack Nicholson (que é um dos actores preferido do realizador) é desaproveitado ao máximo.
Real.: James L. Brooks / Int.: Paul Rudd, Reese Witherspoon, Owen Wilson, Jack Nicholson
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O novo Pirata das Caraíbas já é um sucesso, claro que previsivelmente seria, mas a Disney encontra-se muito satisfeita com os resultados que a nova aventura de Jack Sparrow fez no seu primeiro fim-de-semana, tendo já arrecadado 350 milhões de dólares em todo o Mundo, tornando assim na quarta mais rentável estreia mundial.
Já que estamos numa onda de remakes de filmes de terror, Carrie, o livro de Stephen King que deu origem a um filme em 1976 com Sissi Spacek no principal papel irá ter uma nova versão. A história da adolescente com poderes telekineses que se vinga após ser gozada no baile de finalistas irá ser rescrita por Robert Aguirre-Sacasa, conhecido por ter escrito a peça de Spider-Man para Broadway, que foi contratado pela MGM e Screen Gems.
Real.: Tom Hooper / Int.: Colin Firth, Geoffrey Rush, Helena Bonham Carter
Filme – The King’s Speech segue a vida do Rei George VI (Colin Firth) que desde cedo sofreu de debilidade da fala. Como rei, tal defeito poderia ser prejudicial para a estimação do seu povo que iria enfrentar os temores da Guerra. Porém é com a ajuda de excêntrico terapeuta, Lionel Logue (Geoffrey Rush), que George VI consegue ultrapassar, quer os seus obstáculos oratórios quer a sua auto-estima, o qual resultará como uma inspiração para todo o povo britânico. Filme vencedor do Óscar de Melhor Filme, The King’s Speech é um drama de época com uma vertente bem emocionante na sua narrativa que faz com o que o espectador sinta o génio da intriga do Rei George VI, obviamente nada disto teria efeito se não fosse a brilhante prestação de Colin Firth, que foi realmente um verdadeiro merecedor do Óscar.
AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
LEGENDAS
Português
EXTRAS
Comentários Áudio do Realizador
P & R com o Realizador e Elenco
A História Inspiradora de uma Amizade Improvável
Trailer
Distribuidora – Zon Lusomundo
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Adjustment Bureau
Another Year
Assalto ao Santa Maria
Casino Jack
Fast Five
How Do You Know
Kaboom
Les Amours Imaginaires
Matrix Reloaded
Scream 4
Obviamente continuarei com mais análises de DVDs, artigos, crónicas e a continuação do Top 25 essenciais dos anos 2000-2009
Numa edição que foi marcada pela expulsão de Lars Von Trier do festival após polémicas afirmações em relação á sua certa admiração por Adolf Hitler. Cannes é mesmo assim, o sinónimo do melhor que celebra do cinema, falando internacionalmente. O vencedor da Palma de Ouro desta 64ª Edição foi o esperadíssimo The Tree of Life de Terrence Malick, que conta com Brad Pitt e Sean Penn nos principais papéis. Outros distinguidos foram o realizador Nicolas Winding Refn em Drive, Kirsten Dunst como Melhor Actriz no polémico filme de Lars Von Trier, Melancholia e Jean Dujardin vence o de Actor em The Artist, a curiosa fita de Michael Hazanavicious.
Palma de Ouro: The Tree of Life (Terrence Malick)
Grand Prix (Ex-aequo): Le Gamin au Vélo (irmãos Dardenne) e Once Upon a time in Anatolia (Nuri Bilge Ceylan)
Melhor Actriz: Kirsten Dunst (Melancholia de Lars von Trier)
Melhor Actor: Jean Dujardin (The Artist de Michel Hazanavicius)
Melhor Realizador: Nicolas Winding Refn (Drive)
Melhor Argumento: Footnote (Joseph Cedar)
Câmara de Ouro: Las Acacias (Pablo Giorgelli)
Prémio do Júri: Polisse (Maiwenn)
Prémio da Quinzena dos realizadores: Les Géants (Bouli Lanners)
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