31.1.11

 

Já foi escolhido o novo Super-Homem do reboot dirigido por Zack Snyder (300, Watchmen) e produzido por Christopher Nolan (The Dark Knight, Inception), Superman – Man of Steel. O elegido foi o actor Henry Cavill, que irá interpretar Theseus no próximo filme de Tarsem Singh, Immortals. Superman – Man of Steel tem data de estreia para Dezembro de 2012.

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:19
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30.1.11

Real.: Jay Roach / Int.: Paul Rudd, Steve Carrell, Zack Galifianakis

 

 

Filme – para conseguir subir na sua empresa, Tim (Paul Rudd) aceita o desafio do seu patrão (Bruce Greenwood), que consiste em encontrar um indivíduo totalmente idiota e convida-lo para um jantar com intuito de troçar as suas anomalias. Contudo a tarefa não é fácil para Tim, sendo que o idiota escolhido, Barry (Steve Carrell), não intencionalmente está literalmente a estragar a vida de Tim. Dinner for Schmucks foi uma das mais divertidas apostas da comédia norte-americana de 2010, trata-se de um remake de um êxito francês, que porém não fica lhe fica atrás, sendo os excêntricos personagens o mais divertido desta parodia satírica. Destaque para os desempenhos de Steve Carrell e Zack Galifianakis.

  

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português

 

EXTRAS

Os Maiores Idiotas do Mundo

Deslizes

Cenas Cortadas

 

Distribuidora – Paramount Pictures

 

 

Ver Também

Dinner for Schmucks (2010)

 

FILME –

DVD –

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publicado por Hugo Gomes às 14:41
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29.1.11

Um Ano de Despedidas

 

 

 

Uma revisão anual não terminaria sem assinalar as estrelas que em 2010 deixaram de brilhar, e é com tristeza minha que homenageio os actores Pernell Roberts, Jean Simmons, John Forsyth e Jill Clayburgh por terem marcado gerações. Por termos perdido uma das maiores estrelas do cinema clássico, Tony Curtis, pela lição de vida que não são os tamanhos que ditam actores, Zelda Rubinstein, por ter feito rir-nos até às lágrimas, Leslie Nielsen, acompanhou-nos em êxitos e fracassos, Dennis Hopper, a promessa que nunca cumpriu, Corey Haim e “o melhor actor do Mundo”, citando Steven Spielberg em relação a Pete Postlethwaite. Do outro lado das câmaras, os míticos Arthur Penn e Blake Edwards disseram o seu adeus, uns dos cabecilhas da Nouvelle Vague do cinema francês, Claude Chabrol e Eric Rohmer, o alemão que virou autor de nome, Werner Schroeter. Em português assistimos a eternização de Antonio Feio, como um dos mais talentosos actores que pisou os palcos portugueses, Manuel Cintra Ferreira, o célebre crítico de cinema que me inspirou e por fim e não menos importante, o homem que se tornou no rosto de Portugal para o resto do Mundo, mesmo sendo autor literário, as suas histórias continuam a encantar leitores e a inspirar o cinema, o grandioso e único José Saramago. A todos um ultimo adeus e um muito obrigado por existirem!

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publicado por Hugo Gomes às 20:51
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28.1.11

Bom Woody, Mau Woody!

 

Woody Allen, que se encontra com 76 anos, é um dos mais famosos argumentistas do cinema, um dos descendentes directos da escrita de Billy Wilder, o qual se caracteriza pela comédia inteligente, de diálogos de igual adjectivo e de referências ousadas mas sem perder o tom hilariante sobre sexo. Figura característica pelo ar hipocondríaco, nervoso, cronista e os seus inigualáveis óculos que tanto o determinam como uma personalidade impar do cinema em geral, sendo as suas fitas, quer realizadas ou escritas, algo anualmente único, tendo em conta com o exaustivo trabalho de Allen é quase a produção de um filme por ano. Conhecido como um autor de mulheres, sendo as figuras femininas ditaram as suas diferentes faces; Diane Keaton, Mia Farrow e Scarlett Johansson.

 

 

 

O seu novo trabalho se titula You Will Meet a Tall Dark Stranger e conta com um conjunto de histórias que abordam a segunda oportunidade na relação amorosa. Assim sendo seguimos as narras de Alfie (Anthony Hopkins) que persegue a sua juventude perdida, deixando para trás a sua mulher de longa data, Helena (Gemma Jones), que por sua vez entrega a sua vida aos conselhos de uma vigarista vidente (Pauline Collins). Um romancista, Roy Channing (Josh Brolin), se apaixona por Dia (Freida Pinto), uma misteriosa mulher, e sua esposa, Sally Channing (Naomi Watts), se entrega ao seu patrão, o charmoso Greg (Antonio Banderas).

 

 

Com o certo cunho ousado e “sui generis”de Allen (como a banda sonora de Jazz predominante), não estamos perante algo de redenção nem nada do género, mas sim a procura pelo novo amor que não se encontra no seio matrimonial, porém o novo filme do realizador e argumentista de Annie Hall e Match Point é dos mais vazios da sua carreira. Sente-se as intenções, mas não chega para seduzir-nos já que o contexto do filme é quase inexistente, desta vez o melancólico génio encontra sem classe, sem afinidade no humor e sem propósitos apresentar. Vale pelos intérpretes, que mesmo sob o conceito de automático e sem espaços para rasgos interpretativos oferecem o filme o seu carisma. You Will Meet a Tall Dark Stranger foi apresentado no último Festival de Cannes.

 

O melhor – o elenco

O pior – dos mais vazios e entediantes filmes de Allen

 

 

Real.: Woody Allen / Int.: Anthony Hopkins, Gemma Jones, Pauline Collins, Naomi Watts, Josh Brolin, Antonio Banderas, Freida Pinto

 

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:08
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publicado por Hugo Gomes às 23:06
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A cela do terror!

 

Nos últimos 10 anos muito evoluiu o cinema espanhol, talvez tornando-se actualmente num dos países mais competidores no ramo cinematográfico, claro que em comparação dos EUA está a anos-luz, mas no chamado “cinema estrangeiro”, o qual estamos incluídos, é dos mais rigorosos. Espanha tem assim a sua Hollywood nacional, produções que gozam do estatuto de sucessos, não só nacionais como em todo o Mundo e actores já convertidos em reais estrelas de cinema, os casos mais recentes de Penélope Cruz (já vencedora do Óscar de Melhor Actriz Secundaria) e Javier Bardem (o do Óscar de Melhor Actor).

 

 

 

Celda 211 centra-se num motim de uma prisão, onde os reclusos tomam de assalto grande parte do estabelecimento. O bando liderado pelo infame e líder Malamadre (Luís Tosar) exige condições menos severas no estabelecimento prisional, se as exigências não forem cumpridas ele ordenará a execução de três prisioneiros políticos. Mas a maior preocupação das autoridades trata-se de um funcionário, Juan Oliveira (Alberto Ammann), que fica encurralada entre a multidão de criminosos, violadores e assassinos. Para sobreviver, Juan finge ser um deles, sem saber que isso o levará a incerteza de lados a seguir.

 

 

 

Celda 211, adaptado do livro homónimo de Francisco Pérez Gandul, foi o grande triunfante dos últimos Goya (um equivalente aos Óscares em espanhol), vencendo 6 distinções incluindo Melhor Filme e Melhor Actor (Luis Tosar). A fita de Daniel Monzón (que também participou na escrita do argumento) é um dos mais recentes exemplos do perfeito avanço do cinema espanhol em relação a muita cultura cinematográfica europeia (nomeadamente Portugal). Falo de um filme corajoso, intrinsecamente visceral, calmo com a narrativa sabendo quando entrar no “climax” ou não, porém não perde tempo com introduções ou moralidades “a lá Hollywood”. Temos aqui uma película (como se diz em espanhol) versátil quer na comercialidade do mesmo, sendo viável a um grande numero de países. Imagino que se vingue nos EUA (país esse que odeia legendas).

 

 

 

As interpretações são fortes, incluindo o carismático personagem Malamadre, desempenhado por um irreconhecível Luís Tosar e do outro canto a revelação, Alberto Ammann, a citar a negra evolução do seu personagem, o seu desenvolvimento chega a ser arrepiante. Existe no final disto tudo uma mensagem um quanto irreverente e politicamente incorrecta, mas destemida. Em certos momentos da fita, os criminosos e homens da lei tornam-se parte de um retrato, o da violência, que incentiva a sobrevivência, fazendo com os dois lados da lei se fundem, ou seja tão diferentes e ao mesmo tempo idênticos.

 

 

 

O remake norte-americano já vem a caminho, mas enquanto isso, por favor, não percam a grande película de entretenimento oriundo dos “nuestros hermanos”, é de corar e desejar que o nosso cinema fosse assim tão audaz. Poderoso!

 

O melhor – é corajoso e os desempenhos são um mimo

O pior – o remake vem a caminho!

 

 

Real.: Daniel Monzón / Int.: Luis Tosar, Alberto Ammann, Antonio Resines

 

 

9/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:55
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Gulliver 2.0!

  

Jonathan Swift escreveu em 1726, a história As Viagens de Gulliver, que consistiu um sátira do seu tempo e que nos dias de hoje continua a ser uma critica ao capitalismo e as desigualdades sociais. A primeira versão da história clássica aconteceu em 1902, com a curta de George Méliès, Le Voyage de Gulliver à Lilliput et Chez les Géanus, passado 33 anos, Aleksandr Ptushko apresenta a sua versão mais ácida do conto, The New Gulliver, que foi o primeiro objecto cinematográfico a juntar acção real com animação stop-motion. Em 1960 surgiu uma versão mais Hollywoodesca, realizada por Jack Sher e Kerwin Matthews na pele do Dr. Lemuel Gulliver, em 1996 surge-nos a mini-série de luxo e de grande êxito produzido pela Hallmark, protagonizada por Ted Danson, que redefiniu o conto para o final do século.

 

 

 

 

No inicio de 2011 eis que estreia a variação mais cómica, verifica-se tendo Jack Black como protagonista, o que não quer dizer outra coisa para além da comédia. Black é a trasladação mais moderna de Lemuel Gulliver, um humilde empregado de um Jornal de Nova Iorque que decide investigar o mistério do Triangulo das Bermudas, a fim de escrever um artigo o qual tenta impressionar a sua paixão, desempenhada por Amanda Peet. O nosso herói viaja então para o local pretendido e é transportado um mundo paralelo, onde ele é um gigante em terra de miniaturas.

 

 

 

 

È verdade sim senhora, que esta nova incursão ao conto de Swift deriva da “explosão” da tecnologia a três dimensões e a oportunidade da inflação dos bilhetes para garantir o seu sucesso, de resto assistimos a um comédia meramente física e de mau gosto liderado pelos tiques e manias do actor, Jack Black, que nos últimos anos não favoreceu os seus promissores projectos. Gulliver’s Travels é dirigido por um realizador vindo da produção de inúmeras animações da Dreamworks como Shark Tale (2004) e Monsters Vs. Aliens (2009), o que se verifica na ingenuidade das suas personagens e na infantilidade das suas piadas, recolhendo á sátira mais básica.

 

 

 

Se Jack Black é igual a si mesmo, que preocupa sendo que o actor encontra-se preso ao seu ego (fazendo relembrar o caso de Owen Wilson ou Adam Sandler), o que dizer de uma ruim Emily Blunt ou de um bocejante Jason Siegel (a pensar que o rapaz teve graça no êxito apadrinhado por Judd Apatow, Forgetting Sarah Marshall) e quanto a Amanda Peet, nem se fala, limitada ao seu descartável papel de par romântica.

 

 

 

 

Tal como acontece muitas vezes com as variadas variações modernas dos clássicos mundiais da literatura, Gulliver’s Travel é uma ofensa para todos aqueles que cresceu a ouvir o conto, um caso disparatado de lucrar á conta da reciclagem de ideias e da moda “á la três dimensões” que dificilmente se poderá apelidar de cinema.

 

 

O melhor – o 3D apesar de tudo

O pior – o que o filme representa na industria cinematográfica

 

Real.: Rob Letterman / Int.: Jack Black, Jason Siegel, Amanda Peet, Emily Blunt

 

 

 

 

3/10
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publicado por Hugo Gomes às 20:27
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26.1.11

Já foram revelados os tão esperados nomeados aos mais importantes prémios cinematográficos, os Óscares, sendo The King’s Speech de Tom Hooper o que mais indicações obteve, 12 no total. And the nominees are:

MELHOR FILME:

Black Swan

The Fighter

Inception

The King’s Speech

The Social Network

The Kids are All Right

Toy Story 3

127 Hours

True Grit

Winter’s Bone

 

MELHOR REALIZADOR:

Darren Aronofsky (Black Swan)

David Fincher (The Social Network)

Tom Hooper (The King’s Speech)

Joel Coen e Ethan Coen (True Grit)

David O. Russell (The Fighter)

 

MELHOR ACTOR PRINCIPAL

Javier Bardem (Biutiful)

Jesse Eisenberg (The Social Network)

Colin Firth (The King’s Speech)

James Franco (127 Hours)

Jeff Bridges (True Grit)

 

MELHOR ACTRIZ PRINCIPAL:

Nicole Kidman (Rabbit Hole)

Jennifer Lawrence (Winter’s Bone)

Natalie Portman (Black Swan)

Michelle Williams (Blue Valentine)

Annette Bening (The Kids Are All Right)

 

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO:

Christian Bale (The Fighter)

Jeremy Renner (The Town)

Geoffrey Rush (The King’s Speech)

John Hawkes (Winter’s Bone)

Mark Ruffalo (The Kids Are All Right)

 

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA:

Amy Adams (The Fighter)

Helena Bonham Carter (The King’s Speech)

Melissa Leo (The Fighter)

Hailee Steinfeld (True Grit)

Jacki Weaver (Animal Kingdom)

 

MELHOR LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO:

How to Train Your Dragon

L’Illusionist

Toy Story 3

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:

Biutiful (Espanha)

In a Better World (Dinamarca)

Canino (Grécia)

Incendies (Canadá)

Hors-la-Loi (Algéria)

 

 

Ver lista completa aqui

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publicado por Hugo Gomes às 00:10
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26.1.11

 

Real.: Dennis Dugan / Int.: Adam Sandler, Chris Rock, Salma Hayek

 

 

Filme – Durante o funeral de um antigo treinador de basquetebol, um grupo de amigos decide recuperar os velhos tempos juntos. Realizado pelo autor de Don’t Mess with Zohan, Grown Ups é um exercício de comédia que apresenta um elenco estrelar, mas fica aquém do esperado. Começamos com o argumento, nulo. As interpretações? Automáticas. As piadas? Fracas. O filme tem a sua graça quando tenta não ser comédia de “pastinha elástica”. Desperdício!

 

AUDIO

Inglês

Italiano

Italiano

Catalão

 

LEGENDAS

Inglês

Português

Espanhol

Dinamarquês

Finlandês

Norueguês

Sueco

 

EXTRAS

Gag Reel

O Riso é Contagioso – Cenas de Apanhados

Elenco do Miúdos e Graúdos

 

Distribuidora – Pris / Sony

  

 

 

 

Ver Também

Grown Ups (2010)

 

 

FILME –

DVD -

 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:06
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22.1.11

Bem-Vindo ao Burlesque!

 

Burlesque, vindo da palavra portuguesa de burlesco, dança essa que inspira o grotesco e o exagero digno de cabaré, encontrou-se presente em inúmeras obras cinematográficas em que essas perfomances musicais era as grandes valias e talvez o nicho sobrevivente de muitas actrizes, relembremos por exemplo Mae West em I´m No Angel de Wesley Ruggles ao lado de Cary Grant ou a famosa dança burlesca de Marion Martin e Gloria Dickson em Lady of the Burlesque de William A. Wellman. Quanto a este Burlesque, dirigido por Steve Antin, a verdadeira atenção não se concentra nesse dito ambiente burlesco, toda a campanha de promoção foi envolta da sua dupla de protagonistas, de um lado, a vencedora do Óscar de Melhor ActrizCher, num regresso ao cinema após sete anos desde o seu pequeno papel em Stuck on You, e do outro, Christina Aguilera, na sua estreia cinematográfica como protagonista. Elas, respectivamente desempenham mestra e discípula, não somente em termos narrativos mas no panorama interpretativo, não sendo descabido de todo afirmar que Aguilera encontra-se no mesmo caminho que Cher no cinema.

 

 

Sendo que Burlesque, as cantorias e as danças são o prato principal, é verdade que Aguilera é uma astro nesse ramo, brilhando com esplendor em cima do palco encenado. Mas quando se pede à cantora pop para interpretar, longe do “flash” ela consegue, o mesmo se pode dizer de Cher, a antiga rainha do pop, que com a sua avançada idade e plásticas em demasia (difícil é tirar-lhe aquele riso falso) percorre um automático perfomance sem deslumbre nem pouco lá perto. Ou seja nessa jornada de “lenda” e “estrela”, ambas executam com perfeição o seu talento vocal (Cher e o seu momento musical, “You haven’t seen the last of me”, o qual aposto que será indicado nos Óscares de Melhor Canção), mas quando tentam ser algo longe de meros artistas musicais, falo obviamente de ser actrizes e protagonistas, a decepção é imensa.

 

 

Burlesque é um daqueles pobres primos de Chicago de Rob Marshall que vive sob influência do seu duo, o argumento é longe da solidez, criando um desfecho fácil e apressado perante na premissa que nunca chega a concretizar. Mas nem tudo em Burlesque é totalmente mau, para dizer a verdade nem será merecedor do prémio de pior musical do ano ou algo que valha, sendo a música contagiante, as coreografias pomposas e um elenco secundário é disposição, sendo Cam Gigandet um detentor de bom carisma, Kristen Bell em modo formidável e Stanley Tucci, mesmo repetindo o seu papel “over and over”, é sempre um must.

 

 

Resumindo e concluindo, se irão ver a fita de Steve Antin (sua estreia na realização de uma longa metragem), certamente não irão com a esperança de ver algo sublime em termos musicais, trata-se um exemplo menor do género, mas que sobrevive graças ao elenco secundário e a sua identidade deveras musical. Canta mas não encanta!

 

O melhor – a canção “You haven’t seen the last of me”

O pior – A dupla de protagonistas

 

 

Real.: Steve Antin / Int.: Christina Aguilera, Cher, Cam Gigandet, Stanley Tucci, Kristen Bell, Alan Cumming

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:46
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publicado por Hugo Gomes às 22:40
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publicado por Hugo Gomes às 00:09
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19.1.11

 

 

Foi divulgado recentemente quais os vilões e os actores a desempenhar no tão esperado próximo Batman – The Dark Knight Rise de Christopher Nolan. Segundo a Hollywood Report com anúncio oficial da Warner Brothers, Anne Hathaway (Devil Wears Prada) irá ser a Catwoman, papel anteriormente interpretado por Michelle Pfeiffer na saga antecedente iniciada por Tim Burton. A outra força antagónica é Bane, vilão cujo realizador considera como “formidável”, será desempenhado por Tom Hardy, que vimos no recente êxito Inception, também ele dirigido por Nolan. The Dark Knight Rise tem data de estreia para dia 12 de Julho de 2012.

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:32
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Morreu no passado Domingo, o autor britânico, Peter Yates, mais conhecido como o realizador de Bullitt (1968) com Steve McQueen, vencedor de um Óscar de Melhor Montagem e o êxito Robbery (1967), baseado no lendário The Great Train Robbery. O cineasta tinha 82 anos, faleceu em consequência a uma doença prolongada.

 

Peter Yates (1928 – 2011)

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publicado por Hugo Gomes às 21:30
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Já foram anunciados os vencedores do grande antecipador dos Óscares, os Golden Globes, e talvez sem surpresas tendo em conta com recepção que tem tido nos prémios de sindicato e das nomeações da crítica, a nova fita de David Fincher, The Social Network, vence o globo de ouro de Melhor Filme Drama. Colin Firth e Natalie Portman são duas figuras de destaque tendo vencido nas categorias de Melhor Interpretação de Drama. Os vencedores são:

 

 

Melhor Filme Drama

The Social Network

 

Melhor Filme Comédia /Musical

The Kids Are All Right

 

Melhor Actor de Drama

Colin Firth (The King’s Speech)

 

Melhor Actriz de Drama

Natalie Portman (Black Swan)

 

Melhor Actor de Comédia / Musical

Paul Giamati (Barney’s Version)

 

Melhor Actriz de Comédia / Musical

Annette Benning (The Kids Are All Right)

 

Melhor Actor Secundario

Christian Bale (The Fighter)

 

Melhor Actriz Secundaria

Melissa Leo (The Fighter)

 

Melhor Realizador

David Fincher (The Social Network)

 

Melhor Filme de Lingua Não Estrangeira

In a Better World (Dinamarca)

 

 

Ver todo os vencedores aqui

 

 

 

Ver também

The Social Network (2010)


publicado por Hugo Gomes às 18:47
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publicado por Hugo Gomes às 18:43
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16.1.11
16.1.11

 

 

Um thriller erótico e de adultério!

 

O adultério é um dos temas mais propícios para o cinema erótico, sendo que sexo socialmente incorrecto invoca uma grande dose de erotismo, Chloe do egípcio realizador Atom Egoyan (Ararat) é um dos exemplos. Remake da fita francesa de 2003, Nathalie … da realizadora Anne Fontaine é um luxuoso exemplar que envolve os tiques do cinema erótico, tão deformados nos dias de hoje graças a uma certa censura que existe para os lados de Hollywood e dos tempos que alteraram, devido ao fácil acesso de pornografia de contornos bizarros e fetichista, é mais difícil os espectadores chocarem com uma ficção desta ousadia. Mas a fita de Egoyan revela-se mais que uma simples versão e melhor que um ensaio de erotismo, consegue ser o veiculo de actores, principalmente para o despertar de Julianne Moore, que além de surpreender como actriz que é, consegue invocar sensualidade adormecida enquanto se fermenta pelas frames de teor voluptuosa.

 

 

 

Moore é a ginecologista Catherine Stewart, o caso de mulher que se poderia sublinhar ter a vida de sonho, um marido bem sucedido na carreira, um trabalho igualmente de êxito, um filho talentoso e uma “mão cheia” de amigos sempre presentes. Porém Catherine suspeita que o seu marido, David Stewart (Liam Neeson) está a trai-la, sendo que a doutora tece um plano. Ela contrata uma prostituta de luxo, que se dá pelo nome de Chloe (Amanda Seyfried), para seduzir David e provar assim a Catherine as suas suspeitas, inserindo-se num jogo de conflitos e desejos secretos.

 

 

 

Como thriller Chloe tem certos desequilíbrios, entre os quais Amanda Seyfried, a menina ingénua e inocente de Mamma Mia!, não evoca a ousadia, a sedução e a perturbação psicológica obsessiva que se pretendia, não queiramos compara-la a uma Glen Close em Fatal Atraction, mas pedira-se mais dinamismo que o desempenho de “rapariga da vida” com cara de anjo. È certo que mesmo com a proximidade do final as suas reacções e pretextos para tal, não chegam a ser credíveis para o espectador. Porém ela é capaz de criar sensualidade nos relatos, não fisicamente, mas intrinsecamente, com obvias claras ajudas de Julianne Moore que cria uma personagem á deriva no abismo do erotismo e preso pela consciência que a tenta condenar. A destacar também Liam Neeson, carismático, charmoso como sempre.

 

 

 

O clima é perfeito, a realização de Egoyan tem toques de magia, fazendo assim de Chloe, algo mais que um remake, a visão de um autor. Não será recordado como um perfeito tópico na história do cinema erótico, mas é um thriller de tal categoria que merece ser visto. Grande serviço de actores!

 

O melhor – Julianne Moore e a realização de Atom Egoyan

O pior – Seyfried não tão credível na sua personagem

 

 

Real.: Atom Egoyan / Int.: Julianne Moore, Amanda Seyfried, Liam Neeson

 

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 15:33
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publicado por Hugo Gomes às 02:41
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Um Ano de Crescimento do 3D

 

 

 

Se julgavam que ver um filme a três dimensões era algo tão obsoleto, então enganam-se. Obviamente a imagem dos espectadores visualizando um filme com óculos de lentes vermelhos e azuis terminou, a tecnologia evoluiu e com isso uma nova forma ir ao cinema. A quantidade de obras que são produzidas, como também convertidas ao formato da terceira dimensão aumentou gradualmente desde que Avatar de James Cameron “explodiu” em todo o Mundo, este atractivo tem realmente atraindo um número enorme de espectadores, o que vem a contrair as baixas de 2005 e 2006, anos em que a pirataria era uma ameaça bem real, e com isso uma inflação nos preços que tem conduzido a filmes de grande sucesso a tornarem-se num dos rentáveis de sempre. Entre os títulos que beneficiaram essa tecnologia, destaca-se Piranha 3D de Alexandre Aja, Alice in Wonderland de Tim Burton, Toy Story 3 de Lee Unkrich e Resident Evil –Afterlife de Paul W.S. Anderson.

 

 

Os 10 DVDs Essenciais de 2010

 

 

 

Avatar (Edição de Coleccionador)

District 9

Harry Potter and the Sorcerer’s Stone (Edição de Coleccionador de 3 Discos)

Inception (Edição Especial de Dois Discos)

Jazz Singer

Kick-Ass

Metropolis – Versão Restaurada (Edição de Dois Discos)

The White Ribbon (Edição Especial de Coleccionador de Dois Discos)

Toy Story 3Un Prophete (Edição Especial)

 

 

Os 10 Posters do Ano 2010

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:24
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15.1.11


publicado por Hugo Gomes às 21:38
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