30.6.10

 

Sequelas é o prato do dia, Paranormal Activity aquele curioso filme de terror de 2007 que estreou em 2009 nos cinemas de todo o mundo e criou um hype invejável e um sucesso de bilheteira garantida irá obter uma continuação este ano. Paranormal Activity 2 será realizado por Tod Williams que substituirá o engenhoso Oren Peli, contudo continua a estar creditado no argumento. O trailer já está online, a data de estreia é 22 de Outubro só nos EUA.


publicado por Hugo Gomes às 18:43
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29.6.10
29.6.10

Real.: Walt Becker / Int.: John Travolta, Robin Williams, Kelly Preston

 

 

Filme – Dois melhores amigos e sócios sentem uma reviravolta nas suas vidas quando responsabilizam a cuidar de duas crianças, fruto duma paixão de um deles. Comédia familiar com a assinatura da Disney que não varia entre os clichés e gags mais que gastos. Travolta e Williams são dois veteranos actores em queda livre, aqui provando mais uma vez o facto.

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
Espanhol Dolby Digital 5.1
Polaco Dolby Digital 5.1
Italiano Dolby Digital 5.1
Inglês Dolby Digital 2.0

 

LEGENDAS
Português
Inglês
Espanhol
Polaco
Holandês
Sueco
Norueguês
Islandês
Dinamarquês
Finlandês
Inglês para Deficientes Auditivos

 

EXTRAS
Comentários áudio com o realizador Walt Becker, do produtor Andrew Panay e dos argumentistas David Diamond e David Weissman
Erros de Gravação

Cenas Eliminadas
"Every Little Step" Video Musical Interpretado por John Travolta e Ella Bleu Travolta
Dylan e Cole Sprouse Acerca do Blu-ray

 

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Ver Também

Old Dogs (2009)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 22:41
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publicado por Hugo Gomes às 19:31
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29.6.10

Traição, adultério … paixão, como queiram chamar!

 

“Amor e uma cabana”, é o que se costuma dizer para classificar o sentimento em algo tão simples mas forte que acessórios nem dispensabilidades podem intrometer. Sob esse lema poderemos catalogar de Partir, o novo filme de Catherine Corsini, um reflexo dos pontos extremos da paixão, em que assistimos a uma libertação superficial e a entrega de alma e corpo de Suzanne (Kristin Scott Thomas), uma burguesa que larga a sua vida perfeita e cheia de luxos para amar o imigrante Ivan e ex-presidiário (Sergi López). Durante essa rendição, a luta travada encontra-se cheia de obstáculos, tudo porque Suzanne é casada com um médico influente, Samuel (Yvan Attal), que dificilmente dará o divorcio, como também prometendo dificultar ainda mais a vida de ambos. Os filhos não aprovam a relação, acusando-a de ter enlouquecido.

 

 

A verdade é que este triângulo amoroso e trágica história de adultério requer de um delicado tratamento, porém a sensibilidade advém da forte interpretação de Scott Thomas (para quem não se lembra, o trágico amor do Paciente Inglês em 1996) e pela simpatia trazida por Sergi López á personagem Ivan, do outro ângulo do triângulo temos um Yvan Attal (o taxista francês de Rush Hour 3) talvez não muito convincente no seu papel de marido traído.

 

 

De resto temos um pausado e despretensiosa recriação de adulteração, cujo grande defeito é da utilização de maniqueísmos, sendo a abordagem igual dos dois lados encontra-se desequilibrada pela obsessão da realizadora pela defensa do sexo feminino, Suzanne aqui transformada numa figura descolada de qualquer telenovela mexicana, uma acolhedora afável do sofrimento, mas há que salientar o seu veterano sex-appeal.

 

Real.: Catherine Corsini / Int.: Kristin Scott Thomas, Sergi López, Yvan Attal

 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 01:29
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26.6.10

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publicado por Hugo Gomes às 23:35
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O O.C. Canino!

 

Depois de ter arrancando algumas lágrimas aos “amantes de cães” com Marley & Me, Owen Wilson volta a estar anexado em mais um projecto canino, desta vez servindo de voz para o gigante dog alemão, Marmaduke no homónimo filme de Tom Dey (Shanghai Noon e Showtime).

 

 

Baseado num comic de Brad Anderson e Phil Leeming, Marmaduke é uma lavagem de quatro patas dos estereótipos e arquétipos dignos de qualquer filme colegial, onde a popularidade é algo de muito valioso entre os adolescentes norte-americanos, neste caso reflectindo nos seus animais de estimação. O filme de Dey é no seu melhor e no seu pior, um produto de família, onde não devemos entranhar-se profundamente entre o linear dos personagens e da captação dos gags, muitos deles do mais básico do género, a moral que já é um obrigatório tempero neste tipo de “cozinhados cinematográficos” é bocejante, abordado os já “batidos” temas do bem-estar familiar e da sobrevalorização do foco colegial e social.

 

 

Marmaduke ainda conta com uma estrelar reunião de vozes entre elas e para além de Wilson, Kiefer Sitherland como o vilão Bosco, Sam Elliot, o Mc Lovin de Superbad – Christopher Mintz-Plasse, George Lopez e Steve Coogan, em carne e osso vemos para além de um leque de jovens actores sem brilho, temos ainda que aturar um “ruizinho” William H. Macy na sua pior forma (tornando quase uma tortura o ver assim) e o mal aproveitado, mas energético Lee Pace no papel do dono de Marmaduke.

 

 

Preso á sua própria coleira de entretenimento para toda a família, Marmaduke diverte os mais pequenos pela seu gracioso toque “animalidades”, porém é demasiado previsível e moralista para os mais graúdos, mesmo com as referencias de series míticas como O.C. ou Beverly Hills em todo o seu argumento, razão o qual será um dos favoritos para integrar a grelhas de programação dos nossos canais generalistas. Resumidamente e concluindo, mais um filme de cães!

 

Real.: Tom Dey / Int.: Owen Wilson, Kiefer Sutherland, Emma Stone, Lee Pace, William H.Macy, Sam Elliot, Christopher Mintz-Plasse, George Lopez, Steve Coogan, Marlon Wayans

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:24
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20.6.10

 

O filme documentário e vencedor do Óscar na sua respectiva categoria, The Cove de Louie Psihoyos com Ric O’Barry (ex-treinador dos golfinhos da popular série Flipper, agora convertido num importante activista), que denuncia a matança anual de milhares de golfinhos na baia de Taiji, Japão, está a sofrer um enorme boicote na sua estreia no … isso mesmo … Japão. Os protestos dos pescadores e os nacionalistas que o acusam de ser um “objecto anti-japonês” tem revelado numa força de grande impacto para o cancelamento do filme em muitas das salas de cinema nipónicas, a sua estreia nacional ficou adiada para 26 de Junho, o qual será exibida uma versão alterada. Nessa trasladação, por exemplo, existirá uma desfocagem nas faces dos ditos “matadores” de cetáceos.

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publicado por Hugo Gomes às 22:23
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Eis o trailer do terceiro e ultimo filme da trilogia Arthur de Luc Besson, adaptação de uma série de livros juvenis escritos pelo próprio. Denomina-se por Arthur et la guerre des deux mondes.

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publicado por Hugo Gomes às 22:19
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Nos anos 40, meses depois do ataque da Pearl Harbor, um americano parte para uma Xangai ocupada por japoneses para investigar a morte de um amigo. Premissa do novo filme de Mikael Hafstrom, o prestigiado realizador de Evil (nomeado ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2004) e da adaptação do conto de Stephen King, 1408. Shanghai é um dos mais esperados filmes deste ano, estreou no último festival de Xangai e obteve uma excelente recepção. O elenco não poderia ser melhor, John Cusack (2010, 1408), Gong Li (Memoirs of a Gheisha), Chow Yun-Fat (Crouching Tiger, Hidden Dragon), Ken Watanabe (The Last Samurai), David Morse (Paranoia), Franka Potente (The Bourne Supremacy) e Jeffrey Dean Morgan (Watchmen).  Será o regresso de um certo cinema noir?

 


publicado por Hugo Gomes às 22:16
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publicado por Hugo Gomes às 21:38
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Faltam 10 dias para os cinemas sofrerem uma corrida quase febril, ou seja a estreia do terceiro capitulo de Twilight, Eclipse, que a contar pelos trailers será mais frenético em termos de acção que os dois anteriores. È difícil escrever nos dias de hoje sobre esta “saga” cinematográfica sem que seguir sejamos ofendidos pelas fãs que nos acusa de sermos “haters” ou insensíveis, primeiro não irei tirar conclusões precipitadas acerca do breve filme que aí vêm, mas a verdade é que nem mesmo o nome anexado de David Slade na realização (relembro o curioso Hard Candy em 2006) traz algum conforto para o meu coração cinéfilo. A produção continua a mesma, a contar com os dois exemplos anteriores, os personagens secundários serão novamente postos á margem, mesmo com os actores escolhidos, e obviamente como se espera e para bem do publico alvo, iremos ver mais bíceps e abdominais masculinos e menos atributos de actor. Os efeitos especiais darão o recheio de filme de Verão, porém parece mais que Twilight têm medo de confrontar com Harry Potter (a estrear a Novembro deste ano) na dominância do box-office. Espero que esteja enganado e que este Eclipse seja mesmo um entretenimento satisfatório, que Robert Pattinson tenha um desempenho a nível de Remember Me de Allen Coutler e menos New Moon, Kristen Stewart esqueça de vez que o franchising dá dinheiro fácil e regresse ao seu estatuto de revelação, Taylor Lautner tenha finalmente uma interpretação expressiva, o argumento de Melissa Rosenberg seja aquilo que pretende, bem escrito, e não a vergonha piegas que New Moon se revelou e sem as cenas sem nexo, por fim a realização, Slade se mostre num mestre no visual e que capte a emoção de uma série de livros que sucesso global têm. Espero, desejo, para bem de uma saga que está aos poucos a ganhar uma má fama. Quero que entendem que os livros não foram apenas escritos para serem lidos por raparigas com acne, mas sim por toda a gente, os filmes tem que ser assim. Quanto á MTV Movie Awards, bem existe pouco a dizer, é possível que um canal de televisão que sofisticou a forma dos adolescentes serem e continua a ser um símbolo de rebeldia tenha caindo nessa mina de ouro, o qual toda a gente quer meter a mão. A pergunta fica no ar: será possível que The Twilight – New Moon tenha vencido o prémio de Melhor Filme pelo público em competição directa com Avatar de James Cameron e Harry Potter? Bem, rebeldia não se chama assim!

 

 

Ver Também

Twilight (2008)

The Twilight Saga – New Moon (2009)

Remember Me (2010)

Avatar (2009)

Harry Potter and the Deadly Hollows (2009)

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publicado por Hugo Gomes às 21:32
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20.6.10

O massacre do século XXI!

 

È triste saber que nos dias de hoje a ecologia seja algo de caricatural aos olhos da maioria, principalmente daqueles que deveriam ter as maiores das preocupações a níveis ambientais, mas que afinal a sua ignoro é algo prejudicial. The Cove, tendo recebido o subtítulo de A Baia da Vergonha no nosso país, é um documentário urgente, de intervenção, sobre um dos maiores crimes, não da humanidade, mas a nível animal (além de tudo, são seres vivos tal como nós), o massacre anual dos golfinhos na baia de Taiji.

 

 

Galardoado com o Óscar de Melhor Documentário na última gala de 2010, The Cove segue o norte-americano Ric O’Barry, antigo treinador de golfinhos, sendo o seu trabalho notório e popular na série Flipper, que após a consciência de ter sido um dos responsáveis pela expansão do enclausuramento destes dóceis cetáceos, decidiu até hoje seguir a vida como activista na libertação dos seus animais predilectos. Porém aqui a câmara o perfilha na sua demanda e longa luta contra o massacre em Taiji. A percepção mundial desta injustiça é notória e deveras chocante, sua concepção como documentário é informativa, directa e sem receios em apontar o dedo, para além de tudo é abrangente no seu tema.

 

 

Tendo a sensação de que trata de um filme feito por amigos de Ric O’Barry, The Cove consegue uma dinâmica entusiasmante e cativante, quando as câmaras focam na perigosa luta do nosso grupo de activistas em desmascarar uma das maiores farsas da Ocean Preservation Society, as imagens recolhidas permanecerão muito tempo na memoria do espectador e a crescente revolta intrínseca nasce com ela, é difícil de acreditar que não existe ninguém que pare imediatamente isto ou que faça algo, as autoridades, perdidas pela burocracia e a hipócrita democracia, são obrigados a fechar os olhos em nome do negocio e da suposição de que os animais devem ser postos em segundo plano.

 

 

Comovente, bem filmado e surpreendente, muitos elogios a uma peça documental não serão suficientes, o agir no facto é o melhor dos seus elogios. Quando o cinema se torna mais que entretenimento, e sim, intervenção. Urgente a ver!

 

Real.: Louie Psihoyos / Int.: Ric O’Barry, Joe Chisholm, Mandy-Rae Cruikshank, Charles Hambleton

 

 

10/10
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publicado por Hugo Gomes às 18:14
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Real.: Spike Jonze / Int.: Max Records, James Gandolfini, Forest Whitaker

 

 

Filme – Max (Max Records), um rapaz de nove anos sensível e incompreendido, foge de casa e chega a uma remota ilha onde habita bizarros monstros. Tais criaturas fazem dele o seu rei, com a promessa que tal acto irá tirar-lhes da solidão. Spike Jonze adapta o adorado livro de Maurice Sendak, uma história de crianças contada para adultos, cheio de metáforas e morais. A equipa técnica que concebeu os “simpáticos” monstros está de parabéns, como também Jonze e o seu elenco estrelar que nos oferece uma obra maravilhosa e valiosa.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Alemão Dolby Digital 5.1

Castelhano Dolby Digital 5.1

Catalão Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Alemão

Castelhano

 

EXTRAS

Série de Curtas por Lance Bangs de “O Sítio Das Coisas Selvagens”: A Absurda Dificuldade de Filmar um Cão a Correr e a Ladrar ao Mesmo Tempo Partidas da Equipa ao Spike
Ataque dos Vampiros: Curta de Max Records
Os Miúdos Tomam Conta do Filme

 

 

Distribuidora – Warner Home Video

 

Ver Também

Where the Wild Things Are (2009)

 

FILME –

DVD -  

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publicado por Hugo Gomes às 18:09
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Somewhere, o titulo da nova fita de Sofia Coppola que parece regressar às suas origens cinematográficas, o tom melancólico e independente digno do seu The Virgin Suicides (1999) e Lost in Translation (2003). A estrear nos EUA no dia 22 de Dezembro, obviamente uma estratégia da Focus Pictures (distribuidora) em coloca-lo nos Óscares de 2011, Somewhere nos remete á história de um actor em vias de decadência cuja vida se altera com o regresso da sua filha de 11 anos. A nova fita da filha de Francis Ford Coppola promete grandes desempenhos da parte de Stephen Dorff e Ellen Fanning (irmã mais nova de Dakota Fanning de New Moon e de I Am Sam), para além deles Somewhere conta com Benicio Del Toro (The Wolfman, Traffic) e Michelle Monaghan (Eagle Eye) em pequenos papéis.

 


publicado por Hugo Gomes às 01:51
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O Dia dos (ex) Namorados!

 

Desde 1978, Halloween de John Carpenter criou um subgénero do veio do terror que deu cartas nos anos 80 e continua a persistir até os dias de hoje. Enquanto o primórdio filme gerou um pânico similar ao Jaws de Steven Spielberg (1975), os seus descendentes adaptaram para uma fórmula mais descontraída (mesmo com o sangue a rolos) e um humor negro e macabro presente nas sequências gore. A violência gráfica é aqui motivo para entretenimento e o suspense, substituído pela velha questão “who done it”, carece da intensidade atmosférica e persiste na colheita de mortes. Entre os mais singulares encontra-se A Nightmare on Elm Street de Wes Craven e o “copiado até mais não” Friday the 13th de Sean S. Cunningham. My Blood Valentine que surgiu em pleno 1981 é portanto um dos descendentes directos dessa “maldita” linhagem.

 

 

Este filme de terror de nacionalidade canadiana é um autêntico copy / paste com algum disfarce a mistura da “obra” de Sean S. Cunningham. Dirigido por George Mihalka (Straight Line), My Bloody Valentine é uma obra obsoleta nos dias de hoje, mas criativo na sua forma de chocar, ou seja os efeitos práticos são benéficos na caracterização das mortes executadas. Tirando isso, temos um enredo comum e por vezes bocejante devido às previsibilidades do argumento e do “follow rules” da concepção. Os desempenhos dos actores roçam o amadorismo constrangedor, nomeadamente Paul Kelman que se atribui ao protagonismo. O twist final digno do habitual “who done it” tem demasiados pontos de controvérsia para sua credibilidade e surpresa.

 

 

Em 2009, eis que surge o remake, algo de tão previsível como a febre 3D que o filme de terror de Patrick Lussier (um péssimo realizador) se pressiona. Trata-se dos raros casos em que a cópia é melhor que o original, sem isso querer disser muito acerca da sua qualidade, tudo porque My Bloody Valentine é irrisório na forma como se apresenta como produto de terror, porém acerta como uma homenagem a um subgénero moribundo que apenas sobrevive na decadência do videoclube. O requinte visual e a experiencia em três dimensões o torna num apelativo produto, os desempenhos mesmo que mais esforçados não são dos melhores, a concepção dos personagens marca o ridículo da produção. Cheio de “caras bonitas” e “conhecidas”, tais como Jaime King (Sin City), Jensen Ackles (da série Sobrenatural) e Kerr Smith (Final Destination).

 

 

A matança, glorificada com a tecnologia atractiva, está longe de surpreender, nem de chocar, o sangue e os efeitos práticos são demasiado artificiais e em comparação com o chamado desuso do original de 1981, perde todo o esplendor gore do slasher movie. Infelizmente em ambas as versões exibem com um argumento que á imagem do assassino parecem ser a alternativa de qualquer capítulo de Friday the 13th ou até mesmo Halloween de John Carpenter. Não foi desta que o Dia de São Valentim ficou na memória.

 

 

Real.: George Mihalka / Patrick Lussier

Int.: Paul Kelmar, Neil Affleck, Lori Halier / Jensen Ackles, Jaime King, Kerr Smith

 

 

3/10 (1981)

 

4/10 (2009)

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publicado por Hugo Gomes às 01:28
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Ninjas meet Matrix!

 

Nos meus tempos de infância, ninjas era algo tão banalizado nas brincadeiras como nas precoces sessões de cinema através do “glorioso” VHS, os American Ninja que consagraram Michael Dudikoff num dos reis do circuito chunga de videoclube, foram um dos exemplares do que a minha juventude assistia, nomeadamente eu. Nos dias de hoje é fácil identifica que a saga que iniciou em 1985 e terminou de forma nefasta em 1993 (com Pat Morita á mistura) lançou os ninjas num estilo muito serie B, ignorando por completo a negra aura que envolve estes míticos assassinos orientais. Ninjas, muito populares no folclore japonês, foram absorvidos como estereótipo antagónico pelo cinema norte-americano.

 

 

Todavia eis que surge este Ninja Assassin de James McTeigue (o mesmo homem por detrás da adaptação da graphic novel de Alan Moore, V for Vendetta em 2005), e com ele surgem também os produtores como também criadores da trilogia Matrix e do fiasco, mas recomendável Speed Racer, tal facto verifica-se na perfeição das estilosas sequências de acção, magistrais devido ao exagero visual e de violência gráfica. Mas começando do inicio; Ninja Assassin nos revela uma premissa ditamente serie B, sem espinhas e concepção, onde seguimos Raizo (Rain), um órfã criado num seio ninja a fim de se tornar num tenebroso assassino das trevas. Promissor, Raizo acaba por trair o seu “clã” quando recusa a matar uma das suas vítimas, agora perseguido por aqueles que faziam parte da sua “família”, o ninja terá que defender-se com tudo aquilo que aprendeu no seu rigoroso treino.

 

 

Básico, plano e demasiado “badass”, é difícil acreditar que se trata de um filme vindo das mãos do realizador de V for Vendetta, enquanto isso os nomes anexados ao projecto como os irmãos Wachowski na posição de produtores fazem todo o sentido. Com um embaraçoso registo linguístico, difícil de acreditar que um clã imutável pelo tempo fale inteiramente inglês (e com sotaque), Ninja Assassin flui com uma narrativa dependente de flashbacks que rasteiram a história, como se tentassem meter Lisboa numa garrafa em termos duração. Todavia, apesar de todos os seus defeitos que o elevam como produto dignamente serie B, uma das melhores aparições destes “demónios mascarados”, retratado com uma violência digna de videojogo. A sequência inicial é electrizante, o filme é marcando por um ritmo frenético. Um tenebroso guilty pleasure!

 

Weakness compels strength, betrayer begets blood; this is the Law of the Nine Clans.

 

 

 

Real.: James McTeigue / Int.: Rain, Naomi Harris, Ben Miles, Ricky Yune, Shô Kosugi

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 01:23
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19.6.10
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publicado por Hugo Gomes às 01:10
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publicado por Hugo Gomes às 01:09
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18.6.10

 

Dia 18 de Junho de 2010, será recordado como um triste dia na cultura portuguesa, o dia em que um dos escritores mais relevantes da nossa literatura, prémio Nobel da Literatura, José Saramago nos deixa. O autor tinha 87 anos, os problemas respiratórios que sofria foram a causa do seu obituário. Escreveu obras ímpares como O Memorial do Convento e Ensaio Sobre a Cegueira (convertido em filme pela mão de Fernando Meirelles), o seu último livro foi o polémico Caim, que corou a Igreja católica. Portugal agora chora por um dos seus marcos.

 

José Saramago (1922 – 2010)

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publicado por Hugo Gomes às 19:54
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15.6.10

 

O realizador de filmes de terror, Jonathan Liebesman (Texas Chainsaw Massacre – The Beginning), foi o escolhido pela Warner Bros para realizar a sequela de Clash of the Titans. Louis Leterrier, responsável do primeiro filme, fica de fora neste projecto que iniciará a sua rodagem já em Janeiro de 2011, tudo para não atrapalhar Sam Worthington na produção de Avatar 2 de James Cameron.

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publicado por Hugo Gomes às 22:47
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6/10 - Razoável
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