31.3.10

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:05
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The Losers é a história de um grupo especial da CIA que se encontra numa missão nas selvas da Bolívia, porém caídos numa emboscada de um inimigo mortal apenas conhecido por Max. Presumivelmente mortos, o grupo regressa aos EUA com um engendrado plano de vingança. Realizado por Sylvain White (Stomp the Yard), The Losers é um o novo thriller de acção da Warner Brothers, escrito por Peter Berg (realizador de The Kingdom e Hancock) e James Vanderbilt (Zodiac, Basic), inspirado numa BD da DC Comics de Andy Diggle a estrear dia 23 de Abril nos EUA. O elenco conta com Zoe Zaldana (Avatar, Star Trek), Jeffrey Dean Morgan (Watchmen, série Supernatural), Chris Evans (Fantastic Four, Push) e Jason Patric (Sleepers, Speed 2) como Max.


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publicado por Hugo Gomes às 00:47
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30.3.10

Terror de autor!

 

Após o curioso Cashback, Sean Ellis aventura-se no fantástico e no mistério dando ao espectador o filme The Broken, um filme de terror tão despedaçado como qualquer espelho partido. Estilhaços do Medo, titulo traduzido, remete-nos a acompanhar a aventura da radiologista, Gina McVey (Lena Headey), que sofre um aparato acidente rodoviário após ter confrontado com uma misteriosa sócia, a partir daí a sua vida descarrila com uma insegurança incomum de que os seus entes mais queridos não são bem as pessoas que sempre conhecera.

 

 

Algures entre o cinema de autor e as espreitadelas dos elos mais comerciais da indústria cinematográfica, The Broken se revela num invulgar exercício de mistério que não resulta como devia, aliás vindo de um realizador como Sean Ellis, julgava-se uma afirmação como cineasta e não uma decadência como artística. Falando a verdade a fita referenciada é uma fonte seca em termos de originalidade e inspiração, um inóspito thriller, contudo com uma bem dotada fotografia, onde tudo ocorre com uma lentidão exacta protagonizada por momentos de pseudo-suspense. Demora arrancar e cai no erro de ser previsível e ausente daquele toque especial de que são feitos os filmes de terror, Lena Headey está inexpressiva e melancólica, porém é o resto do elenco que se destaca nomeadamente o grande actor que é Richard Jenkins.

 

 

Se Manoel De Oliveira realiza-se um filme deste género seria algo semelhante a The Broken, parado, cheio de momentos mortos e deveras repetitivo, acima de tudo não tem ideias para expressar. Para esquecer!

 

Real.: Sean Ellis

Int.: Lena Headey, Richard Jenkins, Ulrich Thompsen

 

 

A não perder – um actor imaculável, Richard Jenkins.

 

O melhor – o elenco e a fotografia

O pior – não existe ideias concretas neste argumento pseudo-intelectual

 

Recomendações – Mirrors (2008), Geoul sokeuro (2003), Invasion of the Body Snatchers (1978)

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:39
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O maior êxito de sempre da ficção cientifica, Avatar de James Cameron já contem uma data de lançamento de DVD e Blu-Ray, o dia é 29 de Abril, prometendo face á sua relevância no cinema um sucesso comercial do formato de vídeo. Outros títulos a caminho ao mercado é Paranormal Activity de Oren Peli, o filme sensação de terror que estreia no dia 22 de Abril e o delicado romance de Jane Campion, Bright Star, para o dia 1 de Maio. Enquanto estes três lançamentos importantes se irão fazer sentir nos próximos dias, a obra de Scott Cooper, Crazy Heart, a fita biográfica que ofereceu a Jeff Bridges o seu já merecido Óscar de Melhor Actor, não irá conhecer estreia cinematográfica, mas sim, caminho direito para o mercado de home vídeo.

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publicado por Hugo Gomes às 23:33
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28.3.10

 

Após as afirmações de Viggo Mortensen em desistir da sua carreira como actor, este hesita em tal acto para voltar a trabalhar com David Cronenberg, na sequela de Eastern Promises, o filme de 2007 que angariou uma nomeação ao Óscar para o actor de The Road. Cronenberg revelou que a rodagem irá iniciar no Inverno, logo após do término do filme sobre Sigmund Freud, The Talking Cure, protagonizado por Christoph Waltz.

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publicado por Hugo Gomes às 22:02
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O sucesso de Millennium deriva obviamente da sua matéria-prima literária que aos poucos alcançou conquistar o Mundo e fazer deles num dos melhores thrillers literários de sempre, resumido em três livros que seguem a vertiginosa aventura entre da hacker Lisbeth Salander e do veterano jornalista, Mikael Blomkvist, assimilados no seio de uma corrupção á escala nacional. O seu público é obviamente mais adulto que as eventuais febres literárias, nomeadamente Harry Potter e Twilight, que ao contrario destes revelam uma madureza na escrita por parte de Stieg Larsson, que infelizmente faleceu antes do primeiro livro ser publicado. Millennium teve assim, potencial para integrar num bem sucedida saga cinematográfica, felizmente os suecos anteciparam aos americanos que deram a conhecer ao Mundo em geral o ambiente natural das personagens do imaginário de Larsson, tal como aconteceu com Millennium part 1 – Men Who Hate Women, que consistiu num êxito na Suécia e alguns outros cantos da Terra. Mas estaria Portugal disposto a aceitar este sucesso? No nosso país estreou no dia 24 de Setembro caindo logo na 12ª posição no box-office nacional, nada mau para um produto vitima de uma certa ignorância por parte das nossas distribuidoras, o DVD que estreou no inicio deste mês tem vendido bem, claro não em proporções industriais, mas comporta-se dignamente ao lado de um District 9 ou até mesmos a outros grandes blockbusters, dando a conhecer ao nosso mercado nacional que existe fãs sustentáveis a este “vicio”literário, e por estas e por outras eis que estreia nos nossos cinemas a segunda parte da trilogia que de inicio estava programada para integrar uma série televisiva. Infelizmente não existiu qualquer tipo de propaganda a esta obra, revelando um desleixo total das distribuidoras em conquistar novos espectadores á fita, ao invés disso anunciam Dear John, baseado num romance de Nicholas Spark, como um acontecimento cinematográfico da semana. Toda a gente sabe quem vencerá nesta luta directa nas bilheteiras, sendo que a língua sueca afasta muitos espectadores preconceituosos, mas revelo que senti surpreendido pela sala semi-cheia nos cinemas Zon Lusomundo do Alvaláxia, tendo já assistido a blockbusters com menos publico, a verdade é que os fãs estão presentes, não se ouvem com histeria como os estereótipos seguidores da Twilight Saga, essa mina de ouro da Zon, mas façam ouvir face a tantas estreias americanas. Contudo é previsível e com as rápidas notícias de uma recriação hollywoodesca, que tais filmes terão um maior apreso no mercado cinematográfico.

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publicado por Hugo Gomes às 21:59
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Real.: Niels Arden Oplev

Int.: Noomi Rapace, Michael Nyqvist, Sven-Bertil Taube

 

 

Filme

O jornalista Mikael Blomkvist (Michael Nyqvist) e a hacker Lisbeth Salander (Noomi Rapace) investigam um caso de desaparecimento que data os 40 anos atrás, percebendo aos poucos que a causa para tal ainda reflecte no presente.

 

 

Veredicto

Baseado na trilogia literária Millennium do falecido Stieg Larsson, que deu e continuar a dar que falar em todo o Mundo, eis que chega em DVD o primeiro filme da saga cinematográfica, um thriller rico e simples, porém visualmente duro e cru, o qual Noomi Rapace oferece-nos uma personagem cativante e fiel ao bestseller. Para quem julga que o cinema sueco não tem vida.

 

 

AUDIO

Sueco Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Trailer

A Historia de Millennium

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Ver Também

Millennium 1 – Men Who Hate Women (2009)

 

FILME -

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 16:05
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26.3.10

 

Robin Hood de Ridley Scott será o filme de abertura do 65º Festival de Cannes, a realizar no dia 12 a 23 de Maio.


publicado por Hugo Gomes às 23:32
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… quando se lembram de serem actores!

 

Remember Me é em todo o caso um “filmezeco” independente, vendido ao grande público como uma produção comercial de grande valor e nem é preciso dizer o porquê, ou necessito? A verdade é que o actor-galã de Twilight é um dos motivos chave para a propaganda deste drama, despido finalmente da pele do vampiro Edward, Robert Pattinson se converte num problemático jovem ora meio talentoso, ora meio perdido, com uma relação complicada com o seu pai e perseguido pelas memórias do seu irmão mais velho que suicidara há anos atrás. O desenrolar desta historia arranca o já batido conceito de “when a boy meets a girl” e de toda aquela incursão de o amor cura, ou seja Remember Me é facilmente identificável com qualquer romance da autoria de Nicholas Spark, ambientado numa Nova Iorque cinzenta, anterior ao 11 de Setembro e modelizada como um palco de violência.

 

 

Pattinson acaba por esforçar, consegue ser agradável e expressivo, ao contrario do seu personagem mais conhecido, o dito vampiro, porém se o medo era a interpretação do jovem, então não existe fobia nenhuma, atenção digo isto sem insinuar que a sua prestação é formidável, isso não, é apenas … aceite, um bom indicador de um actor que deseja renegar cada vez mais o rotulo de estrela pop adolescente e “abraçar” o modelo de “novo” James Dean. O actor é ofuscado sempre que entra Chris Cooper (um dos melhores actores subvalorizados) e até mesmo Pierce Brosnan numa rígida pose cheia de charme, quanto a Emile de Ravin (da série Lost) traz alguma simpatia como também demonstra ser mais talentosa que a sua suposta “alma gémea”, quanto a Tate Ellington, a sua personagem é pouco coesa e dispensavel.

 

 

Eis um objecto que traz pendência, mesmo apresentado variadas redundâncias na sua narrativa como também uma realização fragmentada e sem inspiração por parte de Allen Coutler. O final, esse é decepcionante não da forma como foi descrito, mas pela persistência em os americanos invocarem os seus fantasmas sem razão aparente. Escrito pelo estreante Will Feters, Remember Me é uma frágil obra, mas todavia esforçada.

 

Real.: Allen Coutler

Int.: Robert Pattinson, Emile de Ravin, Chris Cooper, Pierce Brosnan, Tate Ellington

 

 

 

 

 

A não perderPattinson a protagonizar um romance á séria

 

O melhor – sente-se o esforço da produção

O pior – querer-se vender como grande produção através do protagonista

 

Recomendações – World Trade Center (2006), 25th Hour (2002), Land of Plenty (2004)

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:26
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publicado por Hugo Gomes às 23:08
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Real.: Chris Weisz

Int.: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Michael Sheen

 

 

Filme

Bella (Kristen Stewart) complete os seus 18 anos de vida, a festa ocorre na casa do seu namorado, Edward Cullen (Robert Pattinson), um vampiro secular, e sua família. Por súbito de um acidente, Bella corta-se e isso activa o instinto esfomeado de um dos membros da família Cullen. Devido a tais fragilidades e uma capacidade de proteger o seu amor, Edward é obrigado a afastar-se de Bella, a rapariga entra num estado de depressão, o seu único refúgio é companhia de Jacob (Taylor Lautner).

 

 

Veredicto

Twilight Saga é o mais novo fenómeno literário e cinematográfico desde Harry Potter, baseado nos livros de Stephenie Meyers que cruza o romance adolescente com as criaturas sanguinárias da obra de Bram Stoker. New Moon o segundo filme da futura saga da Summit Entertainment é um exemplo baixo de popularidade da cultura pop, que sobrevive graças ao apelo dos actores principais, Pattinson e Lautner, que nos oferecem personagens ocas e sem carisma, para além da falta de expressividade que emanam, Stewart está em modo automático, sentindo não ser o seu ambiente natural face a uma mal escrito argumento cheio de cenas involuntariamente ridículas. A fotografia e a banda sonora são dois pólos positivos num filme tão vendido como este.

 

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Comentários Áudio do Realizador Chris Weitz
11 Cenas Cortadas
A Saga Twilight Eclipse: As primeiras imagens

A viagem continua: um documentário de 6 partes sobre "a Saga Twilight Lua Nova"
Team Edward vs Team Jacob: o derradeiro triângulo amoroso
Introdução à Alcateia
A transformação de Jacob
Edward vai para Itália
As Cenas de Jacob
As Cenas de Edward
12 Cenas Alargadas
Entrevista com os Volturi

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Ver Também

Twilight (2008)

The Twilight Saga – New Moon (2009)

 

FILME -

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 23:01
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24.3.10


publicado por Hugo Gomes às 22:46
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O cinema ficou na porta do lado!

 

Se Jackie Chan está abaixo de forma, toda a gente já sabia, a idade não perdoa, porém a persistência do célebre actor chinês em continuar a representar um “Charlot” das artes marciais leva com que outrora gloriosa caia na inevitável anedota. Após Rush Hour 3, onde o actor Chris Tucker, seu sidekick, consegue disfarçar o cansaço do ego do asiático através de um humor a roçar o stand up comedy, infelizmente em Spy Next Door de Brian Levant não goza da mesma sorte.

 

 

A começar pelo argumento que tem de original como um clone, pedinchado as manias de combinar espionagem com “amas-secas”, inevitável é dizer que já vimos isto antes. O seu ponto mais promissor acaba por ser a sua grande decepção, os esperados “exibicionismos” de artes marcais de veia cómica, sem dinamismo e deveras inconsequente, a imaginação falta e muito, ao contrario do tagline do filme que aclama ser mais divertido que a trilogia de Brett Ratner – Rush Hour – o qual o actor Chan é protagonista.

 

 

Se a historia e os “truques apelativos” falham, então o que resta? Quase nada, os personagens é oco, estereotipizados e pouco mais, os desempenhos são péssimos, Jackie Chan está ridículo e sem força de vontade, Amber Valletta não exibe nada de actriz e a realização assemelha a de qualquer filme pornográfico, sem vida alguma, tudo soa tão amador. Contudo a que abençoar o islandês Magnús Scheving como o vilão de serviço, Poldrak, os momentos mais divertidos da fita são geradas por este actor, muito conhecido pela “criançada” na bem sucedida série infantil, Lazytown.

 

 

Falando em crianças, são o alvo furtivo deste filme, nada contra esta faixa etária do público, mas o problema realmente reside porque Spy Next Door não tem atractivos suficientes para agradar os acompanhantes dessas audiências, os adultos. Voluntariamente mau, o filme que revela uma possível reforma de Jackie Chan aos papeis sem duplos. Tem potencial de ser o pior filme do ano.

 

 

Real.: Brian Levant

Int.: Jackie Chan. George Lopez, Amber Valletta, Billy Ray Cyrus, Magnús Scheving

 

  

 

A não perder – se não tiverem outra opção de filme

 

O melhor – Magnús Scheving e o seu Poldrake

O pior – Além de tudo, Jackie Chan, sem idade para aquelas andanças

 

Recomendações – Spy Kids (2001), The Pacifier (2005), Big Momma’s House 2 (2006)

 

 

3/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:32
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23.3.10

 

Após John Kransiski ter sido apontado como o eventual Capitão América na futura saga The Avengers, The Hollywood Report assegurou que será Chris Evans (The Fantastic Four,Push) a vestir a pele do famoso herói da Marvel. O filme tem data de estreia para 2011, conta com Hugo Weaving como vilão e Joe Johnston como realizador.

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publicado por Hugo Gomes às 22:56
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Na tentativa de ser um filme sério!

 

Com a nova decisão de submeter a categoria de Melhor Filme dos Óscares com 10 nomeados, abriu oportunidades de muitas obras outsiders dos parâmetros da Academia, mas aclamados a nível de público e critica integrarem na tão cobiçada lista, o exemplo de District 9 de Neil Blomkamp, um filme que no caso do velho modelo dos cinco indicados não encontraria espaço para inteirar. Outro exemplo é o A Serious Man, a nova obra dos irmãos Coen, realizada e escrita pela fraternidade cinematográfica mais conhecida desde os Lumieres, é uma visão satírica e irónica no seio da comunidade judaica norte-americana dos anos 60, a historia segue-nos um professor de física que segue uma vida honesta e seguida á risca pelas leis da moralidade, porém vive em plena crise existencial, a sua mulher pede-lhe o divorcio para poder casar com um grande amigo seu, os seus filhos tem problemas quer na escola, quer de intrinsidade, o seu irmão doente vive á deriva no seu sofá, o professor é acusado de ter aceitado dinheiro de um aluno para aprovação e o nosso protagonista vive de desejos pela vizinha do lado, portanto tudo se resume numa serie de desgraças, todas elas levam a consequências ainda mais graves que fazem pensar o quanto trocista é a própria vida. O desconhecido Michael Stuhlbarg, muito conhecido nos palcos nova-iorquinos, veste a pele de um personagem inseguro e cheio de tiques, que remete-nos a um sólida prestação e revelação cinematográfica, pena que tal brilho não chegou aos cantos da Academia para uma inevitável nomeação ao Óscar. Outro excelente de desempenho é o de Fred Melamed como o”homem sério”, estatuto esse, que a personagem Michael Stuhlbarg sempre anseia obter. Tirando esses dois actores, o resto do elenco não brilha chegando mesmo a combinar algumas prestações bastante incrediveis e insatisfatórias, mas os Coen dão um jeito e conseguem recriar algumas cenas memoráveis como o bar mitzvah, a cena do charro ou até mesmo a detenção do walkman, sequencias bem sucedidas graças a uma experiencia semi-autobiográfica segundo os autores. Mas afinal onde é que o filme falha? Mesmo sentindo a alma dos irmãos em toda a narrativa, somos obrigados a negar a sua coerência: uma abertura que reconstitui uma famosa historia de folclore da religião judaica, todavia onde encontra-se tal sequencia no meio da historia, o inevitável sindroma dos cliffhangers que contraíram no oscarizado No Country For Old Men encontra-se presente, e pior situado num dos pontos clímax de interesse de toda a historia, a narrativa cede a uma surrealismo social e toda aquela critica a lá American Beauty é reposta por uma sensação de dizer muito e no enfim chegar a nada. Vindo dos irmãos é uma decepção, mas mesmo assim nos remete ao talento da dupla quer na realização e no argumento e na revelação que é o actor Michael Stuhlbarg, espero que Hollywood mantenha os olhos nele.

 

Real.: Joel Coen, Ethan Coen

Int.: Michael Stuhlbarg, Fred Melamed, Sari Lennick, Richard Kind,

 

Imagens

 

 

A não perder – é um filme dos Coen mesmo assim

 

O melhor – o actor revelação

O pior – a visão satírica dissipa-se e dá lugar a um filme “arty” sem muito para dizer

 

Recomendações – American Beauty (1999), Ladykillers (2004), Burn After Reading (2008)

 

6/10

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publicado por Hugo Gomes às 22:44
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Cem anos de puro génio, a demonstração que o cinema não é só apenas falado em inglês, a 7ªArte como o conjunto das outras setes e a perfeição de todas as artes, o sentimento perpétuo em algumas das obras mais completas do cinema (Seven Samurais, Rashomon, Kagemusha). O seu país em matéria cinematográfica nunca mais foi o mesmo – Akira Kurosawa – um autor como nunca houve outro igual nasceu há cem anos atrás numa primaveril 23 de Março.


publicado por Hugo Gomes às 22:29
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Depois de ter sido repudiado pela crítica e público em geral e ter “vencido” o Razzie de pior filme do ano 2009, Transformers – The Revenge of Fallen irá ter mesmo sequela, segundo o realizador Michael Bay, o terceiro filme da saga iniciada em 2007 será mais rica em história, uma forma de desculpa para aqueles que sentiram ofendidos pelo excessivo de efeitos especiais e de sequências de acção, sem argumento sólido que o sustente, tal factor deriva de inúmeras críticas apontadas ao mega-exito do Verão de 2009. Transformers 3 irá contar com Megan Fox e Shia LaBeouf nos seus respectivos papéis, o mesmo sucede a Tyrese Gibson que já é presença habitual na eterna luta entre máquinas, como novas aquisições, já foram asseguradas as participações de John Malkovich como o primeiro patrão da personagem de La Beouf e Frances McDormand (Burn After Reading, Fargo) como directora da Inteligência Nacional. Este esperado blockbuster já tem data de estreia para 1 de Julho de 2011 nos EUA, o argumento é levado a cabo por Ehren Kruger (Transformers – The Revenge of The Fallen, The Brothers Grimm, The Ring Two).


publicado por Hugo Gomes às 22:26
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publicado por Hugo Gomes às 20:39
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22.3.10

 

Tim Burton vai realizar a nova adaptação de The Adams Family, baseado nos cartoons que foram produzidos em 1938 a 1988 para New Yorker. Tal matéria-prima ainda originou várias series animadas e um conjunto de dois filmes realizados por Barry Sonnenfeld (1991, 1993). A versão de Burton será concebida em animação stop-motion e exibido em 3D.

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:25
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