30.12.09

Enquanto isso estreia 16 de Julho nos EUA!

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publicado por Hugo Gomes às 23:12
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30.12.09

 

Dois velhos camaradas numa … borrada!

 

Junta-se dois actores de prestígio e talvez na ideia de Hollywood se encontram um pouco ultrapassados: John Travolta e Robin Williams, juntos numa comédia familiar, só por isso já há algo que devemos temer. As comédias destinadas para a família são do produto menos imaginativo, tudo porque sátira não existe, motivo esse que não ofenda susceptibilidades e assim abrangendo uma compatibilidade de um maior número de espectadores e de todas as idades. Para piorar a situação temos o selo Disney, não que isso signifique má qualidade, mas quando falamos filmes da Disney temos que obviamente diferencia-los das animações que tanto nós conhecemos. Os filmes dos estúdios são manuais de bons costumes e moralidades e na maior parte dos casos são limitados em termos de espaço físico e psicológico das personagens e claro, tal como uma obra de Michael Bay o acenar da bandeira estrelar é mais forte que a própria historia. Old Dogs de Walt Becker, que volta a trabalhar com Travolta após o êxito de Wild Hogs, não ilude a tal teoria, temos o já referido John Travolta e Williams a sofrerem uma crise de meia-idade (Robin Williams não se endireita nos seus projectos, o tempo de Good Morning Vietname já passou há muito) com um argumento que vagueia todos os lugares comuns do género e os mesmos gags de sempre.

 

 

 

A história segue dois amigos de longa data, também sócios de uma companhia de marketing que acabam de fazer o negócio das suas vidas, porém um deles acaba de saber que é pai de dois gémeos de sete anos e devido às circunstâncias vividas, ambos são forçados a tomar conta das crianças.

 

Por estranho que pareça, não duvido das capacidades interpretativas da dupla protagonista, mas claro que uma coisa é trabalhar com amor á profissão, outra pelo cheque chorudo, e em Old Dogs se verifica a ultima, nenhum desempenho digno de registo nesta fita, mas quem quer saber? O público dirigido é outro, aquele que quer rir, esquecer dos tempos difíceis que vivemos, porém não é com esta comédia que os espectadores terão a sua dose. Tempos difíceis se resume a uma produção sem brilho, que funciona para o sucesso fácil e sem mérito, previsibilidade é a palavra de ordem. O resto do elenco tem incluindo Matt Dillon, que rouba toda as cenas, um estereotipo Justin Long, um sem chama Seth Green e o falecido Bernie Mac, que apesar da nostalgia não chama a atenção, Kelly Preston que brilhou ao lado de Kevin Bacon em Death Sentence de James Wan, desilude numa prestação pouco feliz.

È comédia barata que se tenta vender por “old school comedy”, diversão para família diz a Disney, um aborrecimento que esclarece que na realidade pouco ou nada de fresco existe para os lados de Hollywood, digo eu.

Real.: Walt Becker

Int.: John Travolta, Robin Williams, Seth Green, Kelly Preston, Matt Dillon, Justin Long, Bernie Mac

 

    

A não perder – se já viu Avatar nas salas de cinema mais que uma vez.

 

 

O melhor – o elenco apesar de tudo

O pior – uma reciclagem de formulas para ser gasta novamente

 

Recomendações – The Pacifier (2005), About a Boy (2002), The Kid (2000)

 

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:59
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28.12.09

 

Na semana do Natal foram vários os filmes que vi no cinema e revi, a começar pelos revistos foi Avatar em 3D e The Twilight Saga – New Moon (eu sei, mas as miúdas são difíceis de compreender), contudo destes dois sabem a minha opinião. Quanto aos vistos foram Gamer com Gerard Butler e Michael C. Hall (este ultimo é fenomenal actor a não perder), uma hipérbole ao sedentarismo dos videojogos e uma crítica um pouco acida a Bill Gates, a temática já foi vista em Surrogates, mas neste caso “embrulhado” com uma má realização e narrativa. Sherlock Holmes de Guy Ritchie, um filme de aventuras bem-humorado aconselhado para quem nunca ouviu falar do famoso detective privado. A Christmas Carol, mais uma sofisticação de motion caption vindo de Robert Zemeckis, a enésima adaptação do famoso conto de Charles Dickens, desta vez com um ambiente bem negro e um Jim Carrey multi-facetado.


publicado por Hugo Gomes às 23:50
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Um ano de Quem Quer Ser Bilionário?

Esteve quase para não concluído devido a eventuais cortes orçamentais durante a produção e conflitos com o realizador Danny Boyle, e quando foi produzido esteve por um triz de ser lançado directamente para DVD. Slumdog Millionaire estreou triunfante em vários festivais de todo o Mundo, entre eles o famoso Toronto Film Festival o qual arrecadou excelente criticas. Partir dai houve uma intensa campanha para promover o filme como um dos melhores do ano e foi precisamente em 22 de Fevereiro deste ano que Slumdog Millionaire venceu 8 Óscares incluindo o de Melhor Filme, o seu auge, além disso foi um êxito de bilheteira, tendo rendido cerca de 400 milhões de dólares em todo o Mundo, muito para um filme que só custou 15 milhões, como também foi um sucesso de venda em DVD e Blu-Ray. Por detrás do filme, a historia das três crianças indianas, protagonistas de Slumdog Millionaire, ajudadas pelo próprio Danny Boyle, o qual o lucro do filme serviu-lhe de muito para o auxilio dos seus futuros, historia essa que encantou meio mundo.

 

Realizadores no topo (Confirmações e Revelações)

Danny Boyle (Slumdog Millionaire)

Darren Aeronofsky (The Wrestler)

James Cameron (Avatar)

Duncan Jones (Moon)

Guy Ritchie (Sherlock Holmes, Rockn’Rolla)

David Fincher (The Curious Case of Benjamin Button)

Clint Eastwood (Gran Torino, Changeling)

 

Realizadores em baixo (Desilusões ou maus resultados)

Zack Snyder (Watchmen)

Gavin Hood (X-Men Origins – Wolverine)

Tony Scott (The Taking of Pelham 1 2 3)

Alexandre Valente (Second Life)

Steven Soderbergh (Che Part One, Che Part Two, The Informant!)

Joe Wright (The Soloist)

Paul McGuigan (Push)

 

Um ano de Avatar

È o filme mais falado deste final de ano, não pelo colossal orçamento (cerca de 250 milhões de dólares, o mais caro filme de sempre), não pela demora de produção (15 anos), mas sim pela afirmação do próprio Cameron de este projecto decidiria o rumo do futuro cinematografico. Se sim ou não, ainda não saberemos, mas o que temos a certeza é que Cameron consegue uma fita deslumbrante em termos visuais, criando um veículo suportável para 3D, graças á rodagem com uma câmara de duas objectivas. Avatar poderá muito bem a ser um dos filmes mais bem sucedidos do final desta década, o público parece aderir a uma pretensiosa campanha de marketing. Será que Avatar de James Cameron será parte integre do cinema futuro?

 

Ver Também

Avatar (2009)

Slumdog Millionaire (2008)

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:21
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Real.: Michael Mann

Int.: Johnny Depp, Christian Bale, Marion Cottilard

 

 

Filme

Numa era em que os gangsters reinavam a América, John Dillinger (Johnny Depp) foi em tempos considerado o Inimigo Publico Nº 1 dos EUA. O filme de Michael Mann retrata a intensa caça ao Homem que virou Lenda.

 

Veredicto

Mann volta a retratar o crime como uma arte de natureza morta, Public Enemies é no fundo uma reciclagem do seu Heat, para muitos a obra-prima do realizador, utilizando assim o pretexto de utilizar um talento como Johnny Depp e não só, a belíssima Marion Cottilard, vencedora do Óscar de Melhor Actriz (La Vie En Rose, 2007) num filme carregado de emoção e realismo.

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Italiano Dolby Digital 5.1

Castelhano Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Comentário do Realizador - Michael Mann

Maiores que a Vida – Adversários

Michael Mann – Fazer Inimigos Públicos

No Rasto de Dillinger: Os Verdadeiros Locais

O Ultimo Fora-da-Lei lendário

Tecnologia Criminal

 

Distribuidora – Universal Studios Portugal

 

Ver Também

Public Enemies (2009)

 

FILME –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:30
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27.12.09

Mais um ano está a terminar, em breve 2009 dará lugar a 2010 e entraremos noutra década, daqui adiante mais cinema virá, todavia este ano está longe de ser ignorado. Slumdog Millionaire venceu o Óscar, Michael Bay encontra-se no topo do Mundo, Diablo Cody torna-se numa argumentista de prestígio graças a Juno, New Moon conquista o seu público, mas não a critica e a opinião pública e Avatar torna-se numa revolução, vindo do muito ausente James Cameron. Relembremos os maiores e melhores acontecimentos deste 2009.

 

Um ano de Lua Nova

Houve uma verdadeira corrida aos cinemas graças ao segundo capítulo de Twilight, New Moon, a adaptação do livro seguinte da saga literária Luz e Escuridão de Stephenie Meyer. O filme conseguiu arrecadar uns majestosos 72 milhões de dólares no primeiro dia de estreia, recorde antes permanecido em The Dark Knight de Christopher Nolan (2008). Todo este sucesso deriva não só de um legado obtido através dos livros, mas como também uma campanha de marketing sem cansaço e uma apelação aos espectadores femininos. Porém o público em geral não o admirou concretamente, tendo caracterizado toda a campanha de histeria abusiva. Por outro lado, Twilight, que estreou em 2008, foi dos DVDs mais vendidos do ano e o grande vencedor da MTV Movie Awards, tendo arrecadado 5 prémios deixando The Dark Knight como o maior derrotado. Quanto aos sucessos de bilheteiras, os 662 milhões de dólares feitos pela sequela de Twilight de New Moon está longe de cobrir o maior êxito anual – Harry Potter and the Half Blood Prince com 925 milhões.

 

Os 5 Maiores Êxitos de Bilheteira de 2009 (Em Todo o Mundo)

 

Harry Potter and the Half Blood Prince

$925,956,980

Ice Age – Dawn of the Dinosaurs

$886,973,705

Transformers – Revenge of the Fallen

$832,076,689

2012

$731,774,000

Up

$702,579,556

 

 

Os 5 Fracassos de Bilheteira de 2009 (Em Todo o Mundo)

Nome

Custo

Rendimento

Cirque du Freak

$60,000,000

$16,649,358

Surrogates

$80,000,000

$60,556,354

Land of the Lost

$100,000,000

$65,158,653

 

Taking Woodstock

$30,000,000

$8,695,829

 

Cadillac Records

$12,000,000

$8,828,583

 

Um ano de Actividade Paranormal

Para além de New Moon de Chris Weisz, outro frenesim cinematográfico teve lugar em 2009, foi Paranormal Activity de Oren Peli. O realizador utilizou o método mockumentario (falso-documentario) para criar um semi-caseiro filme de terror, cujo elemento suspense está sempre presente nos discretos artifícios utilizados pela produção. Custou por volta de 15 mil dólares, mas rendeu no seu total 100 milhões só nos EUA, tudo graças ao “passa palavra”. Relembro que este filme assustou Steven Spielberg, assim sendo a Paramount Pictures comprou os seus direitos e o exibiu nos cinemas este ano, 2 anos depois de sua produção.

 

Ver Também

Twilight (2008)

The Twilight Saga – New Moon (2009)

The Dark Knight (2008)

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:22
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 The Echo (2008)

 

 

Apenas eco, mais nada!

 

 

Real.: Yam Laranas

Int.: Jesse Bradford, Jamie Bloch, Kevin Durand

 

 

Remake da obra de terror tailandesa Sigaw do realizador Yam Laranas, o mesmo desta versão norte-americana. The Echo é a clássica historia de assombrações, o qual Jesse Bradford interpreta um ex-recluso, Bobby, que sem lugar para onde ir depois do fim da sentença, decide ocupar o apartamento da sua falecida mãe na sua terra natal. Enquanto tenta se readaptar ao sítio que o viu crescer, Bobby é perturbado por fenómenos sobrenaturais, o qual crê também ser a verdadeira causa da morte da sua progenitora. Sendo básico, caindo na facilidade da recorrência a sustos e ausente de um clima de tensão, The Echo se vende por pouco, não existe nada de realmente substancial aqui!

3/10

 

The Uninvited (2009)

 

Porquê mais um remake!!

 

 

Real.: Charles e Thomas Guard

Int.: Emily Browning, David Strathairn, Elizabeth Banks, Arielle Kebbel

 

 

Mais um remake de um filme de terror oriental, desta vez foi o magnífico Tale of the Two Sisters de Ji-woon Kim (2003), mas ao contrário da obra coreana, este pseudo-terror não consegue disfarçar a sua inteira intenção, tornar o hipnótico argumento de Kim numa história de selo americano. Sustos existem poucos, e quando existem torna-se maçudos devido á sua previsibilidade. O twist final só agradará de certo a quem não viu o anterior. Quanto ao elenco temos o carisma de Strathairn e a dualidade de Banks, mas Emily Browning encontra-se ruim e sem chama, para quem a viu em Lemony’s Snicket de certo irá a considerar uma desilusão. Um remake sem alma!

4/10

 

Major Movie Star (2008)

 

 

Atenção, firme!

 

 

Real.: Steve Miner

Int.: Jessica Simpson, Vivica A. Fox, Steve Guttenberg

 

 

Um remake não homónimo de Private Benjamin, uma comédia de 1980 de Howard Zieff com Goldie Hawn a interpretar uma mulher da sociedade que inscreve-se no exército. Nesta versão mais pop, Jessica Simpson é uma super-estrela que para poder fugir do seu “mundo faz de conta” decide então fazer a recruta. Simpson não tem talento como actriz, mas a comédia de Steve Miner consegue brilhar por momentos hilariantes numa premissa que tão original tem como as programações natalícias dos canais televisivos generalistas. Uma básica ida ao cinema com um balde de pipocas e uma “mão” cheia de gargalhadas, vale pelos gags, mas mesmo assim prefiro Bill Murray e a sua recruta em Stripes (Ivan Reitman, 1980).

4/10

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publicado por Hugo Gomes às 17:33
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25.12.09

Respondendo á iniciativa lançada por Flavio Gonçalves do Flavio’s World e Roberto F.A. Simões do Cineroad, sobre a escolha das dez melhores obras da década 2000 – 2009. Porém como devem perceber é muito difícil escolher assim do nada, os dez filmes e ordena-los por qualidades, já que inúmeras obras marcaram diferentes anos, diferentes pessoas e exibiram distintas visões. Por isso decidi eleger as obras mais marcantes de cada ano, na minha humilde opinião, eis:

 

ANO 2000 – Memento (Christopher Nolan)

Hipnotizante, Nolan estreia aqui com uma narrativa insólita e revolucionaria seguindo a historia de trás para a frente, mas sempre preservando o clímax de um base linear e clássica. Foi também o filme que lançou Guy Pearce, apesar nestes últimos tempos o actor tem estado um pouco á nora com os projectos.

 

ANO 2001 – The Lord of the Rings – The Fellowship of the Ring (Peter Jackson)

Jackson acabado sair do cinema trash e gore, concretiza a proeza de transportar o clássico da literatura de J. R. R. Tolkien para a grande tela e com a fidelidade preservada. Não só o realizador criou uma linguagem semi-perdida desde Gone With The Wind, como também a ressuscitação de um género, o verdadeiro épico. Esta jornada ao anel amaldiçoado (ou abençoado) teve dois segmentos em 2002 e 2003, tão bons como esta obra-prima do cinema. Lirismo, fantasia e muita aventura.

 

ANO 2002 – 25th Hour (Spike Lee)

Spike Lee é na opinião um realizador com demasiado ódio no coração para falar de temas como racismo e discriminação, porém este 25th Hour foi o seu filme mais inspirado. Edward Norton consegue um dos melhores desempenhos da sua carreira numa personagem que se encontra no limiar do bem e do mal, o ódio dessa mesma reflecte-se na do autor (Spike Lee) que a equilibra com uma América pós-11 de Setembro. São filmes como este que apercebemos que não existe nem Bem, nem Mal, mas sim escolhas e todos fazemos uma …

 

ANO 2003 – Oldboy (Chan-Wook Park)

Chan-wook Park recria o segundo capítulo da sua trilogia de vingança, desta vez utilizando por base uma famosa manga japonesa. Assim sendo temos uma função perfeita entre o toque nipónico com o cinema coreano, dando origem a um dos filmes mais fantásticos e surpreendentes importados do Oriente. Incrível visão de violência.

 

ANO 2004 – The Village (M. Night Shyamalan)

No final da década 90 o autor teve o seu auge como realizador e argumentista com The Sixth Sense, que assustou e surpreendeu audiências, porém é com The Village que Shyamalan desafia o publico para um jogo de ilusões, mas sempre com tino para as paranóias pós-11 de Setembro. O filme foi incompreendido nos EUA (como sempre), mas não deixa de ser dos melhores do realizador como também da década.

 

ANO 2005 – The Brokeback Mountain (Ang Lee)

Polémicas á parte, The Brokeback Mountain é sim, um dos maiores romances da década e de que o cinema nos deu. Homossexualidade é transcrito com delicadeza e sensibilidade pelo chinês Ang Lee e Heath Ledger compõe o Melhor Papel da sua carreira (eu sei que em The Dark Knight também está fenomenal). Cinema belo e sem tabus.

 

ANO 2006 – Little Miss Sunshine (Jonathan Dayton, Valerie Faris)

Quem é que disse que o êxito cinematográfico tem que ser só efeitos especiais, sucessos literários e sequelas, e porque não uma obra completamente independente. Little Miss Sunshine foi dos filmes indies mais bem sucedidos de sempre, foi também o filme que lançou os jovens actores Paul Dano e Abigail Breslin, e fez com que Alan Arkin (muito esquecido na altura) vencesse o seu Óscar de Melhor Actor Secundário. Um road trip cheio de comédia, drama e uma família igual a tantas outras.

 

ANO 2007 – Into The Wild (Sean Penn)

O regresso impensável do Homem á Natureza foi motive o suficiente para o actor e agora realizador Sean Penn transmitir para a grande tela a verdadeira alma selvagem do ser humano. Um filme que consagrou Emile Hirsch como um futuro grande actor e que nos presenteou de belíssimas paisagens do que ainda de selvagem resta o nosso Mundo. Uma obra-prima para a posteridade.

 

ANO 2008 – Gran Torino (Clint Eastwood)

Se Eastwood é uma das lendas vivas do cinema, então Gran Torino poderá ser de facto o honorário legado. Um filme simplista que nos remete a todos os tiques possíveis do cinema de Eastwood, e que nos confronta com a ousadia e da sabedoria de um velho e grandioso actor. Comovente o quanto basta, duro quando é preciso, Gran Torino é sim, o mais recente clássico.

 

ANO 2009 – Inglourious Basterds (Quentin Tarantino)

Foi muito difícil seleccionar um filme marcante neste ano que está quase a terminar, mas Inglourious Basterds foi talvez o fenómeno cinematográfico mais á conta. Longe da pirotecnia do maior êxito do ano – Transformers – The Revenge of the Fallen, da revolução técnica de Avatar, do histerismo de New Moon e do sucesso de Angels and Demons, The Inglourious Basterds triunfa porque simplesmente quer contar uma história com toda a originalidade e toque que Tarantino sempre nos habituou. Não é por nada, mas com este conto ambientando na “Guerra Nazi”, temos a sensação que ficaremos com um actor para a próxima década – Christoph Waltz.

 

Ver Também

The Village (2004)

The Brokeback Mountain (2005)

Into The Wild (2007)

Gran Torino (2008)

Inglourious Basterds (2009)

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:11
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O próprio Ralph Macchio repudia esta versão, porém o projecto está a “todo o vapor”. O remake de Karate Kid exibe boa saúde e o trailer já está online. Com estreia marcada para 11 de Junho de 2010, o filme de Harald Zwart (The Pink Panther 2) apresenta-nos Jaden Smith, filho do actor Will Smith, no papel que outrora pertencente a Machio e Jackie Chan como seu mestre, personagem antes desempenhada pelo falecido Pat Morita. Porém a produção decidiu permanecer a trilogia inicial (sim, esquecemos que houve um quarto, mas pronto) e as personagens possuem nomes diferentes para tal efeito.

 


publicado por Hugo Gomes às 15:31
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Alvin and the Chipmunks 2 teve a “proeza” ou não, de destronar Avatar nas bilheteiras dos EUA. O filme de Cameron rendeu cerca de 130 milhões de dólares nas duas semanas, quanto aos “esquilos” que estrearam logo em primeiro lugar e renderam de primeira remessa 19 milhões, 3 milhões a mais que Avatar na segunda semana (16 milhões adquiridos). Condenado ou não, os peritos já apresentam um cenário negro para o revolucionário filme de ficção científica, que em semelhança com Watchmen de Zack Snyder que estreou neste inicio de ano, poderá a vir a ser um “fracasso de bilheteira” e como sendo o filme de orçamental colossal, ainda mais difícil será a recuperação.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:26
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publicado por Hugo Gomes às 15:14
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Com a morte prematura de Brittany Murphy, uma decisão da Redbox está a causar polémica nos EUA, tudo porque a companhia de DVDs decidiu com influência do obituário remover o filme Deadline das lojas para poder depois relançá-lo com nova capa a partir de 1 de Janeiro. Tudo porque a anterior capa do filme de terror interpretado pela própria Brittany Murphy, exibe a actriz numa banheira com um olhar moribundo, a nova capa não exibirá tal cena como apresentação. O filme, dirigindo por Sean McConville, conta ainda com Thora Birch, Tammy Blanchard e Marc Blucas no elenco.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:03
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Real.: Todd Philips

Int.: Brad Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis

 

 

Filme

Quatro amigos planeiam uma despedida de solteiros em Las Vegas o qual prometem nunca mais esquecer, porém nunca tiveram tão longe da verdade. Depois de uma noite incógnita, três deles acordam na sua suite de hotel, completamente destruída e o noivo … desaparecido. Sem conseguirem lembrar das ocorrências dessa aparente “noite selvagem”, o trio tentará de tudo para salvar o casamento, iniciando uma intensa busca pelo principal da cerimónia … o noivo. Contudo existe gente que não aguenta mesmo Las Vegas.

 

Veredicto

Realizado por Todd Philips (Road Trip), eis a comédia do ano, divertida, inesperada e hilariante, tudo “embrulhado” com um argumento cheio de surpresas e personagens caricaturais e carismáticas. Philips torna Las Vegas, a Cidade do Pecado, numa nova Wonderland de Lewis Carroll.

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Alemão Dolby Digital 5.1

Espanhol Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Holandês

Castelhano

Alemão

 

EXTRAS

Mapa da destruição – Acompanhe cada passo dado pelos rapazes durante a sua fatídica noite, veja as localizações reais, conheça a experiência que eles têm de Las Vegas e veja as filmagens que decorreram nos locais
A Música dos três melhores amigos – Bradley Cooper, Ed Helms e Zach Galifianakis cantam a sua música em “freestyle”.
Gags

 

Distribuidora – Warner Video Portugal

 

Ver Também

The Hangover (2009)

 

FILME –

DVD –

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:44
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24.12.09

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publicado por Hugo Gomes às 18:49
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Real.: Steven Soderbergh

Int.: Benicio Del Toro, Joaquim De Almeida, Demian Bichir

 

 

Filme

A segunda parte do épico biográfico de Steven Soderbergh nos remete para a chegada de Che Guevara á Bolivia, confins de destronar a ditadura que aquele país vive. Após seis anos da revolução cubana e de ter vivido sob o mundo politico como Ministro da Cultura, o nosso revolucionário tenta de novo alcançar os seus feitos de gloria de outrora, sem sabendo que isso o conduzirá á sua execução.

 

Veredicto

Apresentado no Festival de Cannes em 2008 como um filme único, numa duração de quatro horas, o que originou indesejadas expressões do publico. Foi então que Steven Soderbergh decide dividir a sua pretensiosa obra, dando origem a um diptico desequilibrado. Se Che Part One resultou numa entusiasmante visão da revolução cubana e do Homem por detrás dela, Guerrilha não consegue funcionar como inteiro, é demasiado esquemático, emocionalmente vazio e bastante confuso, porém Del Toro dá-nos um dos melhores papéis da sua carreira.

AUDIO

Castelhano Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Menus Interactivos
Selecção de Cenas
Trailer

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Ver também

Che Part One – The Argentine (2008)

Che Part Two – Guerrilla (2008)

 

FILME –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:56
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A Singularidade de uma Rapariga Loira, de Manoel de Oliveira, foi cotado como o quinto melhor filme do ano 2009 pela revista de cinema francesa “Cahiers du Cinema”. Pelos vistos é mesmo lá fora que o nosso centenário realizador é por fim reconhecido. Les Herbes Folles, de Alain Resnais, foi eleito como o melhor do ano. A lista completa pode ser conferida abaixo:

 

10 - Hadewijch de Bruno Dumont

9 - Tokyo Sonata de Kiyoshi Kurosawa

8 - Le Roi de l’évasion de Alain Guiraudie

7 – The Hurt Locker de Kathryn Bigelow

6 – Tetro de Francis Ford Coppola

5 – Singularidades de uma Rapariga Loira de Manoel de Oliveira

4 – Gran Torino de Clint Eastwood

3 – Inglourious Basterds de Quentin Tarantino

2 - Vincere de Marco Bellochio

1 – Les Herbes Folles de Alain Resnais

 


publicado por Hugo Gomes às 00:35
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Andando sobre a vida!

 

Se hoje em dia se discute muito a importância dos efeitos visuais numa fita e a dita manipulação informática, é  verdade que a irreverência parece pertencer a obras como este Still Walking de Hirokazu Koreeda. Obras, essas, que nos consegue de tal forma exprimir o que demais primitivo e sincero tem a 7º Arte. É uma visão "despida" de qualquer ligação com as tendências de "cinema moderno", e a invocação dos modelos mais tradicionais do legado cinematográfico japonês. Aliás como este Still Walking evidencia em todo o seu esplendor, um regresso aos fantasmas de Ozu, quando o quotidiano da classe média e os elos de família são mais do que qualquer outro espectáculo tecnológico.

 

 

Sem ter devida relevância enquanto estreia no nosso país (a culpa dos órgãos de comunicação sociais cada vez mais dependentes das grandes produções norte-americanas ou do mediatismo), Still Walking é uma das mais belíssimas peças de arte cinematográfica e é porém a mais simplista que alguma vez vira este ano. Hirokazu Koreeda transporta-nos para uma ocorrência de 24 horas em que uma família, separada pelo espaço e pelo tempo, se reúne. durante esse convívio são exibidos os segredos, as maldições, as angústias e a tragédia que ainda reside no fantasma do ente “querido” perdido.

 

 

Sem qualquer auxilio à manipulação visual e marcada por uma tocante e delicada banda sonora de Gonchichi, Still Walking poderá servir para a nossa população como um estudo e comparações de costumes, o que de muito diferente e igual tem o quotidiano nipónico com a nossa tradição portuguesa, a começar pelo respeito do membro mais velho da família, que por exemplo e curiosamente para os orientais é o único que não pode ser contrariado e literalmente “perdoado” dos comentários que lança (algo perdido na civilização ocidental). Porém a esperança numa vida para além da morte é uma das similaridades que apresenta ambas culturas. O retrato familiar ainda nos descreve um realismo que só Koreeda consegue filmar, os diálogos estão entre o mais surreal e o partilhado, marcando também pela diferença do nipónico face por exemplo aos norte-americanos (os filmes que abundam nas nossas salas). No final ainda temos espaço para reflectir sobre a vida e morte, como também o que se encontra no meio de ambas – o legado - um pouco daquilo que o também belíssimo L' Heure d'Été de Olivier Assayas representou no inicio do ano.

 

 

Still Walking é assim, calmo, sereno, belo, delicado e simplista, fazendo dele, uma das curiosas e obrigatórias obras do ano. E tal como os nipónicos mais tradicionais, para vê-lo é preciso paciência e dedicação, só assim se consegue explorar as belezas dos frames e interagir com uma família que podia muito bem ser a nossa. O espírito de Yasujiro Ozu é homenageado da forma mais poética possível!

 

Real.: Hirokazu Koreeda / Int.: Hiroshi Abe, Yui Natsukawa, You, Kazuya Takashashi, Shohei Tanaka

 

 

A não perder – quando os efeitos especiais não são precisos para encher o olho.

 

O melhor – a delicadeza de Hirokazu

O pior – como sempre, ignorado pelas distribuidoras

 

Recomendações – L’Heure d’Été (2008), Elizabethtown (2005), Tetro (2009)

 

10/10

publicado por Hugo Gomes às 00:17
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23.12.09

Woody Harrelson é um dos actores mais versáteis da indústria de Hollywood, o seu personagem de nome Tallahasee no filme de êxito Zombieland de Ruben Fleischer, que se encontra com força nas nossas salas de cinema. Sendo o seu desempenho hilariante, até gostaria que o filme fosse mais, decidi então elaborar outros personagens inesquecíveis deste actor que tanta agrada ao público, mas que continua a ser tão esquecido por ele.

 

Charlie Frost (2012, 2009) Roland Emmerich

 

Ernie LuckMan (Scanner Darkly, 2006) Richard Linklater

 

Mickey Knox (Natural Born Killers, 1994) Oliver Stone

 

Larry Flynt (People Vs. Larry Flynt, 1996) Milos Forman

 

Vince Boudreau (Play It to the Bone, 1999) Ron Shelton

 

Roy (Transsiberian, 2008) Brad Anderson

 

Bill White (North Country, 2005) Niki Caro

 

Para vocês? Qual o melhor personagem de Woody Harrelson?

Ver Também

2012 (2009)

Natural Born Killers (1994)

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:53
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22.12.09
22.12.09

Real.: Pete Docter, Bob Peterson

Int.: Edward Asner, Jordan Nagai, Christopher Plummer

 

 

Filme

Carl Fredrickson (Edward Asner) sempre sonhou em conhecer o Mundo, mas a vida não o permitiu. Após a morte de sua mulher e o risco de perder a sua casa, Carl decide então fazer-se aos sonhos e através de um arriscado método de inúmeros balões consegue com que a sua casa voe. Tudo isto parece perfeito e de sonho, se não fosse o facto de um “abelhudo” escuteiro, Russell (Jordan Nagai), embarca-se com ele nesta aventura.

Veredicto

A nona animação da Pixar é neste preciso momento um dos mais emblemáticos e imaginativos. Uma salada de sabores que varia entre a comédia, a ternura, a aventura e até mesmo o drama mais convincente, Up é mais que desenho animado, é cinema!

AUDIO

Português Dolby Digital 5.1

Inglês Dolby Digital 5.1

Grego Dolby Digital 5.1

Búlgaro Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Inglês para deficientes auditivos

Grego

Búlgaro

 

EXTRAS

Parcialmente Nublado: Curta-Animação de Cinema
A Missão Especial de Dug: A Nova Curta Animação
“A Aventura Está Aí”
Cena Alternativa: Os Finais Possíveis de Muntz
Comentários do Realizador

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Ver Também

Up (2009)

 

FILME –

DVD –

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:09
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22.12.09

Quando os carros têm emoções

 

John Lasseter é um nome que devemos recordar nos dias de hoje, para além de ser uma das caras da nova direcção da Disney Studios, é ainda um dos homens mais influentes se não o mais da Pixar, que com um currículo sem falhas consegue apresentar-nos sem rival as mais sugestivas e clássicas animações do ano. Enquanto Up (Pete Docter e Bob Peterson, 2009) se torna num dos maiores êxitos de 2009 e um provável nomeado do Óscar da sua categoria, em 2006 surge talvez um dos filmes mais emblemáticos do estúdio e nos dias de hoje talvez dos mais subestimados.

Trata-se de Cars, dirigido pelo próprio John Lasseter, uma historia clássica em que os criadores o abordaram sob um conjunto de objectos tão vulgares como os … carros, como tal cada e se não trata-se de ditos “desenhos animados”, as mais diferentes viaturas tem personificações que vão desde o habitual estereotipo infantil até ao modelo de condutor que reflecte no dito cujo. Assim sendo entramos num mundo em que um camião possui todos os tiques e manias de um camionista, um carro “quitado” podia muito bem ser algum espectador habitual da saga Fast & Furious e um Mercedes com toda a classe de Paul Newman, o qual empresta a voz a uma das personagens do filme, Doc Hudson.

Mas longe do habitual espectáculo imaturo e de puro entretêm para os mais novos, Cars reflecte num conjunto de moralidades de como se deve gozar os pequenos prazeres da vida, seguindo assim a historia do egocêntrico Lightning McQueen (Owen Wilson), um jovem carro de corrida de Nascar que possui uma vida de fama e de sucesso artístico, até um dia por acidente é retido numa província quase inóspita, onde irá conhecer os mais estranhos habitantes que o levarão a conhecer aquilo que é mais importante na vida.

Com claras influências ao mundo cinematográfico automobilístico como Days of Thunder (Tony Scott, 1990), Cars consegue recriar realismo e surrealismo ao mesmo tempo, dando assim um mundo completamente aparte mas sob as suas regras, bem credível. Os personagens são carismáticos o suficiente, Owen Wilson funciona bem na animação combinando muito bem com Paul Newman, Bonnie Hunt encontra-se amorosa e Larry The Cable Guy é a voz da personagem mais divertida do filme e talvez uma de toda a carreira Pixar, Mater, um reboque com características provincianas, e não esquecemos todo um rol de personagens bem lineadas que nos irão fazer nos soltar gargalhadas, nem que seja um bom sorriso. Cars é sem duvida um dos melhores do estúdio, para ser sincero penso que foi a partir daqui que o “candeeiro luminoso” se tornou mais primoroso. Obra-prima da animação!

Real.: John Lasseter

Int.: Owen Wiilson, Paul Newman, Bonnie Hunt, Larry The Cable Guy

 

 

    

 

A não perder – animação de qualidade

 

O melhor – saber que existe animações assim

O pior – sugerir como filme para crianças devido ao tom caricatural do desenho

 

Recomendações – Up (2009), Wall-E (2008), Toy Story (1995)

 

Ver Também

Up (2009)

Wall-E (2008)

Ratatouille (2007)

The Incredibles (2004)

O Melhor Filme da Pixar é …

 

 

10/10
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publicado por Hugo Gomes às 15:00
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