31.10.09

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publicado por Hugo Gomes às 23:52
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Matt Damon está irresistível em The Informant!, porém como celebração do novo filme de Steven Soderbergh e em relação a uma das mais relevantes estrelas de Hollywood, eis as sete personagens mais notórias do actor.

 

Will Hunting (Good Will Hunting, 1998) Gus Van Sant

Jason Bourne (The Bourne trilogia, 2002 / 2004 / 2007) Doug Liman / Paul Greengrass

Wilhelm Grimm (The Brothers Grimm, 2005) Terry Gilliam

Edward Wilson (The Good Shepherd, 2006) Robert De Niro

Bryan Woodman (Syriana, 2005) Stephen Gaghan

John Grady Cole (All The Pretty Horses, 2000) Billy Bob Thornton

Linus Caldwell (Ocean’s trilogia, 2001/2004/2007) Steven Soderbergh

 

Ver Também

The Bourne Identity (2002)

The Bourne Supremacy (2004)

The Bourne Ultimatum (2007)

The Brothers Grimm (2005)

The Good Shepherd (2006)

Ocean’s Thirteen (2007)

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:43
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25.10.09

 

Surrealismo gay

 

Certa vez ouvi alguém a afirmar que o cinema português só poderia desenvolver se os autores parassem de armar em filósofos e de fazerem os chamados “filmes para amigos”. Um povo rico em costumes e de uma história orgulhosa ainda temos de certa forma aturar o chamado pretensiosismo intelectual de muitos realizadores, e como digo, um cinema que não consegue entreter o espectador utilizando os artifícios mais banais da 7ª Arte não tem credibilidade em apresentar temas tão complexos como a homossexualidade, neste caso Morrer Como O Homem, mais outra jornada homossexual do sobrevalorizado João Pedro Rodrigues, o autor de O Fantasma e Odete, também eles abrangentes a tal tema.

Morrer como um Homem inicia com a deserção de um soldado e segue na crise de identidade de um travesti, Tonia (um brilhante Fernando Gomes), que segundo ele (a), sempre vivera como uma mulher mas por não conseguir o seu objectivo prioridade deseja acima de tudo morrer como um homem, como o título indica. Rodrigues oferece-nos uma maturação e uma excelente caracterização desse mundo que muitos repugnam, porém o seu militantismo gay parece condenar esta fita intrínseca num panfleto da homossexualidade, tal facto é evidente que afastará muito o grande público que o catalogará como tal. Essa sua obsessão pelo mundo homossexual, mostrado de forma natural e explicita, poderá ser o seu senão face á grande industria do cinema.

Contudo a conversa do inicio desta critica não advém do tema que a fita retrata, apesar de recomendar que este seja visto sem preconceito nenhum, Morrer Como O Homem tem o grande erro de virar um “filme de amigos” a partir dos últimos 45 minutos, apresentando uma nova personagem, “Maria” Bakker (Gonçalo Ferreira De Almeida), cheio de diálogos imaturos e pretensiosos, e claro alguns disparates como “Vamos caçar gambuzinos?”. O filme atravessa um teor surrealista e teatral e sem nexo numa fita que prometia realidade, os planos tornam-se longos e demorados com o intuito de “empapar” a narrativa, ou seja, perde-se a razão de retrata tão delicado tema, João Pedro Rodrigues foi caçar gambuzinos sozinho. A fita só volta a compensar pelo magnífico plano final e o fado interpretado por Fernando Gomes.

 

Real.: João Pedro Rodrigues

Int.: Fernando Gomes, Alexander David, Gonçalo Ferreira De Almeida

 

    

 

A não perder – Uma abordagem ao travestismo e a transexualidade em português e com um elenco exclusivamente masculino.

 

O melhor – Fernando Gomes, os planos de João Pedro Rodrigues

O pior – Assunto sério e delicado, mas temos a sensação que o realizador apenas queria impressionar, outra, fazer de caricatura.

 

Recomendações – Transamerica (2005), Odete (2005), The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert (1994)

 

 

Ver Também

Odete (2005)

 

 

5/10
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24.10.09

Real.: Shane Meadows

Int.: Thomas Turgoose, Stephen Graham, Jo Hartley

 

 

Filme

Shaun (Thomas Turgoose) é uma criança perseguida pela morte do pai e pela solidão, entre outros factores fazem com que Shaun se torne rebelde e revoltado, porém não consegue soltar tal faceta. Porém é num grupo de skinheads que Shaun consegue expressar, como também amar, odiar e a transformar em algo que nunca sonhara ser.

Veredicto

Shane Meadows realiza uma fita com teor para o realismo que se concentra no tratamento das personagens e na caracterização da Inglaterra dos anos 80. Uma obra obrigatória para qualquer DVDteca.

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português

 

EXTRAS
Selecção de Capítulos
Documentário de Produção
Trailer

 

Distribuição – Prisvideo. SA

Ver Também

This Is England (2006)

 

FILME –

DVD –

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:02
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24.10.09

 

Conheces bem a criança que adoptas?

 

Anteriormente o nome de Jaume Collett-Serra encontrava-se ligado a House Of Wax, celebre filme de terror de 2005 por ter sido o primeiro papel de Paris Hilton no cinema, que depois disso apenas uma maldição persistiu em tão antiga arte, mas isso é outra história, ou por outras palavras outro filme. Porém, House of Wax partilha uma certa característica que este Orphan, ambos tornaram as fitas de terror / suspense, tal referencia que surge todos os anos em obras que sobrevivem graças à passa -palavras, muitas vezes incentivado pelos próprios estúdios, House of Wax obteve tal efeito no público, mas depois da época de novidade se tornou obsoleto e no adjectivo mais comum que é “mais do mesmo”, nesse caso Orphan é um caso á parte. Primeiro de tudo, em Orphan não vemos um argumento absolutamente original, esta coisa de crianças psicopatas ou órfãs com passado misterioso tem muito que se diga, mas a sua força advém de um enredo bem escrito e engenhoso, que nos surpreende a cada momento e as eventuais reviravoltas nos auxilam toda o nosso interesse e motivação face ás maldades psicóticas de Esther. Todavia este Orphan nunca poderia funcionar se não fosse por Isabelle Fuhrman, a jovem actriz dá-nos um desempenho sem precedentes equilibrando a doçura de uma criança com a palavra “psycho”, e a complementar tal promessa temos Vera Farmiga, actriz essa que em tudo o que toca, as torna em personagens intensas e psicologicamente credíveis como a sua Kate Coleman, uma mãe desesperada pela morte do seu terceiro filho, que faleceu durante o parto, para tal compensação de tal perda, ela e o seu marido (Peter Sarsgaard) decidem adoptar um criança e é aí que surge Esther, cuja sua inteligência e carisma provocam uma excelente impressão no casal. Depois adopção segue inúmeros eventos e ocorrências bizarras que macabra que fazem com que … suspeite que existe algo de estranho em Esther, um segredo diabólico que nos transporta para um turbilhão que mistura Hitchcock, mais precisamente a sua obra-prima Psycho e Richard Donner’s The Omen, o esplêndido filme de terror de 1976. Orphan é talvez das melhores obras de suspense / terror do ano porque simplesmente consegue-nos surpreender-nos, como também demonstra uma revelação mais madura de Jaume Collet-Serra face ao tema do terror. O realizador torna-se característico nesta fita pela sua proposição do pseudo-susto, uma espécie de caricatura daqueles momentos previsíveis que abundam as variáveis produção norte-americanas. A câmara engana o espectador e muito durante a fita com que faz que Orphan não se venda por tão pouco, mas sim pelo seu conteúdo psicológico e um enredo que nunca peca pela falta de força. Quanto ao twist final que promete virar do avesso toda a história? Bem, foi original, é talvez o melhor que se pode arranjar daquelas circunstâncias, contudo não teria sido mais intenso e bizarro seguir mais pelo simples da corrente narrativa. O melhor filme do realizador, das mais apelativas obras dos EUA deste ano.

 

Real.: Jaume Collet-Serra

Int.: Vera Farmiga, Peter Sarsgaard, Isabelle Fuhrman

 

 

Imagens

 

    

 

A não perder – o mais surpreendido filme de terror vindo dos EUA

 

O melhor – uma intriga fortemente psicológica, Isabelle Fuhrman vs Vera Farmiga

O pior – O twist final, aboliu um pouco o mistério da fita

 

Recomendações – The Omen (1976), Godsend (2004), À Ton Image (2004)

 

Ver Também

Crianças Demoníacas

 

Ver Outras Fontes

Ante-Cinema - Costas Mandylor: “Trick ‘r Orphan

 

7/10

 

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21.10.09


 


publicado por Hugo Gomes às 13:34
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20.10.09

 

Do mesmo realizador de O Fantasma e A Odete, João Pedro Rodrigues volta a abordar a homossexualidade, desta vez o travestismo com este Morrer Como Um Homem, o ultimo frenesim nacional. Porém esta obra é desequilibrada, o qual varia com excelentes desempenhos e alguns momentos dignos do cinema feito para amigos.

 


publicado por Hugo Gomes às 23:23
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Inglaterra Proibida

 

Entre os mais variados debates cinematográficos com os meus amigos e conhecidos, quando falamos do cinema violência, America History X é logo exemplo de referência e veneração, porém a minha opinião acerca do famoso filme de Tony Kaye é bastante diferente da maioria. Skinheads, Neo-Nazis e outros grupos nacionalistas são retratados em American History X com a maior das moralidades, sempre com aquela noção de Hollywood, em não chocar quando deve e a essencial procura do sermão de costumes e doutrinas e aproximação do final feliz, todavia não o tem no seu todo, mas recai na diferenciação entre o bem e o mal. Um amigo meu disse-me que o final teria mais sentido se a personagem de Edward Norton, Derek Vinyard , perante as circunstancias do final, volta-se a rapar o cabelo e a repetir a sua erudição que havia adquirido no inicio do filme, ou seja o regresso ás origens. È cruel, mas não é que isso mostre que o meu amigo partilhe os mesmos ideais que a personagem, mas porque é essa a natureza humana, o ódio é sempre mais fácil que a redenção. Nesse termo, This Is England de Shane Meadows vence, a fita estreia em Portugal com três anos de atraso, mas a sua ignoro equivale á própria do espectador. This is England – Isto é Inglaterra é um verdadeiro seguidor do realismo e da caracterização dos anos 80, contando a historia de um inocente adolescente órfão e não sociável que encontra o seu lugar num seio de um grupo de Skinheads. O jovem, interpretado com rigor e força por Thomas Turgoose tem a sua aproximação de família e é nela que se vai ditando o seu dia-a-dia, a partir temos uma variedade de planos que demonstram uma certa harmonia neste grupo em relação a si e ao mundo que rodeia, porém a situação muda quando um velho membro da “gang” sai da prisão, espalhando no grupo como na personagem de Turgoose, as suas mensagens envolvidas de ódio e nacionalismo que convertem a harmonia simbiose numa separação de ideais. É então que a personagem de Turgoose perde a sua inocência, mas é a sua ingenuidade que ainda o mantém puro. E é então que sem moralidades, mensagens de bem este This Is England é ausente, é apenas um retrato vivo, bem caracterizado com emocionante personagens e grandes desempenhos que para além de Turgoose destaca-se Stephen Graham como Combo (o dito “veneno” do grupo). A banda sonora é harmónica com o ambiente do filme, constituindo pelo rock punk que sempre caracteriza o grupo que por cerca de hora e meia nos deixa levar. O final desta obra é na melhor das hipóteses o final que American History X nunca terá.

Real.:Shane Meadows

Int.: Thomas Turgoose, Stephen Graham, Jo Hartley

 

 

Imagens

 

    

 

A não perder – Para quem partilha a mesma opinião que American History X é um filme frouxo

 

O melhor – Os desempenhos, o realismo, a falta de moralismos

O pior – três anos de atraso! Isto é brincadeira – this is Portugal

 

Recomendações – American History X (1998), Romper Stomper (1992), La Haine (1995)

 

 

Ver também

American History X (1998)

 

Ver Outras Fontes

Cinema is My Life – This is England

 

9/10

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:15
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Real.: Kevin Macdonald

Int.: Russell Crowe, Ben Affleck, Helen Mirren

 

 

Filme

Cal McCaffrey (Russell Crowe) é um jornalista de investigação de bastante relevância no seu jornal, Washington Post, que ao pedido do seu amigo de infância e agora congressista, Stephen Collins (Ben Affleck), investiga a misteriosa morte da sua secretaria que segunda alguma empresa sensacionalista teve uma relação amorosa com Collins. Durante a investigação, McCaffrey se envolve em ligações deveras perigosas.

Veredicto

È um dos thrillers mais complexos e envolventes do ano que desperta o bichinho cinéfilo de filmes tão distintos como as obras de Sidney Pollack e o eternos All the President's Men. Baseado numa série produzida pela BBC, eis um entretenimento adulto e sedutor.

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Italiano Dolby Digital 5.1

Castelhano Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Italiano

Castelhano

Holandês

Inglês para deficientes auditivos

 

EXTRAS

Cenas Cortadas

Making Of

 

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Ver Também

State of Play (2009)

 

 

FILME –

DVD  -

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:52
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Tudo piora …

 

Alexandre Valente já é uma referência do cinema português e em termos comparativos o poderíamos classificar como um Jerry Bruckheimer português em termos produtivos, já que as suas produções sempre consistiram em êxitos entre o público lusitano, por exemplo o maior “frenesim” de bilheteira nacional, O Crime do Padre Amaro. Valente se classificou como um homem ambicioso, um fiel guia ao manual das audiências, e isso demonstrou-se nas suas intervenções á forma como as suas “apostas” eram concebidas, tal acto levou uma saída irada de João Botelho do filme Corrupção, baseado no testemunho literário de Carolina Salgado e as suas vivencias ao lado de um presidente de um clube de futebol, deixando assim uma obra órfã, mas moldada á visão de Valente. Tal como qualquer “sonho americano”, neste caso sonho português, o produtor se converte num realizador, nas probabilidades o seu “sonho desde criança” e o seu produto, Second Life, a sua oficial estreia como tal. Segundo as palavras do próprio realizador, Second Life foi concebido com o propósito de inovar o cinema português, cada vez menos diferenciado com os simples produtos televisivos de ficção nacional. Porém foi também na banda sonora, composta por Bernardo Sassetti, que Alexandre Valente deposita toda a sua fé, um exemplo insólito de originalidade e ambição técnica, falando em ambição técnica, não podemos queixar o vislumbre fotografia, que nos oferece como dadiva as mais belas imagens do cinema português, verídico. Bem, se temos uma excelente banda sonora e uma fotografia excepcional, Second Life é mesmo uma revolução de filme? Obviamente que … não! Second Life volta a demonstrar as grandes fragilidades do nosso cinema; o elenco é composto pelas mesmas caras, aquelas que já nos habituamos a ver nas novelas dos nossos canais generalistas, além de tudo quase funcionar por cunhas ou por nomes, como a verificação de muitos pseudo-actores que na verdade são pivôs ou jogadores de futebol com nome, como é o caso de Fátima Lopes e a super estrela do futebol, Luís Figo, num papel sem explicação e relevância na história. Outra palavra que não devemos esquecer – história. Ora falado em inglês, ora português, ora italiano, a história é apenas uma parábola neo-surrealista sem nexo ou aparente definição, estamos a falar de um argumento, se quisermos chama-lo isso, é uma confusão de elementos o qual o argumentista tem a ousadia de se explicar como a enunciação de vida, ou algo de semelhante. Ou seja temos na probabilidade o pior argumento de um filme português dos últimos anos, mesmo batendo por vários pontos a falta de imaginação de Contrato, que estreou neste inicio do ano. Outro factor que nos fazem acreditar que estamos mesmo perante de um filme português é a exploração do “objecto sexual”, neste caso representado pela Cláudia Vieira e destacado por Liliana Santos, esta ultima protagoniza uma cena lésbica que promete atrair multidões, o velhinho truque da saia. E dentro desta pseudo-intelectualidade, a única representação profissional pertence a Nicolau Breyner, cada vez mais limitado ao lixo nacional, cujo carisma vale qualquer filme. Depois disto, aconselho tomar um café bem forte e respirar fundo, e “agarrar” á esperança que o cinema português irá mudar para melhor. Cumprindo promessas como um politico, ou seja, zero, Second Life não consegue revolucionar o cinema português e muito menos Alexandre Valente consegue ser um realizador.

Real.: Alexandre Cebrian Valente, Miguel Gaudêncio

Int.: Piotr Adamczyk, Lúcia Moniz, Paulo Pires, Nicolau Breyner, Ana Padrão, Fátima Lopes, Liliana Santos, Luis Figo, Cláudia Vieira, Ruy de Carvalho

 

 

Imagens

   

 

A não perder – para quem procura esculturais mulheres portuguesas e a sensação que o cinema português não consegue ir mais longe.

 

O melhor – fotografia e banda sonora

O pior – “o que é isto, afinal?”

 

Recomendações – Back To The Future (1985), The Family Man (2000), Clue (1985)

 

Ver Também

O Crime do Padre Amaro (2005)

Corrupção (2007)

 

3/10

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:20
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18.10.09


 

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publicado por Hugo Gomes às 23:24
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18.10.09

 


A Oitava Maravilha do Cinema!

 

Anos 30, em termos históricos, o Mundo mergulhava na Era da Grande Depressão, uma crise global financeira que varria o globo com pobreza, fome, desemprego e violência, tais factores tiveram extrema relevância nos EUA, que se continha em sobreviver num caos que ele próprio criou e que teve consequências de dominó. Enquanto em Terras do Tio Sam se congelavam em termos de sofisticação e avanços sociais, o cinema que também se encontrava em crise financeira conseguiu num passo de 20 anos ter o seu baby boom de avanços tecnológicos, ora o cinema mudo que passou automaticamente para o sonoro, o dito preto-e-branco cada vez mais poeirento se amestrou de cores graças ao tecnicolor e os efeitos visuais tiveram na década de 30 a sua maior evolução, entre eles contamos com a magnifica representação do stop-motion que Willis O’Brien sobressaiu no incontornável King Kong.

Realizado por Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack, King Kong é um filme de baixo orçamento que depressa se tornou num dos maiores êxitos de bilheteira do seu tempo e cujas algumas imagens se tornaram numa espécie de folclore cinematográfico nos dias de hoje. A história segue um realizador de Hollywood, Carl Denham (Robert Armstrong)  que lidera uma expedição a uma ilha apenas existente em lenda, porém encontrando-se convicto da sua existência e ansioso em rodar no seu solo, cuja protagonista da fita seria Ann Darrow (Fay Gray), uma aspirante a estrela de Hollywood. Após uma longa viagem marítima, a ilha é finalmente encontrada e a equipa de Denham é surpreendida pela rica fauna daquele bocado de terra. As criaturas existentes são tão antigas que se pensavam estar extintas como os dinossauros ferozes que vagueiam pela selva da ilha, todavia existe uma criatura colossal que aterroriza qualquer outra, o rei do seu espaço, a oitava maravilha do Mundo, Kong, um gorila gigantesco que se apaixona pela bela jovem Darrow, o qual a rapta. Após uma jornada cheia de perigos e encontros inesperados com os mais mortais monstros do reino, a equipa de Denham consegue finalmente salvar Darrow e capturar Kong, o qual servirá de mostra em Nova Iorque. Contudo durante um espectáculo, o desmedido símio consegue escapar, espalhado o caos na “Big Apple”, tudo em busca do seu amor inconformado, Darrow. A cena do Empire State Building ficou para a posterioridade, o mesmo se pode dizer da quoteIt was beauty killed the beast” dita pelo próprio Robert Armstrong. King Kong formou assim imagens de marca, para sempre “estampados” no legado de Hollywood, o qual continuam a ser referenciados, vezes sem conta.

Eis o grande clássico do cinema norte-americano, que para além de filme de aventuras com tudo aquilo que se têm direito e com claras incursões a The Lost World, o livro escrito por Arthur Conan Doyle, King Kong é também uma obra de misticismo que metaforicamente se revela na caracterização da globalização, o Oriente (imagem alusiva do homónimo gorila gigante) em choque e queda com o Ocidente, o Terceiro Mundo sem sustento face á máquina de “picar” da industrialização norte-americana.

Os efeitos especiais, neste caso meramente práticos, foram credíveis no seu tempo e nos dias hoje com a onda dos CGI, verificamos o grande rigor e profissionalismo técnico. Mas King Kong não se trata apenas de técnica é também um poço de originalidade bacoca no requerido argumento e também nos desempenhos das envolvidas estrelas, o qual não se aponta falhas. O conto da Bela e o Monstro da Era Moderna. Incrível! Gigantesco! A Oitava Maravilha do Mundo – King Kong!

“Oh no, it wasn't the airplanes. It was beauty killed the beast.”

 

Real.: Merian C. Cooper, Ernest B. Schoedsack

Int.: Fay Wray, Robert Armstrong, Bruce Cabot

 

 

 

    

 

A não perder – um monumento histórico do cinema

 

O melhor – A bacocismo do perfil aventureiro, a sofisticação do seu tempo

O pior – A ousadia sentimental de King Kong de Peter Jackson é mais próxima ao conto que este filme tenta aproximar.

 

Recomendações – The Lost World (1925), Mighty Joe Young (1949), King Kong (2005)

 

Ver também

King Kong (2005)

A Bela e a Besta

 

 

 

9/10
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Veredicto

Se pensam que The Visitor baseia-se apenas no desempenho de Jenkins, então estão muito enganados, porque realmente existe um filme aqui. Um drama curiosa, competente e apelativo a alguns problemas sociais que os EUA ainda não conseguem resolver ou simplesmente não querem. Uma das melhores obras do ano em DVD.

 

 

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português

 

EXTRAS
Conversa com o Realizador e Elenco
Os Tambores
Documentário de Produção
Cenas Adicionais
Trailer de Cinema

 

Distribuidora – Castello Lopes Multimedia

Ver Também

The Visitor (2007)

 

 

FILME –

DVD -

 

 

Real.: Thomas McCarthy

Int.: Richard Jenkins, Haaz Sleiman, Danai Jekesai Gurira

 

 

Filme

Um professor viúvo segue para Nova Iorque para uma conferência, ao chegar lá vai ao seu apartamento da cidade mas é surpreendido com a residência de dois jovens emigrantes. Inicialmente com pena dos jovens decide deixa-los ficar no apartamento, mais tarde tornam-se grandes amigos e aprendem a viver como uma comunidade feliz, porém tal felicidade é abatida quando um deles é apreendido pelas autoridades devido á sua estadia ilegal nos EUA.

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publicado por Hugo Gomes às 22:55
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18.10.09

Poderosos, mas pouco

 

O realizador de Push poderia ser muito bem um estreante, mas não é bem que se trata, Paul McGuigan há coisa de três anos tinha surpreendido tudo e todos com o seu thriller revelação, Lucky Number Slevin, o qual apresentava um elenco de luxo envolvido num argumento no mínimo curioso. Push por outro lado, de sofisticado ou revelador nada tem, mas sim um pequeno oportunista do sucesso televisivo de Heroes, entre outros. Porém o que funcionou na televisão, não funciona na grande tela em hora e meia de filme, tudo porque este Push assemelha mais a um daqueles filmes baratos em que o desenvolvimento se recai em toda a narrativa.

Diria antes bocejante, mas acredito que haja quem se contenta com aquilo que vemos aqui; uma organização governamental dos EUA tem o intuito de manipular o organismo do ser humano, converte-los em armas psíquicas, um plano há muito engendrado pelos Nazis durante a Segunda Guerra Mundial. Com esta “brincadeira” conseguiu-se criar poderosas criaturas sobre-humanas, cada uma com uma específica técnica que vai desde a leitura do futuro até ao telekinesis. Porém enquanto alguns trabalham para a organização, outras fogem convictos em ter vidas normais, mas são caçados com furtividade.

Chris Evans despe o fato de Tocha Humana em Fantastic Four e torna-se num inexperiente psíquico, confuso quanto ás suas origens, em termos de interpretação, Evans decidiu jogar pelo seguro e ter aqui uma madura variação do super-herói anteriormente encarnado, como suas parceiras temos Dakota Fanning, que incrível que pareça, nesta fita consegue ser realmente irritante e Camilla Belle que é um daqueles casos que a “linda cara” sobressai ao seu talento. Djimon Hounsou que brilhou como uma “supernova” em Blood Diamond de David Zwick (continuo a insinuar que merecia o Óscar de Melhor Actor Secundário) parece manter-se numa escada descendente após o vulgar Never Back Down. Tudo aqui visto é cliché atrás de cliché, sem brilho, nem novidade, Paul McGuigan conseguiu fazer a versão cinematográfica não homónima da brilhante serie de sucesso, Heroes, o resultado foi num descarrilado entretenimento, se assim o podemos chamar, sem força nem energia.

“There are special people in this world. We don't ask to be special. We're just born this way”

 

 

Real.: Paul McGuigan

Int.: Chris Evans, Dakotta Fanning, Camilla Belle, Djimon Hounsou, Cliff Curtis, Ming-Na

 

   

 

A não perder – para quem já viu todos os episódios da nova temporada de Heroes

 

O melhor – Não cair na facilidade do espectáculo do CGI

O pior – fazia melhor figura direct-to-DVD

 

Recomendações – X-Men (2000), Hellboy (2004), The Bourne Identity (2002)

 

Ver Também

Lucky Number Slevin (2006)

 

 

Ver Outras Fontes

Splitt Screen – Push, por Tiago Ramos

 

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:28
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18.10.09

Sexo, Mentiras e Confusão!

 

É o retrato da decadência em derivação do álcool, luxúria e mentira, tudo isto se baseia a vida de Julia (Tilda Swinton), uma prostituta de luxo que enfrenta o peso da idade, a dependência do álcool e os relacionamentos incuráveis que advém de alguns e graves problemas financeiros. A oportunidade de Julia quando esta aproveita a situação desesperada de uma mãe cujo filho encontra-se sobre a custodia do avó, o qual Julia é contratada para raptar a criança. Nos tempos em que a criança e Julia convivem, faz com que cresça uma forte ligação que a altera para sempre. Apresentado no Festival de Berlim de 2008, o qual integrou na selecção oficial, esta fita realizada por Erick Zonca é um pretexto artístico para explorar ao máximo a sobrestimada actriz Tilda Swinton, que aqui é uma deusa num mundo de cartão de uma desorganização invariável na narrativa. Sem lógica, ou sequencia a narração da película é uma baralhação de cenas do mesmo registo de 21 Gramas, aqui sem grande impacto muito devido á longa duração e á bocejante historia com mais carvão que fogo. São 144 minutos do mais banal e pretensioso telefilme de luxo com Swinton a tornar-se no único ponto de interesse, além demais na única interpretação superlativa, um filme que demorou cinco anos a ser concretizado e no fim revela-se num bocejo total.

 

Real.: Erick Zonca

Int.: Tilda Swinton, Saul Rubinek, Kate del Castillo

 

Imagens

   

 

A não perder – Para fãs de Swinton

 

O melhor – Ver Swinton num papel feito para ela

O pior - quando o pretensiosismo artístico estraga um filme com algum potencial

 

Recomendações – Gloria (1980), Come Early Morning (2005), Monster (2003)

 

4/10

 


publicado por Hugo Gomes às 22:15
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17.10.09

 

Il Divo é um biopic bem estilista e convencional do realizador Paolo Sorrentino, porém com isso perdemos um grande filme e recebemos um retrato vivo e tecnicamente belo. A narrativa é confusa para quem não se encontra devidamente dentro da situação politica de Itália e Toni Servillo parece mais um boneco que a influente pessoa que é.

 


publicado por Hugo Gomes às 00:05
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16.10.09

A vila dos EUA

M. Night Shyamalan parece ser um dos mais odiados autores nos EUA, os seus filmes tem-se encontrado em escala descendente de público, crítica e bilheteiras desde o mega - êxito de The Sixth Sense (O Sexto Sentido), onde sentimos um certo desafio do realizador indiano á industria hollywoodesca que ignorou por completo o seu Wide Awake (1998). Após esse facto, Shyamalan prometeu trazer o melhor argumento alguma vez feito (sendo essas as suas palavras), o resultado foi Sixth Sense que consistiu na sua obra-prima, um objecto de culto e êxito entre o público e crítica, tendo sido nomeado pela Academia na categoria de Melhor Filme, porém a sua “Mona Lisa” rapidamente se converteu na sua maldição já que a comparação do mesmo com os filmes que se seguiram eram inevitáveis. A fita que celebrizou Haley Joel Osment tornou-se num feito irrepetível. As duas ultimas obras do realizador, The Lady in the Water (2006) e The Happening (2008), foram levados ao extremo tendo até sido nomeados aos Razzies (prémios que distingam os piores do ano), quanto a este The Village que estreou com alguma adesão em 2004 mas que rapidamente se tornou repudiado ficando-se na incompreensão dos intelectuais que se auto titulam de críticos e do publico nos EUA.

È fácil de chegar á conclusão que The Village - A Vila engana a audiência quanto ao género que quer representar, o argumento de Shyamalan explora uma vila norte americana do século XVIII amaldiçoada por umas criaturas que não permitem que nenhum habitante se aproxime da floresta que limita o vilarejo. Dito de forma miúda, The Village é um daqueles filmes que apela á compreensão do espectador como também do seu raciocínio, á partida todos aqueles que riem das piadas que envolvem escrotos e tartes podem muito bem ficar á porta, porque M. Night Shyamalan preparou-nos a sua visão da paranóica segurança pós-11 de Setembro nos EUA cuja sua excessividade se torna de certa forma autoritária, tal verificação acentua com um twist final que o autor indiano guardou ao espectador como presente.

Trata-se de uma das melhores obras de Shyamalan em termos de elenco, assistindo á revelação de Bryce Dallas Howard no papel de uma jovem cega capaz de enxergar aquilo que os aptos visualmente não conseguem. Joaquin Phoenix e Adrien Brody encontram-se em alta (apesar deste ultimo estar a ser perseguido pelo seu galardoado papel em The Pianist). Num patamar mais veterano temos Sigourney Weaver, num dos melhores papeis em anos e William Hurt, melhor que nunca. The Village é também uma “salada de sabores”, em que compõe uma narrativa o qual temos tudo um pouco desde os sustos, o suspense, o drama, o romance, por outras palavras é o épico que The Sixth Sense não conseguiu ser, o filme mais completo de M. Night Shyamalan. Entrem nesta Vila, mas façam-me o favor, entrem com a mente e os olhos abertos para eventuais pormenores e revelações, como também a capacidade de captar um dos melhores argumentos da década.

“We cannot run from heartache... Heartache is a part of life. We know that now.”

 

Real.: M. Night Shyamalan

Int.: Bryce Dallas Howard, Joaquin Phoenix, Adrien Brody, William Hurt, Sigourney Weaver, Brendan Gleeson, Cherry Jones, Judy Greer, Michael Pitt, Jesse Eisenberg, M. Night Shyamalan

 

 

 

   

 

A não perder – um filme que os habitantes da “própria vila” são incapazes de perceber a sua própria situação.

 

O melhor – O argumento, a capacidade de filmagem de Shyamalan

O pior – Ser incompreendido pela critica norte-americana

 

Recomendações – Lady in the Water (2006), Big Fish (2003), The Company of Wolves (1984)

 

Ver Também

Unbreakable (2000)

Lady in The Water (2006)

The Happening (2008)

Realizador do Mês – M. Night Shyamalan

 

Ver Outras Fontes

Cinema is My Life - The Village

 

 

10/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:30
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14.10.09


 

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publicado por Hugo Gomes às 23:20
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Quando Lost se funde com o Sexto Sentido

 

Realizado por Rodrigo Garcia, Passengers é a historia de cinco sobreviventes de uma brutal queda de um avião, que só depois assistidos pela doutora e psiquiatra Claire Summers (Anne Hathaway). Porém os pacientes demonstram possuir capacidades anormais e logo começam a ser perseguidos pela própria companhia aérea. Summers que de inicio é crédula aos acontecimentos relatados pelos sobreviventes, depressa se torna a única salvação destes.

Passengers faz lembrar um falhado episódio dos Ficheiros Secretos com claras influências com a série Lost, contudo é tão vulgar e banal como qualquer outro thriller anual em que se deposita o máximo nas “costas” da protagonista, neste caso Anne Hathaway. Hathaway está cada vez a revelar a sua solidez como actriz, que após o grande desempenho em Rachel Getting Married, nomeada ao Óscar, a eterna princesa adolescente dos dois Princess’s Diary volta a vestir a pele de “salvadora da pátria” e evita mais um filme de um iminente descarrilamento. A actriz pode não se encontrar nos seus melhores dias, nem no esforço talentoso, mas ela é de facto o “sopro de vida” de uma fita arruinada por um argumento com largas doses de esquizofrenia. Ora assume como thriller de conspiração, roçando a técnica do suspense que Alfred Hitchcock sofisticou até terminar numa explicação paranormal, cujo déjà vú de uma certa obra-prima de M. Night Shyamalan é evidente.

Passengers para todos os efeitos é um thriller destinado ao fracasso, sem inspiração por parte do realizador e de um elenco (excepto Hathaway) sem grande chama, destacando a interpretação menos eficaz de Patrick Wilson. Este é mais um caso em que uma actriz salva um filme.

Real.: Rodrigo Garcia

Int.: Anne Hathaway, Patrick Wilson, Andre Braugher, Dianne Wiest, David Morse, Clea DuVall

  

    

 

A não perder – Para quem gosta de enredos difíceis de explicar

 

O melhor – Anne Hathaway

O pior – um argumento esquizofrénico

 

Recomendações – The Sixth Sense (1999), Knowing (2009), The Forgotten (2004)

 

Ver Outras Fontes

Split Screen – Passageiros, por Tiago Ramos

 

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:11
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Com a estreia de Orphan de Jaume Collet-Serra, a história de um casal que adopta uma carismática criança, Esther (Isabelle Fuhrman) que se revela ser no maior dos seus pesadelos, decidi porém elaborar um pequeno “apanhado” das mais assustadoras aparições infantis que marcaram o cinema e tempo.

Samara Morgan (The Ring, Gore Verbinski - 2002) Daveigh Chase

Damien (The Omen, Richard Donner – 1976) Harvey Stephens

Adam Duncan (Godsend, Nick Hamm -2004) Cameron Bright

Manon (Á Ton Image, Aruna Villiers - 2004) Audrey DeWilder

Toshio Saeki (Ju-On, Takashi Shimizu - 2003) Yuya Ozeki

Os Malditos (Village of the Damned, John Carpenter - 1995) Varios

Anthony (The Twilight Zone – The Movie, Steven Spielberg / John Landis / George Miller / Joe Dante - 1983) Jeremy Litch

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:03
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