25.8.09

 

Já fez mais de 90 filmes, foi vencedor de um Óscar (com Intocáveis de Brian de Palma), desaparecido no cinema há mais de seis anos, mas ainda assim um dos actores mais famosos do seu tempo e do nosso. Ele foi o primeiro James Bond, ele foi Ramirez no sucesso de culto Highlander, o Alain Quaterman na Liga dos Cavalheiros Extraordinarios (filme que acabou por ser o seu carrasco e ultimo da carreira), William Forrester em Finding Forrester de Gus Van Sant e entre outros. Obviamente já sabem de quem eu falo, sim de Sean Connery, o qual o escocês actor celebra hoje 79 anos. Por isso a Cinematograficamente Falando …, como grande fã que é da estrela de cinema, deseja-lhe ao mais sinceros parabéns.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:05
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24.8.09
24.8.09

Real.: Edward Zwick

Int.: Daniel Craig, Liev Schreiber, Jamie Bell

Filme

Esta é a história verídica dos irmãos Bielski, judeus que ao escaparem da morte certa dos nazis decidem refugiar nos bosques da Polónia e integrarem-se na resistência polaca.

Veredicto

Edward Zwick cumpre o espectáculo dramático com este Defiance – Resistentes, que de certo agradará o grande público pela sua recorrente básica e “sem espinhas”, como também pelo elenco. A fotografia e a banda sonora são pelos menos dois trunfos visuais que oferecem energia á nova fita de tão hollywoodesco artesão. Craig e Schreiber encontram-se em automático neste filme sem alma com recurso fácil ao espectáculo visual.

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

LEGENDAS

Português

EXTRAS

Comentário áudio do realizador Edward Zwick

Making of – Resistentes : O Regresso á Floresta

A Musica dos Resistentes

Os Filhos de OTRIAD

Os Sobreviventes do Bielski Partisan

Distribuidora – Zon Lusomundo

Ver Também

Defiance (2008)

Filme –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:51
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23.8.09
23.8.09

Real.: Pete Docter, Bob Peterson

Int.: Edward Asner, Jordan Nagai, Christopher Plummer, Delroy Lindo

 

 

Finalmente assisti a um dos filmes mais esperados do ano, que estranhamente é uma animação e com o selo Pixar estampado, o que prova a partir do inicio que a qualidade está garantida. Up – Altamente é a história de Carl Fredricksen (com a voz de Edward Asner), um apaixonado por aventuras, contudo nunca tivera a oportunidade de se aventurar, com a morte da sua querida esposa, a situação torna-se mais sufocante para o idoso até este ter a “brilhante” ideia de literalmente “voar dali para fora” com o auxílio de milhares de balões atados á sua casa em direcção a um paraíso perdido. À pendura encontra-se o “desastrado” escuteiro Russell (Jordan Nagai), ambos viverão uma aventura o qual levará a Fredricksen descobri que a maior de todas foi a sua vida ao lado da mulher que sempre amou.

De certa forma este Up lembrará o recente Gran Torino de Clint Eastwood por razões argumentais, destacadamente a relação entre o idoso e um jovem (coincidentemente, verificando o design do “boneco” e a origem do actor que empresta a voz, o jovem também é de origem asiática), aliás ambos é abordam a capacidade de fazer algo mais mesmo que a idade impeça, um valor indiscutível do ser humano. A juntar isto temos inúmeros factores que nos descrevem Up como um filme humano, mesmo sendo animação, ou seja á Disney, emocionante, comovente e até adulto como os 20 minutos que iniciam a fita que demonstram uma sensibilidade notável (aliás animação não tem que ser limitado ás crianças).

Com um drama competente, quem dera muitos filmes de acção real ter essa ênfase, Up não consegue equilibrar tal vertente com o seu espírito de aventura, que tenta encobrir a sua “apressada” imaginação de construir uma trama que aguente a habitual hora e meia, o resultado é um filme que tem todos os conformes da Disney, da animação tradicional, mas falta-lhe obviamente a originalidade e até mesmo a ousadia.

Pessoalmente senti-me cumprido ao ver que não foi desta que a Pixar foi abaixo, mas não escondo o desapontamento em ver que não era a dita obra-prima que se falava, nem figurar-se nos melhores do estúdio. Mas verdade seja dita, a imagem da casa com balões já é uma imagem de marca do estúdio.

 

A não perder – é um filme da Pixar, por isso é obrigatório.

O melhor – os primeiros 20 minutos

O pior – aqueles elementos de pura excentricidade imaginativa.

 

Recomendações – Gran Torino (2008), Dumbo (1941), Howl’s Moving Castle (2004)

 

Ver Também

Ratatouille (2007)

Wall-E (2008)

 

Ver Outras Fontes

Close-Up – Point-Of-View Shot – Up (2009)

Cinema is my Life - Up (2009)

 

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 22:58
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23.8.09

Real.: Tony Gilroy

Int.: Clive Owen, Julia Roberts, Tom Wilkinson

 

 

Filme

Ray Koval (Clive Owen) e Claire Stenwick (Julia Roberts) são um par de espiões que trabalham para duas empresas farmacêuticas multi-milionárias rivais com o intuito de roubar 40 milhões de dólares. Todavia, previsivelmente o plano tem alguma dificuldade accionar.

Veredicto

Realizado por Tony Gilroy, a revelação de realização com Michael Clayton, volta ao universo empresarial em mais um thriller á moda de Pollack (que tantas saudades deixa!). O resultado é uma fita inteligente, bem estética e com um para de actores em ter em conta (aliás todo o elenco).

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
Castelhano Dolby Digital 5.1
Italiano Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português
Castelhano
Italiano
Croata
Grego
Hebreu
Esloveno
Inglês para Deficientes Auditivos

 

EXTRAS
Comentário com o Realizador Tony Gilroy

 

Distribuidora – Universal Pictures, LDA

 

Ver Também

Duplicity (2009)

 

Filme –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:47
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Real.: George A. Romero

Int.: Judith O'Dea, Russ Streiner, Duane Jones

 

 

Nos dias de hoje assistimos a um “freeze frame” do género terror, o qual pouco ou nada evolui ou sofística, o resultado é que filmes como (REC) de Jaume Balagueró e Pacos Plaza e Saw de James Wan se destacam num rol de remakes, banalidades e sequelas. Contudo o terror nunca foi assim um género secundário, distinguido pelo amadorismo e sem sinais de inovação. Anteriormente essa classe de filmes eram paragens obrigatórias para os mais conceituados realizadores, como também assustar audiências era uma arte e não um trabalho de amadores, ora vejamos os casos de Psycho de Alfred Hitchcock ou Dracula de Tod Browning. Mas desta vez falemos de The Night Of The Living Dead (George A. Romero – 1968) que tal como a obra-prima de Hitchcock é um dos marcos do género e um dos guias a seguir para quem trabalha no género. George A. Romero viria a tornar-se conhecido como sendo o pioneiro e mestre do cinema de terror envolvente zombies (ou mortos vivos), o autor criou um franchising sólido, imitável por muitos (mas não de qualidade), o qual utiliza a figura necrófaga da criatura para transcender os problemas sociais da época.

O seu primeiro trabalho – The Night of the Living Dead – é uma paranóia de baixo orçamento que mesmo assim eleva parâmetros que mudaram para sempre o cinema de terror. Orson Welles havia trazido o pânico com o equívoco de ler a adaptação literária de H.G. Wells de uma invasão alienígena (War of the Worlds) num programa de rádio, o qual graças á escrita quase jornalista do autor conseguiu atraiçoar as massas e causar um caos social, Romero homenageia esse embuste quando aborda o papel da comunicação social sobre o pânico quotidiano. O peso dos medias é uma das criticas apresentadas nesta fita, contudo o racismo também está representado de certa forma com a imagem de um afro-americano como protagonista, uma das maiores inovações quer do género, quer do cinema.

Poderemos ter a sensação de amadorismo com esta “invasão” (é de certo que algumas interpretações não são totalmente eficientes), mas tal limita-se em termos técnicos, porque em The Night of the Living Dead temos um visionário na cadeira de realizador e isso importa muito, nos anos que decorreram, houve muitas imitações, mas são poucos ou nenhuns que tiveram o mesmo peso que A Noite dos Mortos-Vivos, a sua ousadia ficou na história. A não esquecer …

 

A não perder – para quem procura “monumentos” de terror

O melhor – a ausência de clichés, a inovação e a ousadia do realizador

O pior – devido ao baixo orçamento

 

Recomendações – Psycho (1960), The Haunting (1963), Diary of the Dead (2007)

Ver Também

Dawn of the Dead (2004)

Land of the Dead (2005)

Diary of the Dead (2007)

 

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 16:07
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22.8.09

publicado por Hugo Gomes às 23:54
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Heróis de brinquedo!


Depois de Transformers, G.I. Joe é a nova linha de brinquedos a ter direito á sua variação cinematográfica, e juntamente com os dois filmes de Michael Bay, novamente arquitectados pela empresa Hasbro, a famosa linha de brinquedos que inspiraram esses dois franchisingsHasbro encontrou no cinema a sua “galinha dos ovos de ouro”, um método para encher os seus cofres ou reavivar a venda dos seus produtos, sendo também valido referir tal manobra como uma espécie de “kit” de sobrevivência. Vivemos num tempo em que as brincadeiras das crianças cedem facilmente pelos videojogos, computadores e outras menções tecnológicas, deixando de lado os brinquedos, entre os quais os “as figurinhas de acção” e outros instrumentos que drasticamente caíram no desuso, atingindo um desequilíbrio no mercado preocupante (tal factor veio agravar com a crise económica global).

 

 

O sucesso de Transformers em 2007 foi estrondoso, posicionando a Hasbro em real competição com outros grandes estúdios e empresas de merchandising que também havia lançado as suas sortes no grande ecrã, entre os quais a Marvel. Assim sendo a Hasbro, em parceria com a Paramount Studios, esteja entusiasmada em transformar as suas linhas de brinquedos em sagas cinematográficas, tendo já apostado em Transformers – Revenge of the Fallen (que já é um colossal êxito de bilheteira) e agora este G.I. Joe – The Rise of Cobra  (que não se sai mal no mesmo território), ambos são por enquanto as “armas” para um futuro que se avizinha para a empresa.

 

 

Quanto á fita em questão, G.I. Joe se baseia numa popular linha de brinquedos dos anos 80 que conheceu um sucesso reconhecível que tal gerou bandas desenhadas, programas televisivos e até mesmo videojogos, nos dias de hoje adquiriu um certo estatuto de culto e as suas figuras mais antigas estabeleceram-se como pequenas relíquias, a Hasbro sabe o que faz, não iria gastar milhões em algo que não fosse sustentado por um considerável legião de fãs. Contudo nota-se que o filme tem objectivo maior em mente, a de reconquistar novos adeptos, sendo Stephen Sommers toma rédea de uma produção que lança constantemente “piscar de olhos” á nova geração, cada vez mais dependente aos efeitos visuais.

 

 

Em G.I. Joe, a acção é o nome de ordem, porém o resultado é constrangedor, a fita não nega as suas inspirações, a dos videojogos, mais do que propriamente se comportar numa longa-metragem. O realizador da Múmia e Van Helsing, é sem dúvidas apto nas sequências de acção, mas é incapaz de usufruir de um argumento consistente e sobretudo personagens convincentes (e nisso só se encontra presente bonecos). G.I. Joe : The Rise of the Cobra se revela num objecto com “estilo” para os púberes, confirmando-se com uma narrativamente demasiado rápida e sobrecarregada pelos pontos técnicos, visuais e sonoros, o que o torna num desperdício a quem procura algo mais que somente efeitos especiais e os enésimos gadgets impossíveis que eram capaz de fazer corar James Bond. O enredo originalidade não possui e acima de tudo é inapta em ocultar os maniqueísmos patrióticos norte-americanos.

 

 

Com uma trama cheio de inverosimilhanças, a fita de Sommers é incapaz de encobrir o seu maior defeito, um argumento rudimentar e imaturo (mesmo para a definição de blockbuster). Vale sobretudo pela pose sensual de Sienna Miller, porque de resto apetece é mesmo bocejar, é que filmes como estes há muitos. Para finalizar quero apelar aos fãs para não desesperarem, porque este infeliz “arranque” promete mais, mas muito mais continuações.

 

"Would you look at that? Real American heroes..."

 

Real.: Stephen Sommers /Int.: Channing Tatum, Dennis Quaid, Joseph Gordon-Levitt, Marlon Wayans, Sienna Miller, Rachel Nichols, Jonathan Pryce, Arnold Vosloo, Byung-hun lee, Brendan Fraser



 

A Não Perder – Para quem cresceu com os G.I. Joes e para quem gostou do ultimo Transformers.


O melhor – Sienna Miller, obviamente

O pior – se conhecem os filmes de Sommers, concretamente saberão reconhecer os erros da fita

 

Recomendações – LXG –The League of Extraordinary Gentleman (2003), 007 – Diamonds Are Forever (1971), Transformers – Revenge of Fallen (2009)

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:46
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20.8.09

 

Surrogates é o próximo filme de ficção científica da autoria de Jonathan Mostow (Terminator 3, U-571), que conta com Bruce Willis nos principais papéis. Baseado numa graphic novel da autoria de Robert Venditti e Brett Weldele, Surrogates (Os Substitutos) narra uma trama de suspense num mundo futurista em que qualquer pessoa poderá viver uma vida dupla sem sair de casa, graças a uma espécie de robô. Com Ving Rhames (Mission Impossible, Dawn of the Dead), Radha Mitchell (Melinda and Melinda, Silent Hill), Rosamund Pike (Doom, Fracture), James Cromwell (W., Spider Man 3) e Michael Cudlitz (Running Scared, Black Hawk Down). Estreia nos EUA, dia 25 de Setembro, no nosso país está agendado para 29 de Outubro (veremos).

 


publicado por Hugo Gomes às 20:17
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16.8.09

Real.: John Landis, Steven Spielberg, Joe Dante, George Miller

Int.: Vic Morrow, Scatman Crothers, Dan Aykroyd, Albert Brooks, Kathleen Quinlan, Jeremy Licht, John Lithgow

 

 

Falemos de Twilight Zone como uma das séries mais inovadoras, celebres e conhecidas da televisão mundial, tendo ido para o ar de 1959 até aos anos 1964, prolongado por cinco temporadas, todas elas cheias de episódios que habilmente misturam misticismo, fantasia, terror, ficção científica e aquele toque surrealista que se consolida com a premissa de “entrarmos numa nova dimensão”. Essa mesma “dimensão” foi uma das veias mais inspiradoras para outras inúmeras peças fílmicas e televisivas que se seguiram. A série criada por Rod Serling entre outros, teve direito a uma adaptação ao grande ecrã em 1983, como um arranque a um nova temporada que estreou ano seguinte.

Em Twilight Zone – The Movie não é nada mais, nada menos que um formato de quarto episódios dirigidos por quarto realizadores consagrados dos anos 80 e não só. Esse quarteto é composto por John Landis (conhecido por realizar inúmeros videoclipps e vídeos musicais da carreira de Michael Jackson), Steven Spielberg (dispensa apresentações), Joe Dante (Gremlins 2, Looney Tunes – Back to Action) e por fim George Miller (Mad Max e Happy Feet). No seu todo formam Twilight Zone – The Movie num exercício referenciado e nostálgico que transmite a mesma experiencia dada pela mítica e clássica série.

Primeiro temos um delicioso prólogo com Dan Aykroyd e Albert Brooks numa passagem semi-road trip em que termina de uma forma surreal mas divertida com altas referências a alguns episódios da série. Tal segmento é realizado por John Landis que também concebe o primeiro “episódio”, que nos remete a um homem com uma grande quantidade de ódio e fascismo no coração que é misteriosamente transportado para o passado, tempos em que os direitos humanos eram ignorados. Uma “aventura” com um Vic Morrow (Blackboard Jungle, 1955 – Richard Brooks) em grande forma, mas deveras automático em relação á sua infame personagem, e uma moralidade cívica a reter.

O segundo episódio é talvez dos melhores, sobretudo o mais emocional e intrinsecamente bonito. È um remake do episodio “Kick the Can”, um idoso (Scatman Crothers) dá a oportunidade a um grupo de residentes de um lar a regressarem é sua juventude, graças ao misterioso poder de um lata magica que leva sempre contigo. Um segmento cheio de moralidades, reflexões e um toque familiar e único de um génio da arte cinematográfica como Spielberg poderia oferecer. O terceiro segmento, o de Dante, é uma experiencia tenebrosa e surrealista que assemelha a qualquer filme da saga A Nightmare on Elm Street, criada por Wes Craven (que curiosamente também realizou alguns episódios de Twilight Zone). È a historia de Helen Foley (Kathleen Quinlan, mais conhecida como vilã em Prison Break), um professora que viaja nas estradas interiores do EUA á procura de algo importante e diferente para a sua vida. È então que encontra um miúdo de 10 anos (Jeremy Licht) com um dom de converter tudo aquilo que deseja. Um fragmento obsessivo, eficaz visualmente, com bons efeitos especiais e de um clima psicologicamente forte.

Por fim temos, Miller que dirige John Lithgow como John Valentine, um homem traumatizado e em pânico dentro de um avião 20 mil metros de altitude, o qual avista uma criatura alada sobre a asa. Tal aparição, como é óbvio, não acreditada pelos outros com que fez que a tripulação o julgue como louco. Lithgow pode não estar á altura psicológica requerida, mas trata-se de um “episódio” bem claustrofóbico e com irreconhecíveis toques de terror dos anos 80. O final é ainda delicioso e compensador, fazendo com que Twilight Zone – The Movie seja uma experiencia insólita no cinema. A homenagem de uma série que inspirou tantos autores como Stephen King ou David Lynch por exemplo. A não perder!

“You unlock this door with the key of imagination. Beyond it is another dimension: a dimension of sound, a dimension of sight, a dimension of mind. You're moving into a land of both shadow and substance, of things and ideas. You've just crossed over into... the Twilight Zone.”

 

A não perder – fãs da série e não só, para quem gosta de novas realidades

O melhor – As ideias, o talento dos autores e as referencias.

O pior – assim por alto, nada a assinalar.

 

Recomendações – Twin Peaks - Fire Walk with Me (1992), Riding The Bullet (2004), Always (1989)

 

8/10

 


publicado por Hugo Gomes às 18:43
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Real.: Peter Chelsom

Int.: Mily Cyrus, Billy Ray Cyrus, Emily Osment, Lucas Till, Tyra Banks

 

 

È o furor adolescente nas salas de cinema, é a nova aposta e praticamente ganha pelos estúdios da Disney, a rentabilidade e controlo da cultura teen, ou seja a faixa etária que muitas vezes aclama ou “reclama” de não ter idade para desenhos animados, na “onda”das paixões, roupa ao invés de brinquedos e os músicos os seus deuses profanos. Depois de High School Music esse fenómeno televisivo estrondoso, ter saltado do pequeno para o grande ecrã em 2008, os estúdios do rato Mickey decide transportar mais outro sucesso televisivo, desta vez a série Hannah Montana. A Disney já havia feito, ou algo idêntico, com o concerto em 3D Hannah Montana / Miley Cyrus – The Best of Both Worlds, que estreou no inicio de 2008 e que serviu para encher os cofres das produtoras. Em 2009 estreia o fiel spin-off cinematográfico da série juvenil, que já é mais um fenómeno adolescente anual. Porém e previsivelmente, Hannah Montana – The Movie é o exemplo da lei do menor esforço, tudo está lá que agrade qualquer fã da actriz / cantora ou do show televisivo, por isso é que esta película é uma posta ganha, uma mina de ouro com peruca loira e com os gags mais óbvios de sempre (excepto o divertido segmento dos pratos protagonizado por Billy Ray Cyrus). Nesta nova aventura, Miley Cyrus, a jovem rapariga com vida dupla (a celebre Hannah Montana é a sua dualidade) terá que escolher a que vida seguir depois de umas férias emocionais em Tennessee ao lado da sua avó. Como qualquer fita de família da Disney, temos a intriga fácil e sem ofensas e ousadias, temos as moralidades, as lições e a inocência (esta ultima somente á flor da pele). Tendo em conta que esta mina de ouro da família Cyrus e não só é somente exclusivo para fãs, Hannah Montana é dispensável, vulgar e sem grande esforço na concepção das personagens e todo o empenho na banda sonora, filme oportunista.

 

A não perder – filme essencial para todos os fãs da Hannah Montana

O melhor – o ritmo musical da fita, apesar de tudo

O pior – como já referi é exclusivo para fãs

 

Recomendações – Crossroads (2002), High School Music 3 – Senior Year (2008), Fame (1980)

 

3/10

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:29
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15.8.09

Real.: Paul Schrader

Int.: Jeff Goldblum, Willem Dafoe, Derek Jacobi

 

 

Paul Schrader já tem lugar cativo na história do cinema, não como realizador, mas como argumentista, tendo oferecido á sétima arte historias tão ímpares como Taxi Driver, Ragging Bull e Last Temptation of Christ, que por coincidência foram todos realizados por Martin Scorsese. Contudo ele não escreveu este Adam Resurrected, esse lugar foi entregue a Noah Stollman que adaptou a novela de Yoram Kaniuk, que centra no Holocausto, seguindo a história de Adam Stein (Jeff Goldblum), um judeu que passou na pele os horrores das atrocidades cometidas pelos Nazis, agora encontra-se internado num Hospital Psiquiátrico devido às mazelas psicológicas. Todavia Adam é um ser nato, cujo cérebro consegue confundir tudo e todos e contornando todos os traumas possíveis.

Schrader já se tinha aventurado como realizador em 1978 com Blue Collar protagonizado pelo falecido Richard Pryor e Harvey Keitel, contudo em tal profissão o autor nunca se distinguiu, aliás foi subestimado em 2004 quando a Warner Bros. dispensou os seus serviços após ter feito uma prequela do clássico filme Exorcista que resultou numa obra demasiado culto e pouco comercial. Como precaução o estúdio contratou Renny Harlin que serviu como “tapa buracos” e conseguiu produzir um filme susceptível às audiências, com este golpe Schrader ficou revoltado e nunca até agora não voltou a trabalhar para nenhum outro grande estúdio, tendo ficado pelas películas independentes como o caso de The Walker (2007) com Woody Harrelson.

Em Adam Resurrected, que foi apresentado no Fantasporto deste ano, celebra um provável “renascimento” de Jeff Goldblum, o qual protagonizou filmes como Jurassic Park e The Fly, num forte e aclamado desempenho cheio de tiques insólitos e inconfundíveis numa personagem tão complexa como a trama que a rodeia, Willem Dafoe tem outra grande prestação na pele do Comandante Klein, uma espécie de maldição para Adam. Adam Resurrected é uma fita convencional, intrincada e com um Goldblum digno de registo, todavia são apenas duas as únicas personagens simbióticas com a fita já que o resto se assemelha a bonecos fingidos no centro da intriga.

A beleza da realização de Schrader leva a este exercício a uma das películas mais peculiares do ano, não é para todos, mas verdade seja dita filmes de Schrader nunca o são.

 

A não perder – Para quem continua a gostar das comunidades dos hospitais psiquiátricos

O melhor – Jeff Goldblum

O pior – o filme tem uma certa limitação á volta do grande desempenho do actor.

 

Recomendações – One Flew Over The Cuckoo’s Nest (1975), The Schindler’s List (1993), Exodus (1960) 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 21:45
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Real.: Saul Dibb

Int.: Keira Knightley, Ralph Fiennes, Charlotte Rampling

 

 

Filme

Eis a biografia da Duquesa de Devonshire, Georgina Spencer (Keira Knightley), uma mulher bonita, glamourosa e muito social que luta para salvar o seu casamento e dar ao Duque o seu herdeiro. Uma figura controversa do século XVIII que redefiniu para sempre a mulher na politica.

Veredicto

Esta biopic de época apresenta-nos outra confirmação de Knightley como a actriz revelação que sempre fora na pele de uma complexa e incontornável figura histórica. A fita por outro lado igual a tantos outros, sem nada de novo a assinalar no seu registo, mas é agradável de ver.

 AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Documentarios: A Verdadeira Duquesa, Escolha de um Casamento, Locais de Filmagem, Uma Mulher Politica, A Imperatriz da Moda

Cenas Cortadas

Trailer

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Ver Também

The Duchess (2008)

 

Ver Também Outras Fontes

Close-Up – Point-of- View Shot: The Duchess (2008)

 

Filme –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:42
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Real.: Adam Shankman

Int.: Adam Sandler, Guy Pearce, Keri Russell

 

 

Filme

Skeeter Bronson (Adam Sandler) é um vulgar empregado de hotel cuja vida recebe uma reviravolta surpreendente quando descobre que as historias para adormecer que conta aos seus sobrinhos se tornam realidade.

Veredicto

Uma historia de família com a mesma formula rotineira da Disney que confunde magia com os aparatosos efeitos especiais. No geral apenas sobrevive garças ao legado de fãs de Adam Sandler, porque até parece mentira ver um actor do calibre de Guy Pearce a estar anexado a um projecto destes. Somente para crianças e mais imaturos.

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
Espanhol Dolby Digital 5.1
Ingês DTS

 

LEGENDAS
Português
Inglês
Castelhano
Holandês
Sueco
Norueguês
Dinamarquês
Finlandês/Hindi (Indiano)
Inglês para Deficientes Audiovisuais

 

EXTRAS
Até que a Gravidade nos Separe
Para Todas as Crianças
O Bugsy
O Riso é Contagioso: Os "Apanhados"
No Chão da Sala de Montagem: Cenas Eliminadas

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Ver Também

Bedtime Stories (2008)

 

Ver Também Outras Fontes

Split Screen – Uma Historia Para Adormecer, por Tiago Ramos

 

Filme –

DVD –

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:26
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Real.: Bruno Barreto

Int.: Michel Gomes, Chris Vianna, Marcello Melo Junior, André Ramiro

 

 

 

12 De Junho de 2000, um incidente marcou os medias brasileiros, um autocarro é tomada de assalto por um jovem desesperado e armado, um acto de violência que é particularmente comum nas ruas de Rio de Janeiro mas que rapidamente se converteu num caso mediático, captando a devida atenção da cidade, do país e até do resto do Mundo, sendo o seu desfecho trágico á semelhança de um final shakespeariano que reflecte os problemas sócias e pessoais do “agressor”.

O jovem era Sandro do Nascimento, um rapaz atormentado cujo passado foi marcando pela morta da mãe e da sua escapatória á sua família de adopção que o levou a viver nas ruas junto com as outras crianças abandonadas. Ausente do carinho maternal e com um sentimento de injustiçado na alma, Nascimento culpa a sociedade que o rodeia dos seus problemas, do seu mau estar e dos azares da sua vida, a sua atitude individualista levou-lhe a um trágico destino, mas o seu sonho de cantar e “fabricar” as suas rimas levou a Bruno Barreto conceber esta história que explora as origens do incidente de 12 de Junho, já que anteriormente, José Padilha, realizador de Tropa de Elite, havia abordado o tema com o seu aclamado documentário, Ônibus 174 (2002), e tendo como promessa reproduzir o assalto, A Ultima Parada 174 cai no erro de se apresentar no pastiche urbano característico do cinema brasileiro, sendo o fetiche da pobreza uma imagem de marca que neste caso parece querer apenas prolongar aquilo que podia ser uma experiencia cinematográfica mais realista.

Suponhamos que esta fita tivesse a mesma concepção de United 93 de Paul Greengrass em retratar a tragédia passo a passo, porém Barreto apenas consegue realizar mais uma “novela de gueto”, que pouco ou nada se distingue das películas brasileiras que tanto marcaram aquela cultura cinematográfica.

Tendo bons desempenhos, algumas cenas impressionantes e uma realização segura, A Ultima Parada 174 não consegue ser aquilo que prometeu de inicio, invés disso apenas se mantém na “sombra da bananeira” em termos narrativos e fílmicos.  

 

 

A não perder – Para quem quer mais da realidade brasileira.

 

O melhor – Os desempenhos e as cenas fortes

O pior – no geral não se distingue de uma novela urbana brasileira

 

Recomendações – United 93 (2006), Linha de Passe (2008), Ônibus 174 (2002)

 

 

 

 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 00:34
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9.8.09

Eis o esperado trailer do igualmente The Lovely Bones, o novo filme de Peter Jackson (The Lord of the Rings), baseado num best-seller homónimo, com Saoirse Ronan, Mark Wahlberg, Susan Sarandon e Rachel Weisz, a estrear neste final de ano. O segundo trailer é do The Fantastic Mr. Fox, uma animação digital de Wes Anderson, adaptado de um conto infantil de Roald Dahl. As vozes dos personagens pertencem a actores de luxo como George Clooney, Meryl Streep, Bill Murray e Owen Wilson.

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publicado por Hugo Gomes às 20:01
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Real.: Clint Eastwood

Int.: Clint Eastwood, Christopher Carley, Bee Vang

 

 

Filme

Walter Kowalski (Clint Eastwood) é um solitário e recentemente viúvo veterano da Guerra da Coreia que vive num bairro outrora pacifico, agora povoado de todo o tipo de gangs étnicos. O seu maior pertencente é o seu Gran Torino de 1972 que o mantêm imaculado na garagem. Quando um jovem Hmong, Thao (Bee Vang), é obrigado a rouba-lo para poder pertencer a um gang, contudo tal plano é interrompido por causa de Kowalski. Mais tarde, Thao, com aprovação da família tenta pedir desculpas ao velho homem, tal compensação deriva de pequenos trabalhos durante uma semana. Durante essa semana, cresce entre ambos uma amizade que os levarão a consequências mortais.

Veredicto

Gran Torino é referenciado como a despedida de Eastwood como actor (mas não como realizador, felizmente), trata-se de um filme narrativamente simples e clássico, uma das marcas do autor, que consolida Walter Kowalsky como a definitiva homenagem á sua carreira. Uma obra-prima, emocionante e poderoso.

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
Alemão Dolby Digital 5.1
Castelhano Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português
Inglês
Sueco
Castelhano
Norueguês
Alemão
Finlandês
Dinamarquês

 

EXTRAS
Manobrar o Volante: O Significado da Masculinidade Reflectido na Cultura Automobilística Americana.
Gran Torino: Mais do Que Um Carro: Visite Detroit e o Woodward Dream Cruise, uma Prova Anual de Carros de Época Onde os Fãs Falam do Extraordinário Laço que Une o Homem e a Máquina.

 

Distribuidora – Warner Brother Home Video, Castello Lopes Multimedia

 

Ver também

Gran Torino (2008)

Realizador do Mês – Clint Eastwood

 

Filme –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:27
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publicado por Hugo Gomes às 17:38
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Adquiri o DVD de The Spirit, a adaptação de Frank Miller á notável BD de Will Eisner. Utilizando as técnicas de pano verde como havia feito em Sin City, Frank Miller’s The Spirit tornou-se num invejável objecto técnico, contudo a sua estreia foi pouco feliz, as criticas negativas correram mundo, os fãs de The Spirit como de Frank Miller odiaram e o próprio autor prometeu nunca mais voltar á cadeira de realizador. Tais controvérsias foram confirmadas por mim quando assisti ao filme na sala de cinema, com meses de atraso em Portugal (como sempre). Era dos mais esperados do ano, mas tal anseio tornou-se numa desilusão profunda quando vi o vazio a dar lugar a um pretensiosismo técnico de fazer corar. Porém atingiu em mim um sentimento de revolta e ao adquirir o DVD, dei por mim assistindo o filme na esperança de visualizar algo que nunca vira na primeira vez, algo que confirma-se que The Spirit era a obra de culto que tanto ansiava. Não foi isso que consegui, mas notei alguns aspectos que fazem com que o filme de Miller não seja tão mau como dizem, ou como quero acreditar.

 

Miller é Miller. Frank Miller não é um caloiro vindo dos videoclipps, não, mas sim um inovador autor de BD que conhece tão bem a arte como ninguém. O seu grande erro foi ter “conduzido” um filme sozinho, já que a experiencia de Miller em Sin City ao lado de Robert Rodriguez não foi a suficiente. Por vezes os autores falham!

 

Existiu paixão. Dedicação, amor ou conhecimento é coisa rara no cinema mainstream americano, The Spirit tem tudo disso, o conhecimento de Miller, o amor dele e da equipa e dedicação de todos os envolvidos. Mas afinal o que falhou?

 

O esforço de Match. Não sendo um nome conhecido, nem sequer como cara, o actor Gabriel Macht esforçou em encarnar o vigilante de gravata vermelha. O visual dado para este The Spirit da nova geração é tão inovador como o Batman tratado por Tim Burton.

 

Um elenco feminino invejável. Paz Vega, Scarlett Johansson, Eva Mendes, Jaime King, Stana Katic e Sarah Paulson, que mais é que um homem pode desejar.

 

Samuel L. Jackson, o centro das atenções. Não é o exemplo perfeito de uma filmografia imaculada, mas as suas aparições dão uma certa vida aos filmes, verdade seja dita, o homem é quase um deus, mesmo a personagem não ser das melhores.

 

Essência da BD. Temos comédia digna dos anos 30, própria da BD, desejo adulto que é uma das referências do universo The Spirit e um pouco de drama intrínseco, que mesmo que falhado, tem um esforço em ser traduzido como poético.

 

Um visual estonteante. Pode assemelhar Sin City, mas quem não gostou desse visual. Incluindo a voz off do protagonista em narrar os seus pensamentos e preocupações, eis as duas marcas do homem que se encontra na cadeira de realizador.

 

O argumento de Super-Heroi. Nos dias de hoje queremos acreditar que os heróis da nossa infância têm missões larger than life, cada vez mais reflectores dos nossos problemas sociais como Iron Man e Batman. Uma história digna deste universo fantástico com elementos de mesma categoria e a velha canção “dominar o Mundo”, fizeram com que Superman no seu regresso em 2006 fosse bastante ignorado. Como adaptação de uma BD dos anos 30, da mesma altura de Superman e Batman, The Spirit tem uma história á sua altura, o problema foi quando tenta ser sério.

 

Um toque noir. Quem conhece este subgénero cinematográfico sabe do que estou a falar. Cidades sujas, damas fatais, detectives privados, crime organizado e conspirações citadinas são o “pão” de cada dia em Central City.

 


publicado por Hugo Gomes às 17:23
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A Blu Sky não tem a mesma relevância que a Pixar ou a Dreamworks no que requer no peso da animação digital cinematográfica, e podemos concluir que o seu êxito garantido deriva aos Ice Ages, (excepto Horton Hears A Who! e Robots) a parte integral das suas produções. Tendo iniciado em 2002, ao cargo de Carlos Saldanha na realização, Ice Age – Idade do Gelo tornou-se um fenómeno animado de sucesso graças a uma equilibrada dose de aventura e comédia que faz com que o universo representado esteja cheio de personagens sólidas e bem divertidas.

Ice Age 3 – Dawn of the Dinosaurs continua com as aventuras de Sid (uma preguiça gigante com um QI ineficiente, mas de bom coração), Manny (um mamute) e Diego (um tigre dentes de sabre) durante a era glacial, mas desta vez o franchising ganha umas arestas mais familiares e isso encontra-se presente na personagem Manny, que tenta construir a sua noção de família, enquanto espera que o seu filho nasça. Sid por outro lado sente-se que o desejo do seu “velho” amigo poderá fazer com que este esqueça a sua amizade, por isso a simpática preguiça decide procurar também a sua definição, mais propriamente aquilo que pesquisava no primeiro filme, um lugar a pertencer. O que ele encontrou foi uns ovos, que mais tarde eclodem como dinossauros, o que resultará num problema de proporções colossais.

O terceiro capitulo tem o mérito de não atrasar mas sim lançar a saga para novos caminhos, talvez mais vindouros e lucrativos, o resultado é uma fita divertida e deliciosamente referenciada. Sendo essas de filmes como a “esquecida obra-prima” Fantasia (quem não se lembra do segmento pré-histórico), Jurassic Park, um certo conto de Julio Vernes e até The Lord of the Rings. Temos ainda a inserção de uma nova personagem, Buck, com a voz de Simon Pegg, um dos must see desta animação, cujos momentos mais divertidos da fita são pertencentes a ele. Ice Age – Dawn of the Dinosaurs é divertido e isso é o que basta para esta temporada quente, certamente não ganha nenhum Óscar da sua categoria e poderá confirmara que a Blu Sky está mais no rumo da Dreamworks que da Pixar.

PS – Ia esquecendo, não percam as novas trapalhadas de Scratch, mais uma vez em busca da “bolota perdida”.

 

 

A não perder – para levar toda a família

O melhor – a personagem Buck

O pior – é divertido, mas não atinge verdadeiramente o coração

 

Recomendações – Ice Age – Meltdown (2006), Dinosaur (2000), Shrek, The Third (2007)

 

Ver Também Outras Fontes

Split Screen - A Idade do Gelo 3: Despertar dos Dinossauros (V.P.), por Tiago Ramos

Close-Up - Point-of-View Shot - Ice Age: Dawn of the Dinosaurs

Ante-Cinema – Critica: «Idade do Gelo – Despertar dos Dinossauros»

 

 

Real.: Carlos Saldanha

Int.: John Leguizamo, Dennis Leary, Ray Romano, Queen Latifah, Simon Pegg, Sean William Scott

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 16:40
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Real.: Ryuhei Kitamura

Int.: Bradley Cooper, Leslie Bibb, Vinnie Jones

 

 

Filme

Leon Kaufman (Bradley Cooper) é um aspirante a fotógrafo artístico que ao recolher fotos para a sua exposição de abertura capta aquilo que ele crê ser um horrendo homicídio. Incredibilizado pelas autoridades, Kaufman decide perseguir um estranho homem que tem um bizarro trabalho no último metro da noite.

Veredicto

Baseado numa obra de cerca de 30 paginas da autoria de Clive Barker (um dos nomes mais revolucionários e relevantes do cinema de terror), The Midnight Meat Train é uma fabula citadina negra e de toques góticos que vai “arrefecer” os corações dos amantes de terror. Não é equilibrado de todo, mas tem a sua “piada”.

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS
Português

 

EXTRAS
Selecção por Capítulos

Clive Barker – O Homem Por Detrás do Mito

A Historia de Mahogany

Anatomia da Cena do Crime

 

Distribuidora – LNK Audiovisuais

 

Ver Também

The Midnight Meat Train (2008)

 

Filme –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:36
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Essa última frase foi simples mas genial.
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