30.11.08

“Nunca irei parar de fazer filmes. Não posso impedir-me disso”


Nasceu em São Paulo, Brasil, 9 de Novembro de 1955, estava integrando numa família de classe média. Estudou arquitectura na universidade de São Paulo, enquanto isso Meirelles era um apaixonado na realização e juntamente com amigos fazia filmes experimentais que venciam inúmeros prémios em Festivais no Brasil, até que em conjunto com os mesmos formam uma pequena companhia independente chamada Olhar Electrónico. Trabalhou durante vários anos na televisão, produzido anúncios e programas infantis muito populares. Nos primórdios dos anos 90, Meirelles integrou-se na O2 Films Productions, o qual realizou “O Menino Maluquinho 2 – A Aventura” (1998) e o ousado Domesticas (2001). Em 2002, conseguiu tornar-se mundialmente famoso pela adaptação cinematográfica de Cidade De Deus que foi apresentado no Festival de Cannes e percorrendo vários festivais no mundo, o qual iniciou uma arrecadação de prémios, o negro retrato das favelas brasileiras conseguiu nomeações importantes nos Óscares de 2003, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Realizador, despertando em Hollywood um interesse pelo autor paulista. Meirelles nunca trabalhou directamente para o grande marco do cinema norte-americano, realizando em 2005 o inglês, mas bem sucedido, The Constant Gardener, o filme onde Rachel Weisz venceu o Óscar de Melhor Actriz Secundaria, uma critica às grandes empresas farmacêuticas e em 2008, adaptou o premio Nobel da literatura Ensaio sobre a Cegueira de José Saramago, Blindness com Julianne Moore, Mark Ruffalo e Danny Glover. Na televisão destacou-se pela produção e realização de alguns episódios da série A Cidade dos Homens e é o produtor da longa-metragem cinematográfica que estreou recentemente em Portugal.

 

             

 


publicado por Hugo Gomes às 23:25
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publicado por Hugo Gomes às 20:22
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A 20th Century Fox está a planear uma prequela do filme Planet of The Apes de Tim Burton. Mesmo sabendo que a fita não foi muito bem recebida, existe algum interesse em refazer o quarto filme da clássica saga iniciada por Franklin J. Schaffner, The Conquest of the Planet of Apes de J. Lee Thompson, que aborda os acontecimentos antes do filme Planet of the Apes.

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:13
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Sylvester Stallone está a trabalhar em “The Expandables”, um filme de acção o qual Sly tenta reunir os mais famosos “actores de porrada” de Hollywood, neste momento Jason Statham e Jet Li estão integrados no projecto e Dolph Lundgren, o rival de “Rocky” na quarta sequência está em negociações. Stallone exprimiu o seu desejo de possuir Jeann-Claude Van Damme no dito elenco, o qual foi o próprio a propor ao actor num telefonema que terminou num não por parte do JVCD. Segundo o agente, depois do sucesso de JCVD, que foi apresentado e premiado no Festival de Cinema de Toronto, o actor anda em busca de projectos mais rigorosos e sem os habituais modelos dos seus filmes passados.

Terá sido uma decisão acertada por parte de Van Damme?

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:11
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A Empire Magazine deste mês exibiu em primeira mão, a primeira imagens de Gambit no spin-off Wolverine, que remota às origens do tão famoso mutante de X-Men. Gambit é desempenhado por Taylor Kitsch (The Covenant – O Pacto). Já que falamos de Wolverine –X-Men Origins de Gavin Hood, foi revelada o interesse de Hugh Jackman na produção de uma sequela passada no Japão.

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:01
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30.11.08

 

Real.: Lasse Hallstrom

Int.: Heath Ledger, Sienna Miller, Jeremy irons, Oliver Platt

 

 

Lasse Hallström é um daqueles realizadores mais que superficiais que conseguem bons resultados de bilheteira porque simplesmente consegue juntar 2 mais 2 naquilo que o grande publico deseja ver num filme. As suas obras são de teor familiar, que abrangem um vasto de leque de público e a sua composição clássica desperta os bons valores á muito perdidos no cinema norte-americano, o qual Hallström apesar de ser sueco realizou aí as suas fitas mais famosas (Chocolate, The Cider House Rules). Contudo é em Casanova que Lasse faz história, filmando uma aventura de época ambientado em Veneza, mas rodado na dita cidade italiana, coisa que não se fazia há mais 35 anos, porque de resto apenas por cenários e sets, simples atalhos para reduzir o orçamento. O filme em questão é mais uma adaptação da vida de Giacomo Casanova, esse seu nome completo, o terror da virgindade das moças de Veneza, o playboy falido mas sempre composto por charme foi protagonista de inúmeros filmes, telefilmes, séries de televisão e literatura romântica, no caso da cinematográfica Frederico Fellini realizou a sua bem sucedida versão em 1976 com Donald Sutherland no papel do romântico charlatão.

Passado 29 anos é Heath Ledger que veste a pele do veneziano sedutor, numa aventura inicialmente modesta que remota às conquistas de Casanova e a perseguição pela sua heresia sexual por parte da igreja cristã, representado pelo carismático Jeremy irons. Além de tudo neste capítulo da vida fugaz de Giacomo Casanova é essencialmente envolvida pela sua conquista para com Francesca Bruni (Sienna Miller) que diferencia das outras mulheres de Casanova, pelo seu idealismo, adaptação e rebeldia feminina, o qual os velhos métodos de sedução por parte dele são ineficazes. Mesmo com o desafio de Bruni, a tarefa complica-se ainda mais com a chegada do noivo dela (Oliver Platt) e da exaustiva perseguição de Pucci (Jeremy Irons), o enviado da Igreja, determinado a terminar o “reino” de Casanova.

Até a certo ponto, surpreendemo-nos pelo facto deste Casanova ser de origem Hallstrom, consegue enquadrar uma intriga divertida, cómica, inteligente e activante o qual o pano de fundo (Veneza) resulta num agradável regalo á vista e á descontracção mental do espectador, Heath Ledger sem ser o melhor Casanova do cinema, consegue o pedido, Oliver Platt é protagonista das cenas mais divertidas da fita e Irons garante presença forte, apenas a personagem Bruni é maltratada pelo estereotipo fraco de Sienna Miller, que apresenta pouca pujança no que requer a exibir rebeldia pedida.

O pior é quando as ideias abundam até demasia e o desfecho torna-se difícil executar em beleza e indolor e é então que Hallstrom faz uma das suas; Casanova torna-se um aspirante a um cinema familiar típico Disney ou de outro estúdio congénere, a personagem principal representa ousadia e nada de pudor, enquanto o filme em si se revela no conservadorismo mais que prejudicial e o final encaminha-se na trapalhada das receitas batidas, na moralidade, nos bons valores, na conversação espalhafatosa de algumas personagens e a irreverência, o erotismo e luxúria dissipa-se entre as escolhas de sucesso fácil por parte dos envolvidos. Assim o pano cai e tudo aquilo visto neste filme do sedutor mais famoso da historia não faz jus á grandeza de sua figura, com alguns momentos de inspiração Casanova de Lasse Hallstrom se safa, mas facilmente é apanhado pela “grande fabrica de fazer filmes”.

O melhor – as hilariantes cenas passadas no Carnaval veneziano

O pior – as “trapalhices” de Lasse Hallstrom

 

Recomedações – Frederico Fellini’s Casanova (1976), Sahara (2005), Leão da Estrela (1947) 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 19:57
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Ele foi o príncipe Septimus no conto fantástico de Stardust (2007 – Matthew Vaughn), a adaptação da obra-prima literária de Neil Gaiman, contudo também esteve presente em inúmeras obras, mas muitas vezes despercebido ou ofuscado por outros actores de nome estrelar; Oliver Twist, Revolver, Syriana (2005), Tristan + Isolda, Scenes of Sexual Nature (2006), Sunshine e Miss Pettigrew Lives for a Day (2007) e recentemente também o vimos como Finn em Babylon AD. Neste momento está a destacar-se como o chefe das operações da Inteligência da Jordânia no novo filme de Ridley Scott – Body of Lies, ao lado de Leonardo DiCaprio e Russell Crowe, o qual garante bastante carisma. Brevemente surgirá no novo de Guy Ritchie, o qual trabalhou em Revolver, RockN’Rolla, sendo o seu desempenho bastante aclamado.


publicado por Hugo Gomes às 19:49
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Real.: Anand Tucker

Int.: Colin Firth, Jim Broadbent, Matthew Beard, Elaine Cassidy, Juliet Stevenson

 

 

Por vezes só damos conta que amamos as pessoas depois de estas desaparecerem das nossas vidas, esse é mais ou menos a finalidade que esta história de relação entre pai e filho se revela; Blake Morrison (Colin Firth) sempre odiou o seu pai, Arthur Morrison (Jim Broadbent), o qual o culpa por tudo de mal e insólito que lhe acontece na sua vida. Esse suposto ódio leva Blake a explorar os segredos e más decisões do seu pai, levando-o a uma obsessão do passado do seu progenitor e é só quando este encontra-se nas últimas da sua vida, é que Blake apercebe-se e começa a questionar a si próprio se aquele ódio não será confundido com amor. Um filme que revela duas narrativas temporais de foram equilibrada e suave, sem que assemelham a flashbacks de empate.

Um filme britânico pertencente a Anand Tucker que havia realizado Shopgirl (2005) com Claire Danes e Steve Martin nos principais papeis, que tal como este And When You See Your Father Last Time? é um filme de aparência construtiva simples mas enriquecido com pormenores calorosos que transmitem uma certa canícula emocional. Acima de tudo esta jornada entre pai e filho é um veículo de comparação entre dois actores excepcionais do cinema britânico; Colin Firth (na sua melhor interpretação) e Jim Broadbent (inquestionável), ambos possuem química para dar e vender, e nisso também serve para transmitir uma sensação de familiaridade. Matthew Beard tem um desempenho discreto, mas eficaz como Blake em fase adolescente, uma das melhores interpretações juvenis deste ano e Elaine Cassidy irresistível com o seu sotaque escocês.

Poderá ser facilmente subestimado pela sua figura de telefilme de luxo da BBC, mas o filme de Anand Tucker tem algo de tão caloroso e semi-ausente no panorama cinematográfico actual, a sua invocação de emoções, a vénia ao valor humano, o pesar da consciência e o amor paternal que se revela nas mais improváveis formas. São dois actores igualmente menosprezados, mas duas classes distintas que se diferenciam de muitos profissionais que abundam na indústria cinematográfica e que se dão pelo nome de actores, é que Firth e Broadbent são dois gentlemens que enchem o ecrã e que “abraçam” o nosso coração. Drama discreto mas singular que retrata o homem que se esconde por detrás de cada individuo, o nosso pai.

“…. e afinal, quando foi a ultima vez que viste realmente o teu pai?”

 

O melhor – dois excelentes actores como protagonistas

O pior – a ilusão de ser um simples telefilme

 

Recomendação – Adeus, Pai (1996), Atrás das Nuvens (2007), About a Boy (2002)

 

9/10 ****

 


publicado por Hugo Gomes às 01:43
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28.11.08

 

 

Real.: Stephen Sommers / Chuck Russell / Rob Cohen

Int.: Brendan Fraser, Rachel Weisz, Jet Li

 

 

Filme (s)

Todos os filmes (excepto O Rei Escorpião) retratam as aventuras do par de aventureiros arqueológicos, Chris e Eve O’Connell (Brendan Fraser / Rachel Weisz), que tentam impedir que a múmia Imhotep (Arnold Vosloo) ressuscite seu exercito morto-vivo e que condena o mundo a uma governação tirânica.

 

Veredicto

Um dos maiores êxitos mundiais do final dos anos 90 e continuando a ser uma fonte inesgotável de rentabilidade em pleno século XXI. Sendo os dois primeiros filmes realizados por Stephen Sommers, o original tem uma certa vertente de terror cujo evolui para um parâmetro mais familiar e cómico nas sequelas. Aventura á la Indiana Jones com pitadas de cinema fantástico e claro, muitos efeitos especaisi. Este pack reúne os três bem sucedidos filmes e o spin-off, Scorpion King – Rei Escorpião com The Rock no papel principal.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Espanhol

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Espanhol

 

EXTRAS

Índice de Cenas

Notas de produção

Filmografia de actores

Filmografia do realizador

Trailers

Story Board

Comentários de actores

Comentários do realizador

Jogo

Cenas adicionais

Menu animado

Documentários

Fotos

DVD-ROM

Efeitos Especiais

Jogo de Tabuleiro (incluído na caixa)

Livro em Português (incluído na caixa)

 

Distribuidora – Universal Pictures Portugal, LDA

 

Filme – 

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:36
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27.11.08

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publicado por Hugo Gomes às 23:07
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Real.: Martin Scorsese

Int.: Paul Newman, Tom Cruise, Mary Elizabeth Mastrantonio, John Turturro, Forest Whitaker

 

 

Paul Newman regressa com uma das suas personagens mais celebres da sua carreira, “Fast” Eddie Felson do igualmente celebre The Hustler (1961) de Robert Rossen, que centra-se num talentoso jogador de bilhar que encontra nesse jogo de mesa uma forma de rendimento e sobretudo de desafio e é depois de 25 anos que uma sequela produzida, pela mão de Martin Scorsese adaptada da continuação literária escrita por Walter Tevis. The Color of Money continua a centrar-se em Eddie Felson, mas desta vez e logicamente com o passar dos anos, este encontra-se velho vivendo às custas do whisky que consegue vender e das glórias passadas que tenta relembrar, por vezes até mesmo esquecer. Pensando ter um vida calma e sem despique nenhum, encontra por acaso Vincent Lauria, um jovem que exibe grande talento na mesa de bilhar, sendo de natureza oportunista Eddie não deixa escapar tal oportunidade e decide ensinar e tornar banqueiro de Lauria para que este possa competir com os melhores nos campeonatos nacionais, e assim iniciam uma digressão. Contudo com o decorrer da jornada, Felson apercebe que não era bem ensinar um jovem a tornar-se o melhor que pretendia, mas sim regressar ao snooker.

Mesmo se tratando de uma sequela, o filme de Scorsese funciona com a independência de uma metragem singular, o qual não existe muitas ligações com o The Hustler, excepto certas referencias que se aceitam como espontâneas e claro a personagem Eddie Felson. È uma fita sobre a gloria e não exclusivo atractivo de bilhar, aliás Scorsese não o filma de maneira comercial, não persegue o jogo de bilhar como uma partida de football se trata-se, o que realmente capta são as emoções, da gloria á queda de um icon e a ascensão de outro. Paul Newman interpreta com força a sua oscarizada personagem, num desempenho notável e influente no olhar, já Tom Cruise prova ser aqui ser o magnifico actor que é, mas por vezes cai no narcisismo ou simplesmente no ridículo tablóide, o que aqui vemos é meramente um jovem talento que brilha ao lado do veterano e recem falecido actor, mas claro, sem o conseguir ofuscar, contudo poderemos considerar mais o contrario.

Ainda podemos considerar o excelente e também ele oscarizado desempenho de Mary Elizabeth Mastrantonio num sucesso de personagem feminina, forte de carácter e espessa de solidez, terminando assim um trio, uma viagem cativante que além de levar às mesas de bilhar transporta-nos ainda para o orgulho pessoal de cada um. Até mesmo um mestre fica intimidado com o seu discípulo, e sempre o discípulo tem o desejo de vencer o seu mestre e também o oposto. Vincent contra o lendário Eddie Felson, Tom Cruise contra o igualmente lendário Paul Newman, quem vencerá? As bolas estão em cima da mesa prometendo um confronto sem igual, Scorsese filma-o com solidez neste filme cheio de charme e sem nenhuma veia de oportunismo comercial em todo o seu conjunto.

PS – não percam também a famosa cena de jogo entre Newman e Forest Whitaker, numa época jovem mas já assim com demonstrações do grande actor que virá a ser.

O melhor – Paul Newman evidentemente como também a sobriedade de Scorsese em não transformar a sequela de The Hustler num festim de bilhar.

O pior – Ser constantemente comparado com o original, sendo ambos filmes distintos apesar da sequencia.

 

Recomendação – 21 (2008), The Hustler (1961), Lung Dik Zyun Jan (1991)

 

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:03
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Real.: Oxide Pang Chun, Danny Pang

Int.: Nicolas Cage, James With, Charlie Yeung

 

 

È inegável o facto que Nicolas Cage está a passar um dos piores momentos da sua carreira, não em termos de popularidade e êxito, que nisso ele anda em alta mas sim na escolha dos projectos e a qualidade que estes emana. O motivo de tal desordem ainda é desconhecido – pura má escolha dos seus filmes, cheques chorudos ou por último como veio a especular devido a variadas declarações do actor é que este simplesmente diverte a fazer os seus filmes, se for este o caso então o “Inadaptado” merece um perdão grande, contudo o seus filmes são difíceis de perdoar. O sobrinho de Coppola brincou de super herói estafeta (Ghost Rider), jogou-se no remake de má qualidade (Wicker Man), atrapalhou-se na má ficção científica (Next) e procurou um tesouro sem desafio (National Treasure 2) e agora faz-se passar por Steven Seagal, ou mais ou menos no remake de um filme made in Hong Kong, Bangkok Dangerous (1999) dos irmãos Pang, também eles realizadores desta “cópia á americana”.

Perigo Espreita, titulo traduzido, é o relato de um hitman, assassino contratado, Joe (Nicolas Cage), que tem um novo serviço em Banguecoque o qual será a seu último trabalho antes da aposentação. Para o seu próprio bem, Joe sempre evitou manter contacto eterno, afeiçoar a alguém, a sal vida sempre girou á volta do trabalho e é o mesmo que define a sua vida, por outras palavras trata-se de um indivíduo solitário. No dito Banguecoque o hitman faz algo de invulgar, desata a ensinar auto-defesa e arte de matar a um jovem chinês, o qual adopta como seu aluno e apaixona-se por uma surda e muda farmacêutica, devido a essa aproximação a sua missão complica-se recebendo contornos mortais para aqueles que ele ama.

Oxy Pang e Danny Pang, dois irmãos e realizadores conhecidos em Hong Kong como no resto do Mundo por trazer até nós The Eye, o insólito filme de terror que combina o melhor do horror oriental com suspense e modelo ocidental, resultando num êxito de bilheteira e um tratamento de filme de culto do outro lado do globo. Os irmãos Pang realizaram em 1999, aquela que foi a sua entrada no mundo do cinema comercial, uma variação do famoso cinema de Hong Kong, Bangkok Dangerous, e como o sucesso The Departed de Martin Scorsese, também ele remake de uma obra de mesma nacionalidade, ainda se encontrava se de influência fresco, a adaptação mais americana da obra dos Pang era mais que certa e como a fraternidade já se encontrava em terreno hollywoodesco, The Messengers (2007), complementando-se á sua produção.

Bangkok Dangerous é infelizmente outro “dia mau” para Nicolas Cage, verifica-se um esforço, mas o material da fita em si nada avança ou atrasa no mundo do cinema, apenas marca presença de uma má reciclagem de conteúdos. A historia é pouco desenvolvida, as interpretações secundarias são medíocres, existem situações caricatas que puxam um bafado riso involuntário (a cena do assalto no parque) e as cenas de acção que poderiam ser muito bem a salvação, são do mais rudimentar, desinspirado e banal que existe no cinema de acção deste ano. Os irmãos Pang pensaram em fazer um filme de acção á la Hong kong, mas acabam por fazer uma variação de um filme qualquer protagonizado por Steven Seagal ou Van Damme, só que a excepção é um protagonista muito mais sólido. Não há grande coisa a ver aqui, é melhor mudar de sala.

 

O melhorNicolas Cage, apesar de tudo

O pior – apenas mais um filme de acção

 

Recomendações – Hitman (2007), Leon (1994), Matador (2005)

4/10

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:04
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26.11.08

Ainda juntos, ainda perdidos, é a tagline de uma das animações mais esperadas do ano, a continuação do êxito de bilheteira por parte da Dreamworks, Madagáscar 2, que reúne de novo o quarteto de animais foragidos de um zoo em Nova Iorque, desta vez a aventura decorre no Quénia, onde o simpático leão Alex (Ben Stiller) terá que competir a dominância da cadeia alimentar com outros da sua espécie. Um filme animado a não perder para toda a família.

Nicolas Cage veste a pele de um assassino profissional em serviço em Banguecoque, no remake de um filme oriental homónimo, Bangkok Dangerous – Perigo Espreita, cujo a versão antiga e esta estreia realizados pelos famosos irmãos Pang (The Eye). Cage promete oferecer uma boa dose de disparos e acção á la Hong Kong neste filme repleto de intriga. Alguém se lembra de Cidade de Deus? Ou do Tropa de Elite? Se sim, verificou que ambos tinham em comum o retrato negro das favelas brasileiras, agora é a vez de Cidade dos Homens de Paulo Morelli exibir a sua visão. Uma adaptação de uma famosa série de televisão brasileira, evidentemente. Um filme para descobrir.

Seguimos agora ao cinema polaco com o aclamado Quatre Nuits avec Anna – Quatro Noites com Ana de Jerzy Skolimowski, um filme protagonizado por Urszula Bartos-Gesikowska que segue a história de um enfermeiro obcecado por uma colega, Ana, o qual começa a passar as noites no seu quarto. Será amor? A resposta está mesmo no filme, por isso uma boa recomendação. Já que falamos de amor, não podia deixar passar a nova adaptação de um livro de Nicholas Spark para o grande ecrã pela mão George C. Wolfe, Nights in Rodanthe que é marcado pelo regresso do par Richard Gere e Diane Lane, num filme amoroso, cheio de paixão para aquecer esse coração frio, e claro para os mais apaixonados.

Conforme seja a sua escolha, bons filmes

 


publicado por Hugo Gomes às 23:45
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25.11.08

 Mais informação consultar seguintes ligações


Myspace: www.myspace.com/blackandwhitefestival

Hi5: FestivalB.hi5.com

Fórum: festivalbw.aforumfree.com
 

 


publicado por Hugo Gomes às 21:01
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24.11.08

A grande descoberta do festival” foi a expressão utilizada pelo escritor / realizador Paul Auster, o júri do Festival do filme do Estoril, para classificar o grande vencedor da competição. Trata-se de Wild Field do cineasta russo Mikhail Kalatozishvili, que venceu no festival decorrido no Estoril por unanimidade” – revelou Auster. Wild Field é uma subespécie de western ambientado no este, Cazaquistão, que relata a história entre o confronto de agricultores russos contra motoqueiros. O filme é protagonizado por Oleg Dolin que interpreta um médico. O segundo prémio foi atribuído ao sueco Involutary de Ruben Ostlund e do romeno Hooked de Adriani Sitaru.

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:45
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Real.: M. Night Shyamalan

Int.: Mark Walhberg, Zooey Deschanel, John Leguizamo

 

 

Filme

Nós fomos avisados, mas sempre ignoramos os sinais, agora iremos sofrer as consequências de um mortal confronto entre a natureza e a Humanidade numa batalha mental de auto-destruição. The Happening é a luta de um professor que lidera um grupo de sobreviventes num mundo á beira do caos.

Veredicto

M. Night Shyamalan tem sido nos últimos anos “vaiado” pelos críticos e o publico nomeadamente americano que o persegue desde o incompreendido The Village. The Happening – O Acontecimento é a sua primeira grande obra comercial, uma homenagem aos thrillers dos anos 50, nomeadamente ao do cinema de Hitchcock, que cumpre muito bem a sua função no que requer á entrega de suspense e intriga. Contudo é abalado por inúmeras inverosimilhanças e por uma péssima prestação do elenco em geral. È o filme mais fraco da sua filmografia mas continua a ser notável.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Checo

Húngaro

Russo

Ucraniano

Polaco

LEGENDAS

 Português

Inglês

Árabe

Grego

Húngaro

Checo

Hebraico

Islandês

Polaco

Búlgaro

Croata

Estónio

Letão

Lituano

Romeno

Russo

Sérvio

Esloveno

Turco

Ucraniano

Cazaque

 

EXTRAS

Cenas Cortadas Com Introdução por M. Night Shyamalan

Featurette “The Hard Cut”

Featurette “I Hear You Whispering”

Featurette “A Day For Night”

Featurette “Elements of a Scene”

Featurette “Forces Unseen”

Gags

 

Distribuidora – Castello Lopes Multimédia

 

Filme –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:15
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23.11.08
23.11.08

Rea.: Oliver Stone

Int.: Josh Brolin, James Cromwell, Elizabeth Banks, Richard Dreyfuss, Ioan Gruffudd, Ellen Burstyn, Jesse Bradford, Noah Wyle, Toby Jones, Jeffrey Wright, Thandie Newton

 

 

O mundo não é bem preto e branco como muitos querem tomar, não existe definição de bem nem sequer de mal, o que subsiste são escolhas e por vezes são essas que definem o homem em si. George W. Bush, apesar da legião de ódio que o persegue, não é um “mau” homem, um diabo na casa branca ou um “poço de mal que transpira pelos esporos” como muitos afirmam, é apenas uma “cabeça fria” que nos momentos mais drásticos do seu mandato tomou as decisões erradas, e sabendo que errar é humano e que o presidente dos EUA é além de tudo um homem como tantos outros, sendo essa a razão para que este filme fora criado. O realizador é tão improvável como a figura que aborda, Oliver Stone, um devoto patriota americano mas ao mesmo tempo um realizador de controvérsias e de ideais. Foi o autor do polémico Platoon e Born on the 4th of July, dois retratos críticos da guerra do Vietname e JFK e Nixon, duas abordagens a dois presidentes norte-americanos descritos com uma ferocidade singular. Quanto a W., Stone encontra-se “amassado”, com receio de ofender, contudo sente-se a falta dessa sua noção crítica que perdeu-se desde o “fiasco” de Alexander (2004), por outras palavras não possuímos um filme mordaz ao actual presidente dos EUA (até nisso Stone fez historia, sendo o primeiro biopic de um politico no activo) mas sim uma crónica mais humanista dele.

Temos uma narrativa que segue desde os trabalhos de Verão de Bush, a liderança na campanha presidencial do seu pai, a sua subida ao poder e a decisão de invasão no Iraque, tudo descrito de forma simples, humorada e light, o qual Josh Brolin tem um desempenho fenomenal, reproduzindo de forma semi-idêntica a imagem do presidente. Falando em semelhanças, temos a nosso dispor um elenco elaborado para se assemelhar às figuras políticas que representam como por exemplo Thandie Newton como Condolezza Rice, Richard Dreyfuss como Dick Cheney, Jeffrey Wright como Colin Powell (com alguns momentos de brilho) e Ioan Gruffudd como Tony Blair, tudo se soa idêntico e alguns casos temos a sensação de assistir a simples cópias estéticas, sendo muito dessas personagens de valor decorativo ao cenário da Casa Branca. Poderia se mesmo dizer que é Brolin que aguenta o barco para este não naufragar, mas W. reserva algumas surpresas que estão escondidos em ínfimos pormenores, tal como os diálogos ricos e bem-humorados, os comportamentos inadequados em reuniões políticas que presenteiam os raros momentos de satirização por parte de Stone e a química entre o protagonista e James Cromwell que desempenha o seu pai, George W. Bush sénior. Aliás é a figura paternal e a sua relação com o W. Jr que nos faz reflectir o tipo de homem que Bush é e que se tornou.

Por mais que odiamos a personalidade, apercebemos com as conclusões tiradas da fita que este conseguiu todo aquele mérito sozinho, a sua subida ao mandato presencial foi de forma improvável, porque George W. Bush tem as mais variadas características que á partida se repugna como chefe maior do país mais poderoso do Mundo. Foi um homem problemático, alcoólico, que viveu na sombra do pai, o qual sempre o humilhou, que fala antes de pensar e que possui uma ideia maniqueísta do Mundo, uma ideia pura americana. Este é o Bush representado por Oliver Stone e é provavelmente a imagem que muitos não conhecerão ou nuca irão conhecer, num dos filmes mais importantes do ano, porém ausente de mediatismo, sensacionalismo, panfletarismo e se não fosse a personalidade que é, cairia facilmente no vulgar biopic. Interessante contudo.

O melhor – Josh Brolin e alguns pormenores hilariantes

O pior – o medo de Oliver Stone em criticar

 

Recomendações – Nixon (1995), American Dreamz (2006), JFK (1991)

 

 

W.” – 8 estrelas "Mesmo não sendo o regresso em grande de outros tempos de Oliver Stone, 'W.' consegue reunir todos os atributos necessários para mostrar a vida de um homem que passou por muito até chegar aonde está. Nunca foi tão agradável falar sobre George W. Bush." Ante-Cinema

W.” – 8 estrelas “Pode-se acusar “W.” de ser uma fita dotada de um certo banalismo biográfico, tanto pela forma como foi abordado, quer pelo estilo de filmagem. No entanto, é crucial ter em consideração o indivíduo que está a ser alvo de discussão e esse é um ser humano simples proveniente do mais ambíguo estado norte-americano, independentemente do seu passado familiar. Concluindo o trabalho de Stone, este oferece uma realização necessária e formal mas que presta sempre atenção aos pormenores onde a criatividade e inventividade complementam o estilo antiquado. Cinema is my Life

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 21:12
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Real.: Ridley Scott

Int.: Leonardo DiCaprio, Russell Crowe, Mark Strong

 

 

Don’t trust anyone” (não confiei em ninguém) é uma das regras básicas da organização da inteligência americana, CIA, que no “modus operati” dos seus agentes, estes não devem afeiçoar a indivíduos do exterior que possam comprometer a sua missão, um dito agente da CIA deve e apenas confiar em si próprio, nas suas decisões mas sempre cumprindo as ordens dos seus superiores, que por vezes esquecem radicalmente do valor humano. Ridley Scott vai mais longe e engloba os indivíduos do interior da organização nessa regra de auto-protecção, criando assim um thriller incomodo sempre abalado por conspirações e por um sensação de desconfiança que abate quer no espectador, quer na personagem principal, Roger Ferris (Leonardo DiCaprio), um operacional da CIA que se encontra no terreno, mais exactamente na zona da Jordânia com o intuito de recolher informações que possam levar á captura de um terrorista extremista. Ferris actua sob as ordens de Edward Hoffman (Russell Crowe), seu supervisor que se encontra milhares de quilómetros de distância, além disso o agente coopera com a Inteligência da Jordânia o qual sob o pedido do chefe, Hani Salaam (Mark Strong) terá que mutuamente confiar. As situação complica-se quando a vida de Ferris está em risco, a de quem ama também, o qual este terá que sujeitar a testes de confianças para pedir auxilio a si próprio e para a missão que cumpre a todo o custo.

È um thriller de acção que combina os elementos do apelativo do suspense de Alfred Hitchcok com a sofisticação e complexidade de um Bourne, Scott aventura-se de novo na frágil posição do Oriente depois de Black Hawk Down e The Kingdom of Heaven e com um inteligente argumento de William Monahan, que por sua vez foi adaptado da obra literária de David Ignatius, resultando num filme sem moralidades evidentes, maniqueísmos mas com muito, mas muito suspense que captam o interesse imenso no espectador. Leonardo DiCaprio prova mais uma vez que é um actor nato na criação de dialectos, mas existe aquela sensação de que personagem por ele representado foi feito exclusivamente para este, mas a grande surpresa na área interpretativa é Russel Crowe que consegue provocar no espectador, o incomodo e a repulsa ao desempenhar um sujeito cínico que prova antes de mais ser uma representação figurativa á hipocrisia e frieza da CIA, sem falar de se tratar mau pai, mas isso é outra história. É a quarta cooperação entre o actor de Gladiador com o seu respectivo realizador, e neste caso consegue uma personagem bastante singular. A destacar também para Mark Strong, num papel no mínimo carismático.

Sabendo que ultimamente Scott tem-se reduzido ao mero esquematismo das suas obras, uma cruzada sem chama narrativa (The Kingdom of Heaven), um drama demasiado alcoólico (A Good Year) e o modelo do simples “gangster movie” (American Gangster). Body of Lies poderá ser o seu melhor filme no espaço de 4 anos, mas este thriller poderá não sobreviver num futuro que promete mais abordagens deste género, a sua narrativa é demasiado banal e os artifícios poderão esgotar-se sem a devida particularidade que poderia o distinguir. É bom filme no limite do seu género e bem melhor que Eagle’s Eye, o qual poderá trazer á memoria algumas semelhanças.

O melhorRussell Crowe numa personagem de antipatia

O pior – ser demasiado esquemático

 

Recomendações – Sabotage (1942), The Kingdom (2007), Eagle’s Eye (2008)

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 18:09
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Mais novidades sobre os próximos títulos animados, a começar pela segunda sequela de Ice Age dos estúdios Blue Sky, que se encontram em grande depois do sucesso de Horton Hears a Who!. Foi lançado mais um trailer onde novamente se exibe o sofrimento de Scrath aquele esquilo pré-histórico e a sua bolota que nunca consegue alcançar, tudo indica que em Ice Age 3 – Dawn of Dinosaurs, ele não estará só na sua jornada, a estrear dia 1 de Julho nos EUA. Coraline de Henry Sellick, o mesmo do fantástico Nightmare Before Christmas, é outra adaptação de um conto de Neil Gaiman (Stardust), cuja animação é o tradicional stop motion característico do anterior filme de Sellick. A história gira a volta de uma menina, Coraline (com a voz de Dakota Fanning), que descobre um porta secreta em sua casa que lhe reserva uma alternativa versão da sua vida. Uma animação encantadora com contornos góticos a não perder, a estrear nos States dia 6 de Fevereiro do próximo ano. Quanto á Dreamworks, o estúdio de maior rentabilidade no mercado da animação digital irá apostar em Monsters vs. Alien, a estrear dia 29 de Março, é uma referência aos filmes de invasão alienígena popular nos anos 50 com muito humor característico do estúdio. Reese Witherspoon lidera um conjunto de vozes luxuosas, pertencentes a Hugh Laurie (o Dr, House da televisão), Seth Rogen, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Um filme de Rob Letterman (Shark Tale) e Conrad Vernon (Madagascar 2). Por fim e talvez mais alternativo é a adaptação da celebre série animada japonesa Astro Boy que contará com uma longa-metragem digital para deliciar os fãs e concretizar novos. Com um elenco vocal bem apelativo, Freddie Highmore na voz do menino robótico (Astro Boy), Nicolas Cage (como o vilão Dr. Tenma), Donald Sutherland, Eugene Levy, Kristen Bell, Bill Nighty e Nathan Lane. A estrear em Outubro de 2009.


publicado por Hugo Gomes às 17:42
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Real.: Mark Osborne, John Stevenson

Int.: Jack Black, Dustin Hoffman, Angelina Jolie

 

 

Filme

Po (Jack Black) é um simpático panda que trabalha no restaurante de massas do seu pai, mas o jovem e ingénuo urso deseja acima de tudo tornar-se um mestre do kung fu ao lado dos seus ídolos, os Furious Five. Até que um dia Po é eleito por acidente como o guerreiro dragão, o único merecedor de uma antiga profecia, o que não agrada e nada aos outros 5 mestres do kung fu que consideram a situação como ultraje. O panda começa a viver o seu sonho em integrar-se no tempo Shaolin, esforçado em criar laços com os outros, mas em breve tal torna-se pesadelo com a vinda do vilipêndio guerreiro Tai Lung (Ian McShane), que assume-se como o verdadeiro merecedor da dita profecia.

Veredicto

Trata-se do novo êxito da Dreamworks e uma das melhores obras do estúdio desde os primórdios do Shrek. Uma animação que combina o mais sofisticado em termos graficantes, as referencias ao cinema oriental do género, pitadas de humor irresistíveis e algumas ressonâncias a um clássico oriundo da Disney. Uma delícia.

 

AUDIO

Português

Inglês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

 

EXTRAS

Comentário dos Autores

Conhecer o elenco

Romper os Limites

Conservation International: Ajuda a salvar os Pandas Selvagens

Academia Guerreiro Dragão (Jogo Interactivo)

Jukebox de Vídeos da Dreamworks Animation e muito mais!

 

 

Distribuidora – Zon Lusomundo, SA

 

Filme –

DVD - 

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:11
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