30.9.08

Blade Runner 2 vem aí! A sequela do clássico de 1982 realizado por Ridley Scott e adaptado de um livro de ficção científica da autoria de Phillip K. Dick já tem o argumento pronto e entrou em fase de produção. O argumento, este, já estava a ser trabalhado desde 2006, os autores são John Glenn e Travis Wright que escreveram Eagle´s Eye de D.J Caruso que estreou recentemente nos EUA. Bud Yorkin, o produtor do original, também está envolvido no projecto e já expressou o desejo de integrar Harrison Ford, Rutger Hauer e Daryl Hannah de novo no elenco.

(Nem sequer vou comentar, penso que nem vale a pena.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:59
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publicado por Hugo Gomes às 23:57
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Kirsten Dunst está confirmada para voltar ao seu papel de Mary Jane Watson em Spider Man 4 e 5, tendo esta dando um sim na MTV News. O quarto filme do super-herói da Marvel será filmado instantaneamente com o quinto filme, o realizador Sam Raimi e Tobey Maguire, que desempenhou Spider Man nos 3 filmes estão envolvidos no projecto, a grande duvida era Dunst que pelos vistos agradou os fãs da saga do aranhiço. Homem Aranha 4 é previsto ser lançado em 2011.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:56
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“Qualquer coisa que tu podes fazer em filme. Eu posso fazer em HD”


 

Nascido a 25 de Junho de 1924 em Filadélfia, Pensilvânia, Sidney Lumet a par de Stanley Kubrick e Martin Scorsese, um dos mais consistentes realizadores do cinema contemporâneo, é conhecido por arrecadar excelentes interpretações nos seus actores e de filmar quase sempre os seus filmes em Nova Iorque. Lumet é um fascinado por tribunais e todo a finalidade jurídica, e como ninguém é capaz de filma-lo. Realizou mais de 40 filmes, entre eles uma grande parte dos thrillers jurídicos mais célebres de sempre. A sua primeira demanda no mundo como realizador na série Studio One (1948 - 1958), o qual dirigiu inúmeros episódios, continuou na televisão até 1957 ter dirigido 12 Angry Men, a sua primeira longa-metragem cinematográfica e segundo muitos a sua obra-prima, com este filme recebeu a sua primeira nomeação para Melhor Realizador nos Óscares de Academia, e com ele também a nomeação de Melhor Filme e de Melhor Argumento. De seguida surgiram inúmeros filmes, não muito bem recebidos talvez por estarem á sombra da grande obra de 1957 e nos dias de hoje filmes quase desconhecidos na sua carreira; Stage Struck (1958) e That Kind of Woman (1959), são alguns dos exemplos. Ainda em 1959, destaque ainda para o filme The Fugitive Kind, escrito por Tenessee Williams (o mesmo de A Streetcar Called Desire), com Marlon Brando como protagonista. Seguiu-se mais uma remessa de vários projectos televisivos e alguns filmes de pouco sucesso, até chegar a 1972 e 1973 o qual realizou dois filmes que permaneceriam na sua filmografia; The Ofense (72) com Sean Connery (segundo muitos a sua melhor interpretação) e Serpico (73) com Al Pacino. Filmes seguintes serviram para fortalecer a sua carreira; Murder on the Orient Express (1974), Dog Day Afternoon (1975), de novo com Al Pacino, Network (1976), uma critica á comunicação social, Equus (1977), Prince of the City (1981) e The Veredict (1982) com Paul Newman, são alguns exemplos. Os anos 90 forma talvez os mais discretos, o qual Lumet tentaria variar os eu registo como em dramas como Gloria (1999) com Sharon Stone e a comédia Critical Care (1997) com James Spader. O novo milénio lhe proporcionou algumas experiências insólitas como a escolha de Vin Diesel para protagonizar o seu thriller jurídico, Find Me Guilty (2006), o qual o actor exclusivo de acção teve que engordar para desempenhar uma personagem envelhecida e anafada, além disso, um ano antes o realizador vence o seu primeiro Óscar, um de categoria honorário, que felizmente não lhe marcou o fim de uma carreira, mas o reinício dela. Em 2007 estreia-se com Before the Devil Know your Are Dead, onde mais uma vez Lumet dá bom uso á sua fama de Realizador de actores que cobre excelentes interpretações de um elenco luxuoso; Ethan Hawke, Phillip Seymour Hoffman e Marisa Tomei. Actualmente prepara Getting Out, sem elenco definido. Sidney Lumet é um “fóssil vivo” que apesar de ser bastante classicista é também um adepto das novas tecnologias, filmou alguns filmes recentes em HD, o que prova que por vezes o antigo é moderno.

   

 


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28.9.08

Real.: Dennis Dugan

Int.: Adam Sandler, John Turturro, Emmanuelle Chriqui, Rob Schneider, Chris Rock

 

 

Zohan (Adam Sandler) é um agente da polícia israelita que apesar de ser muito bom naquilo que faz, tem o sonho de ser cabeleireiro em Nova Iorque, mas não o segue devido á opinião dos seus pais, que consideram essa profissão como sendo homossexual. Numa perseguição a um temível terrorista palestino conhecido como Fantasma (John Turturo), Zohan tem a oportunidade de fugir e “perseguir” o seu sonho e é em Nova Iorque que o “implacável” militar irá refazer a sua vida e trabalhar naquilo que sempre quis; cortar cabelos.

Adam Sandler é um daqueles cómicos actores que a par de Ben Stiller cujo os seus filmes são tão rotineiros anualmente como a cerimonia dos Óscares. Aqui emprega o seu talento na área do humor para se converter num israelita, cujo sotaque é um dos factores de “troça” pelo actor. O novo filme de Dennis Dugan retrata um tema sério como palco de fundo e muito actual, refiro aos habituais confrontos entre palestinos e israelitas, o que indica uma certa irreverência por parte do realizador e protagonista em acentuar um tema que sempre abundam os telejornais mundiais numa paródia irrealista e de riso fácil. Pois bem, é mais ou menos esse o adjectivo que mais acertadamente o classifica, um filme fácil demais que tenta ser complexo e inteligente, o que não passa de ilusão quer para o filme, quer para o espectador.

Previsível, caricato em excesso, You Don´t Mess with Zohan (um titulo sugestivo), não passa de mais um veículo para Sandler triunfar nas bilheteiras e ganhar uns milhões á conta, John Turturo também dá um força e se exibe como um sólido actor cómico, mas infelizmente as atenções estão em Zohan (Adam Sandler). Uma comédia cheio de clichés e mais clichés, estereótipos e algumas ridículas situações que faz temer o pior, quer na mentalidade americana.

O melhor – O sotaque de Sandler

O pior – a burlesca e pesudo-satirá

 

Recomendações – Team America – World Police (2004), Barbershop (2002), Beauty Shop (2005)

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 19:27
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A sua filmografia não foi 100% excepcional, mas o seu talento era por vezes maior que o seu próprio filme, há quem o considere o James Dean do século XXI e é com tristeza minha que elaborei este top dos 10 melhores desempenhos de Heath Ledger, e tendo em conta que não poderemos adivinhar o que ele poderia um dia a ser, eis os melhores filmes que ele representou:

 

#10 The Four Feathers (2002)

Trata-se de um épico leve, mas visualmente interessante que retrata um soldado que recebeu quatro penas brancas, seja estes símbolos de cobardia, já que recusa a ir para a guerra colonial. Ledger tem aqui um desempenho exemplar sendo ele uma espécie de Atlas, carregando o filme mesmo que mediano a ser um simpático e humilde no género. O actor consagra-se aqui um perfeito homem de aventuras.

 

#09 The Brothers Grimm (2005)

Ao lado de Matt Damon, Heath Ledger tem aqui um bizarro empenho na pele de um dos dois irmãos Grimm nesta fabula “pesada” de Terry Gilliam. O filme, que apesar do desequilíbrio, exibe muito bem os seus dotes artísticos, como sabemos o ano 2005 foi o seu mais produtivo.

 

#08 Knight’s Tale (2001)

O actor protagoniza aqui um épico para adolescentes, que depois de 10 Coisas Que Odeio em Ti, o filme de Brian Helgeland catapultou Ledger para o estrelato, ou pelo menos mais próximo dele. Knight’s Tale – O Coração de Cavaleiro foi um êxito de bilheteira e fora muito bem recebido pelo público, ao contrário da crítica. Seguramente Ledger tornou-se uma cara mais conhecida.

 

#07 Two Hands (1999)

Um grande êxito australiano, o qual o actor é de nacionalidade, cujo seu desempenho é de um moço de recados que serve um mafioso. O problema dele está na perda do dinheiro que era suposto carregar. Pode muito bem ser um dos seus filmes menos conhecidos, mas é um dos mais notáveis e no inicio da sua carreira. Um thriller que bebe da mesma agua dos humor dos irmãos Coen.

 

#06 Candy (2006)

Na sua passagem pelo circuito mais independente e mais compatriota, se tratar do regresso às origens. Candy é a história de um artista toxicodependente, ele representado por Heath Ledger que contracena com Abbie Cornish e Geoffrey Rush. Um filme discreto que se vê com muito agrado.

 

#05 10 Things I Hate About You (1999)

Heath Ledger protagoniza aqui a sua primeira longa-metragem americana, uma típica comédia adolescente assim por dizer que no fundo trata apenas de uma adaptação de um clássico de Shakespeare, The Tamming of the Shrews para os dias modernos, tal como Baz Luhrmann fez com o seu Romeu+Juliet. Ledger conseguiu destacar e a sua carreira seguiu promissora até aos dias de hoje.

 

#04 Monster’s Ball (2002)

È talvez hoje, o seu papel mais irónico e assustador da sua breve carreira. No filme de Marc Forster (o qual Hale Berry vence o dito Óscar), Ledger interpreta um guarda prisional que suicida devido á intolerância do seu rígido pai (Billy Bob Tornthon). Um dos melhores desempenhos de sempre do actor australiano, mesmo que o seu papel seja curto.

 

#03 I´m Not There (2007)

Num filme mosaico em que seis diferentes actores interpretam uma igualmente diferente fase na vida do brilhante autor musical, Bob Dylan, Heath Ledger integra o momento mais estrelar do mesmo, numa fase em que a personagem confunde idealismo com veneração. Um breve papel, mas fantasmagórico.

 

#02 The Dark Knight (2008)

Não quero entrar no possível Óscar póstumo para Ledger, depois da interpretação de Joker nesta fita, estrondosamente bem sucedida, de Christopher Nolan. The Dark Knight é mais uma ventura do super-herói Batman, interpretado por Christian Bale, o qual o actor australiano desempenha o vilão, o temível, anárquico e sombrio Joker que põe á prova a integridade da entidade justiceira e da consciência dos habitantes de Gotham City. Um papel com alma, extraída segundo o falecido actor de uma das obras-primas de Stanley Kubrick, The Clockwork Orange.

 

#01 Brokeback Mountain (2005)

Joker em The Dark Knight marcou-o para a posteridade, mas é em Brokeback Mountain de Ang Lee que pela primeira vez, Ledger começara a andar nas bocas do Mundo, enquanto surpreendia tudo e todos na interpretação de um cowboy que vive um amor homossexual. O seu desempenho chocou cépticos que acreditavam que Ledger era apenas uma estrela adolescente e a nomeação para Melhor Actor nos Óscares provou a todos que ao actor seria um possível e futuro Marlon Brando ou algo do género, e é com tristeza que devido ao destino, tal profecia não chegou a ser concluída, Ledger está nas memórias dos cinéfilos e dos fãs, mas toda a gente sabe que ele poderia seguir um rumo mais bem sucedido do que aquele que demonstrou, mesmo assim, é a ausência de um (muito) bom actor.

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:03
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Real.: Bruno de Almeida

Int.: Michael Imperioli, John Ventimiglia, Joaquim de Almeida, Rogério Samora, Ana Padrão, John Frey, Drena De Niro, Ivo Canelas, Fernando Lopes

 

 

Realizado por Bruno de Almeida (The Collection), The Lovebirds foi encomendado para a abertura do Lisbon Village Festival de 2007, um filme português com um elenco bastante diversificado que tem como particularidade de reunir actores portugueses com actores americanos, num conjunto de seis histórias distintas; desde o rumo de dois larápios amigos, dois companheiros ligados á cultura que interagem através de uma área de escavações arqueológicas, um capitão que pratica o adultério num quarto de hotel e um americano que persegue uma portuguesa, por esta lhe assemelhar á sua falecida mulher, são algumas das histórias que iremos encontrar nesta fita multi-narrada que tem apenas como relação a cidade de Lisboa como palco de fundo.

Em 1755, um terramoto abateu Lisboa, destruindo-a por completo, excepto Alfama que ainda se matem de pés, é a conclusão que se pode tirar partido através de um diálogo entre duas personagens, o qual o filme de Marco Almeida serve como uma visão ampliada de um simbiose cultural entre actores americanos e portugueses numa Lisboa vista de um diferente ângulo, onde a beleza escondida da antiga cidade Portugal parece debuxar entre as ruas sujas, mas ao mesmo tempo belas e imperfeitas. Com um elenco de luxo quer pelas duas partes da etnia dos actores, dos portugueses cheios de caras conhecidas, dos americanos caras mais desconhecidas mas competentes, como por exemplo podemos contar com Drena De Niro, filha adoptiva do actor Robert DeNiro, John Frey (que também ajudou na escrita do argumento), John Vertiminglia e Michael Imperioli, este ultimo talvez um pouco inexpressivo. Do dito lado “tuga”, temos Ana Padrão, Ivo Canelas, Joaquim de Almeida e Rogério Samora a cumprir de forma competente. A interacção entre os respectivos é uma das mais-valias e inéditos factores da fita de Almeida.

 

O filme apresenta algumas falhas quase como rotineiras num dito filme português, o pretensiosismo sem quase pratica, alguns diálogos demasiado rudimentares que tentam aproximar do realismo mas caem na pura ficção bacoca, a fotografia e o lado técnico que não seduz e algum humor involuntário que se gera em forma de pseudo-filosofia. O argumento não é mais que um conjunto de histórias sem perpendicularidades, talvez apenas por um ou outro ponto, presente nos diálogos das personagens. È discreto e invulgar, Bruno de Almeida dirige a sua melhor película e nela o achado da discussão que compara o cinema e o boxe, posto em causa por Fernando Lopes que interpreta a si próprio como realizador, e é com uma das suas frases que termino esta análise:

“There is a sad beauty in defeat”

 

 

O melhor – A captação da beleza de Lisboa

O pior – algum pretensiosismo não muito saudável

 

Recomendações – Crash (2004), Amores Perros (2001), Magnólia (1999)

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 17:24
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Real.: Andy Tennant

Int.: Matthew McConaughey, kate Hudson, Donald Sutherland

 

Filme

Ben Finnegan (Matthew McConaughey) é um caçador de tesouros com uma vida quase desmoronada, perdeu o seu ferrugento, mas adorado barco, e o casamento com a sua esposa, Tess (Kate Hudson). Obcecado pelo perdido tesouro, O Dote da Rainha, o qual persegue á anos, Finnegan tenta convencer a sua ex juntar a ele na caça do tesouro, depois de ter descoberto uma pista sobre a sua localização.

 

Veredicto

Para a produção deste filme foi só preciso juntar McConaughey e Hudson, numa química contagiante e pouco mais e pronto, eis um filme sem sabor e de consumismo rápido.

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1

Espanhol

Alemão

 

LEGENDAS

Português

Italiano

Inglês

Espanhol

Alemão

Francês

 

EXTRAS
- Menus Interactivos

- Selecção por Capítulos

 

 

Distribuidora – Castello Lopes Multimédia

 

Filme –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:45
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Real.: Roger Donaldson

Int.: Jason Statham, Saffron Burrows, Stephen Campbell Moore

 

 

Filme

Baseado em factos verídicos, The Bank Job descreve um assalto a um banco situado em Baker Street ocorrido em 1971. Foram roubados jóias, dinheiro e outros bens no valor de milhões, como também segredos de estado que nunca deviam ter visto a luz do dia. Esta é a verdadeira história por detrás desse roubo.

 

Veredicto

Com tantos filmes de golpe que abundam nas nossas salas de cinema, The Bank Job de Roger Donaldson é pertencente a um género mais sólido e com contornâncias com o cinema de Sydney Pollack, que desenvolve num thriller semi-politico. Statham protagoniza aqui, o seu melhor filme desde Snatch.

 

AUDIO

Inglês

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

- Selecção de Cenas

- Making Of

- Cenas Cortadas e Alargadas

 

 

Distribuidora – Castello Lopes Multimédia

 

Filme –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:41
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27.9.08

O cinema teve outra perda, desta vez das grandes, enquanto o Mundo ainda não esquecera de Heath Ledger, sentindo a sua falta e deduzindo o que este poderia um dia a ser, Paul Newman, um ídolo do cinema internacional, deixa-nos e com ele a verdade de que mesmo as estrelas são simples humanos que nascem e morrem. Paul Newman faleceu não passada Sexta-feira, dia 26 de Setembro, vítima de cancro de pulmão. O actor que actualmente possuía os “generosos83 anos, participou em mais de 60 filmes, venceu um Óscar de Academia pelo seu empenho em A Cor do Dinheiro de Martin Scorsese e tornou-se num dos maiores actores da década 60, se não falar de um das mais carismáticas estrelas de Hollywood recentes. É com pena minha que digo isto; actores como ele são de uma probabilidade de 1 em um milhão.

Paul Newman (1925 – 2008)

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publicado por Hugo Gomes às 22:43
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Segundo a BBC, algumas estrelas de Hollywood eram pagas pelas empresas tabaqueiras para fumarem nos seus filmes, esta prática que muito abundava nos anos 30, 40 e 50 servia para incentivar o espectador a fumar, principalmente os mais jovens que sempre queriam imitar as suas estrelas. Actores como Clark Gable, Bette Davis e John Wayne utilizavam esta efectuação.


publicado por Hugo Gomes às 22:41
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Quem não se lembra ou nunca ouviu falar da obra literária de Herman Melville, quer seja pela grossura do livro, quer seja pela bem-criada história de vingança que relaciona uma baleia branca e o seu respectivo e obcecado caçador. Trata-se de Moby Dick, que obteve uma adaptação cinematográfica em 1956 com Gregory Peck no protagonismo, para além de vários outros filmes, animações ou telefilmes com o selo Hallmark. Tudo indica que Hollywood está interessada em outra adaptação, mas uma mais comercial, ou seja um filme de “acção e vingança”. A universal já contratou Adam Cooper e Bill Collage para o argumento e Timur Bekmambetov (Wanted) será o realizador, o que indica desde inicio que teremos um filme bastante acelerado.

(Não sei se é apenas eu, mas Timur está a entrar cada vez na moda para este tipo de filmes, já faz lembrar Guillermo Del Toro.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:38
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Real.: Frédéric Forestier, Thomas Langmann

Int.: Clovis Cornillac, Gérard Depardieu, Alain Delon

 

 

Filme

Asterix (Clovis Cornillac) e Obelix (Gérard Depardieu), dois habitantes da temida aldeia Gália, talvez a única que não fora conquistada pelos romanos, participam nos Jogos Olímpicos no âmbito de ajudar Alafolix (Stéphane Rousseau), que desafiou o filho do imperador romano Julio César, Brutus (Benoît Poelvoord), na conquista do coração da princesa da Grécia (Vanessa Hesler).

 

Veredicto

Ester terceiro filme de um dos mais caros e bem sucedidos franchisings do cinema francês, é o de todos o mais desequilibrado. A aposta do filme adaptado da banda desenhada de Goscinny e Uderzo centra-se num rol de estrelas internacionais e na composição da personagem Brutus (Benoît Poelvoord), que revela não ter a graça que deveria. E ainda o actor Chrstian Clavier fora substituído por Clovis Corniallac no papel de Asterix, o que também ajudou e muito. Só para fãs incondicionais.

 

AUDIO
Francês Dolby Digital 5.1
Francês DTS

LEGENDAS
Português

EXTRAS
DISCO 1
- Menus Interactivos
- Selecção de Cenas
- Trailer

DISCO 2
- Making Of (90min)
- Romanos e Gauleses
- Avé TV - A Televisão do Império
- Ante-Estreias
- Os Desportistas
- Guarda-Roupa
- Gags

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

Filme-

DVD - 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:27
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25.9.08

Já no ano passado, com as primeiras semanas de sucesso do blockbuster invernal, I Am Legend, o qual Will Smith veste a pele do doutor e cientista Robert Neville, o único homem a povoar a Terra depois de um temível vírus devastado a raça humana, já ocorria rumores da futura produção de uma sequela. Mas pensando melhor (produtores), decidiram antes apostar numa prequela, em que iram narrar o inicio dos acontecimentos ocorridos no êxito de Francis Lawrence. Will Smith já assinou para o regresso do seu papel e Akiva Goldsman, John Lasseter e o realizador Lawrence já estão a prepara o argumento.

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publicado por Hugo Gomes às 22:13
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Brett Rattner (realizador de X-Men 3 e Dragão Vermelho), expressou-se a MTV o seu desejo de criar um spin-off, imaginem de quem, do vilão de Batman, Joker.

“Heath is Great, but the Joker is a great villain. That's why Jack Nicholson and Heath Ledger had so much to work with. And I think there will be another actor who can interpret that. It would be great to see [Robert] Downey [Jr.] as the Joker, for instance." Cita Rattner.

(o que pensam acerca desta ideia? Acham que Joker merece um spin-off? A minha opinião era que Rattner devia estar quieto, mas pronto, por enquanto é só desejo.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:05
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publicado por Hugo Gomes às 22:03
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A Harbor Light Entertainment e japonesa Lotus anunciaram o consenso de refazer o clássico intemporal de Akira Kurosawa, Rashomon (1950). Segundo o site Worst Previews, o filme não será uma simples cópia, mas sim uma sofisticação da obra-prima japonesa, uma delas é direccionar a acção do Japão para o EUA (tal como fizeram com a revisão a Seven Samurais, em que ambientaram-no no Oeste Americano originando o excelente Seven Magnificents). Os parceiros estão a prever estreá-lo em 2010, na altura em que se irá comemorar os 100 anos de Akira Kurosawa, que faleceu em 1998.

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publicado por Hugo Gomes às 21:59
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Com Death Race de Paul W.S Anderson a estrear em breve, que conta com Jason Statham no principal papel, num desempenho de um corredor prisional que compete contar outros prisioneiros numa corrida clandestina e mortal. Reveremos outras grandes corridas ocorridas no cinema.

 

Days of Thunder (1990 – Tony Scott)

Talladega Nights – The Ballad of Ricky Bob (2006 - Adam McKay)

Michel Vaillant (2003 – Louis-Pascal Couvelaire)

Speed Racer (2008 – irmãos Wachowski)

The Cannonball Run (1981 – Hal Needham)

Rat Race (2001 – Jerry Zucker)

Star Wars Episode 1 – The Phantom Menace (1999 – George Lucas)

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publicado por Hugo Gomes às 19:57
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