31.3.08

Sacha Baron Cohen declarou recentemente a morte de duas das suas mais conhecidas personagens humorísticas; Ali G e Borat, o qual recusou participar numa eventual sequela de ambos, invés disso decide desempenhar o papel de Bruno, um apresentador gay e presunçoso. A nova criação de Cohen será o protagonista de mais um mockumentário que em a inicio da rodagem já anda a fazer os seus estragos; foi expulso de um aeroporto por uma dança sugestiva e conseguiu enganar Ben Affleck, que julgava ser entrevistado por um famoso apresentador estrangeiro. Segundo os rumores, o filme terá título completo; Brüno: Delicious Journeys Through America for the Purpose of Making Heterosexual Males Visibly Uncomfortable in the Presence of a Gay Foreigner in a Mesh T-Shirt.


publicado por Hugo Gomes às 23:54
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Nicolas Cage é um hitman (“assassino contratado”), Joe que tem uma missão de risco em Bangkok, enquanto apaixona por uma local que poderá por o seu trabalho em causa. Eis o segundo trabalho dos Irmãos Pang nos EUA, depois de The Messengers (2007) com Kristen Stewart, os conhecidos criadores de The Eye, auto-refazem um filme de 1999, de mesmo nome, de nacionalidade tailandesa. Eis o trailer deste filme, que faz com que Cage regressa aos grandes filmes de acção (desta vez com toques de cinema asiática). Bangkok Dangerous tem data de estreia para dia 22 de Agosto nos EUA.


publicado por Hugo Gomes às 18:13
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Real.: James Wan

Int.: Kevin Bacon, Kelly Preston, John Goodman, Garrett Hedlund, Aisha Tyler, Stuart Lafferty

 

James Wan é conhecido mundialmente por ter sido o criador de Saw – O Enigma Mortal, o filme de terror sensação de 2004 que originou 3 sequelas seguidas. Wan foi considerado por muitos um messias do cinema norte-americano, na minha opinião Saw a sua obra-prima é apenas um filme de serie B com alguns toques de originalidade que no todo resultam eficazmente, quanto a Wan é um realizador esforçado mas demasiado imaturo, pode-se mesmo considerar que é demasiado “MTV”. Depois do fracasso de Dead Silence, que em Portugal foi “direitinho” para DVD, o realizador decide explorar novos campos, desconhecidos para ele, mas nunca perdeu a sua “garra” e ritmo, o thriller dramático, o que representa este Death Sentence é um exemplo de maduração do autor que podemos mesmo dizer que pratica aqui a sua humanidade.

Death Sentence segue a história de Nick Hume (Kevin Bacon) um executivo feliz com uma família perfeita, até um dai a tragédia bater-lhe á porta, quando numa bomba de gasolina o seu filho mais velho Brendan (Stuart Lafferty) é morto através duma morte de iniciação por um grupo de assaltantes. Nick fica desacreditado com a justiça e decide faze-la com as suas próprias mãos levando a situação a consequências desastrosas. È um revisionismo do conto Taxi Driver de Martin Scorsese apoiado por um realizador jovem e menos intrínseco que obtêm a energia do filme através do protagonista (Kevin Bacon) e até mesmo do melhor que ele já provou fazer, violência (apesar nesta obra dar sinais de maduração como é no caso da filmagem na cena do parque de estacionamento). Tende em contar num assunto delicado, contudo Death Sentence não é um filme para ser levado a sério, as inverosimilhanças são muitas entre ao argumento e a própria acção, o drama afunda-se entre a persuasão do autor em criar algo “agradável” às audiências mais inconsequentes e do lado dos “maus da fita” apenas “pastiche”.

Não existe nada a assinalar neste nova obra de vingança, mas entretêm e ao menos isso é valor. Kevin Bacon dá uma “ajudinha”, mas o resto das personagens não saem do rótulo, cliché, papelão ou até mesmo do ridículo (como o caso de John Goodman). Um drama falhado de uma promessa, que se fica apenas por isso … uma promessa.

O melhorKevin Bacon e a cena no parque de estacionamento (a mais vibrante do filme)

O pior – nada mais de registo

5/10

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:03
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30.3.08

Real.: Rob Reiner

Int.: Jack Nicholson, Morgan Freeman, Sean Hayes

 

 

Realizado por Rob Reiner, o mesmo de filmes como When Harry Met Sally… e Misery, dirige aqui um perfeito exemplo de filme de actores, o qual foca exclusivamente na química interpretada por Morgan Freeman e Jack Nicholson, dois dos colossos mais prestigiados do cinema norte-americano desempenham aqui uma versão “yin e yag” de pessoas. Nicholson é Edward Cole, um multi-milionário e Freeman, Carter Chambers que é simplesmente um mecânico, os dois tem em comum uma doença terminal que ditará o resto das suas vidas, ambos conhecem-se ao partilhar o mesmo quarto de hospital e a partir daí tornam-se amigos e acima de tudo partilhadores de um lista de desejos que pretendem realizar até o fim dos seus dias, conduzindo os distintos indivíduos a uma jornada que os levará a conhecer o melhor da vida.

Mesmo com uma vertente trágica, The Bucket List é um filme “feel good”, optimista e colorido, como a vida. A realização de Rob Reiner é competente e aparentemente sem falhas, tendo o grande e único erro, uma produção interessada somente nos dois protagonistas, por sinal o verdadeiro atractivo do filme, do que na concepção de uma comedia dramática mais sólida que possa colidir as previsíveis vidas de Chambers e Cole com um destino menos míope da fita. Quantas as interpretações dos dois gigantes, bem, sem defeitos, uma química meramente perfeita, por vezes tendo a sensação que simplesmente Reiner deixou a câmara ligada e captou fragmentos de diálogos entre os dois actores como dois velhos “buddies”, o qual se constrói uma credibilidade reverente, assim esquecendo-se do resto da trama.

È um filme light que funciona perfeitamente dentro dos seus propósitos, mas nunca sequer atrever a “pisar o risco” em termos argumentais, sendo limitado, a nova obra de Reiner ainda conserva uma belíssima fotografia de alguns dos locais mais exclusivos do Mundo (as cenas passadas no cimo de um pirâmide egípcia são inesquecíveis), mas tem o erro fatal de ser um filme dependente dos dois protagonistas que agarram os seus papeis com uma descontracção desalarmante. Sim, a moral é “muito bonitinha”, mas existe muito mais artifícios para construir um filme.

O melhor – Obviamente os protagonistas

O pior – existe inúmeros factores para fazer um filme além dos protagonistas.

 

 
6/10
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publicado por Hugo Gomes às 00:22
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Mesmo fora de ringue, Sylvester Stallone é um campeão, e nisso provou quando realizou Rocky Balboa (2006), o sexto filme de uma saga já abandonada há 16 anos, o qual virou a tornar-se no objecto mais pessoal do actor e realizador nas horas vagas. “E porque a idade não perdoa”, nem mesmo ao ícone de acção dos anos 80, protagonistas das mais memoráveis sequências de alto risco e filmes que permaneceram no estatuto do clássico, Rocky Balboa fala duma fase da vida em que um herói é esquecido e abandonado pelos seus próprios sonhos devido á existência de um contratempo chamado de idade. Como fosse a ficção a imitar a realidade, Sylvester Stallone subiu ao ringue mais uma vez, com uma idade considerável de 60 e saiu vencedor (mais uma vez), quer no box-office mundial, quer na crítica generalizada que o considerava o evento numa espécie de regresso de um messias.


Antes de Rocky e Rambo, antes de tudo …

Nascido a 6 de Julho de 1946 em “Hells Kitchen”, Nova Iorque, Sly como é carinhosamente apelidado, estudou no Colégio Americano Suíço e na Universidade de Miami, o qual foi um aluno de média B, o seu primeiro papel num filme foi em Party and Kitty and Stud’s (1970), um projecto simplesmente grindhouse, que na América intitulou-se de Italian Stallion, que mais tarde fora utilizada como nickname da personagem Rocky Balboa em Rocky (1976). De 1971 a 1974, Sylvester Stallone havia participado em pequenos papeis em vários filmes, mas nenhum trouxe qualquer significado na fama do actor, até ter interpretado Machine Gun Joe Viterbo em Death Race 2000, o qual brilhou ao lado de David Carradine e mesmo sendo outro filme de categoria grindhouse, esta película a alta velocidade foi crucial para o rumo da sua carreira, dando lhe conhecer alguma fama. Mas não querendo ser apenas conhecido como actor, Stallone desafiou a si próprio ao escrever em 3 dias o argumento do filme que viria a tornar-se na sua imagem de marca, Rocky (1976), um nascimento de um campeão que consagrou o Óscar de Melhor Filme e a nomeação de Melhor Actor, o qual o critico norte-americano Roger Ebert o considerou um novo “Marlon Brando”.

 

Um “Die Hard” do Século XX

Depois de Rocky, a vida cinematográfica de Stallone nunca mais foi a mesma, com projectos atrás de projectos, sucesso atrás de sucesso, tornou-se o actor predilecto do género acção, como também o mais bem pago actor do género, tendo como recorde os 20 milhões ganhos em Driven, Get Carter, Assassins, Judge Dread e D-Tox, por sinal, todos projectos menores da sua carreira. Na tentativa de percorrer os mais variados géneros: comedia (Oscar, Stop, or My Mom Will Shoot), animação (Antz), filme de família (Spy Kids 3D), o drama (Paradise Alley e o aclamado Cop Land) e até mesmo o musical (Rhinestone), Sly nunca conseguiu sair do rotulo de Rocky e Rambo, as suas duas criações mais marcantes do cinema, mas por detrás do estereotipo modelo de herói americano, esconde um homem que tem como tempo livre pintar a óleo, tem como herói pessoal Leonardo Da Vinci e é fã de Bollywood, mesmo tendo cotado como um “perfeito duro de matar”, Stallone esconde uma capa de sensibilidade o qual veio a reivindicar na escrita do argumento de Rocky Balboa, onde invoca uma dor pessoal e um visão optimista ao peso da idade. Considerado pela Empire como a 92º Maior Estrela de Cinema de Todos Os Tempos, a “lenda” do actor será sempre relembrada como uma das carreiras mais inspiradoras de sempre.

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:09
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28.3.08

E os elogios vão para …

O inigualável Michael Caine que em conjunto com Demi Moore protagonizam este novo filme de golpe (heist movie) com alguns de elegância britânica, que segundo a critica americana resultam num pleno filme de entretenimento e leve para um bom serão. Do realizador Michael Radford, o mesmo do shakespeariano Mercador de Veneza (2003).

 

E os assobios vão para …

Parece que Simon Pegg pós a pata na poça, tendo em conta á má recepção de Run, Fat Boy, Run, o qual protagoniza ao lado de Thandie Newton. O que tudo indica, visualizando as criticas é que a mudança de ares por parte de Simon Pegg, fez com que ele passa-se das comédias inteligentes á britânica numa vulgar comédia americana.


publicado por Hugo Gomes às 22:47
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publicado por Hugo Gomes às 22:28
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28.3.08

Real.: Frank Darabont

Int.: Thomas Jane, Toby Jones, Marcia Gay Harden, Laurie Holden

 

 

È inegável aquilo que foi afirmar, Frank Darabont é nos dias de hoje o homem perito na condensação das obras literárias escritas por Stephen King para o grande ecrã, vejamos o caso de The Shawshank Redemption que juntamente com o Shinning de Stanley Kubrick formam as melhores adaptações de sempre do autor. The Mist – O Nevoeiro Misterioso envolve a história de um grupo de habitantes que ficam barricados num supermercado local devido a uma neblina misteriosa. Não conseguindo sair do local, devido a algo mortal que se esconde no nevoeiro, os refugiados tentam sobreviver através dos mantimentos da loja, limitados ao local em breve muitos se debateram sobre a existência daquele fenómeno paranormal levando á ideia de um Deus em fúria ou da proximidade do Juízo Final.

Além de ser um filme de terror com toques de ficção cientifica ao grande estilo de King, é acima de tudo um reflexo á verdadeira natureza humana, a mais selvagem, ignorante e provocatório que ao longo do filme é representado por inúmeros factores que nos dias de hoje reflectem a condição do mundo; cepticismo, religião, instinto de sobrevivência e maniqueísmo, a segunda é representado por Marcia Gay Harden numa personagem insuportável, de contornos exagerados mas que revela numa caricatura ao fanatismo religioso, um dos factores mais evidentes nas causas das guerras. Além da evidente filosofia que o filme adquire, ainda podemos contar com grandes momentos de tensão bem servidos por uma realização sóbria e intriguista por parte do veterano Frank Darabont que tem como trunfo atribuir substancia ás suas personagens, retirando-os os habituais modelos de papelão e elevando-os a algo mais, dando assim uma sensação de mal-estar, desconfiança e insuspeita em todos as cenas passadas dentro da loja, que ocupa cerca de 80% do filme.

Thomas Jane e Toby Jones são outras duas interpretações a destacar, o ultimo por exemplo causa simpatia enquanto o primeiro consegue dar conforto sempre que aparece em cena como também pela sua figura paternal. Nem tudo é rosas nesta fita, os efeitos especiais por sua vez são demasiados artificialistas, percebendo excertos de um videojogo qualquer e por vezes a ideia do nevoeiro nunca chega a ser demasiado palpável, mas isso é culpa do autor do livro que sempre insere situações caricatas e inexplicáveis sem suporto argumental. Enquanto ao discutido final que muitos irão levar á repulsa é de um frieza excepcional e uma imprevisibilidade o qual o filme sai vencedor. Na remessa recente, é uma das melhores adaptações de um conto de Stephen King, um fita com falhas evidentes mas com muito mais virtudes do que aquilo que se imagina.

O melhor – A solidez das personagens

O pior – Os efeitos visuais, o ponto menos conseguido

8/10 ****


publicado por Hugo Gomes às 22:20
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27.3.08

Real.: Mike Newell

Int.: Javier Bardem, Giovanna Mezzogiono, Benjamin Bratt, Fernanda Montenegro, John Leguizamo

 

 

Mike Newell talvez fica marcado na cinematografia como o realizador de Quatro Casamentos e Um Funeral, uma das melhores comédias românticas, o qual retrata um amor demasiado prolongado, e é nesse termo que Newell era o homem indicado para converter a dolorosa e romântica obra literária de 1985 - Love In Time Of Cholera – num filme vivo e comovente. Javier Bardem, que recentemente venceu o Óscar de Melhor Actor Secundário por No Country For Old Men dos irmãos Coen, tem aqui a oportunidade de interpretar Floretino Ariza, um operador de telégrafos que se apaixona pela filha de um vendedor de mulas em ascensão, Fermina Daza (Giovanna Mezzogiono) o qual o seu ambicioso pai (John Leguizamo) quer que a filha case com um homem de posses. Assim os dois começam a viver um romance secreto, trocando cartas e poemas, mas quando o pai de Fermina apercebe da situação, afasta a pobre rapariga para longe e fá-la casar com o prestigiado médico, Dr. Juvenal Urbino (Benjamin Bratt). Loucamente apaixonada, Floretino espera e espera pela sua amada, como único consolo amar outras mulheres sendo a única maneira de esquecer dela.

Se o livro é um romance demasiado longo, já o filme por lá caminha, encolhendo entre um registo doloroso e lamechas por mais de 2 horas de duração que soam mais 3 ao ritmo de uma banda sonora interpretada por Shakira, numa voz exótica que abraça as grandes paisagens do filme que dão um tom vivo e colorido que mais soa q um fragmento de novela brasileira de época, o qual Fernanda Montenegro vem mesmo para ambientar-nos (para já a actriz é fabulosa, mesmo com algumas limitações na língua inglesa). Já o grande trunfo do filme é Javier Bardem que segura com “ulhas” e “dentes”, não literalmente, um papel penoso e inadaptado para aquilo que o actor sempre fez, afirmando como o merecido vencedor do Óscar de Melhor Actor Secundário, outro grande destaque na linha da interpretação é Benjamin Bratt num carisma benéfico, quanto ao resto é só paisagem, até mesmo Giovanna Mezzogiono o qual se queria uma maior força tendo em conta a importância do seu papel perde-se entre a insossasse e a maquilhagem pouco credível para uma idade de 72 anos (só visto).

O final é tecido de forma impaciente e “pastelona”, os sentimentos de papelão disfarçam o vazio que a fita transmite. Love In Time Of Cholera do mesmo realizador de Harry Potter E O Cálice De Fogo, a melhor adaptação da serie, é um filme falhado pela seus falsos propósitos, bonito de embalagem, fraco em substância que se contraem entre alguns momentos bem sucedidos de bom humor mas é apenas outra adaptação literária sem brilho a juntar a O Perfume.

O melhorJavier Bardem e o belíssimo trabalho de fotografia

O pior – o vazio substancial da fita

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 14:39
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26.3.08

Na última semana de Março e para acabar em beleza temos várias razões para correr imediatamente para o cinema, com grande destaque anuncio I´m Not There como a pérola cinéfila do mês. Um retrato experimental e inovador da lenda viva da música, Bob Dylan, desempenhado por seis actores, cada um marcando “passo” uma fase diferente na vida do autor. A destacar no elenco, temos Cate Blanchett (Elizabeth, Babel) nomeada com este papel aos Óscares da academia, Ben Whishaw (O Perfume), Richard Gere (Hoax, American Gigolo) e o recém-falecido Heath Ledger (Brokeback Mountain) a marcar o seu penúltimo papel.

Se o elenco de I’m Not There impressionou, então o novo filme de Rob Reiner é menor, mas deveras impressionante, Morgan Freeman (Million Dollar Baby, Se7en, Dreamcatcher) e Jack Nicholson (The Departed, Shinning, One Flew Over The Cuckoo’s Nest) em The Bucket List – Nunca É Tarde Demais, um filme sobre o melhor que a vida tem.

The Interview – A Entrevista mesmo sendo á partido um filme que se irá perder-se entre as outras estreias, não deixa de ser uma interessante incursão de violação de privacidade, com Sienna Miller a fazer o papel sexy e Steve Buscemi a afirmar porque é que nós admiramo-lo mesmo pelas recentes trapalhadas que nos têm oferecido. Um filme realizado pelo mesmo actor.

The Mist – O Nevoeiro é o regresso de Frank Darabont á adaptação aos contos de Stephen King, depois dos aclamados pela crítica; The Shawshank Redemption e Green Mille. Desta vez sai um pouco do registo prisional e embarca num filme de terror com misto de ficção científica que conta a história de um grupo de pessoas barricadas num supermercado devido a um misterioso nevoeiro que traz consigo um presságio de morte. Muito suspense e intriga para encher os vossos serões.

James Wan é conhecido mundialmente por ter criado o fenómeno mundial de Saw, após o fracasso com Death Silence que no nosso país seguiu directamente DVD, é a vez de apresentar um drama de ritmo frenético com Death Sentence, que no nosso país estava prestes a partilhar o mesmo destino com o anterior. Com Kevin Bacon (Flatliners, Sleepers), eis uma história de vingança, protecção e valores familiares.

Para terminar temos a comédia adolescente St. Trinain’s que por cá teve o infeliz titulo, Giras E Passadas. Além de possuir um elenco jovem ainda tem o já veterano Colin Firth. Para finalizar o filme Silent Light - Luz Silenciosa, um filme mexicano dramático com Elizabeth Fehr e Jacobo Klassen.

Conforme for a sua escolha, bons filmes.


publicado por Hugo Gomes às 23:43
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“Quero pensar em mim como uma pessoa velha mas muito jovem. Mas começo a pensar, 'quantos anos terei que ser produtivo'? Especialmente no meu negócio, a juventude tão é realçada. Começo a pensar, 'quantos mais filme, poderei eu ainda fazer'? Talvez, se sou afortunado, farei mais cinco.”

Nascido em 6 de Março de 1947, filho do actor Carl Reiner (Ocean’s Thriteen), Rob Reiner ganhou nome em Hollywood por aviso projectos bem sucedidos que sempre realizara. Iniciou na carreira de director com o telefilme Sonny Boy (1974) e depois para série televisiva Likely Stories (1981). Estreou-se na cinematográfica com This is Spinal Tap (1984), o qual também protagonizou e The Sure Thing (1985) com John Cusack e Tim Robbins, mas foi 1986 que ganhou fama á conta da adaptação do conto de Stephen King, Stand By Me – Conta Comigo o qual teve nomeado para os Óscares por Melhor Argumento Adaptado. Por aí fora seguiram filmes de grande importância á cinematografia americana; The Princess Bride (1987), When Harry Met Sally (1989) e Misey (1990), a marcar o regresso às adaptações dos contos de King. Consegui ter o primeiro filme nomeado ao cobiçado Óscar em 1992, A Few Good Men que contou com um elenco impressionante; Jach Nicholson, Tom Cruise, Demi Moore, Kevin Bacon, Kiefer Sutherland, Kevin Pollack e Cuba Gooding Jr. De seguida realizou Ghosts Of Mississippi (1994) com Alec Baldwin, American President (1995) com Michael Douglas e Anne Benning, The Story Of Us (1999) que combina o par Bruce Willis e Michelle Pfeiffer, mas primeiro realizou e protagonizou uma curta sequela do seu This Is A Spinal Tap em 1998. No novo milénio viu o fracasso em Alex & Emma (2003) e Rumor Has It… (2005), dois filmes “massacrados pela crítica” e estreou com The Bucket List (2007) que junta pela primeira vez Morgan Freeman e Jach Nicholson, a estrear no dia 27 de Março em Portugal.

 


 


publicado por Hugo Gomes às 13:41
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25.3.08

Steven Spielberg e Peter Jackson estão em conjunto a produzir uma trilogia de filmes do Tintim, a famosa BD francesa que irá ser adaptada ao grande ecrã, neste momento segundo a DailyMail, o jovem de 17 anos, Thomas Sangster (O Amor Acontece, Nanny McPhee) está em Los Angeles para testes, para que possa interpretar o protagonista da BD. Há ainda o rumor de que James Cameron poderá realizar o último capítulo da trilogia.

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publicado por Hugo Gomes às 13:18
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Clint Eastwood anunciou realizar um projecto de nome Gran Turino, que veio depois a revelar-se em consequências de um e-mail apresentado pela AICN – Ain’t Cool News de tratar-se o sexto capítulo do polícia temperamental Dirty HarryakaHarry Callahan, que iniciou-se em 1971 por um filme homónimo realizado por Don Siegel e prolongou por mais 4 filmes, marcando uma geração de agentes federais e criando um novo estereótipo que causou frenesim nos anos 70 e ainda hoje é utilizado em demasia. Será mesmo que Clint Eastwood com 77 anos vestirá novamente a pele do emblemático Dirty Harry? O filme está marcado para Dezembro de 2008.

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publicado por Hugo Gomes às 13:17
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O lado discreto do Holocausto!

 

Em pleno auge do Holocausto, Salomon Sorowistch (Karl Markovichs) um falsário de passaportes e notas monetárias, é detido pelas forças nazis devido á suas raízes judaicas e como é previsto é enviado para um campo de concentração. Lá, Salomon é proposto trabalhar para a SS como falsificador de dinheiro estrangeiro com o intuito de encher os cofres de guerra da Alemanha Nazi, naquela que foi a maior operação de falsificação que o mundo já vira, tudo isto como troca por melhores condições à sua estadia no campo. The Counterfeiters – Os Falsificadores é uma obra que nos aborda um outro lado da 2ª Guerra Mundial, um relato insólito elaborado pelo austríaco Stefan Ruzowitzky, celebre por ter dirigido uma versão médica do Scream de Wes Craven em Anatomie (2000) e a respectiva sequela três anos depois. Apesar das suas origens duvidosas, Ruzowitzky reivindica como uma boa surpresa.

 

 

Recentemente distinguido com o Óscar de Melhor Filme EstrangeiroThe Counterfeiters segue porém uma forma esquemática e por vezes académica, mas visa em afasta desde o início qualquer panfletismos ou sentimentalões bacocos, posturas usuais nas diversas produções americanas. Contado por aqueles que viveram intensamente os horrores da Grande Guerra, os austríacos, impressionantemente o filme é ausente de qualquer maniqueísmo o que submete The Counterfeiters a um patamar mais prestigiado que um mero teledrama. Infelizmente a ênfase dramática parece ter medo da própria narrativa e vice-versa, o que consegue transparecer em alguns momentos muito devido à força interpretativa do protagonista (Karl Markovichs) ou até mesmo do resto do elenco, tão credível como profissional.

 

 

Eis um filme de uma qualidade superior principal vindo de um realizador tão pouco profundo como Ruzowitzky, futuramente será objecto sujeito a revisões e comparações e a sua ilusória força irá provavelmente desvanecer mais rápido do que se julga, mas The Counterfeiters é um drama competente e um suplemento à tão badalada Grande Guerra Mundial.

 

Real.: Stefan Ruzowitzky / Int.: Karl Markovichs, August Diehl, Devid Streisow




O melhor –  A falta de caracteres condenáveis

O pior –  Terá força para sobreviver num futuro próximo?

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 13:10
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publicado por Hugo Gomes às 13:08
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Jared Padalecki, conhecido da serie Sobrenatural está em finais negociações para protagonizar a versão Platinum Dunes do clássico de terror Friday 13th, remake do filme de 1980 que apresentou á historia do terror, Jason Vorhees que se afigurou como um dos mais imponentes psicopatas da historia do cinema e lançou para o estrelato o actor Kevin Bacon (Death Sentence). Friday 13th tem data de estreia no 13 de Fevereiro (Sexta-Feira 13) de 2009.

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publicado por Hugo Gomes às 13:02
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24.3.08

Do aclamado realizador de Uma Casa Na Bruma (The House Of Sand And Fog), Vadim Perelman, eis o trailer do thriller dramático, Life Before Her Eyes que conta no elenco Uma Thurman, mais conhecida como a “musa” de Quentin Tarantino, o qual vive num frenesim de memorias acerca de um dia trágico que marcou a sua adolescência, essa mesma representada por Evan Rachel Wood (Across The Universe). O filme tem data marcada para 16 de Abril nos EUA, mas em lançamento limitado.

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publicado por Hugo Gomes às 12:14
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21.3.08

Real.: Sean Penn

Int.: Jack Nicholson, David Morse, Anjelica Huston, Robin Wright Penn

 

 

Consumido pelo desejo de vingar da morte da filha, Freddy Gale (Jack Nicholson) espera mais de seis anos pela libertação de John Booth (David Morse), dando lhe um prazo de três dias de vida. Durante esses três dias os dois homens serão confrontados com fantasmas do passado e com um destino incerto e imprevisível.

É o regresso do actor Sean Penn para o lugar de direcção depois da sua primeira obra como tal em Indian Runner - União De Sangue (1991), em Crossing Guard, este conta com o talentoso par de actores; Jack Nicholson e David Morse num revisionismo consciente. Invertendo os estereótipos banalizados por varias produções e confrontar-se com as suas personagens num julgamento equilibrado de razões e emoções. Estamos perante um filme sem maniqueísmos, sem dó e nem messianismos, um filme onde nem sempre o “justiceiro” é o torcedor, consumido pelo dever fazer algo de justo que acaba por se tornar num ser insensível e num “criminoso” invadido pela culpa que consegue simpatizar com o espectador. Nisto até terminar num final poético e filosófico.

Jack Nicholson é formidável como sempre, o filme pouco alcança esse adjectivo, muito devido a uma falta de psicologia profunda em todo o percurso de redenção que faz com que se veja muito bem, mas que se esqueça rapidamente. No elenco podemos ainda encontrar um Anjelica Huston em boa forma artística, uma desequilibrada Robin Wright Penn e uma enigmática musica de Bruce Springsteen nos créditos iniciais e finais, “Missing”. A não perder contudo neste injustamente esquecido filme dos anos 90.

O melhor – a criativa de Sean Penn sobre os estereótipos

O pior – alguma falta de densidade psicologia a meio do filme

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 14:07
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Reparem só na velocidade de certas ideias de produções de novos filmes, á poucos dias Sylvester Stallone afirmou a um jornal sueco que estava a escrever o argumento do Rambo 5. Se pensavam que era apenas um rumor ou algo dito sem pensar pelo actor de Rocky, enganam-se. Rambo 5 está mesmo a caminho, a equipa de rodagem seguiu para Sofia, a capital da Bulgária o qual preparam o novo filme do mais famoso “stand alone heroe”. Que pelos vistos será ambientado na Europa.

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publicado por Hugo Gomes às 09:47
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Eis as primeiras imagens de Johnny Depp como John Dillinger no novo filme de Michael Mann, Public Enemies o qual contracena com Christian Bale. No elenco também pode-se incluir Giovanni Ribisi e Stephen Dorff.


publicado por Hugo Gomes às 09:35
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10/10 - Magnífico
9/10 - Imprescindível
8/10 - Bom
7/10 - Interessante
6/10 - Razoável
5/10 - Medíocre
4/10 - Muito Fraco
3/10 - Mau
2/10 - Péssimo
1/10 - De Fugir
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