Real.: Brett Ratner
Int.: Hugh Jackman, Halle Berry, Ian McKellen, Famke Janssen, Patrick Stewart, Rebecca Romijn, Ben Foster, Anna Paquin
Depois de Magneto (Ian McKellen) ter se libertado da sua prisão privada, reúne um exército de mutantes contra a tão promissora “cura”, que tem como objectivo anular as anormalidades dos mutantes, convertendo-os em humanos normais. Professor Xavier (Patrick Stewart) por outro lado, lutará contra o exército de Magneto, para que a “cura” seja um destino opcional. Contundo Magneto tem uma grande aliada, Jean Grey (Famke Janssen) que se auto-pronuncia como Fenix Negra e com poderes muito melhorados.
È uma das adaptações de BD mais triunfante dos últimos anos, reafirmado com X-Men 2, este terceiro e último capítulo é o de produção mais ambiciosa, talvez devido a boa fama que a saga ganhou. Infelizmente o promissor Bryan Singer, que assinou os dois capítulos anteriores, trocou a “tribo de mutantes” pelo” homem de aço” em Superman Returns, e no seu lugar chega Brett Ratner, um realizador pouco inspirador, cujos as suas obras, além de não ser maus filmes (Dragão Vermelho, Hora De Ponta, Golpe No Paraíso) são meros objectos de digestão fácil.
Isso nota-se ao fim dos primeiros 40 minutos, onde a humanização herdada por Singer gasta-se automaticamente e a fita proclama-se em piloto automático, encobrindo por alguns dos mais entusiasmantes efeitos especiais dos últimos anos (nota-se na sequencia de acção na casa de Jean Grey, uma das mais brilhantes deste ano), mas infelizmente isso não é suficiente para fazer um filme e quando chegamos ao tão falando “confronto final” este atribui-se como um show pirotécnico e fantasioso e ao mesmo tempo sem alma, o final além de ser eficaz, nunca chega a “encher-nos completamente”, apenas a vista.
Ratner também herdou um dos grandes defeitos de Singer, o uso de personagens descartáveis, nota-se por exemplo o invulgar e ausente destaque que Halle Berry teve em toda a saga, ou os habituais mutantes que aparecem e desaparecem sem deixar rasto. Pelo menos Hugh Jackman assume-se como um sólido protagonista e quanto a Famke Janssen e Ian McKellen temos as melhores interpretações da fita.
Mas para quem estava a espera de um filme digno de Óscares ou aclamações unânimes, esqueçam, X-Men – O Ultimo Confronto, tem um único propósito divertir, o segundo capítulo apenas triunfou e prometeu demais o que não pôde cumprir. Contudo, já um dos melhores blockbusters de Verão deste ano e pelo menos um pouco superior que “vulgaríssimo” primeiro capitulo, já que herdou a enfase dramatica da trama que havia contraido com o surpreendente X2.
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