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Título
Take
30.9.14

 

O canal História irá exibir novos episódios da série Caça-Tesouros, onde o espectador seguirá Mike Wolfe, proprietário da loja Antique Archaeology, e o seu sócio, Frank Fritz, na busca pelos ainda perdidos tesouros arqueológicos, escondidos nos mais variados recantos dos EUA. O primeiro episodio será exibido já amanhã, 1 de Outubro, por volta das 22h, e sucederá em todas as Quarta-Feiras.  A não perder!

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:17
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Estreia esta semana, dia 2 de Outubro, Pelo Malo (Cabelo Rebelde), a triunfante obra venezuelana de Mariana Rondón, vencedora da Concha de Ouro do Festival de San Sebastian em 2013. O filme roda diversas questões sociais e politicas tendo como ponto de vista o cabelo indomável do pequeno Júnior (Samuel Lange Zambrano). A obsessão da criança em conseguir um cabelo liso igual aos dos cantores pops venezuelanos e o medo de uma mãe solteira de que o seu filho evidencia indícios de homossexualidade. A fotografia quente contagiante e os desempenhos formidáveis encontram-se à espera de ser redescobertos no grande ecrã, Pelo Malo é um filme a não perder nesta temporada. Em exclusivo nos Cinemas Monumental, Lisboa.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:05
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Foi divulgado o primeiro trailer de Tak3n, o terceiro filme da saga produzida por Luc Besson que fora iniciada por 2008 por Pierre Morel como realizador. O actor Liam Neeson regressa ao papel principal, mais uma vez como o "herói" capaz de tudo para reaver o seu ente querido. Porém, depois de ter resgatado a filha e a mulher das mãos da Máfia albanesa em Istambul, Brian Mills (Neeson) começa a viver um pesadelo quando é acusado de homicídio nos EUA, assim sendo o ex-operativo governamental irá usufruir das inúmeras capacidades e intelecto para encontrar o verdadeiro assassino. Maggie Grace, Famke Janssen, Forest Whitaker, Dougray Scott e Sam Spruel integram o elenco deste novo filme dirigido por Olivier Megaton (Taken 2). Tak3n tem estreia prevista para Portugal em Janeiro de 2015.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:40
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A nova obra de Paul Thomas Anderson, Inherent Vice (Vicio Intrínseco), que será apresentado neste sábado, dia 4 de Outubro, no Festival de Cinema de Nova Iorque, já se encontra com trailer disponível online. Joaquin Phoeniz, Owen Wilson, Benicio Del Toro, Josh Brolin, Jena Malone e Reese Witherspoon compõem o elenco desta história que segue um detective particular que colabora com uma ex-namorada, não vista há muitos anos, num elaborado plano para sequestrar um milionário.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:26
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Uma janela aberta para a narrativa!

 

Por vezes não basta ser um exercício narrativo se não existir um argumento capaz de apoia-lo e Open Windows, de Nacho Vigalondo (por detrás do interessante Los Cronocrímenes), é um exemplo desse caso. Abordando inicialmente a cada vez maior dependência atual para com a tecnologia e a insaciável busca pela fama, nem que seja por somente 15 minutos, por vias da internet, este é um filme guiado pela sua limitação visual e narrativa - a windows (janela) do computador que conduz o espectador à trama, ao mesmo tempo que tenta cobrir as necessidades narrativas do mesmo. Infelizmente Vigalondo revela-se inapto em esboçar um enredo capaz de suportar o visual que aqui alcançou e que, por sua vez, parece não conseguir acompanha-lo até ao final.

 

 

Neste seu novo filme, vemos Elijah Wood (novamente nas produções europeias depois de Maniac e Grand Piano) como Nick, provavelmente o fã número um da actriz Jill Godard (alusão? talvez sim!), vivida por Sasha Grey, que acaba de ganhar através de um concurso um jantar a dois com a sua "musa". Porém, à última da hora, a mesma decide cancelar o dito encontro, deixando Nick no desapontamento total. A noticia é lhe dada via computador por Chord, um estranho sujeito que, para compensar Nick e de certa forma lhe permitir vingar-se da actriz, envia-lhe códigos para que possa vigiar a sua egocêntrica estrela. À medida que o enredo avança e este ato de voyeurismo começa a tornar-se demasiado perverso, Nick tenta alertar Jill do sucedido.

 

 

Pela premissa aqui oferecida e tendo em conta as mediáticas notícias que correm mundo sobre scoops de fotos íntimas de várias celebridades e a falta de privacidade de que estas são sujeitas, o espectador julgará que encontrará em Open Windows um thriller de teor crítico e ácido da condição de estrela de cinema e, respectivamente, os seus fãs. É verdade que o realizador tenta executar tal fórmula, mas tudo é atrapalhado pelas suas escolhas narrativas e pela cínica complexidade com que incute a história. A astúcia dá lugar ao não credível, que por sua vez dá a vez ao ridículo, acentuado por um twist de igual adjectivo. Elijah Wood tenta aguentar a pedalada, mas até ele mesmo é "esfaqueado" pela risibilidade. Nesse campo, então, é melhor ficarmos com Sasha Grey.

 

Filme visualizado no MOTELx 2014: Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa

 

Real.: Nacho Vigalondo / Int.: Sasha Grey, Elijah Wood, Neil Maskell, Nacho Vigalondo

 

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 09:46
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29.9.14

 

A Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema divulgou a sua programação de Outubro, sendo o grande destaque a retrospectiva do cineasta francês Alain Resnais (falecido este ano) no âmbito da Festa do Cinema Francês (a iniciar a dia 2 de Outubro). Para além de ser exibidas as suas duas últimas obras, ainda inéditas em Portugal, Vous N’avez Encore Rien Vu (2012) e Aimer,Boire Et Chanter (2014), o espectador terá oportunidade de ver e rever o principal trabalho de Resnais. Filmes distintos como Hiroshima, Mon Amour (1959) e L’année Dernière À Marienbad (1961), que contribuíram para tornar o autor num das referências cinematográficas mundiais e nos dos mais originais da sua geração.

 

 

A Festa do Cinema Francês não será o único festival que a Cinemateca Portuguesa prestará apoio no mês de Outubro, o Doclisboa também contará com algumas sessões especiais, desde o ciclo de Joan Van Der Keuken, descrito como um "um dos mais singulares realizadores do cinema documental da segunda metade do século XX", a secção Neorrealismo e Novos Realismos e a exibição do documentário Die Mauer (O Muro, 1990), de Jürgen Böttcher, pela primeira vez na Cinemateca, um filme sobre as causas e consequências do Muro de Berlim, exposto numa narrativa filmada, sem comentário nem voz off.

 

 

Edmundo Ferreira de Almeida será também alvo de homenagem no Museu do Cinema, o produtor e distribuidor português será figura central, desde a mostra biblioiconográfica ilustrativa da sua actividade cinematográfica até às eventuais sessões de muitas das suas produções, como os filmes; Capas Negras (Armando de Miranda, 1947), Casque D'Or (Jacques Becker, 1952) e o incontornável La Piscine (Jacques Deray, 1968). Detective Story (William Wyker, 1951), Kanal (Andrzej Wadja, 1957),  Twin Peaks: Fire Walk With Me (David Lynch, 1992), To Have and Have Not (Howard Hawks, 1944) com Humphrey Bogart e Lauren Bacall, e À Bout De Souffle (Jean-Luc Godard, 1960) são algumas das propostas irrecusáveis neste mês dedicado exclusivamente à Sétima Arte.

 

Para mais informação sobre a programação, ver aqui

 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:29
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29.9.14

O que sonha os andróides? Outra vez!

 

Basta os créditos que surgem no inicio da fita para se perceber o quanto original é Automata, neste caso a ausência desse mesmo tributo. Num futuro próximo, a Humanidade entrará em colapso, a Terra transforma-se num local inóspito, um vasto deserto em consequência das drásticas mudanças climáticas. Para conseguir garantir a sua sobrevivência foram concebidos os automatas, robôs serviçais e funcionais para todo o tipo de tarefas. Os ditos automatas estão programados com dois protocolos, o primeiro que os impede de magoar um ser humano ou outro tipo de ser vivo e, o segundo, que os isenta de auto-reconstrução e modificação. Bem, não é preciso avançar mais para se perceber que esta distopia de ficção cientifica irá terminar numa revolta tecnológica, ao estilo de Isaac Asimov, sabendo que as três leis robóticas foram aqui plagiadas sem as menores das preocupações.

 

 

Tendo produção espanhola e búlgara, Automata é a enésima revisão do conflito tecnológico, e o filosofar dos limites da inteligência artificial. Tal como acontecera com Transcendence, esta nova evasão da ficção cientifica foi pensado para o grande público e por isso deixamos à partida grandes reflexões sobre os temas expostos e partimos para os elementos visuais e estruturais. Gabe Ibáñez constrói um filme com demasiadas peças obsoletas, emprestadas de outros modelos (é incontornável as comparações com Blade Runner e Mad Max), e o resultado é somente um autêntico desperdício monetário. Demasiado rebuscado, até mesmo no seu próprio jogo industrial, Automata ainda é enfraquecido por um protagonista (Antonio Banderas) demasiado preso ao seu ego, pouco interessado em interagir com a premissa a si incumbida, e personagens secundárias sem relevância, descartáveis como "guardanapos de papel".

 

 

Se procuram assistir um filme incorporado no trabalho técnico e gráfico, Automata é a obra certa, mais interessante o seu "making of" do que a ideia em si. Quanto aqueles que anseiam por debates da dependência tecnológica e o derradeiro confronto entre maquina e carne, este não é certamente esse tipo de filme. Demasiado vazio para ser levado a sério.

 

Filme visualizado na 62ª edição do Festival de Cinema Internacional de San Sebastian

 

Real.: Gabe Ibánez / Int.: Antonio Banderas, Birgitte Hjort Sørensen, Dylan McDermott, Melanie Griffith, Robert Forster, Javier Bardem

 

 

Ver Também

Transcendence (2014)

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 18:16
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O cinema ao natural!

 

Lila (Paula Hertzog) deseja conhecer o seu incógnito pai. Porém, a única pista para a sua identidade é uma placa soldada de uma empresa de instalação de antenas. Para piorar a situação, Lila, uma menina que atingiu recentemente a puberdade, vive na remota e por vezes hostil região de "Los Condores", uma área montanhosa da Argentina.

 

 

Todo este cenário aqui apresentado a torna numa "marginal" no seu meio rural, principalmente acentuada nas aulas de ciências naturais dadas pela sua professora Jimena (Paola Barrientos), a qual explica a importância da fotossíntese no crescimento saudável de uma planta - e para tal é necessário esta ter contacto com diversos nutrientes e factores. Ela sente-se como a semente ausente desses elementos, incapaz de crescer correctamente e impossibilitada de se tornar numa mulher de facto. Ou, pelo menos, é isso que Jimena defende ao tentar convencer a mãe dela a revelar a identidade do seu antigo "amante". Mas os esforços são em vão. A compaixão da professora, no entanto, não a impede de ajudar a sua aluna e as duas, como cúmplices, decidem seguir numa viagem em busca do pai de Lila e, com pistas escassas, lançam-se ao desconhecido.

 

 

Esse mesmo desconhecido é a tour de force deste road movie com contornos do estilo coming-to-age. Ciencias Naturales, vencedor do Grande Prémio Generation Kplus no último Festival de Berlim, é um filme marcado por uma reverência consolidada, por um jeito meigo com que incute uma narrativa suave e afastada de qualquer frieza emocional. Aliás, como acontece com a personagem de Barrientos, é a compaixão que faz com que espectador acompanhe esta história, infelizmente contada e recontada um milhão de vezes. Mas a primeira longa-metragem de Matías Lucchesi, um confessado aficionado por road movies, incute os seus cenários como uma sinfonia em prol das emoções dos seus personagens, as montanhas de "Los Condores" como catalisador do estado de espírito de Lila ou o forno de uma oficina de serralharia como um caloroso sustento da revelação.

 

 

Mas convém salientar que este filme não funcionaria se a jovem actriz, Paula Hertzog, não fosse a verdadeira combustão emocional da fita. O seu desempenho é complementado com uma forte personagem que nos apresenta a maturidade, algo rebelde com certeza, num mundo que por vezes esquece das suas responsabilidades éticas. E, tal como Lila, Hertzog inerente e gradualmente cresce a olhos vistos no grande ecrã. O seu desenvolvimento, quer como personagem, quer como actriz, é encerrada com uma triunfante cena de emancipação, a libertação pessoal através da descoberta de nós próprios. Provavelmente, a maior de todas as aventuras deste Ciencias Naturales decorreu espiritualmente numa menina.

 

Filme visualizado na 62ª edição do Festival de Cinema Internacional de San Sebastian

 

Real.: Matías Lucchesi / Int.: Paula Galinelli Hertzog, Paola Barrientos, Sergio Boris

 

 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 15:34
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28.9.14

 

O NAFF - Not A Film Festival estará de regresso para mais uma edição, a 14ª, novamente com uma programação que tem o intuito de divulgar o que de melhor se produz a nível nacional, mas que infelizmente não consegue chegar ao grande público. É ficção, documentário e animação a preencher as categorias das curtas-metragens que a mostra terá orgulho de apresentar, assim cumprindo a sua missão de redefinir o conceito de curta-metragem e incentivar as produções das mesmas.

 

A NAFF é organizado em colaboração com o Teatro Turim, em Benfica (nos dias 21, 22 e 23 de Novembro), e a Biblioteca Municipal do Barreiro (nos dias 12, 13 e 14 de Dezembro), tendo o apoio o Clube J e a InsideJob.

 

As Inscrições estão abertas até dia 12 de Outubro (para ver enviar o seu filme, aqui)

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:59
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Queer Lisboa - Festival de Cinema Lésbico, Gay, Bissexual e Transexual, que termina assim a sua 18ª edição, revela os vencedores dos seus palmarés. Something Must Break, de Ester Martin Bergsmark, foi o grande triunfante, tendo sido consagrado com dois prémios, o de Melhor Longa-Metragem e de Melhor Interpretação (Saga Becker), nesta última partilhando o prémio com Angelique Litzenburger em Party Girl, de Marie Amachoukeli-Barsacq, Claire Burger e Samuel Theis, e com Kostas Nikouli em Xenia, de Panos H. Koutras.

 

Competição de Longas

Melhor Longa

Something Must Break, de Ester Martin Bergsmark

Menção Honrosa

Atlántida, de Inés María Barrionuevo

Melhor Interpretação

Saga Becker em Something Must Break

Kostas Nikouli em Xenia

Angelique Litzenburger em Party Girl

Prémio do Público

Rosie, de Marcel Gisler

 

Competição de Documentários

Melhor Documentário

Julia, de J. Jackie Baier

Prémio do Público

São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Steffen

 

Competição de Curtas

Melhor Curta

Bonne Espérance, de Kaspar Schiltknecht

Menção Honrosa

Gabrielle, de Margo Fruitier e Paul Cartron

Melhor Curta Portuguesa

Frei Luís de Sousa, de SillySeason

Prémio do Público

Cigano, de David Bonneville

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:00
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27.9.14

 

Magical Girl  (crítica brevemente) foi o grande vencedor da Concha de Ouro do último Festival Internacional de San Sebastian, tendo também conquistado o prémio de Melhor Realizador. Na menção honrosa, o novo filme de Cédric Kahn (Vie Sauvage) saiu triunfante e a grande produção do cinema espanhol, La Isla Minima, de Alberto Rodriguez, venceu dois prémios, o primeiro na categoria de Melhor Actor (Javier Gutiérrez) e o segundo na secção de Melhor Fotografia. Stille Hjerte (Silent Heart) de Billie August não saiu de mãos a abanar, o filme que recebeu uma ovação de mais de 10 minutos na sua apresentação no festival, foi consagrado com prémio de Melhor Actriz (Paprika Steen). Em destaque, Urok, de Kristina Grozeva e Petar Valchanov, na secção de Novos Directores e Phoenix, o antecipado novo filme de Christian Petzold, com o prémio de Crítica (FIPRESCI).

 

Secção Oficial
La Concha de Oro - Melhor Filme

Magical Girl, de Carlos Vermut
Prémio Especial do Júri

Vie Sauvage, de Cédric Kahn
Melhor Realizador

Carlos Vermut, Magical Girl
Melhor Actor

Javier Gutiérrez, La Isla Mínima
Melhor Actriz

Paprika Steen, Stille Hjerte
Melhor Argumento

Dennis Lehane, The Drop
Melhor Fotografia

Alex Catalán, La Isla Mínima

Horizontes Latinos
Melhor Filme

Güeros, de Alonso Ruiz Palacios
Menções Especiais

Gente de Bien, de Franco Lolli e Ciencias Naturales, de Matías Lucchesi

Nuev@s Director@s
Premio Kutxa–Nuevos Directores

Urok, de Kristina Grozeva e Petar Valchanov
Menção Especial

Modris, de Juris Kursietis


Sector Industria: Cine en Construcción
Prémio de la Industria Cine en Construcción 26

Magallanes, de Salvador del Solar
Menção Especial

Ixcanul, de Jayro Bustamante

Sector Industria: III Foro de Coproducción Europa-América Latina
Prémio Egeda

Melhor Projecto

Agosto, de Armando Capó e produzido por La Feria Producciones
Menção Especial

Walls, de Pablo Iraburu e Migueltxo Molina e producido por Arena Comunicación

Encuentro Internacional de Estudiantes de Cine
Primeiro prémio

Greenland, de Oren Gerner / Minshar for Art
Segundo prémio

Les Oiseaux-Tonnerre, de Léa Mysius / La Fémis
Terceiro prémio

Idle, de Raia Al Souliman / National University of Theatre and Film
Prémio Orona - Curta-Metragem mais Inovadora

Onno de Onwetende, de Viktor van der Valk / Netherlands Film Academy
Torino Award ao Realizador

Mia Spengler, Don’t Hit the Ground / Filmakademie Baden-Württemberg GmbH

Prémio Irizar al Cine Vasco

Negoziatzaile, de Borja Cobeaga
Prémio TVE Otra mirada (Feminino)

Bande de Filles, de Céline Sciamma
Menção Especial

Gett, The Trial of Viviane Amsalem, de Ronit Elkabetz e Shlomi Elkabetz
Prémio do Público

The Salt of the Earth, Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado
Prémio do Público - Filme Europeu

Relatos Salvajes, de Damián Szifrón
Prémio de la Juventud

Güeros, de Alonso Ruiz Palacios
Prémio Tokyo Hohan Film Festival

Buscando a Gastón, de Patricia Perez
Prémio Sebastiane (LGTB)

Une Nouvelle Amie, de François Ozon
Prémio FIPRESCI

Phoenix, de Christian Petzold
Prémio Feroz Zinemaldia

La Isla Mínima, de Alberto Rrdríguez
Prémio SIGNIS

En Chance Til, de Susanne Bier
Menção Especial

Loreak, de Jon Garaño e Jose Mari Goenaga
Prémio de la Asociación de Donantes de Sangre

Tigers, de Danis Tanovic


Prémio Zinemira

Pedro Olea
Prémio Donostia

Denzel Washington e Benicio del Toro

 

Ver Também

Une Nouvelle Amie (2014)

La Isla Minima (2014)

San Sebastian, where i go!

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:53
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26.9.14

 

Foi divulgado o primeiro trailer de "Blackhat", o novo filme de Michael Mann. O argumento ficou a cargo de Michael Mann e Morgan Davis Foehl. "Blackhat" conta no elenco com Wei Tang, Leehom Wang, Holt McCallany, Viola Davis, Chris Hemsworth, entre outros. O enredo de "Blackhat" acompanha um hacker que é liberto da prisão pelas autoridades dos EUA e da China, tendo em vista a colaborar na detenção de uma rede de crimes cibernéticos.

 

O filme estreia a 16 de Janeiro de 2015 nos EUA.

 

In Rick's Cinema.

 


publicado por Guest às 21:51
editado por Hugo Gomes em 27/09/2014 às 01:00
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O Deadline noticiou que Sarah Gadon ("Cosmopolis") vai juntar-se a Jamie Dornan ("Fifty Shades of Grey") e Aaron Paul ("Breaking Bad") no elenco da adaptação cinematográfica de "The 9th Life Of Louis Drax", um livro escrito por Liz Jensen. O filme vai ser realizado por Alexandre Aja ("Horns"). Dornan vai interpretar o Dr. Allan Pascal. Aaron Paul vai dar vida ao pai do protagonista. Gadon vai interpretar a personagem feminina principal.

 

O livro foi publicado em Portugal com o título "A Nova Vida de Louis Drax" e tem a seguinte sinopse (via Wook):  Louis Drax é um miúdo de nove anos, precoce, inteligente, problemático e muito dado a acidentes. Em cada ano da sua curta vida, sofreu pelo menos um episódio de maior gravidade, acidente ou doença, mas sobrevive sempre como o gato que cai sobre as quatro patas. No seu nono aniversário, durante o piquenique familiar, o pequeno Louis cai de uma falésia e afoga-se num rio permanecendo num coma profundo de onde poderá não regressar… Uma história brilhante, contada a duas vozes: a do próprio Louis, dentro do seu inacessível subconsciente, e a do neurologista, ao cuidado de quem o jovem fica após o misterioso desaparecimento do seu pai.

 

In: Rick's Cinema.

 

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publicado por Guest às 21:47
editado por Hugo Gomes em 27/09/2014 às 00:49
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25.9.14

A fantasia de Ozon!

 

Segundo François Ozon, a tragédia leva-nos ao encontro dos maiores dilemas do nosso intimo, neste caso o travestismo como escape dos nossos fantasmas interiores, mas nunca a sua confrontação. Nesta sua nova obra, Une Nouvelle Amie, somos remetidos a um homem que (re)descobre a mulher que há em si depois da morte da sua mulher. Tendo vergonha desse seu desejo, ele fecha-se me casa durante dias até ser incentivado pela melhor amiga da sua falecida amada.

 

 

Vamos ser sinceros, é deveras embaraçoso assistir um actor como Roman Duris a pavonear como uma "drag queen" neste drama trágico-cómico, que é conduzido sobretudo pela intuição instantânea do autor que propriamente em vigorizar um balanço entre os diferentes teores fílmicos. Também é verdade que filmes destes, de momento, já estabeleceram os seus próprios lugares-comuns, estereótipos e arquétipos, mas neste caso Ozon demonstra a sua inesperada faceta, a de manipulador. Ou seja, por teoria o realizador do maravilhoso Dans la Maison, esbanja com todas as desculpas possíveis e impossíveis para que este possa abordar o dito travestismo sem cair no ridículo argumentativo nem sequer vergar pela comédia pura e "screw ball", na verdade é que consegue por vias da sua mestria como realizador, existem sequências de tirar o folgo pela sua eximia orquestração, e pela forma como este emocionalmente expõe os assuntos de teor sexual.

 

 

Pois bem, e é que quando por fim chegamos a aceitar com seriedade o enredo transmitido, Ozon tem outra "safadeza" na manga, fazer o espectador duvidar da orientação sexual dos seus outros personagens em derivação de um prolongado jogo de sugestão. Tal como a bela assistente do ilusionista que só está lá para nos distrair, enquanto que o respectivo artista prepara o seu truque descaradamente, Ozon intercala a atenção do espectador com subenredos psicadélicos para que este desvie a atenção ao satírico que a trama apresenta. E é sob essa mencionada "manipulação" que contestamos uma ambígua consideração a este Une Nouvelle Amie.

 

 

Sim, trata-se de uma obra bem filmada, interpretada, tecnicamente composta, aliás todos os elementos característicos e salientados na carreira do autor que cada vez mais afirma na industria cinematográfica. Porém, este é o seu filme mais desequilibrado e desinspirado desde Potiche (que nos concluiu que a comédia satírica não foi feita para Ozon). Ao percorrer território já caminhado por Almodôvar, o realizador prova-nos que aqui apenas consegue iludir.      

 

Filme visualizado na 62ª edição do Festival de Cinema Internacional de San Sebastian

 

Real.: François Ozon / Int.: Romain Duris, Anaïs Demoustier, Raphaël Personnaz

 

 

Ver Também

Jeune et Jolie (2013)

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 21:02
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Foi divulgado mais um trailer internacional do próximo frenesim de ficção cientifica dos irmãos Wachowski, Jupiter Ascending. Tal como Matrix e Cloud Atlas, a dupla de cineastas volta abordar o destino e a temática do "escolhida" nesta nova aventura repleta de efeitos visuais e sequencias de acção (tendo em conta o trailer). A história remete-nos a uma jovem, Júpiter (Mila Kunis, Ted), cuja sua vida é tão rotineira e medíocre, porém os seus genes dizem que ela é destinada a grandes feitos. Porém a vida de Júpiter altera por completo quando esta conhece Caine (Channing Tatum, Magic Mike), um ex-militar geneticamente modificado o qual lhe foi entregue a missão de proteger a jovem. Eddie Redmayne (My Week with Marilyn), Sean Bean (The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring) e Doona Bae (Cloud Atlas) completam o elenco. 

 

 

 


publicado por Guest às 20:55
editado por Hugo Gomes às 21:55
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O The Wrap noticiou que Asa Butterfield ("Ender's Game") pode juntar-se a Eva Green ("Penny Dreadful") no elenco da adaptação cinematográfica do livro "Miss Peregrine's Home for Peculiar Children" de Ransom Riggs. O filme vai ser realizado por Tim Burton ("Dark Shadows"), através do argumento de Jane Goldman. Green vai interpretar a directora do orfanato. Butterfield pode interpretar Jacob Portman.

 

"Miss Peregrine's Home for Peculiar Children" foi publicado em Portugal com o título "O Lar da Senhora Peregrine Para Crianças Peculiares" e tem a seguinte sinopse (via Wook): Uma ilha misteriosa. Uma casa abandonada. Uma estranha coleção de fotografias peculiares. Uma terrível tragédia familiar leva Jacob, um jovem de dezasseis anos, a uma ilha remota na costa do País de Gales, onde vai encontrar as ruínas do lar para crianças peculiares, criado pela senhora Peregrine. Ao explorar os quartos e corredores abandonados, apercebe-se de que as crianças do lar eram mais do que apenas peculiares; podiam também ser perigosas. É possível que tenham sido mantidas enclausuradas numa ilha quase deserta por um bom motivo. E, por incrível que pareça, podem ainda estar vivas...

 

O filme vai estrear a 4 de Março de 2016 nos EUA.

 

Via Rick's Cinema.


publicado por Guest às 20:50
editado por Hugo Gomes às 21:49
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24.9.14

 

O Deadline noticiou que Xavier Samuel ("Fury") vai dar vida a Adam numa nova adaptação cinematográfica da história de Frankenstein. A mesma fonte adiantou que Danny Huston vai dar vida a Victor Frankenstein, enquanto que Carrie-Anne Moss vai interpretar a sua esposa. O filme vai ser realizado por Bernard Rose ("Candyman"), através do argumento do próprio. O enredo é apresentado a partir do ponto de vista de Adam/O Monstro (Samuel), tendo como pano de fundo a cidade de Los Angeles nos dias de hoje. Adam foi criado por Victor e Elizabeth Frankenstein, uma dupla de cientistas excêntricos, tendo de lidar com a violência e as agressões que rodeiam a sua figura.

 

"Frankenstein" ainda não tem uma data de estreia definida.

 

In: Rick's Cinema.

 

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publicado por Guest às 21:14
editado por Hugo Gomes em 25/09/2014 às 21:45
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Foi divulgado um novo trailer internacional de "Laggies" ("Say When" no Reino Unido), um filme realizado por Lynn Shelton ("Your Sister's Sister"), através do argumento de Andrea Seigel. O enredo de "Laggies" centra-se em Megan (Knightley), uma mulher sem perspectivas de futuro que entra em pânico quando o namorado (Mark Webber) a pede em casamento. Esta encontra refúgio junto de Annika (Moretz), uma adolescente que vive com o pai (Sam Rockwell).

 

Trailer de "Laggies":

 

 

In: Rick's Cinema

 


publicado por Guest às 21:08
editado por Hugo Gomes em 25/09/2014 às 21:40
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Ver também

Primeiro poster de Os Gatos Não Têm Vertigens!

Trailer de Os Gatos Não Têm Vertigens, o novo de António-Pedro Vasconcelos!

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:11
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24.9.14

 

Seguindo o livro de Ferrara!

 

Pier Paolo Pasolini referiu que para conseguir alcançar a sua liberdade, utilizava o cinema como meio de penetração de um sociedade rígida e segundo pelo próprio, hipócrita e intolerável. Por sua vez, Abel Ferrara usufrui da "máscara" de Pasolini para tecer uma venenosa crítica à burguesia e tudo o resto que se encontra a 180º graus. Se por um lado o realizador italiano é um exemplo das famosas palavras do dramaturgo brasileiro, Dias Gomes, "Toda a gente nasceu para provocar", por outro, Abel Ferrara é um oportunista que provoca sem impacto e que necessita de outras figuras para tornar viável esse seu gesto.

 

 

Talvez seja por isso que Pasolini (filme) nos soa como um trabalho desleixado, feito com o intuito de "chatear alguém" do que meramente criar um tributo a tão incontornável cineasta e poeta, cujos filmes, mesmo filmados à mais de 40 anos, evidenciam modernidade com o passar dos anos. Primeiro porque Pasolini foi um genuíno na sua área, um marginalizado que encontrou o seu lugar na sociedade e cujos seus pensamentos continuam vivos e seguidos pelos seus colegas que o sucederam, mas Ferrara não se preocupou com isso, transfigurando a figura a si em um artista presunçoso que é gay e vitima dessa orientação sexual.

 

 

O filme acentua nesse pormenor e em influência disso, estabelece o seu catalisador narrativo, como se isso fosse ainda motivo de choque, presumindo que há 40 anos tais elementos homossexuais seriam provocadores. Depois surgem os ataques forçados, como se Abel Ferrara expressasse ao invés de Pasolini, aliás existe mais de Ferrara na essência desta obra que propriamente o "fantasma" do realizador de Salò, or the 120 Days of Sodom.

 

 

Willem Dafoe, um dos mais assíduos colaborares de Ferrara nos últimos anos, enverga então a pele do mencionado num desempenho automático, há indícios de que a escolha do actor para o papel foi por vias da sua aparência física, demasiado idêntica à personalidade apresentada. Mas a verdade é que com a entrada de Willem Dafoe surge outra grande desvantagem, a linguagem. O inglês encontra-se bizarramente presente como língua original do realizador italiano (provavelmente para facilitar o trabalho de Dafoe), enquanto que o italiano (a sua língua-mãe) é exposto como um secundário, esta constante transição de dialectos auferem artificialidade a um filme que forçadamente solicita seriedade. 

 

 

Provavelmente é isso, falta rigor e menos "palhaçadas" por parte de Ferrara, Pasolini necessita integridade e provocação, mas tal não consegue. O que alcança é, e voltando ao primeiro ponto do texto, um autêntico "baile de máscaras", um "maravilhoso" mundo do faz-de-conta.

 

Filme visualizado na 62ª edição do Festival de Cinema Internacional de San Sebastian

 

Real.: Abel Ferrara / Int.: Willem Dafoe, Riccardo Scamarcio, Ninetto Davoli, Maria de Medeiros

 

 

3/10
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publicado por Hugo Gomes às 13:01
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