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30.4.16

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Segundo a The Hollywood Reporter, Seth Grahame-Smith abandonou a direcção de The Flash, o filme-solo do homónimo super-herói da DC Comics que se encontra agendado para 2018.

 

A fonte adianta que a saída do realizador derivou de "divergências artísticas" com o estúdio, Warner Bros., e a pressão exercida pelo mesmos nos seus filmes após os decepcionantes resultados de Batman V Superman: Dawn of Justice.

 

Depois das notícias da saída de Grahame-Smith ao universo DC, surgem rumores de que James Wan, ingressado na direcção de Aquaman, poderá também sair da produção devido às mesmas causas que o seu colega. As mesmas fontes adiantam que o estúdio não está a poupar esforços para negociar a sua estadia, mas segundo o realizador, o stress obtido nesta produção está a atingir proporções insustentáveis.

 

Quanto a Seth Grahame-Smith, conhecido como o escritor dos livros Orgulho e Preconceito e Zombies e Abraham Lincoln: O Caçador de Vampiros, ambos já originaram respectivas adaptações cinematográficas, está de momento encarregue escrita da sequela de Beetlejuice: Os Fantasmas Divertem.

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:56
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28.4.16

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Segundo a Variety, a actriz sueca Alicia Vikander, a mais recente vencedora do Óscar por The Danish Girl, será a nova Lara Croft na adaptação cinematográfica do famoso jogo Tomb Raider que se encontra a ser preparada.

 

O argumentista Evan Daugherty (Snow White and the Hunstman) será o autor desta reinvenção, enquanto que o realizador Roar Uthaug, que esteve por detrás do filme-desastre norueguês, The Wave (a estrear em Portugal), "tomará as rédeas" do projecto. Neste novo filme será apresentado uma protagonista mais nova e provavelmente a viver a sua primeira aventura.

 

Recordamos que Tom Raider, criada pela Eidos em 1996, nos remete a uma arqueóloga, Lara Croft, astuta e atlética que vive aventuras idênticas ao de Indiana Jones (o qual foi sempre comparado). Gerou duas adaptações cinematográficas, ambas protagonizadas por Angelina Jolie, em 2001 e 2003.

 

 

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O realizador Sam Mendes (American Beauty, Spectre) foi o escolhido para liderar o júri da Selecção Oficial da 73ª edição do Festival de Veneza, sucedendo assim ao cineasta mexicano Alfonso Cuarón.

 

Recordamos que Sam Mendes estreou no certame de Veneza em 2002 com o filme Road to Perdition (Caminho da Perdição).

 

 

O Festival de Veneza deste ano decorrerá entre 31 de Agosto até dia 10 de Setembro na dita cidade italiana.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 07:59
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27.4.16

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Vamos brincar às politicas de collants!

 

Capitão América reencontra o seu amigo de infância, agora inimigo da SHIELD e da ordem mundial, Bucky Barnes, num apartamento em Berlim. Neste secreto encontro, Bucky tenta convencer o nosso herói da sua inocência quanto a um tenebroso atentado à Sede das Nações Unidas, cujas provas apontam para o seu envolvimento. Entretanto surge a notícia de que tal edifício está cercado pela polícia de intervenção alemã e a única forma de ambos escaparem da massa policial é através dela. Bucky garante ao nosso amigo "que não irá matar ninguém". As sequências seguintes são de uma brutalidade avassaladora, o denominado Soldado do Inverno e o Capitão América tentam sair do prédio, golpeando, atirando "borda-fora" e fortemente batendo nos ditos policiais. As imagens são evidentes, são poucos os que conseguem resistir a tais golpes. Toda esta cena vem provar o que não precisa ser provado, estamos perante a um filme inconsequente nos seus actos. Tudo muito bem, o problema é quando se joga com a politica.

 

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A Marvel prometeu uma Guerra Civil, baseada numa homónima série de BD, porém, o resultado é deveras decepcionante. Como já referi, neste franchise da Disney o terreno é fértilmente politico, digno do cinema adulto, mas o que consegue é nada mais, nada menos que um ensaio pueril que brinca com as ditas politicas da mesma forma que movimenta figuras de acção. Tudo começa com uma chamada aos tempos da Guerra Fria, que depois dos nazis disfarçados que fora a organização antagónica HYDRA , chega-nos os fantasmas da União Soviética, com o modelo do Candidato da Manchúria como primeira base.

 

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O anterior Soldado de Inverno continua a fazer das suas, integrado em mais missões terroristas que servem de pano de fundo para uma conspiração a cargo global. Mas o problema não está nos vilões “vermelhos”, mas sim nos próprios Vingadores, cada vez militarizados e convertidos em forças especiais a operar nos locais mais remotos em defensa de uma estilo de vida próprio, o qual acreditam piamente. Depois de uma missão que terminou em tragédia em Lagos, Nigéria, vitimando mais de uma dezena de civis, as Nações Unidas engendram um plano, não para destruir a iniciativa dos Vingadores, mas destituir os seus poderes e a liberdade destes, sendo que a única solução é uma interligação à NATO, o qual só operariam caso fossem precisos ou convocados.

 

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É um registo teoricamente interessante seguir este território pantanoso no subgénero de super-heróis, Christopher Nolan o conseguiu com a sua trilogia protofascista (The Dark Knight) e a última estância da DC Comics (Batman V Superman), sombreia a responsabilidade da imensidão dos poderes num só individuo. Mas a Marvel, ligada à sua Disney, apenas consegue proclamar ideologias fascistas e anárquicas no seu Capitão América, confundindo-as com alusões de liberdade individual e em politicas maniqueístas, e nada de ambiguidades, muito menos chamadas de "facas de dois gumes". Guerra Civil vai ao encontro dessas doutrinas e crenças, transformando o Homem de Ferro e os seus “seguidores”, a fim de tomar responsabilidades governamentais, como os verdadeiros vilões da fita. Com “brigas” atrás de “brigas”, o filme acaba por transmitir uma visão de um Mundo e esta “realidade” é estabelecida como a mais correcta das verdades.

 

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Conclusão, temos super-heróis politicamente perversos ao serviço de um argumento inconsequente que parece ter sido escrito por uma criança de 5 anos com toda aquela harmonia típica da Disney. Conforme são as nossas acções e posições acabamos por ser todos “amigos” perante uma causa comum. A moralidade no seu "melhor"! Mas o pior, é que como é um filme de super-heróis bem oleado, portanto, ninguém leva a sério estas tais politiquices jogadas num só norte. Infelizmente, é por estas e por outras que, com a ajuda dos ávidos seguidores de BD, filmes como estes são venerados e aclamados como produtos cinematográficos de requinte, até porque o que interessa é saber quem ganha no confronto Capitão VS Homem de Ferro, e o Homem-Aranha "enfiado a martelo”, apenas para providenciar futuros capítulos (um registo imaturo que só vem a provar para quem são direccionados este tipo de produções). O restante é simplesmente “peanuts”.

 

"I know how much Bucky means to you... Stay out of this one, please. You'll only make this worse."

 

Real.: Anthony e Joe Russo / Int.: Chris Evans, Robert Downey Jr., Tom Holland, Elizabeth Olsen, Scarlett Johansson, Paul Rudd, Sebastian Stan, Paul Bettany, Gwyneth Paltrow, Chadwick Boseman, Martin Freeman, Daniel Brühl

 

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4/10
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Eis que é revelado o primeiro trailer de The Snowden Files, o próximo e, provável, controverso filme de Oliver Stone. A obra girará em torno de Edward Snowden e os seus ficheiros, aqui interpretado pelo actor Joseph Gordon-Levitt.

 

Baseado na publicação de Anatoly Kucherena [o advogado russo de Snowden], The Time of the Octopus, e no do jornalista Luke Harding, The Snowden Files, The Inside Story of the World's Most Wanted Man. Shailene Woodley, Melissa Leo, Zachary Quinto, Nicolas Cage, Tom Wilkinson, Rhys Ifans, Joely Richardson e Timothy Olyphant compõem o elenco.

 

O filme está previsto chegar aos cinemas em Setembro de 2016.

 

 

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26.4.16

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Conhecida pelo seu desempenho em a La Migliore Offerta [ler crítica], a actriz holandesa, Sylvia Hoeks será a protagonista da sequela de Blade Runner, cujas filmagens arrancarão no próximo mês de Julho.

 

Assim sendo, Hoeks juntará aos actores Ryan Gosling (The Big Short [ler crítica]) Harrison Ford, Robin Wright, Dave Bautista (Spectre [ler crítica]) e Ana de Armas (Knock Knock [ler crítica]). A direcção deste novo filme estará a cargo de Denis Villeneuve, o responsável pelo muito elogiado Sicario [ler crítica], enquanto que Ridley Scott apenas estará presente como produtor.

 

Relembramos que Blade Runner, de 1982, é baseado num livro de Philip K. Dick - Do Androids Dream of Electric Sheep? – O seu enredo leva-nos a um futuro longínquo, onde a civilização humana é ameaçada pela propagação dos replicantes, andróides que tentam estabelecer o seu direito à “vida” e à humanização. No centro da história encontramos Rick Deckard (Harrison Ford), um caçador de recompensas que se dedica à caça dessas mesmas imitações humanas.

 

Blade Runner é hoje considerado uma das obras-primas da ficção científica cinematográfica, mas na altura da sua estreia foi “abalado” por imensas críticas negativas e um desinteresse total pelo público em geral. O filme foi também prejudicado por inúmeras versões, sendo que todas elas debatiam na sequência final (crê-se que a Warner Bros, pretendia um final feliz, bastante divergente da vilão do realizador) e de uma cena chave que poderia questionar a condição do seu protagonista.

 

Com estreia agendada para Outubro de 2017, o filme será distribuído internacionalmente pela Sony, sendo que em Portugal a empresa responsável pela sua distribuição seja a Big Pictures.  

 

 

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25.4.16

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Foi anunciado as restantes personalidades que irão compor o júri da Selecção Oficial do próximo Festival Cannes.

 

No júri, que será presidido pelo realizador George Miller (Mad Max: Fury Road), estarão integrados os cineastas Arnaud Desplechin (Trois Souvenirs de ma Jeunesse) e László Nemes (Saul Fia), os actores Donald Sutherland (The Hunger Games), Mads Mikkelsen (da série Hannibal), Vanessa Paradis (Fading Gigolo), Valeria Golino (Per Amor Vostro), Kristen Dunst (Melancholia) e a produtora iraniana Katayoon Shahabi.

 

A 69ª edição do Festival de Cannes decorrerá entre 11 a 22 de Maio.

 

 

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Foi revelado o trailer final de X-Men, Apocalypse (com um surpresa para os fãs). Tal como titulo e o video sugerem, a equipa de mutantes gerida pelo Prof. Xavier terá um desafio à sua altura, o imponente Apocalypse (Oscar Isaac).

 

Esta personagem antagonista [Apocalypse], cujo verdadeiro nome é En Sabah Nur (que significa numa língua ancestral como "o primeiro"),  foi criada por Louise Simonson e Jackson Guice e integrado na série de BD X-Men em 1986. É o mais puro dos mutantes e provavelmente a maior ameaça destes e da Humanidade. O primeiro vislumbre deste ser enigmático e tenebroso no cinema deu-se com a cena pós-créditos de X-Men: Days of a Future Past, o qual víamos um jovem Apocalypse (aqui interpretado por Brendan Pedder) a ser venerado como um Deus egípcio tratasse.

 

Bryan Singer regressa à franquia, assim como os actores James McAvoy, Jennifer Lawrence, Evan Peters, Nicholas Hoult e Michael Fassbender, enquanto isso, Sophie Turner, Olivia Munn, Ty Sheridan e Alexandra Shipp são as novas aquisições. X-Men: Apocalypse chegará aos cinemas nacionais no dia 19 de Maio de 2016.   

 

 

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24.4.16

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Depois de ter silenciado Cannes duas vezes, uma em 2002 com Irréversible e em 2009 com Enter the Void, Gaspar Noé voltou a fazer das suas em terras francesas com Love, uma história de amor, sexo e obsessão o qual prometeu alterar para sempre a maneira de encenar sexualmente no grande ecrã. Depois de uma estreia mediática no Festival, Love chega por fim a Portugal no âmbito do Indielisboa, o Cinematograficamente Falando … teve a oportunidade de falar com o realizador argentino radicado na França, numa conversa descontraída que disseca a sua obra, aborda uma vida que o cineasta pode nunca mais reaver, e o seu trabalho com "caras" desconhecidas.

 

 

Como foi concluir o seu "projecto de sonho"?

 

Foi um dos meus projectos de sonho. Eu escrevi o primeiro rascunho do guião após escrever o Enter the Void e depois de escrever uma curta sinopse do Irréversible. Como não consegui arranjar financiamento para o Enter the Void após a minha primeira longa-metragem, então optei por um projecto de baixo-orçamento que pudesse filmar e produzir em Paris. Escrevi um rascunho deste filme, que na altura intitulava-se por Danger, e conheci o Vincent Cassell num clube o qual perguntou-me o que estava a preparar. Disse-lhe que estava a espera de financiamento para o Enter the Void, mas que encontrava-se a preparar uma história de amor, bastante erótica, em Paris, e que estava interessado em que a Monica Bellucci entrasse.

 

Então encontrei-me com produtores que anunciaram que tinham o dinheiro para este projecto com Vincent Cassell e Monica Bellucci, e foi então que apercebi-me de que a maneira que pretendia filmar poderia comprometer o trabalho destes atores. Mas apresentei na mesma a minha ideia e eles simplesmente disseram “Não”. Foi então que sugeri, como estava livre nesse verão e o produtor também, fazer um outro projecto rápido e foi assim que concretizei o Irreversível. Nós o fizemos e tornou-se num grande êxito, desde então fiquei com a esperança de improvisar o projecto, mas entretanto o meu outro projecto foi aceite. É que depois do Irreversível, tive o desejo de filmar o Enter the Void.

 

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Depois de estrear o Enter the Void, avancei com este filme, porque eu sempre havia dedicado a este projecto, que era algo tão próximo de mim, tão próximo da minha própria vida. Mesmo que não fosse uma autobiografia, era como fosse a vida que os meus amigos tinham e na qual estava integrado. A vida dos 25 anos, com festas, noites, drogas, o amor desesperado, aquela maneira estranha dos fracassos, o qual tornaram este projecto muito afectivo. 

 

 

Foi então que optou por actores desconhecidos para Love? Como os escolheu?

 

Há pessoas que tem carisma e outras não. Quando nós dirigimos atores descobrimos que alguns tem maior aptidão para decorar as deixas, lembrar longos diálogos, outros tens talentos interpretativos, facilmente choram, outros desempenham uma personagem desenvolvidas por eles. Mas quando descobrimos pessoas carismáticas, não precisamos de atores… basta que tenham boas capacidades de improvisação, visto que eu faço muita edição. Depois de Vincent Cassell e Monica Bellucci terem recusado, decidi apostar em rostos desconhecidos. No entanto, apesar de ter uma grande admiração por bons actores, também gosto de ver em filmes, caras que não conheço, visto que trazem consigo algo novo.

 

 

Isso tem a haver com o facto de não associarmos essas caras com outras personagens?

 

Sim, mas atenção, eu não conseguiria fazer o Irréversible sem a Monica e o Vincent, porém, não poderia ser radical com eles devido às suas respectivas carreiras e sucessos anteriores. Neste caso, para um filme destes, pretendia atores mais jovens, e que não estivessem ligados a filmes anteriores.

 

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Por exemplo, quando eu vejo o filme The Dreamers, a representação de Michael Pitt é perfeita. No entanto eu não poderia tê-lo no meu filme, porque o espectador iria associar de imediato com The Dreamers ou outros dos seus anteriores filmes, e o mesmo iria acontecer com a rapariga. Para além disso, o actor está demasiado velho para o papel. Quando comecei os castings, a minha grande preocupação era encontrar um rapaz ou uma rapariga que se sentissem confortáveis com os “corpos de outra pessoa” … e com a sua nudez. Para muitos atores profissionais, este papel poderia ser considerado como um risco, por causas dos seus planos de carreira, fãs e o facto de se exporem desta maneira.

 

Para estes casos, as pessoas estão sempre mais alertas. Além do mais, é mais fácil para um homem mostrar o seu pénis, erecto ou não erecto, do que uma mulher expor-se em situações sexuais. Tudo isto porque vivemos num mundo dominado por homens, onde um pai não se iria importar que este tipo de papéis fossem vistos pelos seus próprios filhos. No caso da mulher, no mundo em que vivemos, ela facilmente seria julgada.

 

 

Como preparou-os para as cenas sexuais?

 

A ideia principal é que os atores fossem tangíveis, ousados e que soubessem o tipo de filme que estavam a fazer. Teriam que conhecer o tema e para isso debatíamos muito. Pedi aos atores para terem em conta, nestas cenas, que não se poderiam depilar, visto que para mim era esteticamente não-natural e eu pretendia algo vintage. Fico sempre chocado com esta nova moda das raparigas depilarem as suas “partes baixas” … acho feio! Para alguns homens é excitante mas para mim a depilação pertence à indústria pornográfica e não à vida real.

 

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Mas não pretendia fazer um filme pornográfico?

 

Não, eu estava simplesmente à procura de algo real. Não queria copiar nenhum dos filmes, nem sequências eróticas que tivesse visto, muito menos cenas explícitas que são tudo menos eróticas, mas sim reproduzir a maneira como beijamos e fazemos sexo quando estamos apaixonados por alguém.

 

 

Como surgiu o 3D para este filme?

 

Eu já tirava fotos em 3D, tinha uma câmara própria para o efeito. Numa altura difícil, na qual a minha mãe estava a morrer, eu tirei várias fotos com essa câmara para ter a possibilidade de recordar dela. Via essas fotografias num pequeno monitor.

 

Eu recebi um subsídio em França, através do Centro Nacional de Cinema (CNC), para ajudar a desenvolver novas tecnologias. Um mês depois de começar a filmar, pensei em usufruir do subsídio, mas não o pude fazer, porque teria que aguardar mais quatro meses antes de avançar no projecto. Mas como estava a filmar há já a um mês, eles colocaram o meu projecto no topo da “pilha”, duas semanas depois começamos a filmar com tais câmaras [3D]. Tive imensa sorte em participar neste tipo de indústria.

 

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Ao filmar em 3D, não tornei este projecto mais caro mas ficou incluindo na categoria dos filmes de “grande orçamento”. Para além disso, o filmamos em 5 semanas.

 

 

Automaticamente associamos Love a si. Não pelo seu nome aparecer nos créditos, mas sim por ser um filme imenso de referências das suas anteriores obras. Cheio de easter eggs.

 

Mais uma vez, este filme não é uma autobiografia mas sim o retrato de uma vida que eu e os meus amigos conhecemos. São esses os elementos do filme. Tentei filmar o jovem actor como um irmão mais novo tratasse, um tipo que estuda cinema, fez uma curta-metragem e que não sabe se vingará na indústria. A personagem é um rapaz fixe, descontraído, mas um verdadeiro fracasso, como um amigo fracassado.

 

 

Na sua carreira, existe uma frase que o persegue - O tempo destrói tudo - e Love não é excepção.

 

Sim, o tempo apaga tudo, mas penso que isto é mais a memória apaga o passado e como a vida consegue destruir os teus ideais. Como pequenos acidentes podem alterar os seus projectos de vida. Por exemplo, no filme, quando o protagonista engravida a rapariga, trata-se de um acidente, duma quebra. Aliás, são os acidentes que mudam o percurso das personagens nos meus filmes.

 

 

E quanto a novos projectos?

 

Não sei exactamente aquilo que eu vou fazer, mas estou a pensar em diferentes projectos.

 

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Quer falar sobre esses projectos?

 

Simplesmente, porque de momento não estou a preparar nenhum filme. Mas estou a considerar projectos diferentes.

 

 

Radiante por ver o seu filme a circular depois da mostra de Cannes?

 

Eu mudei um pouco, penso que agora a duração esteja com menos um minuto, visto que retirei três minutos do filme e acrescentei dois no final e mudei algumas músicas. O filme actualmente está mais perfeito do que a versão vista em Cannes, cuja música era provisória assim como os créditos. Que não estavam concluídos.

 

 

Então digamos que é um director's cut?

 

Sinceramente, eu não estava à espera que estivesse pronto para o Festival de Cannes, porque em meados de Fevereiro, o filme ainda estava a ser filmado. A meio de Abril, antes de anunciar os restantes filmes seleccionados para o festival, perguntaram-me se eu queria estar na Sessão da Meia-Noite de Cannes, aceitei mas antes advertir que o filme não estava completo. Faltavam três semanas para o início do festival, contudo, consegui terminar a tempo, foi o maior stress da minha vida.

 

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23.4.16

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Eva no Duerme (Pablo Aguero, 2015)

 

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 Deadgirl (Marcel Sarmiento & Gadi Harel, 2008)

 

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 El Cadáver de Anna Fritz (Hèctor Hernández Vicens, 2015)

 

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Swiss Army Man (Dan Kwan & Daniel Scheinert, 2016)

 

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Weekend at Bernie (Ted Kotcheff, 1989)

 

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 Batman V Superman: Dawn of Justice (Zack Snyder, 2016)

 

 

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22.4.16

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O cineasta iraniano Asghar Farhadi estará presente na Competição Oficial do próximo Festival de Cannes com The Salesman, a história de um casal cuja relação torna-se ácida após uma interpretação na peça de teatro, Death of a Salesman (Morte de um Vendedor), de Arthur Miller.

 

Porém, Farhadi não foi a única presença anunciada hoje para o Festival de Cannes. A secção Un Certain Regard divulgou que vai arrancar o seu certame com Eshtebak, do egípcio Mohamed Diab, e contando ainda com o novo filme do britânico David MacKenzie, Hell or High Water. Enquanto isso, Blood Father, de Jean-François Richet, será exibido na sessão de Meia-Noite.

 

Teremos ainda três sessões especiais: Wrong Elements, de Jonathan Littell; La Forêt De Quinconces, de Grégoire Leprince-Ringuet, uma produção de Paulo Branco, e Chouf, de Karim Dridi.

 

A organização anunciou a presença de Iggy Pop, o vocalista dos The Stooges, na sessão do filme Gimme Danger,  um olhar intimista e biográfico do cantor dirigido por Jim Jarmusch.

 

A 69ª edição do Festival de Cannes decorrerá entre 11 a 22 de Maio.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:09
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Um novo  trailer acaba de ser revelado de Independence Day: Resurgence, a sequela do grande êxito de Roland Emmerich em 1996, protagonizado por Will Smith. Agora sem o actor no elenco, mas contando com o regressos de Jeff Goldblum e Bill Pullman, eis o segundo round do embate entre humanos e extraterrestres, com os invasores a tentarem vingar-se da pesada derrota.

 

Jessie Usher, Maika Monroe e Liam Hemsworth são as novas caras do elenco. Realizado novamente por Emmerich, Independence Day: Resurgence chegará aos cinemas em Junho de 2016.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:57
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O cineasta tailandês Apichatpong Weerasethakul está presente em Portugal para dirigir um Seminário do curso de doutoramento em Estudos Artísticos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL), assim como apresentar três sessões especiais na Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema.

 

A Cinemateca dedicará uma programa em sua honra, composto por filmes da sua escolha (um variado leque de obras de Tsai Ming-liang, Hou Hsiao-Hsien, Forough Farrokhzad, Abbas Kiarostami, Jacques Tourneur, Francis Ford Coppola, Len Lye, Maya Deren, Stephen e Timothy Quay, Bruce Baillie) e ainda duas longas e 14 curtas-metragens da sua autoria.

 

Apichatpong Weerasethakul estará presente hoje, 22 de Abril, na apresentação de Goodbye Dragon Inn, de Tsai Ming-liang (pelas 21h30), no dia 26 com uma sessão composta por algumas das suas curtas e da sua longa Mekong Hotel [ler crítica] e ainda no dia 28, na estreia do seu recente trabalho, Cemetery of Splendor [ler crítica], numa colaboração da Cinemateca com a Midas Filmes.

 

O programa completo, poderá ser visto aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:07
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21.4.16

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Foi divulgado o primeiro trailer Café Society, o filme de Woody Allen que terá as honras de abrir a 69ª edição do Festival de Cannes (11 a 22 de Maio).

 

Quanto ao enredo, Café Society leva-nos de volta à década de 30, onde um jovem rapaz procura uma oportunidade na indústria cinematográfica. Nessa sua jornada acaba por apaixonar-se e integrar numa vibrante sociedade de café.

 

Filmado em Nova Iorque (Vittorio Storato é o director de fotografia), o filme conta com os desempenhos de Kristen Stewart, Jesse Eisenberg, Blake Lively, Steve Carell, Corey Stoll e Park Posey. Bruce Willis era também um dos nomes presentes no elenco, mas a sua saída deveu-se à adaptação de Misery, pela Broadway, o qual iria participar.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:54
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21.4.16

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Morreu Prince, o músico que ficou relembrado no cinema, para além das suas contribuições na banda-sonora, como o actor de Purple Rain (Viva a Música). Segundo o site TMZ, o seu corpo foi descoberto na sua propriedade em Minnesota. Tinha 57 anos.

 

Nascido a 7 de Junho, de 1958, Prince Rogers Nelson iniciou uma carreira cinematográfica em1984 com o êxito de Purple Rain (Viva a Música), anteriormente tinha participado em inúmeras séries e programas televisivas como convidado especial. Foi também protagonista e realizador de Under the Cherry Moon (1986), a fim de repetir o sucesso anterior, integrou a curta musical Partyman (1989) e Graffiti Bridge (1990), o qual também dirigiu, porém, sob resultados pouco felizes. Contribuiu para mais de uma centena de bandas sonoras.

 

Venceu um Óscar de Música Original por Purple Rain.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:06
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Morreu Guy Hamilton, conhecido como o realizador de quatro filmes do 007 incluindo o tão apreciado Goldfinger com Sean Connery. Faleceu esta quarta-feira, dia 21 de Abril, em Maiorca, segundo o canal de televisão BBC. Tinha 93 anos.

 

Nascido no dia 16 de Setembro de 1922, em Paris, Guy Hamilton estreou nos bastidores do cinema francês até seguir para Marinha, durante a Segunda Guerra Mundial. Depois do conflito tornou-se assistente de realização de três filmes de Carol Reed, incluindo o Third Man onde fez-se de duplo de Orson Welles. Em 1952, lança-se a solo na realização com The Ringer : O Incógnito, até seguir para policiais como The Intruder (1953) e An Inspector Calls (1954). O seu fascínio pelas forças armadas e pela náutica também fez parte do seu cardápio, Manuela (1957), que concorreu ao Urso de Ouro em Berlim, The Best of Enemies (1961), Man in the Middle (1964), Battle for Britain (1969) e Force 10 from Navarone (1978), com Harrison Ford e Robert Shaw.

 

Mas foram os James Bond que figuraram como os seus maiores êxitos; Goldfinger (1964), Diamonds are Forever (1971), Live and Let Die (1973) e The Man with the Golden Gun. Dois com Sean Connery e outros dois com Roger Moore.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:18
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Foi divulgado o primeiro trailer oficial de Jason Bourne, a quarta estância do homónimo anti-herói protagonizado por Matt Damon. Paul Greengrass estará novamente na realização. 

 

Alicia Vikander (Ex Machina [ler crítica]), Tommy Lee Jones, Vincent Cassel (Tales of Tales [ler crítica]) e Julia Stiles integram o elenco. O enredo deste novo filme decorre 10 anos depois dos eventos de Bourne Ultimatum (2007), com o nosso protagonista de novo em apuros. 

 

Chegará aos cinemas portugueses no dia 28 de Julho.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:38
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Greta Scarano faz parte de um mosaico, uma teia de crime e de influências que no todo constituem Suburra [ler crítica], a obra de Stefano Solima que funciona como o novo sucessor do fenómeno Gomorra. Por ocasião da estreia nacional deste novo "folego" do filme de crime, o Cinematograficamente Falando… falou com a bela actriz sobre a sua inesperada personagem, os seus sonhos enquanto actriz e o seu desejo de trabalhar com Jacques Audiard

 

 

O que pode dizer sobre a sua personagem?

Primeiro de tudo, ela é uma toxicodependente, o que aufere certos contornos à personagem. A maneira como ela usa [esse vício] afecta completamente a sua vida, ainda por cima ela é apaixonada pelo Número 8, o seu namorado, que é praticamente tudo o que possui. Ele mantém-na viva, e sem ele, ela é incapaz de viver.

 

Então, está a dizer-me que ela é uma mulher dependente?

Sim.

 

Mas pela droga? Pelo amor? Ou pelo mundo do crime em que está inserida?

Diria que é pela droga e também pelo amor. Aliás, a personagem encontra um certo alívio com o amor deste, porque ela está constantemente em tormento, e possui um "vazio no peito", o qual tenta preencher com drogas, certas vezes, mas sobretudo com este amor.

 

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E como desenvolveu a personagem? Teve sempre conhecimento quanto ao seu desenvolvimento, ou foi aprendendo sobre ela durante a rodagem?

Eu sempre sabia como a personagem se iria desenvolver, no quer iria tornar-se. E não, não filmamos de forma cronológica, como é demonstrado no filme. Para ter percepção da sua metamorfose, eu teria que ter conhecimento de todo o seu desenvolvimento e natureza. Mas eu estava tão fascinada com o facto da minha personagem ser tão insignificante de inicio, e que no fim converte-senuma chave crucial à estrutura do enredo. Penso que o Stefano estava realmente interessado como um grande poder sucumbe face a algo tão, mas tão pequeno. E tal é movido pelo amor, e no sentimento da vingança, não que ela fosse interessada no poder, mas sim por amor.  

 

Gosta deste tipo de filmes? Os filmes de crime?

Sim, eu gosto bastante de histórias de crimes ("crime stories"), os chamados filmes de género e Suburra foi, como diria, uma nova "onda", porque fizemos uma história com bastante humor e sob um jeito autoral. Suburra é um filme de entretenimento que combina um enredo de crime com romance, e julgo que tem uma estética bastante europeia. Sim, foi um passo em frente neste género de filmes. 

 

Como se sente sabendo que o filme foi comprado para o catálogo americano da Netflix e que de momento será produzido uma série televisiva?

Não sei como o filme está a correr no Netflix, o que eu sei é que existe muita gente no Facebook ou Instagram, dos EUA, França, Inglaterra, que me escreveram. E isso foi óptimo! Saber que muitas pessoas viram e gostaram do filme, gostaram do meu papel, do meu trabalho. Julgo que esta é uma hipótese da Itália ser exposta no resto do Mundo.

 

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Quantos às suas ambições como atriz. Sempre sonhou ser atriz ou foi algo que apareceu num determinado momento?

Não, eu sempre quis ser actriz desde os meus 5 anos. Fiz imenso teatro enquanto criança, estudei música durante 3 a 4 anos, comecei a cantar e a tocar guitarra. Mas, na verdade, sempre quis ser actriz, porque acreditava que não conseguiria fazer mais nada fora disso. Em tempos, pensei até mesmo ser … sei lá, uma psiquiatra ou advogada. Mas quando cheguei aos EUA, quando tinha 16 anos, passei lá um ano, em Alabama, e fiz imensa interpretação, então regressei [a Itália], continuei com as peças de teatro e comecei a trabalhar quando fiz os 19. Por isso, foi há dez anos atrás, que comecei realmente a trabalhar e saí do meu emprego. Portanto, sempre me considerei uma actriz.

 

Se tivesse uma proposta para trabalhar em Hollywood aceitaria?

Sim, aceitaria sem hesitação. Porque existem imensos realizadores que eu gostaria de trabalhar.

 

Como quais?

Exemplos? Tenho tantos (risos). Pensando bem agora, não são puros americanos: Aronofsky, Iñarritu, Terrence Malick, os irmãos Coen. Este não é de Hollywood, mas gostaria de trabalhar também com Jacques Audiard. Ou seja, eu adoraria ir para Hollywood. Obviamente!

 

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O que pode dizer sobre o seu novo projeto, La Veritàsta in cielo?

É um filme de um autor italiano, Roberto Faenza, bastante intelectual. É sobre um caso de um rapto de uma rapariga que ocorreu entre a década de 70 e 80, e eu faço de uma mulher, uma prostituta, com bastante de influência, conhecimentos e que possui informação essencial quanto ao caso. Graças a ela, o caso é reaberto.

 

Então é um thriller?

Sim, é um thriller, e mais, é uma história verídica, sobre algo que aconteceu em Roma.

 

Falando em veracidade. Acredita que todo aquele ambiente de Suburra corresponde à realidade político-social de Roma?

Antes de ser um filme, Suburra era um livro e como livro inspirou-se na realidade de Roma. É uma obra ficcional com bastante romance, intriga, violência, crime. Sim, foi inspirada em Roma e aliás pode ser encarado como um estudo à cidade e à Máfia. Eles [os autores] estudaram e investigaram sobre o assunto. Mas uma coisa é certa. Enquanto filmávamos o filme, a máfia da capital apareceu. Sim, isso aconteceu, estávamos a filmar aquilo, e aquilo estava a acontecer. Mas não estávamos surpresos, até porque Roma é um lugar onde o Poder corrompe, e onde existe Poder, existe sobretudo interesse.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:33
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20.4.16

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Arranca amanhã, no Espaço Nimas (Lisboa) e no Teatro Campo Alegre (Porto), o Ciclo: Grande Cinema Russo – Do Mudo À Perestroika. Uma iniciativa da organização dos Cinemas Medeias e da Leopardo Filmes, onde serão apresentadas 19 obras que tão bem compilam a História do Cinema Russo, todas elas cópias restauradas digitalmente e alguns inéditos no nosso país.

 

Depois do ciclo Andrei Tarkovsky, as duas grandes cidades portuguesas mergulharão novamente na cinematografia russa, começando pelos experimentalistas da montagem - Serguei Eisenstein e Dziga Vertov - chegando aos contemporâneos de Nikita Mikhalkov e Andrei Konchalovsky.

 

Esta mostra prolongará até dia 13 de Julho, depois desta data o programa estenderá a outras regiões do país.

 

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Abaixo segue a lista completa de filmes a ser exibidos:

 

 

O Couraçado Potemkine (1925), Serguei Eisenstein
Outubro (1928), Serguei Eisenstein
A Casa Na Praça Trúbnaia (1928), Boris Barnet - Estreia Comercial em Portugal
Arsenal (1929), Aleksandr Dovzhenko
O Homem Da Câmara De Filmar (1929), Dziga Vertov
Alexander Nevsky (1938), Serguei Eisenstein
Ivan, O Terrível – Parte I (1945), Serguei Eisenstein
Ivan, O Terrível – Parte Ii (1958),  Serguei Eisenstein
Nove Dias De Um Ano (1962), Mikhail Romm - Estreia Comercial em Portugal
Guerra E Paz (1966), Serguei Bondarchuk
Chuva De Julho (1966),  Marlen Khutsiev - Estreia Comercial em Portugal
Asas (1966), Larisa Shepitko - Estreia Comercial em Portugal
Tu E Eu (1971), Larisa Shepitko - Estreia Comercial em Portugal
O Tio Vânia (1971),  Andrei Konchalovsky - Estreia Comercial em Portugal
E Ainda Acredito (1974), Mikhail Romm, Elem Klimov, Marlen Khutsiev - Estreia Comercial em Portugal
Ascensão (1977), Larisa Shepitko - Estreia Comercial em Portugal
Peça Inacabada Para Piano Mecânico (1977), Nikita Mikhalkov
Siberíada (1978), Andrei Konchalovsky - Estreia Comercial em Portugal
Adeus A Matiora (1983), Elem Klimov
Olhos Negros (1987), Nikita Mikhalkov

 

 

O calendário das respectivas sessões poderá ser visto aqui

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:11
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