Data
Título
Take
1.9.14

 

Durante a conferência de imprensa de apresentação da versão integral do filme Nimphomaniac no Festival de Cinema de Veneza, a decorrer actualmente, o produtor da Zooropa, Louise Vesth, revelou que Lars Von Trier encontra-se de momento a trabalhar numa série televisiva. A série que terá como titulo The House That Jack Built, alusão a um antigo poema infantil inglês que já fora utilizado numa das anteriores obras de Von Trier (The Element of Crime de 1984), será produzido em língua inglesa e possuirá um elenco internacional de luxo. "Será uma série televisiva sem igual, que não voltarão a ver. Sustenham a respiração." foram estas as palavras proferidas pelo também produtor e co-fundador da Zooropa, Peter Aalbæk Jensen. As filmagens estão previstas iniciar em 2016. Relembramos que esta não será a primeira vez que o controverso realizador de Dogville e Antichrist aposta no formato televisivo. Já o havia feito na mini-série Riget (O Reino, 1994), as experiências sobrenaturais num dos mais avançados hospitais na Dinamarca.

 

Ver também

Nymphomaniac Vol 1 (2013)

Nymphomaniac Vol 2 (2013)

Antichrist (2009)

Melancholia (2011)

Lars Von Trier escreve filme de terror!

I Am Not Famous Anymore: Shia LaBeouf contra-ataca em Berlim!

Shia LaBeouf abandona Conferência em Berlim!

Nymphomaniac Vol 2 proibido na Roménia!

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:50
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31.8.14
31.8.14

 

Foi revelado o Top de Julho de 2014 dos Circulo de Críticos Online Portugueses (CCOP), com Cinematograficamente Falando … incluído. O surpreendente Ida de Pawel Pawlikowski conquistou o primeiro lugar do top (crítica, ver aqui). Em segundo lugar ficou o mais recente filme de James Gary, The Immigrant  (crítica, ver aqui), e por fim, em terceiro lugar, o blockbuster coreano Snowpiercer de Joon-Ho Bong (a critica pode ser lida, aqui).

 

 

A lista completa pode ser vista aqui

 


publicado por Hugo Gomes às 22:16
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O Cinema de São Jorge, em Lisboa, abrirá portas nos dias 3 a 7 de Setembro para a primeira edição MUVI Lisboa’14 – Festival Internacional de Música no Cinema, onde a música é tema mas é no cinema que encontramos a plataforma da sua transmissão. Durante quatros dias, a melodia tomará conta do espaço num evento que só pôde ser possível graças a uma angariação de fundos no portal ppl.com.pt., tendo atingido cerca de 111% do seu objectivo.

 

Esta é uma proposta que tende em salientar a importância da musica no cinema e vice-versa, o qual irão desfilar uma vasta gama de filmes autorais e biográficos, videoclippes, experiências visuais e sonoras e documentários sobre esse especifico tema. MUVI Lisboa'14 irá integrar duas competições; Palco Internacional e Palco Nacional (alusiva a produções internacionais e a última a produção nacionais), onde encontram-se no total mais de 300 produções inscritas, quer longas ou curtas metragens. O festival ainda apresentará secções de homenagem intituladas de Acordes Históricos outras como Sessões Especiais, Festivais de Música, Premiere, Showcases e Djs Sets.

 

Ver programação completa, aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:08
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Rapto, Índios e Terras Roubadas by John Ford!

 

O cinema de John Ford sempre inspirou os bons valores norte-americanos, o patriotismo não como um fervoroso facciosismo mas como uma conduta correcta a exercer. É obvio que nos tempos que decorrem, onde a liberdade de pensamento e da crítica tem cada vez mais lugar no cinema, principalmente e contrário do que se leva a crer o oriundo de Hollywood, filmes como The Searchers (A Desaparecida) parecem tornar-se socialmente e politicamente obsoletos, a figuração do nativo como o antagonista e o "invasor", o popularmente apelidado cowboy, como o herói americano exemplar. Panfletos visuais que se distorceram no seu percurso temporal, dando origem a um dos mais impressionantes westerns do seu tempo. Pois bem, esta obra de Ford mesmo com décadas em cima sobrevive "à poeira acumulada" com um valor fílmico constante.

 

 

Primeiro de tudo, porque em The Searchers encontramos uma verdadeira escola de cinema na arte da realização cinematográfica. John Ford é dotado de um olho clínico e de uma sensibilidade estética singular que "remessa" um suposto e vulgar western (que nas mãos de outros serviria de mero enredo para os revisitados lugares-comuns) para o território da obra autoral. Já ninguém filma assim, de forma divinal os desfiladeiros e as paisagens desérticas do Vale dos Monumentos, situado entre Utah e Arizona, e muito mais, em centrá-los sob um jeito simbiótico à acção descrita (a fotografia de Winton C. Hoch é uma mais valia).

 

 

Por outro lado, a face purista americana, as nomeadas discriminações étnicas o qual compõem personagens, principalmente o do protagonista, funcionam como um estudo analítico de uma época, estampando-se como uma linguagem reconstitutiva da mesma. Nesse sentido, os valores de outrora se convertem em ambiguidades que crescem na medula deste thriller do oeste. Dito isto, torna-se agora fácil entender porque raio nos simpatizamos com um personagem tão odiável como a de Ethan Edwards (aquele que é um dos papeis mais sólidos da carreira de John Wayne), um cowboy racista e desertor que evidencia sem pudor a preferência de matar um membro da sua família do que aceita-lo após uma interacção com índios, os ditos "selvagens" que não como mais como meros reflexos de uma sociedade hipócrita e possante. Isto seria uma tarefa impossível numa Hollywood mais correcta, mas John Ford transforma o exemplo "a não seguir" num dos autênticos anti-herói do seu tempo, genuíno nesse contexto de selvajaria do Oeste.

 

 

Selvajaria essa, imposta no efeito de sugestão que The Searchers sujeita-se. Talvez seja a censura e a preservação dos bons valores da época que limitou a violência explicita que poderia culminar, quer física, psicológica ou contextual, "abraçando" essa sugestão como uma escapatória formal ao dialecto das imagens. Ou seja, para além de possuir uma estética invejável, luxuriosamente degradante, John Ford ainda requisita e entrelaça o desconhecido, o que as câmaras escaparam e não interessam em captar. Resultado, um filme com mais alusões e evocações do que supostamente aquilo que se expõe gratuitamente, leituras entrelinhas são então necessárias e escalpes são assim retirados como similaridades de dois lados da História do conflito, tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais.   

 

 

Se tivéssemos que traduzir para miúdos, The Searchers é um "bonito" western sobre "cowboys bons" contra "índios maus", mas sob um olhar mais atento, apercebe-nos que o patriotismo e conservacionismo característico de John Ford é um embuste, o que vemos é o desespero índio, sobrevivendo em terras roubadas e o maniqueísmo evidente é burlado e julgado em praça pública. Aí a decisão é nossa, ou encaramos tudo como uma fantasia cinematográfica com direito a final feliz, ou a extinção de um povo, a conquista abordada por um cinismo fílmico e contraditório. Em que ficamos? Conforme seja o nosso senso, a verdade é que The Seachers é um dos grandes do seu género e nisso estamos de acordo, mesmo nos tempos que decorrem, onde supostamente o "western está morto e enterrado".   

 

"Let's go home, Debbie."

 

Real.: John Ford / Int.: John Wayne, Jeffrey Hunter, Vera Miles, Ward Bond, Henry Brandon

 

 

10/10
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publicado por Hugo Gomes às 17:33
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30.8.14

 

James Elroy, o novelista por detrás dos livros de L.A. Confidential e Black Dahlia, foi contratado pela Fox 2000 para escrever o guião de uma nova versão de Laura, a obra literária de Vera Caspary que fora adaptada ao cinema em 1944. Filme, esse, dirigido por Otto Preminger e protagonizado por Gene Tierney, Dana Andrews e Clifton Webb, remete-nos à intriga de um detective, Mark McPherson (Andrews), que investiga um caso de um brutal homicídio. A vitima fora a executiva publicitária, Laura (Tierney), que foi encontrada morta com a face completamente desfigurada em consequência de um tiro de espingarda. Enquanto a investigação evolui, o detective começa cada vez a ficar mais atraído pela vitima, porém numa busca de provas na casa desta depara-se com Laura, viva e sem nenhuma mazela. A obra é tida como um dos melhores exemplares do género noir e possuidor de um dos melhores twists da história da Sétima Arte. Nomeado a cinco Óscares, vencedor de um (Melhor Fotografia Preto-e-Branco). Enquanto isso, as obras de Elroy tornaram-se bastante requisitados para os lados de Hollywood, sendo que o autor se converteu num argumentista ao seu serviço - Street Kings de David Ayer e Rampart de Oren Moverman são alguns dos seus trabalhos mais recentes e conhecidos como tal. Esta nova adaptação terá Stewart Till como produtor executivo. 

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:16
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Blade, o híbrido vampiro da Marvel, poderá viver mais uma nova aventura nos grandes ecrãs, desta vez sob a chancela da própria Marvel Studios. Mas calma fãs, esta não será mais um reboot, mas sim um quarto filme do franchising original, iniciado em 1998 por Stephen Norrington. Contudo a grande questão é se Wesley Snipes regressará ao seu mais conhecido papel? Depois de ter esclarecido numa entrevista à MTV News que se encontrava "aberto" para uma eventual sequela da fasquia, foi com o jornal New York Daily News, que a própria estrela revelou que havia fechado recentemente o contrato para o "diurno" uma quarta vez. Segundo fontes próximas, o actor acordou por 3 milhões de dólares. 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:10
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29.8.14

 

Foi revelado um novo trailer e poster de The Seventh Son (O Sétimo Filho), a produção da Legendary Entertainment que fora adiada em 2013, mas devido à separação da Warner Bros. por parte da produtora e a afiliação para com a Universal Pictures, encontra-se de momento com estreia prevista para Fevereiro de 2015 nos EUA. Adaptação cinematográfica de uma série literária de Joseph Delaney, The Spook's, The Seventh Son  remete-nos a história de um aprendiz de feiticeiro (cumprindo uma antiga profecia de ser o sétimo filho do sétimo filho), que tem como objectivo enfrentar a poderosa Mãe Malkin (Juliane Moore), uma maligna feiticeira que escapou da prisão que a mantinha por vários anos. Dirigido por Sergey Bodrov (Mongol, Nomad), eis um filme que tenta recuperar o velho estilo de sword & sorcery. Jeff Bridges (Crazy Heart), Julliane Moore (Hannibal, Magnolia), Ben Barnes (The Chronicles of Narnia: Prince Caspian), Alicia Vikander (A Royal Affair), Djimoun Hounsou (Guardiões Guardians of Galaxy, Blood Diamond), Olivia Williams (The Ghost Writer) e Jason Scott Lee (Dragon: Bruce Lee Story) completam o elenco.

 

 

Ver também

O regresso do género sword & sorcery?

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:56
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Entre femme fatales e rufiões!

 

Esperamos nove anos por isto, mas foi por fim que chega até nós, Sin City: A Dame to Kill for, a segunda visita à Cidade do Pecado e aos seus peculiares habitantes, todo o tipo de "corja" convertido em heróis de banda desenhada na série de graphic novels de Frank Miller, que em conjunto com Robert Rodriguez convertem os ditos "quadradinhos" ao grande ecrã. A primeira experiência ocorreu em 2005 e apresentou ao mundo cinematográfico uma nova definição de adaptação de uma BD, uma cópia frame to frame que regeu a toda a estilização da matéria-prima. O que para muitos foi considerado o digno da palavra de integração da BD no Cinema, outros apelidaram-no do verdadeiro anti-cinema, a conversão de uma linguagem cinematográfica em prol de uma transferência de plataformas divergentes. Assim sendo, para quem cujo julgamento foi o último, A Dame for Kill For é a continuação desse mesmo sentimento e a distância remetida.

 

 

 Mas para quem "ousa" novamente em entrar nesta panóplia do universo noir, fica o aviso, a Cidade não está como antigamente. Com isto não refiro que o cenário nem o argumento desvie por completo da anteriormente apresentada Sin City de 2005, nada disso, nesse termo o tudo está intacto, mas a temática deste não. O próprio conceito de adaptação é longo burlado, existe intrusos entre nós, são duas histórias de Frank Miller integralmente levadas para o grande ecrã e outras duas criadas originalmente para o filme. Conclusão, a rigidez formal de 2005 dá a vez a rasgos libertinos que fazem, principalmente nas intrigas especialmente criadas para a sequela, sentir uma versatilidade visual que acentua o desleixo do rigor copista. É como se tivéssemos a assistir a um outro tipo de filme que não fosse Sin City, mas que plagia a sua estética (tal como acontecera com The Spirit de Frank Miller).

 

 

Enfim, já adivinhávamos que o impacto, esse, seria perdido com esta sequela, porém para qualquer fã que preze do original, A Dame to Kill For é um obra que traz algum regalo e reconforto. Mickey Rourke continua impagável como Marv, o comic relief desta demanda pela violência e luxúria, o detentor de algum dos momentos mais divertidos. Mas é Eva Green o "trunfo" deste "baralho", magnética e sensualmente cruel como o tributo ao arquétipo de femme fatale o qual veste a "pele" - o pesadelo de qualquer homem, a manipulação curvilínea que alude aos maiores medos da sociedade humana, sermos controlos sem a nossa percepção. Como sabem, a chamada "dama fatal" é uma das figuras incontornáveis do universo noir, e a sua inserção em Sin City resulta em torna-lo ainda mais completo nesse sentido. Talvez seja por isso que o segmento de Eva Green seja o mais elaborado e astuto (o exemplar baseado num livro original).

 

 

Em contrapartida, a última história, a vingança de Nancy Callahan (interpretada novamente por Jessica Alba) em "Nancy's Last Dance", é a mais desequilibrada e presa às caricaturas criadas por o então legado, sem falar dos anacronismo que comete em relação ao seu próprio universo. Todavia é encerrado por um twist final que não sendo genial, é reactivamente engenhoso. Pois, é que de gratificantes momentos em Sin City 2 não faltam, mas a sua totalidade é debilitante e por vezes suplicante. Esperamos nove anos para ter acesso a um filme desigual sob um visual cujo o espanto desvaneceu à algum tempo.      

 

Buddy, I don't mean to poke my nose in where it don't belong, but that there is a dame to kill for. Why'd you let her go?”

 

Real.: Robert Rodriguez, Frank Miller / Int.: Joseph Gordon-Levitt, Bruce Willis, Juno Temple, Eva Green, Jessica Alba, Rosario Dawson, Mickey Rourke, Josh Brolin, Christopher Meloni, Ray Liotta, Jeremy Piven, Dennis Haysbert, Christopher Lloyd

 

 

Ver Também

Sin City (2005)

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:34
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A Lakeshore Entertainment anunciou que vai avançar com um reboot de Underworld, a saga de acção iniciado por Len Wiseman em 2003 que contou com a actriz Kate Beckinsale como a mortal vampira Selena, num mundo onde uma guerra entre vampiros e lobisomens perdura desde séculos. A produtora contratou Cory Goodman (Priest) para escrever o guião, e o filme será produzido por Tom Rosenberg e Gary Lucchesi. Com este comunicado é então descartado um eventual quinto filme (Underworld: The Next Generation), que foi anunciado há alguns meses atrás pela Screen Gems, a segunda produtora do franchising que em quatro filmes rendeu mais de 440 milhões de dólares em todo o Mundo.

 

Ver também

Underworld 5 a caminho!

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:18
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"Mas quem será o pai da criança?"

 

Os franceses sempre tiveram com um sentido de humor aguçado, e nisso verifica-se na qualidade expressa nas suas comédias, quase todas elas sob um jeito paródico caricatural e abusivo com a crítica que emana. Infelizmente, nos anos mais recentes são muitas as obras cómicas francesas que tem adquirindo um tom globalizado, ou seja, seguindo os padrões enraizados em outros estilos humorísticos, como a comédia persuasiva de estúdio norte-americana. Enfim, 9 Mois Ferme (Gravidez de … Alto Risco, em titulo português), concentra-se como um filme que equilibra esses dois pontos, seguindo um estilo quase dicotómico.

 

 

Esta história satírica e irónica segue uma rígida juíza que após alcoolicamente descontrolar-se em vésperas do ano novo. A mesma descobre no dia seguinte que se encontra grávida, porém sem conseguir lembrar quem fora o pai da criança. Após um intensa busca em "desmascarar" o dito cujo, a juíza descobre que o homem o qual esteve envolvido é um criminoso, que recentemente fora acusado de ter cometido um crime atroz e mediático.

 

 

9 Mois Ferme funciona em certos pontos como um olhar paródico e cínico ao sistema jurídico do país, e mais uma vez, às diferenças entre classes e os privilégios das mesmas. Porém, a obra tem a fraqueza de possuir uns "joelhos frágeis", dito isto, uma boa premissa e um objectivo cómico definido não salvam o filme de se seguir por territórios previsíveis e ceder a uma moralidade de "pára-quedas", que não só desmembra o tom que havia obtido mas como também a própria caracterização das personagens.

 

 

Bem, esta é uma comédia passageira, requintada, e calibrada com divertidos desempenhos por parte de Albert Dupontel (também ele realizador da obra) e de Sandrine Kiberlain (César de Melhor Actriz conquistada), já para não falar das pequenas surpresas e dos cameos que este 9 Mois Ferme reserva, entre os quais o destaque para Jean Dujardini num hilariante tradutor de linguagem gestual de um telejornal ou Terry Gilliam aludido Charles Manson (é imperdível!).

 

Real.: Albert Dupontel / Albert Dupontel, Sandrine Kiberlain, Nicolas Marié, Bouli Lanners, Gilles Gaston-Dreyfus, Yolande Moreau, Jean Dujardini, Terry Gilliam, Gaspar Noé

 

 

5/10
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publicado por Hugo Gomes às 16:11
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28.8.14

 

Aaron Paul (da série Breaking Bad) e Kate Winslet (The Reader) integram o elenco de Triple Nine, o novo projecto de John Hillcoat (The Rover), já com data de estreia, 11 de Setembro de 2015. O enredo do filme segue um grupo de polícias corruptos que chantageiam um mafioso russo para poder executar um impossível “golpe”. Woody Harrelson (Natural Born Killers), Casey Affleck (Gone Baby, Gone), Chiwetel Ejiofor (12 Years a Slave), Anthony Mackie (Captain America: The Winter Soldier), Teresa Palmer (The Sorcerer’s Apprentice), Gal Gadot (Fast Five), Clifton Collins Jr e Norman Reedus completam o elenco deste filme escrito por Matt Cook (a curta-metragem The River).

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:04
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Jeff Jampol, o empresário que administra o espólio do famoso grupo de punk rock, revelou numa entrevista à revista americana Billboard, que o cineasta Martin Scorsese (Goodfellas, The Wolf of Walll Street) se encontra preparado para dirigir uma cinebiografia dos Ramones. A música sempre foi algo presente na obra de Scorsese, sendo que o autor já havia realizado inúmeros documentários sobre alguns dos mais relevantes artistas musicais contemporâneos (Shrine the Light dos Rolling Stones e No Direction Home sobre Bob Dylan, são alguns dos exemplos), mas nunca uma ficção dramática. O eventual filme está previsto estrear em 2016 no âmbito das comemorações dos 40 anos de uma das bandas mais influentes e importantes do rock, sendo esta uma das muitas surpresas que Jeff Jampol revelou para o efeito. Um documentário sobre os Ramones compostos por diversas imagens inéditas das suas tournées da década de 70 e 80, um livro sobre os primeiros anos da banda e uma peça de teatro, são alguns dos outros projectos que Jampol divulgou estar a preparar, assim como o relançamento do seu primeiro disco, intitulado somente de Ramones.

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:21
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27.8.14

 

O Cinema Ideal reabrirá as suas portas amanhã (dia 28 de Agosto). A sua inauguração será marcado com a estreia comercial do último e elogiado documentário de Joaquim Pinto, E Agora? Lembra-me (consagrado com o  Prémio Especial do Júri e o Prémio da Crítica Internacional no Festival de Locarno no ano passado), e a reposição restaurada de The Searchers (A Desaparecida, 1956), a aclamada obra-prima de John Ford com John Wayne como protagonista, que terá o privilegio de abrir, uns esperados, longos anos de continuas sessões cinematográficas.

 

No Cinema Ideal situa-se a sala de cinema mais antiga da capital (inaugurada em 1904). Este estabelecimento já obteve vários nomes e direcções, sendo que a última delas foi como o Cine-Paraiso e destinava-se a projectar filmes pornográficos. De momento possui a direcção da Midas que aclamou que o cinema irá preencher um lugar vago e cada vez mais ausente no nosso panorama cinematográfico. As apostas estão lançadas - será o Cinema Ideal o novo reduto para a cinéfilia cada vez mais decadente na cidade lisboeta?

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:15
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Les Quatre Cents Coups de Truffaut é tributo no cartaz do Festival de Veneza!

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:20
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Foi revelada a programação completa da 8ª edição do MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa que decorrerá entre os dia 10 a 14 de Setembro. O festival abrirá portas com Life After Beth de Jeff Baena, a comédia de horror que tem dado que falar, com Dane Dehaan (The Amazing Spider-Man 2) e John C. Relly (Step Brothers) no elenco esta á história de uma rapaz que enfrenta algo pior que a inesperada morte da sua namorada, a inesperada ressurreição desta. E será encerrado com Stage Fright, de Jerome Sable, uma arriscada combinação entre terror e musical.  

 

A programação patenteia com algumas surpresas como as sequelas de Wolf Creek, do found footage V/H/S, do sueco Dead Snow e de Ju-On, além disso podemos contar com o novo filme de Takashi Miike (Over Your Dead Body) e o elogiado Oculus de Mike Flanagan.

 

Este ano o festival será marcado pela presença dos cineastas Brian Yuzna (Bride of Re-Animator) e Álex de la Iglesia (El Día de la Biesta), que serão alvos de retrospectivas e coordenadores de respectivas masterclasses.

 

Para ver a programação completa, aqui

 

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Teatro Tivoli BBVA associa-se à 8ª edição do MOTELx!

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:32
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Segundo as fontes do site Hitfix, a Warner Bros. mantêm de momento uma política denominada “No Jokes”, ou seja, nada de piadas nas suas eventuais produções de filme de super-heróis baseadas nas criações DC Comics. Consta que o estúdio abandonou essa vertente mais descontraída e cómica desde que Green Lantern, de Martin Campbell, se revelou num flop, quer financeiro, quer artístico, com o seu protagonista, Ryan Reynolds, a incutir piadas a cada cinco minutos. Em contrapartida, a trilogia The Dark Knight de Christopher Nolan e o seu “apadrinhadoMan of Steel de Zack Snyder, revelaram-se autênticos êxitos de bilheteiras e no caso da trilogia referenciada, detentor de vários elogios e uma satisfação geral por parte do público, e todo eles, bastantes negros e dramáticos. Por isso, podemos contar com mais “trevas” em Batman v Superman: Dawn of Justice, o derradeiro filme de Zack Snyder, apontado como um dos futuros condutores para o franchising League of Justice (A Liga da Justiça), a resposta da DC aos The Avengers da Marvel Studios (que por sua vez foge dessas politicas anti-cómicas). O filme tem estreia marcada para 26 de Março de 2016 (anteriormente agendado para 6 de Maio para o mesmo ano, mas alterado para evitar um confronto directo com a segunda sequela do Captain America da Marvel, que possuía mesma data de estreia). Ben Affleck será Batman, Henry Cavill regressará como Superman e Jason Momoa, Gal Gadot, Jeremy Irons, Holly Hunter, Amy Adams, Diane Lane, Laurence Fishburne e Jesse Einsenberg completam o elenco.

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:31
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Sony Pictures avançará com adaptação cinematográfica de Inferno, o terceiro livro de Dan Brown a ser levado ao grande ecrã (Da Vinci Code em 2005 e Angels and Demons em 2009). Ron Howard, o realizador dos dois anteriores, regressará à direcção deste novo filme que contará ainda com o retorno do actor Tom Hanks como Robert Langdon, o simbologista protagonistas destas aventuras literárias. O filme com o argumento de David Koepp e produzido por Brian Gazer começará a ser filmado em Abril de 2015. Em Inferno, Robert Langdon acorda misteriosamente num hospital italiano com amnésia. Mesmo assim ele criará uma aliança com uma médica para impedir que um maníaco lance uma temível praga, tendo como base o livro A Comédia Divina, a viagem formidável de Dante aos nove círculos do Inferno.

 

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Inferno de Dan Brown vai chegar aos cinemas!

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:14
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O filme turco Song of My Mother (Canção da Minha Mãe), de Erol Mintas, foi o grande vencedor do Festival de Cinema de Sarajevo, que decorreu entre os dias 15 a 23 Agosto na capital da Bósnia e Herzegovina, o júri era presidido pelo húngaro cineasta Bela Tarr (A Torinói Ló). A história de uma mãe e seu filho, ambos curdos, a viverem numa Istambul intolerante, foi premiado com a distinção de Melhor Filme da competição e o sue actor principal, Feyyaz Duman, também ele premiado com na respectiva categoria. Enquanto isso, Brides, da georgiana Tinatin Kajrishvili, recebeu a menção honrosa e a sua actriz, Mari Kitia, distinguida. Por fim, o croata Naked, de Tiha K. Gudac, o vencedor da categoria documental.

 

Festival de Cinema de Sarajevo celebrou este ano mais de duas décadas de longevidade.

 

Ver completa lista de premiados, aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:38
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26.8.14
26.8.14

 

Ela vai chegar aos 100%, isso é uma certeza!

 

Nos tempos que decorrem, de Luc Besson não se espera “grande” coisa, muito menos algo alusivamente astuto como se tornou este Lucy. Mas para entender este “out of box” dos blockbusters de Verão deveremos recuar uns valentes anos e afastarmos do cinema. Em 1973, uma equipa de arqueólogos que buscavam artefactos sobre a origem humana na Etiópia, depararam-se com um fóssil de um hominídeo, na altura desconhecido para o Mundo, bastante mais antigo que os fosseis descobertos até então. Semelhante a um chimpanzé, mas com o crânio muito mais desenvolvido, teorizando que este mesmo animal possuiria uma intelecto superior que o do referido primata, os ossos ainda evidenciavam o surpreendente, este animal conseguiria caminhar “erecto”, uma posição que ditou para sempre a evolução do Homem, fazendo com que largássemos as florestas arborizadas e caminhássemos pelas vastas savanas. O leitor de momento estará a perguntar o que de relacionado tem este facto paleontólogo e antropólogo com o filme protagonizado por Scarlett Johanson, bem esse mesmo hominídeo, tendo em conta os ossos da pélvis, era uma fêmea e curiosamente foi baptizada de Lucy. Reza a “lenda”, que na altura da sua descoberta passava na rádio o single Lucy in a Sky with Diamonds” dos Beetles.

 

 

Pois bem, Lucy foi a Eva da Ciência, a primeira Mulher descoberta e a sua relevância para o conhecimento de onde viemos e como chegamos até aqui é crucial. Agora no mundo cinematográfico, Lucy será a primeira mulher, se não personagem, a atingir os 100 % de uso cerebral, regendo por especulações cientificas e pelo bom nome da sci-fy, um ridículo “what if” que surpreendentemente torna-se num produto munido duma inteligência experimental e ao mesmo tempo lúdica. Assim iniciamos com a sequência de um primata a “matar” a sua sede num lago, nesta altura o cinéfilo apanhado de surpresa identifica tal cena com uma similar na incontestável obra-prima de ficção científica de Stanley Kubrick, 2001: A Space Odyssey.

 

 

Porém o leitor já deve aperceber e tendo em conta a longa divagação desta critica que tal animal é Lucy, o dito hominídeo fêmea, o filme encarrega-se mais tarde de identificar a criatura, mas entretanto somo apresentados à nossa Lucy, uma vistosa Scarlett Johanson que nos primeiros minutos tem a difícil missão de entregar uma maleta de conteúdo desconhecido a um sujeito de iguais características numa redacção de hotel em Taiwan (a “piscar” os olhos ao mercado asiático). Neste momento o espectador sente que algo não está bem e que depressa acontecerá o inevitável, um dispositivo que nos guie automaticamente ao enredo da fita. Luc Besson aufere assim a expressão a esta inicial sequência, usufruindo de uma montagem intercalar - enquanto que Lucy se aproxima do seu “alvo”, as imagens duma gazela a ser encurralado por uma chita intervêm sem aviso – invocando a memória das experiências executadas pelos cineastas russos de Bolchevique (à memória surge-nos Sergei Eisenstein e o seu Stachka - A Greve, a constante mudança entre conflitos de trabalhadores / autoridades com imagens de matança de um bovino).

 

 

Depois do enredo principal ser então arrancado, Morgan Freeman entra em acção em modo interveniente, situando o espectador à promessa do filme, os ditos controlos cerebrais e suas consequências (ou dádivas). Como é óbvio a narração de Freeman é carismática, confortante e acima de tudo sábia, ele é o gamekeeper deste ensaio futurístico e é com ele que se inicia a contagem crescente ao propósito do filme. Escusam de negar, a verdadeira intenção de Lucy foi apresentada muito antes de ser visualizado, quer no poster ou trailer, as condições de contrato deste novo produto de Besson é visualizar um exercício de possibilidades e nada mais, a chegada dos 100% e a criação quase “shelleana” que se gerará. Scarlett Johanson vagueia por essa mesma jornada, a demanda pelo conhecimento tal como a “primitivaLucy deu aos estudiosos em 1973. A capacidade de assistir ao próximo passo da evolução humana. Obviamente que tudo não passa de uma sugestão cinematográfica ou da teoria do mais fértil e imaginativo geek, mas o filme sabe “controlar” essa vertente e com isso um espectáculo visual e por vezes narrativo.

 

 

E em segundo plano são convocados todos os elementos dignos do já estabelecido cinema de Luc Besson. Os tiroteios, lutas corpo-a-corpo, perseguições e como não poderia faltar, uma França vista pelos olhos dos americanos, ingredientes que tão bem sabem à “reinvenção bessiana”, mas em doses menores e facilmente doseáveis que as obras anteriores. Mas Lucy prevalece como uma “ovelha negra” dentro desse mesmo rebanho, um previsto videoclipp que acaba por se tornar numa vistosa e desafiante fantasia científica. Por fim vale a pena salientar Min-sik Choi, visto no excelente Oldboy de Chan-wook Park, um arrepiante e magnético “vilão de serviço”, um complemento frenético com uma sedutora e fria Johanson.

 

"Life was given to us a billion years ago. Now you know what you can do with it."

 

Real.: Luc Besson / Int.: Scarlett Johansson, Morgan Freeman, Min-sik Choi, Amr Waked

 

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:40
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Foi divulgado mais um trailer de Gone Girl (Em Parte Incerta), o próximo filme de David Fincher (Se7en, Fight Club), baseado num homónimo livro de Gillian Flynn (o qual também é autora do argumento). Gone Girl é um thriller que remete ao desaparecimento de uma mulher, Amy Dunne (Rosamund Pike, Jack Reacher) e nos esforços do marido, Nick (Ben Affleck, Argo), para encontra-la, ao mesmo tempo que tenta provar a sua inocência, pelo facto deste ser o principal suspeito. No elenco podemos ainda contar com as participações de Tyler Perry (Alex Cross), Neil Patrick Harris (da série How I Met Your Mother), Patrick Fugit (Almost Famous), Kim Dickens (At Any Price) e Scoot McNairy (Argo, 12 Years a Slave). Gone Girl (Em Parte Incerta) tem estreia prevista para 2 de Outubro de 2014 em Portugal.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:35
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