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23.10.14

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Foi divulgado o primeiro trailer do terceiro filme do franchising de terror, Insidious: Chapter 3, que chegará aos cinemas em Maio de 2015. James Wan (o homem por detrás dos dois primeiros capítulos) fica de fora da realização e o seu respectivo argumentista e actor, Leigh Whannell, toma rédeas do projecto. Este terceiro filme da saga que já rendeu 260 milhões de dólares em todo o Mundo (tendo em conta que ambos os filmes apenas custaram cerca de 7 milhões), contará ainda com Dermot Mulroney, Stefanie Scott, Lin Shaye e Angus Sampson, as significativas ausências são as de Patrick Wilson e Rose Byrne.  

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:27
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Muitos convidados, muitos filmes e muitas memórias é aquilo que promete a edição de 2014 do Lisbon & Estoril MEO Film Festival (LEFF), que decorrerá entre os dias 7 a 16 de Novembro e que concentrará a sua programação no Centro de Congressos do Estoril, no Casino do Estoril, nos Cinemas Medeia Monumental e Nimas, no Centro Cultural de Belém, na Fundação Calouste Gulbenkian e na Cinemateca Portuguesa.

 

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Saint Laurent, de Bertrand Bonello, o biopic de um dos nomes maiores da história da moda, Yves Saint Laurent, e o vencedor da Palma de Ouro, Winter Sleep, do cineasta turco Nuri Bigle Ceylan, serão os filmes de abertura do festival. Quanto ao encerramento, a tarefa estará encarregue ao último trabalho de Xavier Dolan, Mommy, e a sequela da comédia de culto, Dumb and Dumber To, de Peter e Bobby Farrelly. Hong Sang Soo (Hill of Freedom), Christian Petzold (Phoenix), Lisandro Alonso (Jauja), Jessica Hausner (Amour Fou), John Boorman (Queen & Country), entre outros, disputarão a Competição Oficial. Pasolini e Welcome to the New York (ambos de Abel Ferrara), Is The Man Who Is Tall Happy?, de Michel Gondry, Miss Julie, de Liv Ullman, Mr. Turner, de Mike Leigh, Maps to the Stars, de David Cronenberg, Deux Jours, Une Nuit, de Jean-Pierre e Luc Dardenne, serão filmes que integrarão a programação, o resto desta será completada com retrospectivas (Kléber Mendonça Filho, Philippe Garrel, Andrzej Zulawski, Gonzalo García Pelayo, entre outros) e sessões paralelas (masterclasses, exposições, concertos e outras temáticas).

 

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Abel Ferrara, Nina Hoss, Willem Dafoe, Jean Pierre e Luc Dardenne, Gaspard Ulliel, Phillipe Garrell, Stephen Frears e John Malkovich são algumas das presenças que marcarão os 8 dias de festival, este último e mais a actriz portuguesa Maria de Medeiros, serão homenageados com sessões especiais de alguns dos seus respectivos e relevantes filmes. Entre os convidados, e fora o ramo cinematográfico, o fotografo Julião Sarmiento, o artista plástico Francisco Tropa, o escritor Edgar Morin e um dos criadores do site Wikileaks, Julian Assange irão ter uma participação especial.  

 

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Quanto ao Júri da Selecção Oficial, este será formado pela conceituada fotografa Nan Goldin, o artista francês Phillipe Parreno (conhecido pelo documentário Zidane: Un Portrait du 21e Siècle), o escritor, poeta e dramaturgo Dimítris Dimitriádis, a escritora Dorota Masłowska e o artista plástico Francisco Tropa. O romancista e argumentista Peter Handke, a escritora Dulce Maria Cardoso e a cenógrafa e figurinista Birgit Hutter integram o júri para atribuição do Prémio Meo (Melhor Curta-Metragem).

 

O Cinematograficamente Falando … irá acompanhar de perto os desenvolvimentos, novidades e eventos do Lisbon & Estoril MEO Film Festival. Para mais informação, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:13
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Foi divulgado o primeiro teaser trailer de The Avengers: Age of Ultron, a sequela do estrondoso êxito de 2012, e a aposta forte da Marvel Cinematic Universe. Joss Whedon regressa à realização como também ao argumento. Robert Downey Jr. (Iron Man), Mark Ruffallo (The Avengers), Chris Evans (Captain America: First Avenger), Chris Hemsworth (Thor), Jeremy Renner (The Avengers, The Hurt Locker), Samuel L. Jackson (The Avengers, Pulp Fiction), Scarlett Johansson (The Avengers, The Lost in Translation), Elizabeth Olsen (Martha Marcy May Marlene, Silent House), Aaron Taylor-Johnson (Kick-Ass), Andy Serkis (Dawn of the Planet of the Apes) e Thomas Kretschmann (King Kong, Wanted) integram o elenco. Estreia 30 de Abril nos cinemas portugueses.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 08:54
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A anterior obra de Eli Roth, Cabin Fever (A Cabana do Medo), irá ser refeita pelas mãos de James Wan, o realizador e produtor por detrás dos êxitos do género, Insidious e The Conjuring. Esta nova versão produzida pela New Line Cinema contará novamente com Eli Roth, porém estará presente apenas como produtor, e Travis Zariwny (Scavengers) será autor do guião. O enredo de Cabin Fever gira envolto de um grupo de jovens decidem passar um fim-de-semana numa cabana remota na floresta e subitamente são “atacados” por um vírus “comedor-de-carne”! Gage Golightly, Dustin Ingram, Samuel Davi, Matthew Daddario e Nadine Crocker integram o elenco. De momento, James Wan, que finalizou o sétimo e derradeiro filme do franchising The Fast & Furious (Velocidade Furiosa), estreia 2 de Abril em Portugal, encontra-se a trabalhar na sequela do seu maior êxito, The Conjuring – A Evocação.

 

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publicado por Hugo Gomes às 08:17
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21.10.14

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Azul é a cor mais quente!

 

É certo que a mais acessível escapatória de uma rotina é criar outra rotina, um conjunto de rituais sistemáticos que se tornaram parte do dia a dia de Julien (Mathieu Almaric). Contudo, as amarras com a rotina anterior são demasiado fortes, ou Julien demasiado fraco para finalmente desprender se e aceitar as suas escolhas. Baseado num livro policial de Georges Simenom, La Chambre Bleue (O Quarto Azul como titulo traduzido) marca a quarta longa-metragem realizada pelo actor Mathieu Almaric (para além disso, tem aqui um dos seus melhores desempenhos), uma prolongação de um pesadelo passional que adquire através de uma narrativa desfragmentada e misteriosa, contornos burlescos e de uma certa e negra ironia.

 

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A história que surge inicialmente, e de importante cadência, é um quarto azul de hotel, que aqui é mais que um cenário. É um elo de cumplicidade entre as duas personagens; Julien e Esther (Stephanie Cleau), ambos sujeitos respectivamente casados mas obsessivos em saciar uma atracção de adolescente. O resultado é um adultério metódico, conduzido por sinais e de uma discrição exemplar. Porém, algo acaba por correr mal. Os primeiros minutos de fita não escondem o conflito que se avizinha - Julien é acusado de matar a sua própria mulher, a fim de ficar com a sua amante, mas o nosso protagonista proclama a sua inocência, mesmo que os indícios apontem noutra direcção.

 

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O Quarto Azul não se expõe como um thriller passional ao jeito de Fatal Atraction, de Adrian Lyne. Ao invés disso, temos um filme não convencional que "brinca" com a própria disposição narrativa e com a consciência das suas personagens e com isso com o constante julgamento do seu espectador. O quarto azul do filme torna-se assim num local de crime, numa metáfora envolvida em vórtice que aprisiona todos em seu redor. Se o livro em si é misterioso e atmosférico, o filme de Almaric respeita essa aura incógnita, mas infelizmente a atmosfera parece ter ficado à porta dos propósitos do actor agora convertido em autor, sendo que a sua maioritária preocupação é sob material vencido em Cinema: vergar uma visão masculinamente perturbadora.

 

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Aliás, O Quarto Azul é um filme que se preza pelo respeito tremendo que tem pelas mulheres, salientando o seu intelecto, perseverança, percepção e no poder que possuem sobre os homens, estes cada vez mais vistos na sociedade ocidental como o "verdadeiro" sexo fraco.

 

Real.: Mathieu Almaric / Int.: Mathieu Amalric, Léa Drucker, Stéphanie Cléau

 

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7/10
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publicado por Hugo Gomes às 19:43
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O documentário The Act of Killing (que estreou este ano nos cinemas portugueses) acompanhava um bando de membros de antigos esquadrões de morte indonésios a interpretar eles próprios num falso filme, a fim de concretizar um retrato claro e intimista do Mal personalizado. Trata-se de um documentário forte, corajoso e munido de uma garra singular do realizador Joshua Oppenheimer, o qual seu esforço não passou ao lado (tendo o filme sido nomeado ao Óscar de Melhor Documentário de 2013). Agora será a vez do outro lado da História, The Look of Silence (vencedor do Grande Prémio de Júri no último Festival de Veneza), que remete aos sobreviventes do genocídio indonésios, que convivem lado a lado com os assassinos e criminosos que "destruíram" as suas respectivas vidas. O trailer já se encontra disponível.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:37
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Os realizadores e produtores João Miller Guerra e Filipa Reis, que foram responsáveis pela trilogia cinematográfica da Bela Vista (Bela Vista, Cama de Gato, Um Fim de Mundo) e de Fragmentos de Uma Observação Participativa, apresentada na sua integra no ano passado nos seleccionados cinemas, formam uma nova produtora - Uma Pedra no Sapato. Segundo os próprios, esta nova entidade tem como intuito produzir filmes e obras onde a crença pelo caminho artístico é evidente. O Doclisboa'14 será o palco de duas das produções, que Uma Pedra do Sapato tem o orgulho de apresentar, o primeiro a longa-metragem documental dirigido por Luísa Homem e Pedro Pinho (Um Fim de Mundo), As Cidades e as Trocas (crítica aqui), que evidencia o efeito silencioso da globalização e da troca comercial entre as diferentes cidades, em Competição na categoria de Melhor Longa-Metragem Nacional. O segundo é a curta (também ela em competição na sua respectiva categoria), O Indispensável Treino da Vagueza, dos próprios Filipa Reis e João Miller Guerra, que conta como um ensaio experimental de montagem, esta da autoria de Tomás Baltazar, a partir de um arquivo escolar.

 

O Indispensável Treino da Vagueza será exibido hoje, dia 21 de Outubro, pelas 18h30 na Sala Manoel De Oliveira do Cinema São Jorge.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:35
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Trocas e baldrocas!

Pelo vistos a temática de As Cidades e as Trocas era de construir um registo silencioso da transformação social e arquitectónica que tem como base a globalização e a exploração empresarial, utilizando como amostra de ensaio uma pequena região de Cabo Verde. Porém nesta obra cooperativa entre os documentaristas Luísa Homem e Pedro Pinho - este último até responsável há dois anos por um dos mais interessantes filmes portugueses do nosso tempo, Um Fim de Mundo - o que supostamente seria uma tarefa simples para qualquer académico saído da universidade, é convertido num extenso registo cuja objectividade é pretensiosa e, simultaneamente, vaga demais. Se uma narrativa visual de um documentário como este equivalesse a uma linguagem e se As Cidades e as Trocas falasse, o resultado seria um jeito demasiado divagado e recorrente a pormenores fúteis de uma inutilidade exagerada, quase como uma transcrição do louco da Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente, porém sem paraíso à vista.

 

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Pois bem, a dita viagem silenciosa é descrita como um anexo de filmagens sem o uso necessário de edição nem sequer de selecção. Homem e Pinho enfrentam o espectador com vários planos inúteis como, por exemplo, uma sequência demorada em que é focada a transmissão de um filme numa velha televisão ou os inúmeros showcases musicais, integrais e quase aleatórios, que pouca emoção transferem às mesmas imagens. Tudo evidencia um medo enorme em editar, em construir um fio condutor narrativamente visual. É como os seus envolvidos tivessem medo ou simplesmente estima em "dispensar" conteúdo filmado.

 

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Uma das características que revelam um grande realizador encontra-se na montagem, na escolha do material e a disposição desta, e é essa mesma edição que funciona como o idioma do filme, a comunicação com o espectador. Visto o documentário ser dos géneros mais criativos do Cinema, é esse "dialecto" que se deve manter. Para dizer a verdade, As Cidades e as Trocas reunia excelente material filmado, só faltava mesmo a direcção deste ... e assim a mensagem ficou dispersada no oblívio. Um pretensioso desperdício de duas horas e tal, tudo porque a dupla de realizadores não fez um documentário, mas sim turismo!

 

Filme visualizado no Doclisboa'14

 

Real.: Luisa Homem, Pedro Pinho

 

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3/10
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publicado por Hugo Gomes às 15:02
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Estreia esta semana, dia 23 de Outubro, o novo filme dirigido e escrito por Theodore Melfi (a sua primeira longa-metragem), St. Vincent (Um Santo Vizinho). Esta é a história do mal-encarado Vincent (Bill Murray), o vizinho que ninguém gostaria de ter, muito menos como babysitter dos nossos filhos. Contudo para Maggie (Melissa McCarthy), Vincent é a única solução para deixar o seu filho, Oliver (Jaeden Lieberher), uma criança com problemas de adaptação à nova vizinhança. Entre os dois, de gerações e idealismos divergentes, nasce uma bela amizade, porém ambígua pelo olhar dos outros. Com as interpretações de Naomi Watts (Mulholland Drive), Terrence Howard (Iron Man) e Chris O'Dowd (Thor: The Dark World), St. Vincent é um "feel good movie", emocionante, que lida com uma América intermediária, longe do politicamente correcto que querem transmitir. Recomendado pelo Cinematograficamente Falando …

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:50
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O Doclisboa terá orgulho de apresentar German Concentration Camps Factual Survey, que é muito mais que documentário, um importante documento de visualização obrigatória. Trata-se das primeiras filmagens das Forças Aliadas às atrocidades cometidas pelos Alemães Nazis, um olhar semi-voyeurista e propagandista aos campos de concentração, imenso por fortes imagens, chocantes e reais sobre o Mal cometido pelo regime hitleriano. Este seria o primeiro filme a ser exibido na Alemanha após a queda do Terceiro Reich. Cedido pelo Imperial War Museum, esta é uma peça restaurada na sua integra, e a sua narração meramente maniqueísta digno da propaganda aliada foi preservada. A sessão de visionamento será seguido por um debate coordenado por David Walsh do mencionado museu, um dos responsáveis pela restauração deste mesmo documento. Nota de curiosidade: o realizador Alfred Hitchcock foi um dos conselheiros quanto à montagem desta obra, a fim de lhe auferir uma emotividade mais acentuada.

 

Um filme recomendadíssimo pelo Cinematograficamente Falando …

 

Sessões programadas: 22 de Outubro no Grande Auditório do Culturgest (22:00), 23 de Outubro no Cinema Ideal (19:45)

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:44
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20.10.14

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Arranca amanhã, dia 21 de Outubro, o FIKE - Festival Internacional de Curtas Metragens, que decorrerá nas cidades de Évora (Auditório da Universidade) e em Beja (Teatro Pax Julia, entre os dias 22 e 25). Contando já com a sua 12ª edição, o FIKE tem o orgulho de apresentar uma programação rica, diversificada quer em termos temáticos, quer em termos nacionais. São 39 curtas em competição, seleccionadas de uma impressionante inscrição de 1004 filmes, correspondentes a mais de 44 países, incluindo Itália, Iraque, França, Roménia, Espanha, Reino Unido e até Portugal, sendo que nesta edição irá ser inaugurado a atribuição Prémio Comendador Rui Nabeiro à melhor curta-metragem portuguesa (750 euros).

 

O Júri Oficial do Festival será composto pela jornalista norte-americana, Nancy Denney-Phelps, pelo lendário realizador português Manuel Mozos, o realizador e professor de animação sérvio Rastko Ciric, o realizador português Rui Simões, e o comediante e argumentista, Luís Filipe Borges. A documentarista Cláudia Alves, o fotografo Pedro Letria e o realizador de TV, Miguel Braga, constituirão o júri da secção de Documentários.

 

Para além da competição e a mostra, o FIKE terá o orgulho de apresentar uma masterclass sobre produção independente dirigida por Patricia Casey, a produtora de "And Now for Something Completely Different", o primeiro filme dos Monty Pythons. Workshops de formação em Cinema de Animação, organizado em parceria com o Departamento de Artes Visuais e Design da Universidade de Évora e coordenado pelo artista sérvio Rastko Ciric. Um seminário na Escola de Música da Universidade de Évora, sobre a Composição de Banda Sonora para cinema de animação, dirigido pelo compositor americano, Nik Phelps. E ainda uma exposição de pintura, sessões de cinema para escolas e sessões de mostras não competitivas. Todo estes eventos como também as sessões são de entrada gratuita, que segundo o director do festival, João Paulo Macedo, é uma medida de combate à crise que assola Portugal, servido também de protecção da cultura audiovisual quanto a esta.

 

 O FIKE – Festival Internacional de Curtas-metragens 2014, co-financiado pelo QREN da União Europeia, no âmbito do Programa Operacional INALENTEJO, conta com o apoio do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) e da Direcção Regional de Cultura do Alentejo / Governo de Portugal, dos Municípios de Beja e Évora e  da Universidade de Évora. O festival é promovido pela Sociedade de Instrução e Recreio Joaquim António de Aguiar, pelo Cine Clube da Universidade de Évora em parceria com a Estação Imagem e Associação Lendias d’Encantar.

 

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Para mais informação sobre a programação do FIKE - Festival Internacional de Curtas-Metragens, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:24
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19.10.14

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Foi revelado o primeiro trailer de In the Heart of the Sea, o novo filme dirigido por Ron Howard (The DaVinci Code, A Beautiful Mind), que é baseado no mito transposto a livro, Moby Dick. Estamos em meados do século XIX e num mundo ainda guiado por superstições e lendas encontramos um baleeiro que persegue um gigantesco cachalote durante 90 dias. Chris Hemsworth que trabalhou com o realizador em Rush - Entre Rivais é o protagonista desta reinvenção da famosa história de presas e predadores. Cillian Murphy (Sunshine), Ben Whishaw (Cloud Atlas), Brendan Gleeson (in Bruges) e Tom Holland (lo Imposible) completam o elenco. In the Heart of the Sea tem estreia marcada para Março de 2015.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:44
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Foi revelado um novo trailer de Unbroken (Invencível), o novo filme realizado pela actriz Angelina Jolie, que remete-nos à verídica história de Louis Zamperini, um herói olímpico e de guerra que sobreviveu cerca de dois anos como prisioneiro num campo de trabalho japonês durante a Segunda Guerra Mundial (o verdadeiro faleceu recentemente, sendo que a Universal Pictures irá aproveitar a obra como um tributo à personalidade). Jack O'Connell (300: Rise of na Empire) interpreta o heróico sobrevivente num elenco composto por actores como Jai Courtney (Divergent), Garrett Hedlund (Tron Legacy), Alex Russell (Chronicle), Domhnall Gleeson (Harry Potter and the Deathly Hollows), Morgan Griffin (Charlie & Boots) e Maddalena Ischiale (Cemetary Man), Unbroken, com um argumento da autoria dos irmãos Coen, Unbroken tem estreia prevista nos cinemas portugueses no dia 8 de Janeiro.

 

 

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Unbroken de Angelina Jolie tem trailer!

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:32
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Camané cantado!

 

Num dos retalhos do documentário de Pedro Fidalgo e Nelson Guerreiro, Mudar de Vida (que integrou a programação do último Indielisboa e a primeira edição do MUVI Lisboa), vemos o produtor musical José Mário Branco, que sempre havia "condenado" o fado, considerando-o numa obra salazarista de "calar um povo oprimido" ou simplesmente vaidade burguesa, a trabalhar com o fadista Camané na gravação do seu álbum Sempre de Mim (2008). Estranho, não? O que parece ser hipocrisia é explicado pelo anterior músico de intervenção como uma alteração do seu próprio juízo. A ideia demoníaca foi drasticamente abalada com o contacto e a descoberta da voz do fadista Camané, desde o seu timbre até a sua identidade perfeccionista em busca do tom irrepreensível e dos poemas cantados mais belos que se dão pelo nome de letras.

 

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No novo filme de Bruno de Almeida, Fado Camané, somos remetidos ao "fadismo" do próprio artista, desde o seu próprio processo criativo (as imagens da gravação do álbum anteriormente mencionado, ao lado de José Mário Branco), até à dissecação do homem por detrás da arrepiante e emocionante voz, através de uma entrevista efectuada pelo jornalista João Bonifácio para o jornal O Público. Sobre tons cinza e de imagens propositadas de baixa resolução, a obra busca criar uma modesta aproximação do espectador com a sua figura central, convidando-o a conhecer a mesma através do seu vórtice artístico, a sua cumplicidade para com a melodia libertada da guitarra portuguesa e a coordenação de seu novo produtor musical.

 

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Aqui não somos remetidos aos segredos de Camané e o porquê a sua razão de ser fadista como algo mais de teor pessoal e intimista como se adivinhara, mas sim, o avistar a sua complexidade como figura incontornável do fado, o observar a sua actividade na recriação e o processo vocal para a complementação da sua arte. Ponto curioso é que a certo momento, durante a entrevista, o jornalista o questiona de se "aprende-se a sentir". Mais tarde, Camané canta o tema O Bicho de Conta, respondendo indirectamente à pergunta exposta.

 

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Nesses termos, Fado Camané é uma obra humilde ao mesmo tempo que tece pretensão limitada quanto aos seus esquemas de alcance. Mas a voz de Camané continua a arrepiar, a invocar deuses frágeis melodicamente acorrentados. Talvez seja ele um dos últimos da sua espécie, visto que depois de Amália Rodrigues são poucos aqueles que ousam em transgredir as fronteiras tradicionais do fado cantado. Como aclama o próprio a meio do documentário - "eu não quero ser Amália, eu quero ser o Camané, e eu canto como o Camané". 

 

Filme visualizado no Doclisboa'14

 

Real.: Bruno de Almeida / Int.: Camané, José Mário Branco, Manuela de Freitas, João Bonifácio

 

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6/10
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publicado por Hugo Gomes às 02:12
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18.10.14

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João Botelho (Os Maias - Cena da Vida Romântica)  revela  seu fascínio pelo trabalho de quatro artistas portugueses de diferentes áreas que vão desde a escultura, a fotografia e a pintura. Eles são João Queiroz, Jorge Queiroz, Francisco Tropa e Pedro Tropa, curiosamente dois pares de irmãos. Quatro é uma homenagem de um artista a esses mesmos artistas, demonstrando as suas técnicas, devaneios e delicada alma artística. O filme será apresentado hoje, 18 de Outubro, no Culturgest - Pequeno Auditório pelas 21h15.

 

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Critica já está disponível no Cinematograficamente Falando …, ver aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:25
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Foi revelado o Top de Setembro de 2014 dos Circulo de Críticos Online Portugueses (CCOP), com Cinematograficamente Falando … incluído. Mais uma vez é um filme português a liderar o top mensal, depois de  E Agora? Lembra-me de Joaquim Pinto (crítica brevemente), chega-nos Os Maias - Cenas da Vida Romântica de João Botelho (crítica em breve) . Em segundo lugar segue Clint Eastwood e os Four Seasons, Jersey Boys (crítica, ver aqui), e por fim, em terceiro lugar, o mais recente filme de Woody Allen, Magin in the Moonlight  (a critica pode ser lida, aqui).

 

A lista completa pode ser vista aqui


publicado por Hugo Gomes às 12:46
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17.10.14

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Ver Também

Trailer de Big Eyes

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:24
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Investigação de risco!

 

"Existem histórias demasiado verdadeiras para serem contadas", diz uma das personagens deste Kill the Messenger, o novo filme de Michael Cuesta (L.I.E., 12 and Holding), que mostra como um inadaptado jornalista, ou seja, na posse de uma excelente história, não sabe o que fazer. Porém, aqui as intenções são boas, o ritmo é energético o quanto baste para manter o espectador menos informado ou interessado no mundo do jornalismo de investigação e Jeremy Renner é dotado de destreza no seu desempenho como o mártir Gary Webb (apesar de tudo, vencedor de um Pulitzer), um jornalista que acaba por "tropeçar" na história da sua carreira. O envolvimento da CIA no tráfico de cocaína, cujos lucros revertem para o armamento das forças rebeldes da Nicarágua.

 

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Até certo ponto este Kill the Messenger invoca os elementos classicistas dos thrillers de Alan J. Pakula, nomeadamente, e de óbvia referência, All the President Men, para depois cair na trapalhada de tecer uma teia maior que a sua própria aranha, uma investigação acelerada por testemunhas relâmpagos (imensos cameos de luxo que deliciarão o espectador) cujo conflito é abalroado vezes sem conta em prol da ácida crítica aos órgãos de comunicação como armas governamentais. Este último ponto comporta-se como a vertente mais audaz e, com isso, a mais bem sucedida no filme. Contudo, depois desse afrontamento, a obra de Michael Cuesta segue por caminhos politico-activistas, ao mesmo tempo que constituiu uma defesa a um homem julgado pelo seu próprio oficio: não o de jornalista, mas perseguidor da verdade.

 

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Este talvez seja um filme mais interessante no seu ensaio teórico do prático, estabelecendo-se como um thriller com os ingredientes certos, mas guiado por fracas vontades. Não me encarem em erro. Kill the Messenger é uma proposta astuta de cinema, mas a sua passagem por certos tabus merecia mais aprofundamento e resistência ao sistema de filme de estúdio. Apesar de tudo, não "matem" este filme!

 

Real.: Michael Cuesta / Int.: Jeremy Renner, Ray Lliota, Barry Pepper, Oliver Platt, Robert Patrick, Tim Blake Nelson, Mary Eizabeth Winstead, Rosemarie DeWitt, Michael Sheen, Paz Vega, Andy Garcia

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:39
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"Encaixotados"!

 

Há um certo entusiasmo em visualizar animações em stop-motion e confirmar a sua simbiótica artificialidade e esforço de uma equipa em construir algo dinâmico sob meios artesanais e trabalhosos. Trata-se de um processo criativo, felizmente devidamente reconhecido, desde os tempos da Aardman (Wallace & Gromit como duas figuras de referência incontornáveis) até às experiências de Tim Burton e Henry Selick, este último um dos impulsores para a criação da Laika, a produtora exclusiva nestes assuntos que ambiciona competir com um mercado mais exigente através desse mesmo modus operandis.

 

media-thumb1408690703.jpg

 

The Boxtrolls talvez seja uma das maiores das produções do ramo, uma alegoria animada dotada por um cenário pitoresco e caricatural, Ponte de Queijais, onde monstros "encaixados" vivem nos seus esgotos, "aterrorizando" os habitantes dessa mesma cidade hierarquizada. Contudo, tais temores são apenas mitos. Os monstros das caixas são na verdade seres simpáticos, inofensivos e indefesos perante o esquadrão de exterminação liderada por Archibald Snatcher (na versão original com a voz de Ben Kingsley). Cabe agora a Eggs, um rapaz criado por essas mesmas criaturas, levar ao bom senso dos habitantes de Queijais e salvar os seus companheiros, a única família que conheceu.

 

The-Boxtrolls-International-Trailer-2-7.jpg

 

The Boxtrolls é um enérgico conto que obviamente agradará aos mais novos graças à sua composição imaginativa, divertida (gags engenhosas e perceptíveis) e personagens secundárias caricaturais. Porém, serão os adultos que apreciarão ainda mais a obra em questão. Em causa está, não só a estética dos "Os Monstros das Caixas" (baseado no homónimo livro de Alan Snow), mas as sublimares mensagens que esconde entre os seus sub-enredos; como a corrupção e a luta entre classes sociais recorridos como referências, que decerto serão reconhecidas pelas audiências mais velhas. Para além disso, não esperem uma resolução moralista para o meio daquilo tudo, pelo menos uma que realmente satisfaça a ingénuos amantes de "happy endings". E nisto poderá soar cruel, cliché ou até deprimente, mas a ausência de focagem nesses pontos alude ao mundo real, onde o desinteresse em mudar o que todos reconhecem ser o incorrecto é sempre "atropelado" pelo mediatismo e pela "distracção do momento".

 

laikas-the-boxtrolls.jpg

 

Mais sofisticado em termos visuais que os seus "primosCoraline e Paranorman, e dotado por uma fértil imaginação, The Boxtrolls apenas fraqueja em não deixar transparecer a sua irreverência tal como havia sido feito nos exemplos já mencionados. Mas não haja dúvidas. Esta é uma proposta fabulista a ter em conta para toda a família.

 

"I have been reasonable, and I can be unreasonable."

 

Real.: Graham Annable, Anthony Stacchi / Int.: Isaac Hempstead Wright, Ben Kingsley, Jared Harris, Elle Fanning, Simon Pegg, Nick Frost, Toni Collette

 

Eggs-and-Winnie-09-25-14.jpg

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 12:28
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TheConjuring-Annabelle.jpg

Nalgumas cidades de França; como Marselha, Lyon, Estrasburgo e Toulouse, Annabelle, o filme de terror norte-americano baseado na amaldiçoada boneca de The Conjuring, que por sua vez é baseado em factos verídicos, foi retirado das salas de cinema. A causa para a dita retirada do filme não advém de fracos resultados de bilheteira, pelo contrário, Annabelle foi visto por mais de meio milhão de espectadores naquele país durante a sua semana de estreia, a verdadeira causa é, segundo as autoridades francesas, meras questões de segurança.

 

O porquê? Durante a sua passagem pelos cinemas, o filme foi marcado por salas cheias, imensas de jovens correspondentes à faixa etária dos 12 aos 14 anos, que originaram verdadeiros desacatos (brigas, acentos danificados, insultos e até mesmo urina foi encontrado), em alguns casos contou-se mesmo com a intervenção da polícia. Segundo os órgãos de comunicação franceses, este fenómeno que abalou as inúmeras salas de projecção deriva de vários encontros organizados através das redes sociais (os chamados "meets"), que tem como principal intuito, causar a desordem nas respectivas sessões. A imprensa encontra-se de momento obcecada por este fenómeno, concedendo constantemente artigos com explicações do foro psicológico à questão da sua origem e funcionalidade. Alguns destes já apelidaram os "eventos" como "histeria colectiva".

 

Annabelle, de John R. Leonetti, encontra-se de momento nas salas dos cinemas portugueses.

 

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publicado por Hugo Gomes às 08:09
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